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Fotografia (prova a preto e branco) de estrutura para fogão de sala decorada com cariátides nas jambas e um baixo relevo no entablamento, representando, aparentemente cena de caça. Peça fotografada muito provavelmente em espaço de oficina.
Fotografia (prova a preto e branco) sobre estatueta em pedra, representando uma menina retorcida, em acto de brincadeira, sentada em banco quadrangular com estofo e franjas. Peça fotografada sobre fundo negro.
Fotografia (prova a preto e branco) de 3 caixas redondas, com as tampas ligeiramente levantadas, decoradas com motivos de linguagem neoclássica, com puttis, motivo florais e vegetalistas. Peças fotografadas em cima de mesa coberta com pano negro, sobre fundo negro. As peças estão anotadas a vermelho: na primeira "93.", na segunda "94." e na terceira "95.". No verso, anotações várias relativas à legenda "N.º 95/ F. 7,-", "Nº 94./ F. 7,-" e "Nº93 G.P./ F.7,-".
Fotografia (prova a preto e branco) de jarra com representação iconográfica de São Jorge a matar o dragão, em meio aquático, e de uma jovem, nua, aprisionada em rochedos. Peça assente sobre pequena base quadrangular. A iconografia está de acordo com uma das versões mais antigas da vida de São Jorge, segundo a qual "(...) um horrível dragão saía de vez em quando das profundezas de um lago e atirava fogo contra os muros de uma longínqua cidade do Oriente, trazendo morte com seu mortífero hálito. Para não destruir toda a cidade, o dragão exigia regularmente que lhe entregassem jovens mulheres para serem devoradas. Um dia coube à filha do Rei ser oferecida em comida ao monstro. O Monarca, que nada pôde fazer para evitar esse horrível destino da tenra filhinha, acompanhou-a com lágrimas até às margens do lago. A princesa parecia irremediavelmente destinada a um fim atroz, quando de repente apareceu um corajoso cavaleiro vindo da Capadócia, montado em um cavalo branco, São Jorge. Destemidamente, enfrentou as perigosas labaredas de fogo que saíam da boca do dragão e as venenosas nuvens de fumaça de enxofre que eram expelidas pelas narinas do monstro. Após um duro combate, finalmente São Jorge venceu o terrível dragão, com sua espada de ouro e sua lança de aço.". No verso, carimbo do fotógrafo Platão Mendes.
Fotografia (prova a preto e branco) de escudo comemorativo, alusivo à Restauração de 1640. O escudo, fendido, com divisão em dois campos com representação da águia em cada um, marcado com uma fímbria na qual se inscrevem duas cruzes de Avis; por baixo, a inscrição "Restauração/ 1640". O escudo é ladeado por volutas e termina com timbre composto por coroa. Poderá tratar-se de uma evocação das duas dinastias anteriores à Dinastia de Bragança, que se inicia com D. João IV, nomeadamente a Dinastia Filipina (Casa de Habsburgo, que reinou em Portugal entre 1580 e 1640), e a Dinastia de Avis (Casa de Avis, que reinou desde 1385 até 1580), ou de uma peça alusiva à Mocidade Portuguesa, dado o uso da Cruz de Avis, afirmando o seu papel enquanto guardiã dos valores da Pátria, sobre as águias, simbolo da casa dos Habsburgos, logo dos Filipes, comemorando a independência portuguesa em relação a Espanha, ocorrida em 1640.
Fotografia (prova a preto e branco) de 5 caixas ovaladas, em prata (?), decoradas com baixos relevos representando cenas marítimas com seres fantásticos e caravelas. Peças fotografadas sobre fundo negro. No verso, carimbo do autor, com águia de asas abertas e " marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/ Porto".
Fotografia (prova a preto e branco) de estatueta de criança semi nua, segurando flores, sentada em banco circular côncavo. Ao lado direito, surge o numero "1415", inscrito certamente no negativo.
Fotografia (prova a preto e branco) de anel visto de lado, composto por grande gema segura por 2 figuras de arcanjo.
Fotografia (prova a preto e branco) de salva, muito provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro, com temática camoneana, representando algumas cenas correspondentes ao Canto V do poema épico "Os Lusíadas", de Luíz Vaz de Camões. Ao centro Vasco da Gama, na caravela, dirige-se a Adamastor, que surge entre as nuvens, sendo a cena envolta por fimbría com texto não perceptível. Em torno desta, surgem mais 6 cenas que se relacionam com este episódio. O bordo é composto por rendilhado. Peça fotografada sobre fundo negro. A cena principal, ao centro foi inspirada numa gravura (ver bibliografia).
Fotografia (prova a preto e branco) de vaso decorado com motivos egípcios em baixo relevo. A peça foi fotografada sobre um tampo de madeira (caixa?) e fundo claro.
Fotografia (prova a preto e branco) de peça de escultura composta por base com pé formado por peixes, na cauda dos quais se apoia concha aberta que sustenta 4 puttis. Peça fotografada sobre fundo negro, e anotada na base "1419". No verso, carimbo dos autores da peça fotografada "F. G. PUGI FRÈRES/ 12, Viale in curva/ Florence/ Propriètaire Guglielm Pugi", com anotações a lápis: "Hauteur 2.00/ Carr. 6950/ Cast. (?)" ; ao nivel superior um número: "1/ 1419".
Fotografia (prova a preto e branco) de estatueta representando duas crianças seminuas, com parras de uvas a ornamentar a cabeça, assentes sobre base. Ao lado direito, surge o número "1440", inscrito certamente no negativo.
Fotografia (prova a preto e branco) de duas caixas com as tampas ligeiramente levantadas, uma redonda e outra quadrada, decoradas com motivos de linguagem neoclássica, com puttis e motivos florais e vegetalistas. Peças fotografadas em cima de mesa coberta com pano escuro, sobre fundo escuro. As peças estão anotadas a vermelho: na primeira "91." e na segunda "92.". No verso, anotações várias relativas à legenda "N.º 92/ F. 25,-" e "Nº 91 - G.P./ F. 8,-".
Fotografia (prova a preto e branco). Retrato de homem idoso, bem vestido, de casaca e colete, camisa de colarinhos voltados e gravata de laçada simples, presa por alfinete com medalhão representando esfinge de figura feminina. No verso, carimbo da casa fotográfica: "Foto/ Rasteiro/ Coimbra".
Fotografia (prova a preto e branco) reproduzindo salva em estilo neogótico, composta por arcos conupiais que se dispõem concentricamente, no interior dos quais se desenvolvem outras arquitecturas, nomeadamente outros arcos, bandeiras de claustro e a representação de uma abóbada. Bordo composto pela repetição de vários escudos unidos por rendilhado e corda. Peça fotografada sobre fundo negro, da autoria de António Maria Ribeiro. No verso, carimbo do autor, com águia de asas abertas e " marca reg./ António Maria Ribeiro/ da Ordem de S. Thiago da Espada/ Ourives - cinzelador - Desenhador/ Rua da Constituição, 337/ Tel. 4625/ Porto". Esta peça foi executada ainda no contexto da sua colaboração na Casa Reis, encontrando-se inclusive representada (ainda em fase de acabamento) em fotografia do grupo de trabalhadores desta Fábrica de Pratas (PT-AMM-AMR-FT-NG01-121). Foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives Honorários da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro que, pelo menos, desde 1915 já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artístico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura. (Trancoso, 2009, pp.51-55).
Fotografia (prova a preto e branco) de conjunto de várias peças colocadas em bancada adornada de tecido com folho, nomedamente, três bustos de diferentes dimensões, não identificados, uma estatueta (possivelmente de D. Afonso Henriques) e uma outra que ficou cortada na imagem; ao nível inferior, assente provavelmente em segunda bancada, é visível a parte de cima de dois retratos em baixo relevo, emoldurados, uma fotografia de estátua equestre e o remate de peça de ourivesaria. Fundo composto por cortina aparentemente em veludo escuro. A fotografia foi cortada ao nível superior.
Fotografia (prova a preto e branco) de estatueta em pedra (alabastro?) representando uma jovem semi despida acima da cintura sentada de pernas cruzadas sobre cadeira assente em base rectangular, de gosto neoclássico, provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro. Peça fotografada sobre fundo negro. No verso, no canto superior esquerdo, manuscrito, "1453".
Fotografia (prova a preto e branco) de duas caixas paralelipipédicas, decoradas com motivos de linguagem neoclássica, a primeira com puttis a segurar guirlandas e a segunda com arcanjos entre motivos florais. Peças fotografadas em cima de mesa coberta com pano negro, sobre fundo negro. As peças estão anotadas a vermelho: na primeira "140." e na segunda "141.". No verso, anotações várias relativas à legenda "N.º 141/ 11x17/ F. 20,-" e "Nº 140 - G.P./ 10x18/ F. 30,-"
Fotografia (prova a preto e branco) de duas caixas com as tampas levantadas, uma redonda (branca) e outra quadrada (negra), decoradas com motivos de linguagem neoclássica, com puttis, guirlandas e motivos florais. Peças fotografadas em cima de mesa coberta com pano claro, sobre fundo claro. As peças estão anotadas a vermelho: na primeira "13." e na segunda "14.". No verso, anotações várias relativas à legenda "N.º 14/ F. 27,-" e "Nº 13 - G.P./ F. 14,-".
Fotografia (prova a preto e branco) de salva de linguagem neomanuelina, com representação de caravelas e orla com arcos trilobados adornados com enrolamentos e pontuados pela repetição alternada de esferas armilares e escudos com a Cruz da Ordem de Cristo, provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro.
Fotografia (prova a preto e branco) de Escultura de Nossa Senhora com o Menino, sobre fundo a imitar céu com nuvens. No verso, 2 carimbos da casa onde terá sido feita a peça, nos quais se lê "Pereira d'Abreu, Filhos/ José da Silva França, soc./ Esculptor/ Rua da Fábrica, 40 - Porto". Anotado a caneta, "Pede-se a franqueza de devolver".
Fotografia (prova a preto e branco) de escultura de Santo António segurando o menino que abençoa com as duas mãos, de frente, e o ramo de açucena, um dos seus atributos iconográficos. Peça fotografada sobre fundo claro. Esta representação de Santo António foge um pouco às representações comuns, pois aqui apresenta-se como homem mais velho, o rosto é um autêntico retrato e segura o menino com ambas as mãos, sendo a composição simétrica e frontal. Para além disso, a túnica e capa que enverga não corresponde ao hábito franciscano com que normalmente é representado.
Fotografia (prova a preto e branco). Peça escultórica com friso composto por 7 figuras, a central segurando espada e escudo com cruz, e as restantes vestidas à época e associadas a datas correspondentes a momentos chave da história de Portugal: 1140 (fundação de Portugal); 1385 (guerra com Castela, a que se seguiu a Dinastia de Avis, com D. João I); 1640 (Independência de Portugal face ao domínio espanhol com a Dinastia Filipina, desde 1580); 1812 (Invasões Francesas); 1895 (Guerra em África), 1940 (centenário da fundação e da restauração de Portugal). Inscrição não visível na fotografia, ladeada por dois medalhões com a cruz da Ordem de Cristo em relevo e no eixo da peça, de frente, sob a inscrição, uma cruz pátea. No verso, estrutura de postal e carimbo do fotógrafo: "cliché de/ E. Portugal/ Lisboa".
Fotografia (prova a preto e branco) reproduzindo pormenor de salva em estilo neogótico, composta por arcos conupiais que se dispõem concentricamente, no interior dos quais se desenvolvem outras arquitecturas, nomeadamente outros arcos, bandeiras de claustro e a representação de uma abóbada. Orla composta pela repetição de vários escudos unidos por rendilhado e corda. Peça fotografada sobre fundo negro, da autoria de António Maria Ribeiro. Esta peça foi executada ainda no contexto da sua colaboração na Casa Reis, encontrando-se inclusive representada (ainda em fase de acabamento) em fotografia do grupo de trabalhadores desta Fábrica de Pratas (PT-AMM-AMR-FT-NG01-121). Foi fundada em 1880, no Porto, por António Alves Reis, tornando-se mais tarde na Casa Reis & Filhos, depois de os seus 2 filhos, Serafim e Manuel Reis, enveredarem pelo mesmo ofício. Trabalhava sobretudo para Portugal e Espanha. Em 1893, a Casa Reis & Filhos recebeu o título de ourives honorário da Casa Real Portuguesa. Apostou muito no profissionalismo, preparando muito bem os seus artifices e colocando profissionais muito competentes na direcção. Participou na organização dos I e II Congressos de Ourivesaria Portuguesa, em 1925 e 1926, integrando respectivamente a Comissão de Honra e a Comissão Nacional. Ao nível do tipo de produção, especializou-se em peças revivalistas, neogóticas e, sobretudo, neomanuelinas, religiosas e civis, com maior destaque para as de carácter historicista, em particular as que foram executadas por António Maria Ribeiro que, pelo menos, desde 1915 já lá trabalhava, vindo a ser o seu director artístico durante muitos anos. Participou em inúmeras exposições nacionais e internacionais. Aquando da Grande Exposição Industrial Portuguesa em Lisboa, em 1932, já António Maria Ribeiro tinha as suas próprias oficinas de cinzelagem e fundição. A partir da década de 40', as referências à sua actividade começam a rarear, tendo cessado a mesma por essa altura (Trancoso, 2009, pp.51-55).
Fotografia (prova a preto e branco) de Porta paz em prata, de linguagem neogótica, terminando em arco conupial adornado de motivos vegetalistas enrolados, com inscrição "Pax Tecv" ao nível inferior.
Fotografia (prova a preto e branco) de salva, com motivos vegetalistas e orla decorada com elementos náuticos, nomeadamente cordas que a trespassam, com pequenas bóias, e representação de de escudos relativos a ordens honoríficas, provavelmente da autoria de António Maria Ribeiro.
Fotografia (prova a preto e branco) de peça escultórica evocativa dos soldados portugueses em vários momentos da história militar (verso), com representação de cena de batalha, com canhões, infantaria e cavalaria, em baixo relevo.
Fotografia (prova a preto e branco) de duas peças, uma caixa decorada com representação de dois bustos na tampa, em baixo relevo, e uma taça com representação de várias figurinhas, também em baixo relevo, ambas colocadas em apoio coberto por pano branco, sobre fundo branco. A fotografia encontra-se anotada, a caneta vermelha, com indicação de "12" sob a caixa e de "11." sob a taça. No verso, outras anotações, referentes a legenda: "N.º 11 G.P F.5,-/ Nº 12 F.18,-".
Fotografia (prova a preto e branco). Condecoração em forma de coroa, composta por águia no centro de um resplendor adornado de coroa de louros sobre cruz, sobre emblema de Castela e Leão e sobrepujada por coroa. No resplendor lê-se, por cima, "AXII" e por baixo a divisa "Altiora Peto". Peça fotografada sobre fundo negro.
Fotografia (prova a preto e branco) reproduzindo jarra com representação iconográfica de São Jorge a matar o dragão, em meio aquático, e de uma jovem, nua, aprisionada em rochedos. Peça assente sobre pequena base quadrangular. A iconografia está de acordo com uma das versões mais antigas da vida de São Jorge, segundo a qual "(...) um horrível dragão saía de vez em quando das profundezas de um lago e atirava fogo contra os muros de uma longínqua cidade do Oriente, trazendo morte com seu mortífero hálito. Para não destruir toda a cidade, o dragão exigia regularmente que lhe entregassem jovens mulheres para serem devoradas. Um dia coube à filha do Rei ser oferecida em comida ao monstro. O Monarca, que nada pôde fazer para evitar esse horrível destino da tenra filhinha, acompanhou-a com lágrimas até às margens do lago. A princesa parecia irremediavelmente destinada a um fim atroz, quando de repente apareceu um corajoso cavaleiro vindo da Capadócia, montado em um cavalo branco, São Jorge. Destemidamente, enfrentou as perigosas labaredas de fogo que saíam da boca do dragão e as venenosas nuvens de fumaça de enxofre que eram expelidas pelas narinas do monstro. Após um duro combate, finalmente São Jorge venceu o terrível dragão, com sua espada de ouro e sua lança de aço." Deverá ser uma fotografia de Platão Mendes, tendo em conta o carimbo do mesmo existente no verso de fotografia relacionada.