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Faz parte do portfolio "Japão".
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Faz parte do portfolio "Japão".
Trancoso é uma cidade portuguesa do distrito da Guarda.
Alfinete de peito em prata, com fotografia montada e cercadura de prata estilo arte nova.
Esta prova de Ed van der Elsken representa o músico de jazz Chet Baker, de quem Ed van der Elsken se tornou grande fã após assistir ao seu primeiro concerto de jazz em setembro de 1955. A partir daí, para além de assistir a inúmeros concertos, fotografou também outros grandes nomes do jazz como Miles Davis, Louis Armstrong e Ella Fitzgerald.
Esta prova de Ed Van der Elsken representa o período inicial do seu trabalho como fotógrafo, na cidade de Paris, para onde se mudara em 1950. Os seus primeiros trabalhos resultam de passeios pela cidade e da frequência dos cafés de Saint-Germain-des-Prés onde realiza fotografias das figuras diárias da vida boémia de Paris.
O viaduto da Cabeda situa-se sobre a Ribeira da Cabeda no troço ferroviário entre Ermesinde e Valongo. Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Alfinete de peito em prata, com fotografia montada e cercadura de prata estilo arte nova.
Vista do comboio parado na estação de Paredes. Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Vista do comboio parado na estação de Caíde, na freguesia de Caíde de Rei, concelho de Lousada. Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Vista da ponte sobre o rio Ferreira com comboio. Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Cête é uma freguesia do concelho de Paredes. Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Faz parte do Livro “México”, fotografias originais de P.O.M. e poemas de William Cliff, Ed. Coromandel Express, Livres d'artistes, Paris, 1999.
Faz parte do Livro “México”, fotografias originais de P.O.M. e poemas de William Cliff, Ed. Coromandel Express, Livres d'artistes, Paris, 1999.
Faz parte do Livro “México”, fotografias originais de P.O.M. e poemas de William Cliff, Ed. Coromandel Express, Livres d'artistes, Paris, 1999.
Faz parte do Livro “México”, fotografias originais de P.O.M. e poemas de William Cliff, Ed. Coromandel Express, Livres d'artistes, Paris, 1999.
Esta imagem mostra um espaço localizado no 3º piso do edifício da Ex-Cadeia e Tribunal da Relação do Porto, onde atualmente se situa o Núcleo Museológico António Pedro Vicente.
Espaço localizado no 3º piso do edifício, atualmente utilizado como área técnica.
A imagem mostra a entrada para a cela onde o escritor português Camilo Castelo Branco esteve detido. Segundo este, estas celas, do último piso da Cadeia da Relação, constituíam, sem dúvida, as melhores acomodações a que um recluso aqui poderia aspirar, tendo mesmo reconhecido que lhe fora destinado o melhor quarto da Cadeia. A figura de Camilo destaca-se na sua segunda passagem por este edifício, não só pelo escândalo inerente ao crime de que era acusado juntamente com Ana Plácido, numa época em que só o adultério da mulher era punido, como também pelo facto de, durante esta estadia, ter escrito, entre outros, o célebre “Amor de Perdição”.
A imagem mostra o corredor de acesso junto à Cela das Mulheres, originalmente denominada Saleta.
Na imagem vê-se a porta do corredor de acesso aos Quartos da Malta Nova. Estes quartos foram acrescentados ao núcleo original dos Quartos de Malta, por insuficiência de espaço de reclusão.
Nesta imagem vê-se o átrio do 2º piso, junto aos antigos Salões de S. José e do Carmo (respetivamente Sala Joshua Benoliel e Sala de Reuniões na atualidade) transformados em salas de exposições temporárias.
Nesta imagem pode ver-se um pormenor da porta de entrada para o Pátio dos Presos.
Nesta imagem vê-se o Salão das Dores, atual Unidade Informativa/ Biblioteca Pedro Miguel Frade.
Espaço de passagem para o atual Núcleo Museológico António Pedro Vicente (originalmente "Quartos de Malta").
Espaço localizado no 3º piso do edifício, atualmente utilizado como área técnica.
Nesta imagem pode ver-se uma parte do saguão principal, atualmente conhecido como Pátio dos Presos. Trata-se do espaço central deste edifício, concebido originalmente como um ponto de entrada de luz, de ar e de distribuição da água pelas diversas valências. À volta deste pátio encontram-se as salas que eram ocupadas pelos presos mais pobres: as enxovias. Esses espaços de aprisionamento foram denominados por nomes de santos: Santo António e de Santa Ana, as destinadas a homens, Santa Teresa para mulheres, Santa Rita “para prezos condemnados em pena capital, ou degredo perpétuo para o ultramar, e também para prizão de castigo e prezos de crimes gravíssimos”, S. Victor para os Executores de Justiça. Havia ainda uma oficina denominada Senhor de Matosinhos, com capacidade para 100 reclusos em simultâneo. Com a recuperação do edifício as enxovias de Santa Teresa, Santo António, do Senhor de Matosinhos e de Santa Ana foram transformadas em salas de exposições temporárias, servindo a originalmente enxovia de Santa Rita como loja e a de S. Victor como sanitário. Na imagem vêm-se as portas de entrada (da esquerda para a direita) para as enxovias de Santa Teresa, Santo António e Santa Rita.
Espaço localizado no 3º piso do edifício, atualmente designado por Núcleo Museológico António Pedro Vicente, tendo sido adaptado para receber a exposição de câmaras e equipamento fotográfico, mostra permanente do Centro Português de Fotografia. Originalmente o espaço era designado por “Quartos de Malta”, espaços de reclusão individuais, onde, o chão era em madeira e a parede rebocada. Eram os melhores espaços de confinamento de toda a Cadeia e albergaram personagens como José do Telhado, Camilo Castelo Branco, o Duque de Terceira e Urbino de Freitas, o médico que envenenou os próprios familiares, entre outros.
A imagem foi captada em Spisske Prodhradie, na Eslováquia.
A imagem, captada na Bulgária, retrata uma jovem vestida de noiva acompanhada pelo pai.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Vista da janela da sala onde o escritor português Camilo Castelo Branco esteve encarcerado, conhecida, hoje em dia, como “Cela de Camilo”. Trata-se de um espaço no 3º piso, na parte do edifício que correspondia aos Quartos de Malta. Os presos que aqui ficavam não só eram favorecidos com um espaço individual com boas condições de salubridade, como também tinham o privilégio de uma vista única sobre a cidade do Porto. Durante esta sua estadia na Cadeia da Relação do Porto, Camilo escreveu o célebre “Amor de Perdição”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Album do Caminho de Ferro do Douro”.
A Estação de Moledo, também denominada Caldas de Moledo, fica na zona de Peso da Régua. Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Faz parte do portfolio do autor sobre o Vale do Mondego.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Album do Caminho de Ferro do Douro”.
Vista geral do viaduto da Palla e do viaduto sobre o rio Ovil que nasce em Baião e desagua no Douro na freguesia de Porto Manso. Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.
Vista do comboio a passar no viaduto das Quebradas, também conhecido por Ponte das Quebradas, na freguesia de Santa Leocádia, concelho de Baião. Os trabalhos da Linha do Douro iniciaram-se apenas em 1873, tendo sido aberto à exploração o troço Ermesinde – Penafiel em 1875 e, estabelecida a ligação à Régua apenas em 1879. A data de conclusão entre Barca D'Alva e Porto ocorreu em 1887. Emílio Biel, à frente da Casa Fritz, inicia o levantamento documental e fotográfico sobre a construção do caminho de ferro em Portugal, por volta de 1885. Esta fototipia está colocada sobre um cartão podendo fazer parte do chamado “Álbum do Caminho de Ferro do Douro”.