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Documentação relativa aos Silveira, à Casa de Sortelha, aos Senhores e Morgado de Góis, padroeiros das Igrejas de Santa Maria de Góis e de São Pedro da Várzea, administradores perpétuos do Hospital e Capela do Espírito Santo da vila de Góis, aos Condes de Vila Nova Comendadores Mores, e aos Marqueses de Abrantes, seus sucessores. Inclui a documentação relativa à colação dos curatos das igrejas de Cadafaz, Colmeal e Salavisa, anexas à vigararia de Góis, ao desmembramento das rendas do priorado da igreja de Nossa Senhora de Góis e sua anexação "in perpetuum" ao Hospital e Capela do Espírito Santo, à anexação da igreja de São Cristóvão de Cabanas ao Hospital de Góis, à administração do Hospital, à elaboração do Tombo das vilas de Oliveira do Conde, Currelos, Penalva de São Gião, Góis, e Salavisa pertencentes ao Morgado de Góis e Casa de Sortelha, ao pagamento de direitos, eleição e confirmação das justiças de Góis e Salavisa, e ainda sentenças, cartas de aforamento, posses, autos. Por falecimento do Conde de Vila Nova, a sua Casa ficou ao sucessor D. Pedro de Lencastre, ainda menor, e querendo o Rei proteger a sustentação e continuação da referida Casa, teve por bem nomear a D. José de Lencastre, gentil homem da sua Câmara, avô do menor, ao Dr. José Freire Falcão de Mendonça, desembargador do Paço e da Casa da Suplicação, e a José Ferreira Coelho, homem de negócio e deputado da Junta de Administração da Companhia Geral do Grão Pará e Maranhão, para o governo e administração dos bens, rendas e propriedades da Casa. Outros administradores se sucederam no tempo. Contém públicas formas requeridas no século XVIII as quais mencionam que os documentos em letra antiga estavam juntos a outras muitas escrituras e documentos antigos, em um livro encadernado em pergaminho. Actualmente, alguns encontram-se junto da pública forma, outros não a têm, de outros existe apenas a pública forma.
Os documentos dizem respeito a Nuno Martins da Silveira, a João Rodrigues de Sá, a João Rodrigues de Sá, alcaide-mor do Porto e Vedor da Fazenda, a Francisco de Sá, a Francisco de Sá de Meneses, à condessa de Penaguião como tutora do filho Francisco de Sá e Meneses, a D. Francisco Coutinho, filho de D. Luís de Ataíde, a D. Joaquim Francisco de Sá e Almeida de Meneses. Os documentos dizem ainda respeito aos Condes de Vila Nova - D. Martinho de Castel Branco, D. Francisco de Castel Branco, D. Manuel de Castel Branco, D. Gregório de Castel Branco, D. Frei José Maria de Lancastre, bem como às Duquesas de Bragança - D. Beatriz de Lancastre -, de Abrantes - D. Maria Margarida de Melo e Lorena -, de Caminha - D. Isabel de Lancastre e a seu filho D. Francisco Luís de Lancastre -, à Duquesa de Bragança e Imperatriz do Brasil - D. Amélia -, a D. Nuno Álvares Pereira, Duque de Cadaval, aos Marqueses de Abrantes - D. Rodrigo Anes de Sá Almeida, D. Joaquim Francisco de Sá Almeida Meneses, e ainda ao Palácio de Santos.
Documentos relativos a umas casas da Igreja de São Jorge de Lisboa e à Capela de Fernão Pais e de Afonso Negro da mesma Igreja, ao Tombo e rendas da vila de Oliveira do Conde, Currelos, Penalva de São Gião, Góis e Salavisa, ao cartório da Casa de Sortelha. Inclui o testamento de Fernão Pais e a fundação da capela de Afonso Negro, uma certidão da Torre do Tombo requerida por D. Diogo da Silveira.
Os documentos dizem respeito aos casamentos de Rui de Sousa e de Brites Álvares, sobrinha do bispo de Évora, de D. Beatriz, filha do Conde D. Pedro de Meneses, com D. Fernando de Noronha, de D. Manuel Rafael de Távora com D. Isabel de Lancastre, de D. Maria Margarida de Melo e Lorena, Marquesa de Abrantes, com D. João, filho do infante D. Francisco, de D. Guiomar com D. Rodrigo d' Eça, alcaide mor de Moura, de D. Helena de Noronha com D. Manuel da Cunha, de D. Branca de Aragão com D. João de Castel-Branco, de D. Gregório de Castel-Branco com D. Branca da Silveira, às despesas de casamento da Condessa de Vila Nova de Portimão, D. Madalena Teresa de Noronha. Inclui também a petição de D. Maria de Castro sobre seu dote e arras, a certidão do "Tombo das capelas do Conde D. Pedro de Meneses e de sua filha, D. Leonor de Meneses, instituídas por ela no Mosteiro de Santo Agostinho, na vila de Santarém".
Os documentos dizem respeito aos casamentos de D. José Maria de Lancastre, Conde de Vila Nova de Portimão, com D. Maria da Conceição de Lancastre, de D. Francisco Luís de Lancastre com D. Filipa de Mendonça, de D. Joana de Castro com D. Francisco de Sá e Meneses, de D. Maria Joana Josefa Xavier de Lima com D. Pedro de Lancastre, de D. Pedro de Lancastre com D. Maria Sofia de Lancastre, do Marquês de Fontes, Joaquim Anes de Sá e Meneses, com D. Maria Margarida de Lorena, de D. Leonor de Mendonça com o Conde de Miranda, D. Diogo Lopes de Sousa, de Margarida Álvares, filha de Francisco Álvares e de Margarida Afonso, já defunta, com Sebastião Pires. Inclui tamkbém a quitação de dote de quinze mil cruzados que António Teixeira deu a sua filha Maria Teixeira, de Castelo Branco, ao casar com Luís da Silveira, e ao compromisso com o pagamento de 25 mil cruzados para dotes de D. Madalena e D. Maria de Milão.
Os documentos dizem respeito maioritariamente a contratos de dote e aos casamentos de D. Branca da Silveira, de D. Luís de Meneses com D. Joana Henriques, do filho de João Rodrigues de Sá e Meneses com D. Catarina de Noronha e Sá, de D. João, filho do infante D. Francisco com a Marquesa de Abrantes, do Marquês de Abrantes com D. Maria Margarida de Lorena, de Fernão Teles da Silveira com D. Francisca de Castro, de D. Maria de Castro com D. Jerónimo de Ataíde, de D. Filipa de Vilhena com D. José Luís de Lancastre, de D. Leonor de Mendonça com o Conde de Miranda, Diogo Lopes de Sousa, de D. Maria de Castro com D. Francisco de Castel-Branco, de D. Filipa de Vilhena com D. António de Ataíde, de D. Beatriz de Góis com D. Diogo da Silveira.
Os documentos dizem respeito a João Rodrigues de Sá, ao Conde de Miranda e ao Conde Camareiro Mor, a D. João Rodrigues de Sá e Meneses e a D. Juan de Borja, a D. Aldonça de Meneses, mulher de Luís de Azevedo e a Fernão Rodrigues, filho de Rodrigo Afonso, a João Rodrigues de Sá e Meneses e a D. Maria da Silva, ao abade da Igreja de Abregão, ao abade da Igreja de Currelos, a João Rodrigues de Sá e Meneses, Capitão e Alcaide-mor do Porto, a João Rodrigues de Sá e Meneses, sobrinho e herdeiro do Conde de Matosinhos, a D. Luísa Henriques, mulher de Sebastião de Sá, a Fernão de Sá, filho de João Rodrigues de Sá, a D. Mariana de Lancastre, D. Luísa de Meneses, D. Maria de Espinosa Monteser, a D. Joana Pimentel, D. Maria Josefa de Mendonça, D. Luísa Maria da Silva, ao Marquês de Fontes, D. Rodrigo Anes de Sá e Almeida Meneses, 1.º Marquês de Abrantes, a D. Francisco de Sá e Meneses, Marquês de Fontes, filho de João Rodrigues de Sá e Meneses, Conde de Penaguião, a D. Pedro de Lancastre, Marquês de Abrantes, entre outros. Inclui as doações feitas por D. Afonso V da Terra de Aguiar de Sousa e dos privilégios do Canal de Abrantes, e uns autos de inquirição de testemunhas sobre os papéis da Casa de Abrantes que arderam por ocasião do terramoto de 1755.
Os documentos dizem respeito a A Pedro Afonso e a sua filha Leonor Rodrigues, a Gomes Martins de Lemos, a D. Luís, D. Diogo e D. Branca da Silveira, a João Pires, sua mulher e a D. Gonçalo de Castel-Branco, a D. Manuel de Castel-Branco, Conde de Vila Nova e à Condessa D. Branca de Vilhena, sua mulher, a D. Gregório de Castel Branco, a D. Luís da Silveira, Alcaide Mor de Oliveira do Conde.
Os documentos dizem respeito a Manuel de Vasconcelos, a D. José Maria de Lancastre, Conde de Vila Nova, D. Pedro de Lancastre, filho de D. Francisco de Lancastre, a D. Luís de Lancastre, a frei D. José Luís de Lancastre, ao Conde de Figueiró, a D. Madalena Teresa de Noronha, a D. Pedro de Lancastre, filho de D. Luís de Lancastre e de D. Madalena Teresa de Noronha, a D. Frei Pedro de Lancastre, a D. Maria Sofia de Lancastre, aos priores das paróquias de Santo André e São Tiago e aos dez beneficiados delas e de Santa Maria do Castelo, Matriz da vila de Estremoz.
Os documentos dizem respeito a D. José Maria de Lancastre, a D. Pedro de Lancastre, a D. Luís de Lancastre e ao seminário do Arcebispado de Lisboa, a Frei D. José Luís de Lancastre, Conde de Figueiró, a D. José Maria da Piedade Lancastre, a Manuel de Távora, capitão de infantaria e ajudante das ordens do General Conde de Assumar, a Frei D. Pedro de Lancastre, a D. Domingos de Lancastre, moço fidalgo, ao casamento de D. Pedro com D. Madalena de Lancastre, a D. Francisco Luís de Lancastre e ao casamento de seu filho, D. Pedro de Lancastre com D. Madalena de Lancastre, a D. José Luís de Lancastre Silveira e Vasconcelos, a Nuno Martins da Silveira e ao Concelho e Povo da vila de Terena.
Os documentos dizem respeito à capela do Esporão na Sé de Évora, à defesa do Esporão, à Igreja de São Martinho de Soalhães, ao legado não cumprido de uma missa na Igreja de São Martinho de Lisboa, à instituição do vínculo de João Esteves e sua mulher, Constança Anes, a Manuel de Vasconcelos nomeado para o ofício de Regedor da Casa da Suplicação, a mercês pedidas pelo Conde de Sabugal, às casas do abade da Igreja de Oliveira do Conde, a D. Carlos de Noronha e à mercê do ofício de Escrivão da Puridade, à colação do reitor Cristóvão Álvares na Igreja de São Cristóvão de Cabanas, à doação da vila de Oliveira do Conde a Gomes Martins de Lemos, ao Padrão de tença de 500 mil réis dado a D. Pedro de Lancastre, ao tombo e demarcação na Comenda de São João de Rio Frio de que era comendador Frei D. Luís de Lancastre, à pretensão de D. Álvaro de Sousa, capitão da guarda, às mercês feitas por D. Filipe I a D. Luís de Sousa, às mercês régias feitas a Luís Fernandes de Meneses, aos escambos, sentença, testamentos, renunciação e posse respeitantes a bens no Calhariz, em Lisboa.
Os documentos dizem respeito ao assentamento dos soldados da família da Casa de Abrantes, à renda do Marquês de Fontes, à questão havida entre D. António da Silveira e D. Tomás da Silveira e Albuquerque, de uma parte, e o Conde de Vila Nova, de outra, por causa dos morgados instituídos por Nuno Martins da Silveira e seu filho D. Diogo da Silveira, à questão havida sobre o Morgado instituído por D. Brites de Mendonça no Algarve, à questão havida entre a Coroa e os instituidores da capela de D. Leonor de Meneses, no Mosteiro de Santo Agostinho em Santarém.
Os documentos dizem respeito à nomeação de juíz de fora na vila de Góis, a D. Luís da Silveira e à eleição dos oficiais da Câmara, aos direitos cobrados na Vila e termo, à nomeação do juíz de uma causa que corria no termo de Góis, à jurisdição de Góis pertencente a Nuno Martins da Silveira, ao carácter patrimonial dos bens e rendas da vila de Góis e Salavisa, à correição dos ouvidores das vilas de que era donatário o Marquês de Abrantes, às mercês tiradas do livro de Registo das Mercês, aos privilégios de que gozam os Comendadores da Ordem de Avis, à doação régia feita ao Conde de Penaguião, às doações a João Rodrigues de Sá, às regalias e mercês concedidas ao Marquês de Abrantes, ao aforamento feito por D. Dinis a Domingos Pais, a requerimentos do Conde de Vila Nova, D. Pedro de Lancastre, à Rainha sobre a ampliação de mercês à sua Casa
Os documentos dizem respeito a D. Pedro de Lancastre e Vasconcelos, Conde de Figueiró, ao Conde de Matosinhos, a D. Francisco de Sá, a D. Simão da Silveira, a Brites de Lemos, viúva de Lope de Lasso, a D. Pedro de Lancastre, a Manuel de Távora, a D. Francisco de Lancastre, à Marquesa de Abrantes, D. Helena, ao Conde D. Luís da Silveira e aos moradores dos Pardieiros, a Gomes Martins, a Martim Vicente e sua mulher, a Domingas Esteves e a João Esteves e Constança Anes, sua mulher, a D. Maria Gabaira a João Esteves e a sua mulher, a Constança Anes, a João Esteves, filho da Rica Solteira e a Constança Anes, sua mulher, a Domingos Vicente e a sua mulher Domingas Lourenço, a Margarida Pires e a Beringeira Anes, a João Mendes de Vasconcelos, a João de Lancastre e Távora.
Os documentos dizem respeito a Brites Fernandes, viúva de Lopo Esteves, Escrivão da Moeda, e a Gonçalo Anes de Abreu, aos herdeiros de Álvaro Gonçalves e a Nuno Martins da Silveira, à mercê do ofício da escrivaninha da Puridade feita a D. Diogo da Silveira, à mercê do ofício de Vedor Mor das Obras dos Castelos e Fortes no Alentejo, Estremadura e Reino do Algarve concedida a Nuno Martins da Silveira, à Quinta de Mouriço e à Herdade de Cardais em Ponte de Lima, a Mécia Vasques, senhora de Góis, aos foreiros e bens em Ponte de Lima e na freguesia de Arcoselo, a Gomes Martins de Lemos e a Rodrigo Anes, a Álvaro Vasques e à defesa de Pedra Alçada, ao testamento de Rui Vaz de Paiva, escudeiro, à partilha dos bens de raiz que couberam a Catarina e a Leonor Gonçalves da Silveira, aos testamentos de Diogo da Silveira, de Catarina Lopes, mulher de Vicente Pires Sardinha.
Os documentos dizem respeito aos bens que D. Leonor de Meneses adjudicou e vinculou à capela que instituiu em Santo Agostinho de Santarém, à doação do padroado de Abregão, à doação do reguengo de Camporas, ao escambo da quinta do Paraíso e casais do Porto do Seixo e da Rebaldeira pelas casas e cerca de Mafra.
Os documentos dizem respeito à dispensa matrimonial para o casamento de Nuno Martins da Silveira com D. Filipa de Vilhena, a privilégios concedidos a D. Luís da Silveira e seus descendentes, ao padroado da Igreja de Cabanas, a sentença apostólica sobre as obrigações da capela de Santa Justa em Lisboa, ao auto de tresladação de uma relíquia, ao testamento de D. Constança Domingues, à renúncia do prior da Igreja de Travanca, à autorização dada a João da Silveira para usufruir dos benefícios curados, aos benefícios eclesiásticos de D. João da Silveira e de D. Luís da Silveira, a privilégios dados a Álvaro Mendes de Vasconcelos, à erecção do Hospital de Góis, à confirmação dos direitos do padroado da Casa de Sortelha, à nomeação de vigários para o Hospital de Góis, à dispensa para os casamentos de D. Luís da Silveira com D. Maria de Vilhena, de D. Gregório de Castel Branco com D. Branca da Silveira, a indultos, a recibos de pagamento de contas no Colégio de Maria Santíssima Imaculada de Campolide.
Os documentos dizem respeito aos estatutos do Hospital de Góis, à contenda havida entre o Conde de Sortelha e o Concelho e Povo de Terena, à instituição do Morgado da Silveira, feita por D. Isabel da Silveira, à fazenda do Morgado de Évora, à posse que tomou Fernão Gomes de Góis e sua mulher, Leonor da Cunha, das terras de São Gião e Penalva, e à posse de bens em Sortelha, a bens e propriedades na vila de Góis.
São cartas de D. Miguel dirigidas à 6.ª Marquesa de Abrantes, D. Helena, a António Ribeiro Saraiva, ao 8.º Marquês de Abrantes, D. José Maria da Piedade e Lancastre; Cartas de D. Adelaide de Bragança a D. Joana da Piedade e Lancastre, aos lugares-tenentes do seu filho, D. Miguel de Bragança, à 8.ª Marquesa de Abrantes, ao Conde de Pombeiro, à Condessa de Murça. Cartas de D. Miguel de Bragança dirigidas ao 8.º Marquês de Abrantes, à lugar-tenência, ao Conde de Pombeiro, entre outros documentos.
Os documentos dizem respeito à moradia de Manuel Rafael de Távora, à nomeação do Infante D. Pedro, gentil homem da Câmara, a mercês concedidas a D. Pedro de Lancastre, ao pagamento dos soldos de Manuel de Lorena do tempo em que esteve preso, à Comenda da vila de Alcanede concedida a Frei D. José Luís de Lancastre, à tença por casamento dada a Maria Joana Xavier de Lima, à nomeação da Marquesa de Abrantes para Governadora do Hospital Real dos Expostos, a certidões relativas aos bens de D. Pedro de Lancastre, a mercês concedidas à Marquesa de Abrantes, D. Helena, como tutora de seu filho e administradora de várias comendas, à "Certidão de privilégios da Guarda Real" dada ao soldado Porfírio Joaquim dos Santos.
Os documentos dizem respeito à capela da herdade e quinta do Esporão, anexa à igreja de Monsaraz, a aforamento feito por Álvaro Mendes de Vasconcelos e sua mulher, D. Guiomar de Melo, ao pagamento do dízimo de ervagem da herdade de Pedra Alçada, à Quinta de Marvila, no termo de Lisboa, às obrigações e encargos da capela do Esporão na Sé de Évora, à herdade ou defesa de Sapata, em Évora, aos privilégios e à venda da herdade ou defesa do Esporão, aos maninhos do Concelho do Esporão.
Os documentos dizem respeito às Jugadas de Góis e Salavisa, à correspondência da Administração da Casa de Abrantes, ao Assento dos papéis que retiram do cartório, a partilhas de D. Francisco de Lancastre, à partilha de D. Francisco Luís de Lancastre, como administrador da capela da Duquesa de Caminha, no Convento de Santa Ana de Leiria, aos autos de Inventário dos bens que ficaram por falecimento do Conde de Vila Nova, D. Luís de Lancastre.
Rascunhos de cartas do 8.º Marquês de Abrantes, D. José Maria da Piedade e Lancastre dirigidas a D. Miguel, a D. Adelaide de Bragança, a D. Miguel de Bragança, à mulher do Marquês, D. Maria, ao Visconde de Queluz, ao Dr. Gomes d' Abreu, a destinatário desconhecido. Cartas do Visconde de Queluz ao 8.º Marquês de Abrantes. Cartas dirigidas por António Avelino de Azevedo, D. Nuno [?], Salvador Correia de Sá, João de Lemos Castelo Branco, pelo Dr. Gomes d' Abreu, António Ribeiro Saraiva, José da Gama e Castro, pelo Barão de Haben ao Marquês de Abrantes. Cartas da lugar-tenência enviadas a D. Adelaide de Bragança, a D. Miguel de Bragança, entre outros documentos.
Poesias, recortes de jornal com poesias, 'Ensaios Poéticos: Os Sepulcros' oferecidos a sua Mãe por D. José Maria da Piedade e Lancastre, apontamento acerca do retrato mandado pintar pelo Duque de Bragança, D. Afonso, antes de Frei Nuno morrer, e que ardeu com o terramoto de 1755, apontamentos literários, escritos de D. José Maria da Piedade e Lancastre, testamento de D. Rita do Santíssimo Sacramento de Vasconcelos e Sousa, Marquesa do Lavradio, entre outros documentos.
Documentos relativos a doações feitas a Diogo da Silveira, Conde de Sortelha, à contenda havida entre D. Diogo da Silveira e seu irmão, D. Simão da Silveira, à transmissão dos bens por ocasião da doação régia a D. Luís da Silveira por falecimento de D. Diogo da Silveira, ao casamento de D. Francisco de Vasconcelos com D. Ana de Vasconcelos de Meneses, a D. Diogo da Silveira e ao hospital na vila de Góis, ao privilégio de Vedor da Fazenda concedido ao conde D. Diogo da Silveira, à renunciação de terras e maninhos a favor de D. Luís da Silveira, ao aforamento de certos bens no termo de Tavira pertencentes ao Morgado de Góis, à mercê que fez o Cardeal D. Henrique a Francisco Rodrigues de Sá e Meneses da capitania da cidade do Porto e seu termo, à mercê dada a D. Francisco de Sá e Meneses, Conde de Matosinhos da capitania da fortaleza de São João da Foz no Porto, à certidão da doação de D. Felipe II feita ao Conde de Penaguião, da terra do Concelho de Gondomar requerida pelos Administradores da Casa do Conde de Vila Nova, ao traslado do tombo da capela que ordenaram João Primeiro e Constança Domingues, em Santa Cruz de Coimbra, à mercê da terra de São Gião e Penalva, passada a D. Branca da Silveira.
Os documentos dizem respeito à jurisdição da vila de Matosinhos, às obras da fortificação da cidade do Porto, à homenagem que os sucessores do Conde João Rodrigues de Sá, camareiro-mor, devem prestar como alcaides mores do Porto, à Alcaidaria Mor do Porto, ao lugar de tenente da Fortaleza de Nossa Senhora das Neves de Leça de Matosinhos, ao Regimento de Camareiro Mor da cidade do Porto, à Capela Mor da Igreja do Convento de São Francisco do Porto, à confirmação feita por D. Pedro II a D. Rodrigo Pedro de Sá e Meneses e Almeida das doações de Bouças, Sever, e de quatro casais em Matosinhos, a D. Pedro de Lancastre Conde de Vila Nova de Portimão, aos Administradores da Casa de Vila Nova de Portimão, à indemnização requerida pelo Marquês de Abrantes, D. José pela perda da capitania do Porto, e do governo das fortalezas de São João da Foz do Douro, no Porto, e de Nossa Senhora das Neves, de Leça de Matosinhos, à criação da cidade de Penafiel, aos direitos reais no Concelho de Gaia, a várias propriedades no lugar da Póvoa de São Martinho, à isenção da correição da Comarca de Tomar concedida à Ouvidoria de Abrantes e Sardoal.
Os documentos dizem respeito a pareceres sobre os alugueres das casas de Santos, em Lisboa, aos bens do Morgado de que é administrador o Marquês de Abrantes, D. Joaquim de Sá Almeida e Meneses, ao Inventário e partilhas dos bens que ficaram por falecimento de D. Manuel de Vasconcelos.
Os documentos dizem respeito a testamentos de D. Maria de Noronha, Catarina Lopes, de Constança Gonçalves, de Gil Vaz da Cunha, de Diogo da Silveira, à quitação do resto das legítimas dada a D. Martinho de Castel Branco, ao testamento de D. Helena da Costa, de D. António da Cunha, de Adão Lopes, de D. Dinis de Almeida, de D. Leonor de Mendonça, do Marechal D. Fernando Coutinho, de Rui Gomes da Silva de D. Guiomar de Melo, do Bispo Conde, de D. Filipa de Meneses, de D. Filipa de Meneses, Rui Correia Lucas, de Lourenço Correia da Franca, de António da Silveira, da Condessa de Alvor, D. Isabel da Silva, à partilha dos bens da Marquesa de Fontes, D. Isabel de Lorena, e de seu marido, o Marquês de Fontes, D. Rodrigo Anes de Sá e Meneses, ao testamento de D. Isabel da Cunha Guedes.
Os documentos dizem respeito à avaliação dos painéis do Palácio de Santos o Velho, à “Memória da criação de Capitão Mor da cidade do Porto […]”, a verbas do testamento do rei D. João II relativas à doação feita a D. Jorge da Casa de Aveiro e à entrega e recebimento do traslado do testamento de D. Manuel I, à sucessão da Casa de Mafra e aos Morgados que vagaram por morte de D. João Luís de Vasconcelos e Meneses, a certidão passada pela Torre do Tombo do foral novo do Concelho de Aguiar de Sousa.
Os documentos dizem respeito ao tombo das propriedades pertencentes à vila de São Gião e Penalva, à posse da Quinta da Cal e a Fernão Gomes de Góis, à "Cópia do documento n.º 24 do arquivo da Casa dos Soares de Albergaria Pereira tomo 4", ao dote de D. Mécia da Silveira, pelo casamento com D. Fradique Sá de Castilho, aos aforamentos da Quinta de Santo Amaro e Ameal, na Covilhã, a Fernão Gomes de Góis, ao contrato de renda do burgo, lugar, vila e terra de Góis, ao testamento do Conde de Sortelha, D. Luís da Silveira, e ao traslado do testamento de D. Leonor da Cunha, ao testamento de Gonçalo Mendes de Vasconcelos, entre outros documentos.
Inclui o Balanço do estado da Casa por ocasião do final da Administração por Decreto real de 12 de setembro de 1771. Encadernação em pastas de cartão.
Inclui a tomada de contas e a citação à margem das folhas do Livro Geral e do Livro dos Alimentos. Registos dos anos de 1706 a 1711. No início tem registadas notas sobre o ano de 1704 e de 1705. Encadernação inteira de pergaminho com fecho de pergaminho.
Públicas formas requeridas por Marçal Faleiro, criado de D. Diogo da Silveira e por Manuel Pereira, seu procurador. O tomo inclui índice. Encadernação inteira de carneira.
Públicas formas requeridas por Marçal Faleiro, criado de D. Diogo da Silveira. Inclui índice, tabuada. Encadernação em carneira.
Públicas formas requeridas por Marçal Faleiro, criado de D. Diogo da Silveira e por Francisco Cabrita, juíz ordinário da vila de Góis e criado de D. Luís da Silveira. Inclui índice e tabuada. Encadernação em carneira.
1849 A. Registo do que deve João Carlos Mardel como administrador Geral da Casa de Abrantes relativo aos anos de 1849 a 1853. Encadernação em pano.
1854 B. Registo do que deve João Carlos Mardel como administrador Geral da Casa de Abrantes relativo aos anos de 1854 a 1856. Encadernação em pano.
Assinados pelo Marquês e pela Marquesa de Abrantes, D. Helena. Só tem lançamentos até à folha 11 verso. Termo de encerramento: livro numerado e rubricado por dois membros da Junta. Encadernação em pergaminho com atilhos de linho.
Os documentos dizem respeito à instituição da Capela do Salvador no Mosteiro de São Domingos, em Évora, por Nuno Martins da Silveira e Leonor Gonçalves, a D. Luís da Silveira, Conde de Sortelha, Guarda Mor, e a sua mulher, D. Maria de Vilhena, à tença dada a D. Miguel de Noronha, Conde de Linhares, a D. Francisco de Sá e Meneses, a D. Rodrigo de Sá e Meneses e Almeida, Marquês de Fontes, ao óbito de D. Maria Henriqueta de Lorena, Duquesa de Cadaval, à abadia de Santa Margarida de Lousada, ao pedido de Manuel de Távora como administrador do seu filho, o Conde de Vila Nova, para que se pudesse tresladar os documentos respeitantes à Casa de Vila Nova, à nomeação do governador da Fortaleza de Nossa Senhora das Neves de Leça de Matosinhos, à apresentação dos alcaides menores da cidade do Porto, à autorização concedida a D. Pedro de Lancastre, Marquês de Abrantes, para ceder e entregar toda a administração de sua Casa a seu filho, D. José, seu imediato sucessor, e as restrições pedidas, sobre as chaves das portas da cidade do Porto, ao testamento de D. Francisco Luís de Lancastre, Comendador Mor de Avis, ao testamento e quitação do resíduo de D. Filipa de Mendonça, sua mulher, ao testamento de D. Frei José de Lancastre, Inquisidor-Geral, ao testamento de D. António de Lancastre, ao testamento, codicilo, sentença de quitação de contas do testamento de D. Madalena de Lancastre, mulher de D. Pedro de Lancastre, Conde de Figueiró, à redução do testamento em que se julgou falecer ab intestado o Conde de Vila Nova de Portimão, D. Pedro de Lancastre, ao testamento de D. Madalena de Lencastre, filha do Conde de Vila Nova, D. Pedro de Lancastre, ao testamento de Manuel de Vasconcelos, Regedor da Casa da Suplicação.
Os documentos dizem respeito à certidão do Foral do Concelho de Aguiar de Sousa, ao casamento do Conde de Figueiró e ao inventário dos bens da Casa de Vila Nova, à obra do Palácio de Lisboa, ao Tombo do Morgado de Esporão instituído por Teresa Anes, ao Tombo das herdades de Manuel de Vasconcelos, no termo da vila de Monsaraz, à cobrança do Concelho de Gaia.
Documentos relativos a contratos de dote para casamento de D. Teresa Josefa de Nazaré de Lancastre com D. Francisco de Mascarenhas, de D. Maria da Nazaré de Lancastre com D. António de Almeida, de D. Maria Helena Josefa da Nazaré de Noronha Lancastre com D. João de Mascarenhas, de D. Guiomar de Castro com D. Gregório de Castel Branco, ao casamento de D. Francisco de Sá e Meneses com D. Joana de Castro, à guarnição e Fortaleza de São João da Foz e Capitania Mor da cidade do Porto, a Vicente Afonso Valente, instituidor do Morgado da Póvoa e ascendente de D. Pedro de Lancastre.
Os documentos dizem respeito aos Vasques - Gil Vasques, Afonso Vasques, Bartolomeu Vasques -, aos Silveira - Gonçalo Vasques da Silveira, a Nuno Martins, Escrivão da Puridade, a Diogo da Silveira, Escrivão da Puridade, Vedor Mor das Obras no Reino, a Fernão Gomes de Góis, a D. Beatriz de Góis -, aos Sá - Fernão de Sá, camareiro mor, filho primeiro de João Rodrigues de Sá, a João Rodrigues de Sá neto de a João Rodrigues de Sá, camareiro mor do rei, a João Rodrigues de Sá, cavaleiro, morador na cidade do Porto, a quem chamavam "O das Galés", a João Rodrigues de Sá, alcaide-mor do Porto e Vedor da Fazenda, a Henrique de Sá -, ao Marquês de Fontes e ao Marquês de Abrantes. Inclui ainda documentos relacionados com o Cabido da Sé de Viseu, o Cabido da Sé de Évora, D. Beatriz, Comendadeira de Santos, D. Aldonça de Meneses e D. Duarte de Meneses, seu irmão.
Públicas formas de escrituras relativas aos Concelhos e Moradores das vilas de Góis e de Salavisa, dos forais antigos de Góis e da vila de Oriola, Breve do papa Pio VI concedendo altar privilegiado de Nossa Senhora de Nazaré, na Igreja da Várzea, documentos relativos a João da Silveira, prior de Góis, privilégio do papa Inocêncio VI concedido a Martim Vasques, senhor de Góis, e a sua mulher, Violante Afonso, documentos sobre o benefício de Góis, sobre a herdade à Fonte de Água dos Peixes, e terras e matos na Figueira dos Manoéis, termo de Ferreira, sobre a Quinta de Oeiras, demarcação de casal e Quinta das Sarzedas, venda e instrumento de posse de uma courela de terra, sobre terras no Alvito. Inclui o Livro da despesa das marinhas do [...] Conde de São Vicente, do seu Morgado dos Silveiras de Santa Iria", o testamento de Pero Esteves, a sentença sobre um feito por apelação em que foram autores Fernão Gomes de Góis, neto dos instituidores do Morgado e Capela sita na Igreja de Santa Justa de Lisboa, e sua mulher, Leonor da Cunha, sua mulher. Menciona D. Diogo da Silveira e a sua mulher, D. Maria de Távora, Fernão Gomes, Martim Afonso de Melo e Diogo Lopes Lobo, os barões de Alvito, a Marquesa de Alvito como tutora e administradora das pessoas e bens de seus filhos, Rodrigo Anes de Sá.