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Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens que fizeram os pais do habilitando, as inquirições de pureza de sangue, vida e costumes e visita, avaliação e aprovação do dote, que se fizeram na vila de Viana do Alentejo, por comissões, mandados e secretas do Dr. João Álvares Brandão, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, as escritura de dote para ordens que fizeram ao habilitando Julião Velho e Manuel Gomes, tios do mesmo, e Tomé Velho seu pai, as inquirições de pureza de sangue, vida e costumes e visita, avaliação e aprovação do dote, que se fizeram na vila de Sousel, por comissões, mandados e secretas do Dr. João Álvares Brandão, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Só ficou habilitado a prima tonsura e ao 1º grau de ordens menores.
Contém um mandado do Chantre Baltazar de Faria, de Damião Dias Magro e de Sebastião da Costa Andrade, cónegos prebendados na Sé de Évora e governadores do Arcebispado de Évora, para que o prior da Igreja de São Bartolomeu de Vila Viçosa procedesse à denunciação, junto do povo, de D. Alexandre, que fora nomeado para Arcebispo de Évora, para se ordenar de ordens menores e sacras. Consta também mandado dos mesmos para se proceder à examinação de D. Alexandre e a respectiva carta de ordens (em latim). Foi Arcebispo de Évora de 1602 a 1608
O habilitando quando auferiu ordens menores encontrava-se a viver em Lamego e era criado do Bispo. Constam as inquirições de pureza de sangue e vida e costumes que se fizeram na cidade de Évora, por comissões do Dr. João Álvares Brandão, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. O habilitando pediu para se habilitar de ordens sacras a título de uma capelania que possuia na Sé da cidade de Évora, com a qual constituio património. No fl. 22 consta o traslado da carta apostólica de colação a favor do habilitando para os benefícios e ofícios de altareiro e de capelão das capelas da Sé de Évora, data de 27 de Abril de 1601. No fl. 23 consta o auto de posse dos mesmos. Só consta deferimento para auferir ordens menores.
O habilitando era casuísta na Universidade de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote e património para ordens que fez a mãe do habilitando, no ano de 1598, a escritura de dote que fez Manuel Pinto irmão do mesmo (contém a carta de amancipação de Manuel Pinto, data de 1596), e os títulos das fazendas dotadas (de 1541 a 1596), as inquirições de pureza de sangue, vida e costumes e visita, avaliação e aprovação do património. Não consta qualquer despacho em como foi aprovado para auferir ordens.
Consta o processo de património para ordens que contém, entre outros documentos, a escritura de dote que fizeram os pais do habilitando de umas casas e uma vinha em Montemor-o-Novo, as inquirições de pureza de sangue, vida e costumes e de visita e avaliação do dote, que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo, por comissões, mandados e secretas do Dr. João Álvares Brandão e de Frei Cristovão da Fonseca, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Contém uma carta manuscrita em latim e pergaminho passada a favor de João Dinis, concedendo licença para receber ordens de epístola.
Consta o processo de património para ordens que contém, entre outros documentos, a escritura de dote que fizeram os pais do habilitando e sua tia paterna Catarina Rodrigues, as inquirições de pureza de sangue, vida e costumes e visita e avaliação do dote, que se fizeram na vila de Borba, por comissões, mandados e secretas do Dr. João Álvares Brandão, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. No final do processo consta uma petição de Brás Rodrigues, então clérigo do Hábito de São Pedro, para se passar carta de cura para a Igreja de Nossa Senhora de Ciladas, termo de Vila Viçosa, data de 1618.
Contém certidões passadas pelo Reitor da Universidade de Évora e do Colégio do Espirito Santo da Companhia de Jesus, o Dr. Pedro Novais, em como o habilitando estudara o geral dos casos na mesma universidade. Constam comissões, mandados e secretas do Dr. Heitor Gomes Madeira e do Dr. João Álvares Brandão, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, para se proceder à inquirição sobre a pureza de sangue e vida e costumes do habilitando (constam as mesmas); Contém o processo de património para ordens que possui, entre outros documentos, o traslado da escritura de doação para ordens sacras, de 19 de Setembro de 1595, que fizeram ao habilitando Martim Luís e Maria Pinheiro, o auto de posse dos bens doados, a escritura de doação que fizeram os mesmos dotadores, a 5 de Julho de 1581, uma escritura de aforamento, de 15 de Fevereiro de 1552, que fizeram Pedro Fernandes e sua mulher Maria Nunes a Manuel Nunes e sua mulher Margarida Fernandes, todos moradores no termo de Alcácer do Sal; as diligências de visita e avaliação do dote, que se fizeram na vila e termo de Alcácer do Sal, por comissão de Frei Cristovão da Fonseca, Bispo de Nicodémia e provisor do Arcebispado de Évora.
Quando se habilitou a ordens sacras encontrava-se na cidade de Coimbra. Foi cónego prebendado na Sé de Évora. Constam inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na cidade de Coimbra, na cidade de Évora e em Vila Viçosa, por comissões de Frei Cristovão de Jesus, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; contém o traslado do Breve Apostólico, passado a favor do habilitando, de uma pensão anual de 20 mil réis na Igreja de Nossa de Valbom, Bispado de Miranda, que lhe pagava Sebastião da Costa, abade da referida igreja, com a qual o habilitando constituiu património para ordens sacras (em latim). Contém três fólios soltos que não pertencem ao processo, um com rascunhos do alfabeto onde consta o nome de André Fernandes, outro com frases várias (sobre homens sábios) constando também o nome de Jerónimo Rodrigues e a referência à Rua da Caldeira, e uma lista de nomes que tem por título “Roll do quimto bamco”.
O habilitando foi menino no coro da Sé de Évora e capelão do Duque de Bragança. Constam inquirições de testemunhas, que se fizeram no Colégio dos moços do coro, para justificar que o habilitando estava examinado e recebera prima tonsura e ordens menores; inquirições de “vita et moribus” que se fizeram na vila de Vila Viçosa por comissão do Dr. Manuel de Sequeira, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; contém o traslado de uma carta apostólica, a favor do habilitando, de uma pensão anual com que o mesmo constituiu património para ordens sacras (em latim).
O habilitando já era diácono Constam petições do habilitando para auferir ordens de missa, comissões e mandados do Dr. Diogo Nunes Figueira, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, para se proceder a inquirições de “vita et moribus” do mesmo. Constam as mesmas.
Consta o processo de património para ordens que possui, entre outros documentos, a escritura de dote que fez o pai do habilitando de uma horta, umas casas, uma vinha e um olival sitos nos coutos de Montemor-o-Novo, as certidões auto de posse do património dotado, as diligências de visita e avaliação do mesmo, que se fizeram na vila e termo de Montemor-o-Novo; as inquirições sobre a pureza de sangue e vida e costumes do habilitando que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo. Nos fl. 24 e 25 consta documentação relativa ao processo de visitação do dote de André Álvares, natural de Montemor-o-Novo, filho de Baptista Antunes e de Simoa Valente, para se ordenar (incompleto).
Contém uma carta, em pergaminho e manuscrita em latim, passada a favor de Francisco de Faria para receber ordens de evangelho. Constam comissões, mandados e secretas do Dr. João Álvares Brandão, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, para se proceder à inquirição sobre a pureza de sangue e vida e costumes do habilitando na vila de Montemor-o-Novo (constam as mesmas); o processo de património para ordens que possui, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens que fizeram os pais do habilitando, as diligências de visita e avaliação do dote, que se fizeram na vila e termo de Montemor-o-Novo e o rol dos livros de apoio do habilitando como estudante no geral dos casos.
No ano em que decorreu o processo o habilitando era Prior da Igreja de São Gião, na cidade de Lisboa. Constam mandados do Dr. João Álvares Brandão, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, para se proceder à inquirição sobre a vida e costumes do habilitando no termo e vila de Montemor-o-Novo (constam as mesmas) em virtude da precatória do provisor da cidade de Lisboa.
O pai do habilitando era cavaleiro e fidalgo da Casa Real. Constam comissões, mandados e secretas do Dr. Heitor Gomes Madeira e do Dr. João Álvares Brandão, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, para se proceder à inquirição sobre a pureza de sangue e vida e costumes do habilitando no termo e na vila de Montemor-o-Novo (constam as mesmas); contém o processo de património para ordens, que possui, entre outros documentos, a escritura de dote que fez o pai do habilitando, data de 13 de Março de 1597, a escritura de doação que fez ao habilitando Lourenço de Brito, as diligências de visita e avaliação do dote, que se fizeram na vila e termo de Montemor-o-Novo, por comissão do Dr. Gaspar de Barros Velho, Bispo de Nicodémia e provisor do Arcebispado de Évora; o rol dos livros que o habilitando apresentou para fundamentar que se encontrava apto para ordens.
O nome da mãe do habilitando aparece como Isabel Castão ou Isabel Gastão. Consta o processo de património para ordens que contém, entre outros documentos, o traslado da escritura de dote que fez a mãe do habilitando, as inquirições de pureza de sangue, vida e costumes e visita, avaliação e aprovação do dote, que se fizeram na vila de Alcácer do Sal, por comissões, mandados e secretas do Dr. João Álvares Brandão, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na vila de Portel e na vila de Estremoz, a favor do habilitando, por comissões do Dr. Luís da Silva de Brito e do Dr. Duarte de Vasconcelos, desembargadores da Relação Eclesiástica e provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta a escritura de dote para ordens que fizeram os pais do habilitando a 1 de Dezembro de 1616, bem como o auto de posse do mesmo, possui o auto de avaliação e visita do património. No inicio do processo foi denunciado como cristão-novo, após diversas inquirições de testemunhas sobre a pureza de sangue dos ascendentes não ficou provado o impedimento, ordenou-se de ordens menores e pediu ordens de epístola. Não consta o deferimento para as mesmas.
Constam inquirições “de genere” e de vida e costumes que se fizeram na vila de Vila Viçosa, a favor do habilitando, por comissão do Dr. António Rodrigues da Silveira, protonotário apostólico, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta uma requisitória do Dr. Aires Varela, provisor e vigário geral na cidade e Bispado de Elvas, por parte de Jerónimo de Matos, morador em Vila Viçosa, com um Breve Apostólico, incluso, para se fazerem as diligências "de genere" e "vita et moribus"para o mesmo se ordenar de ordens sacras e de missa, data de 3 de Novembro de 1644 (fl. 59). Constam as mesmas. Consta o traslado da escritura de dote para ordens sacras que fez a si mesmo o habilitando, com as legitimas que lhe ficaram por óbito dos pais e de seu irmão Manuel, menor. Consta a sentença de folha de partilha que se fez por falecimento de Rodrigo Franco, data de 1611. No fl. 1 consta uma certidão do Padre Frei Manuel Rosado, professo da Ordem de Avis, beneficiado na Igreja Matriz de Borba, relativo ao registo de baptismo de Gaspar, filho de Manuel Dias e de Maria Vaz, baptizado na Igreja de São Bartolomeu no dia 1 de Fevereiro de 1619.
Constam inquirições “de genere” e de vida e costumes que se fizeram na vila de Mora, a favor do habilitando, por comissão de Frei Manuel dos Anjos, Bispo de Fez, deputado do Santo Ofício, presidente da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Não consta deferimento ou indeferimento para auferir ordens menores.
Constam inquirições “de genere” e de vida e costumes que se fizeram na vila de Vila Viçosa, a favor do habilitando, por comissão de Frei Manuel dos Anjos, Bispo de Fez, deputado do Santo Ofício, presidente da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Contém somente deferimento para receber prima tonsura e o 1º e 2º grau de ordens menores.
Constam inquirições “de genere” e de vida e costumes que se fizeram na vila de Borba, a favor do habilitando, por comissões do Dr. Luís da Silva de Brito, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta a escritura de dote para ordens que fizeram os pais do habilitando, o auto de posse e o auto de avaliação e visita do mesmo que fizeram os administradores do concelho de Borba. Consta uma petição do Padre Mateus Falardo, clérigo do Hábito de São Pedro, para se proceder às diligências necessárias para tomar posse da Capela de Santo António dos Arcos, termo de Estremoz, que lhe fizera mercê o Arcebispo de Évora, por ter renunciado à mesma o Padre Manuel Dias. Consta o deferimento para se lhe passar carta de cura da mesma capela, data de 24 de Maio de 1624.
Constam inquirições “de genere” e de vida e costumes que se fizeram na vila de Mourão, a favor do habilitando, por comissão de Frei Manuel dos Anjos, Bispo de Fez, deputado do Santo Ofício, presidente da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Contém somente deferimento para receber prima tonsura e o 1º e 2º grau de ordens menores.
Consta uma certidão das cartas de prima tonsura, ordens menores, ordens de epístola e ordens de evangelho do habilitando, passadas por João Rodrigues Monteiro, presbítero do hábito de São Pedro e escrivão da Câmara Eclesiástica, data de 25 de Abril de 1661. Constam inquirições “de genere” e de vida e costumes que se fizeram na vila de Redondo, a favor do habilitando, por comissão do Dr. Jerónimo Madeira, mestre escola da Sé de Évora, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Constam am escrituram de dote para ordens que fizeram o pai do habilitando e Inês Campina. Consta o auto de visita e avaliação do património que se fez, na vila de Redondo, por comissão do Dr. Manuel de Faria Severim, chantre e cónego prebendado na Sé de Évora, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Autos de inquirição de testemunhas que se fizeram sobre a vida e costumes de Francisco Romeiro, em virtude do mandado e comissão do Dr. Luís da Silva de Brito, presidente da Relação Eclesiástica e provisor do Arcebispado de Évora, para se averiguar se era cristão novo.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na vila de Pavia, a favor do habilitando, por comissões do Dr. Luís da Silva de Brito, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Só consta deferimento para auferir dos dois primeiros graus de ordens menores por não ter idade para mais.
Constam inquirições “de genere” e vida e costumes que se fizeram na cidade de Évora por comissões do Dr. Manuel de Oliveira Pinto, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
O habilitando estava ao serviço do Bispo de Portalegre. Contém inquirições "de genere" que se fizeram na cidade de Évora, por requisitória emanada do Bispado de Portalegre para o Dr. Manuel de Oliveira Pinto, Desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora,
Consta a escritura de dote que lhe fez o Padre Pedro Fernandes, a 12 de Março de 1607. Constam os autos de posse dos bens dotados.
Consta a escritura, de 10 de Fevereiro de 1605, pertencente ao dote adquirido por Diogo Seixas para se ordenar. Constam os autos de posse dos bens dotados. No final consta a inquirição “de genere” que se fizeram ao habilitando.
Constam cartas precatórias requisitórias, emanadas pelo Dr. António Vaz Inverno, cónego da Sé de Elvas, comissário do Santo Ofício e da Bula da Santa Cruzada, provisor, vigário geral e juíz das justificações "de genere" da cidade e do Bispado de Elvas, a favor do habilitando, para o Arcebispado de Évora, afim de se preceder às diligências necessárias para o habilitando poder ser ordenado no mesmo bispado. Contém Breve Apostólico concedendo mercê para se poder ordenar de extratêmpora de todas as ordens durante a vacatura da Sé de Évora, fazendo as devidas diligências no ordinário vizinho (fl 73). Contém inquirições "de genere" e de "vita et moribus"que se fizeram na vila de Vila Viçosa, de Alcácer do Sal e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por comissões e secretas do Dr. Manuel de Oliveira Pinto, do Dr. Vicente Amado de Brito e do Dr. António Metela de Távora, desembargadores da Relação Eclesiástica e provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta a escritura de dote para ordens e património que fez o habilitando a si mesmo, de umas casas sitas no terreiro da Fonte Grande em Vila Viçosa. Consta a certidão da verba do testamento de Sebastiana Franco, tia do habilitando, no qual deixa a seu sobrinho as casas com que perfez património. Contém o auto de posse do património e o auto de avaliação e visita do mesmo, que fizeram os administradores do concelho de Vila Viçosa
Constam diversas escrituras, de 1580 a 1607, pertencentes ao dote com que Manuel Rodrigues constituiu o seu património, para se ordenar. Constam os autos de posse dos mesmos.
O pai do habilitando era porteiro da casa do Santo Ofício da Inquisição na cidade de Évora. Consta a escritura de dote, de 17 de Junho de 1602, que lhe fez seu pai e sua mãe para se poder ordenar. Consta o auto de posse do mesmo.
Constam as inquirições de pureza de sangue e vida e costumes que se fizeram na vila de Portel, por comissões do provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta a escritura do dote que fez a mãe do habilitando para o mesmo se poder ordenar, e o auto de posse do mesmo. Constam as diligências de visita, avaliação e aprovação do dote. A mãe do habilitando era cristâ nova por parte dos quatro costados. Não contém deferimento ou indeferimento para auferir ordens.
Consta escritura de doação, de 19 de Novembro de 1602, que seu pai Belchior Pais, meirinho da Ordem de São Tiago, e sua mãe lhe fizeram para se poder ordenar. Consta o auto de posse da mesma a 25 de Janeiro de 1603. Consta o título de uma capela que institui Constança Gonçalves, a 7 de Dezembro de 1537, pertencente ao dote de Rui Pais.
Contém inquirições "de genere" e de "vita et moribus"que se fizeram emTerena, em Elvas, no Redondo e em Vila Viçosa, a favor do habilitando, por comissões, secretas e requisitórias do Dr. Vicente Amado de Brito e do Dr. José Borges de Barros, desembargadores da Relação Eclesiástica e provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. O habilitando ficou impedido de auferir ordens menores por fama de mulato e cristão novo por parte da avó paterna, Isabel de Barros, e por fama de mulato por parte da avó materna, Brizida Gonçalves. Contém inquirição "de genere" que se fez na cidade de Lisboa por requisitória do Dr. José Borges de Barros, desembargador da Relação Eclesiástica e provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora, em que foi inquirido o Padre André Cordeiro Vinagre, natural de Elvas e cura que fora na vila de Terena, sobre a avó paterna do habilitando. Após as inquirições para justificar a denuncia não foi provado o impedimento por parte da avó paterna. Ficou dispensado do impedimento por parte da avó materna.
O pai do habilitando era licenciado. No inicio do processo consta o traslado de uma Carta de D. Teodósio, Duque de Bragança, dirigida ao prior da Igreja da Colegiada de Nossa Senhora da Misericórdia da vila de Ourém, para o mesmo dar provimento a Sebastião Dantes para cónego da colegiada, data de 13 de Maio de 1602. Constam as inquirições de pureza de sangue e vida e costumes que se fizeram na vila de Vila Viçosa, por comissões do Dr. João Álvares Brandão, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora.
Contém inquirições "de genere" e de "vita et moribus" que se fizeram em Borba e na cidade de Évora, a favor do habilitando, por comissões e secretas do Dr. Vicente Amado de Brito, do Dr. Francisco Álvares e do Dr. José Borges de Barros, desembargadores da Relação Eclesiástica e provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Contém o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote que fez o Padre Pedro Nunes Pestana, tio do habilitando, de um olival e três vinhas sitas no sitio do Bosque e de Carvalhais, data de 1705, as diligências de visita e avaliação do mesmo que fizeram os avaliadores do concelho de Borba por comissão do Dr. José Borges de Barros, e o edital de património afixados na Igreja Matriz de Borba; um breve extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de evangelho e missa (fl. 164).
Contém inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo e na freguesia de Ribeiradio, termo do Bispado de Viseu, a favor do habilitando, por comissões, secretas e requisitória do Dr. Manuel de Oliveira Pinto, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Contém um Breve Apostólico concedendo mercê ao habilitando para poder ordenar-se extratêmpora de todas as ordens durante a vacatura da Sé de Évora, fazendo as devidas diligências no ordinário vizinho (fl. 76). Consta a carta precatória requisitória expedida pelo Dr. Sebastião Vidigal, provisor e vigário geral do Bispado de Portalegre, para a cidade e Arcebispado de Évora, afim para se fazerem as diligências "de genere" e "vita et moribus" na mesma cidade. Constam as inquirições que se fizeram por comissões e secretas de Frei Bernardino de Santo António, Bispo de Targa, deputado do Santo Ofício da Inquisição da cidade de Évora, comissário da Bula da Santa Cruzada, presidente da Relação Eclesiástica e e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta a escritura de dote para ordens e património, que fez o pai do habilitando, de umas casas sitas na Rua dos Mercadores da cidade de Évora. Contém o auto de posse do património doado e o auto de avaliação e visita do mesmo, que fizeram os administradores do concelho.
Contém inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Vila Viçosa e na vila de Olivença, a favor do habilitando, por comissões, secretas e requisitória, para o Bispado de Elvas, do Dr. Francisco Dias, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
Consta um mandado, de 31 de Março de 1612, do Dr. Luís da Silva de Brito, Presidente na Relação Eclesiástica e Provisor no Arcebispado de Évora, para que o dito fosse publicado e se procedesse à denunciação de Noutel Tavares, junto do povo, para se ordenar de ordens de missa. Contém despacho, de 1 de Abril de 1612, referindo que foi denunciado que corria um processo crime contra o habilitando. Consta outro mandado, de 25 de Maio de 1613, para que se publicasse e denunciasse o mesmo clérigo. Como não ouve acusação alguma consta o despacho para se ordenar.
Contém inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo, a favor do habilitando, por comissões e secretas do Dr. Francisco Madeira da Costa, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
Contém inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Redondo e na vila de Vila Viçosa, a favor do habilitando, por comissões e secretas do Dr. Manuel de Oliveira Pinto, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
Contém inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, a favor do habilitando, por carta precatória e requisitória remetida por Frei Luis da Silva, Bispo da Guarda, para o Dr. Manuel de Oliveira Pinto, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. O habilitando era estudante da Universidade de Évora e estava admitido a ordens menores no Bispado da Guarda.
Contém inquirições "de genere" que se fizeram na vila do Vimieiro, a favor do habilitando, por comissões e secretas do Dr. Francisco Madeira da Costa, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Não consta deferimento ou indeferimento para auferir ordens menores.
Constam inquirições "de genere" e de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para ordens sacras que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para clérigo que fez a mãe do habilitando, de uma morada de casas no beco da Rua Nova, foreiras aos frades da Cartuxa, um quartel de vinha sito em Vale de Cavalos, foreiro aos Bachareis da Sé da cidade de Évora, e uma adega na Rua das Fontes, com compromisso duas missas aos frades de São Francisco; a sentença de folha de partilha que se fez por falecimento do pai do habilitando; o consentimento dos bachareis da Sé e dos frades da Cartuxa para o habilitando poder se ordenar a título das fazendas referidas, o edital do património afixado na Igreja de São Tiago e na Igreja de São Mamede da cidade de Évora e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Contém Breves de extra têmpora e de suplemento de idade, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens de evangelho e ordens de missa.
O habilitando era compatriota do Arcebispado de Évora e vivia na mesma cidade em casa do Cónego Manuel da Silveira Sequeira, seu tio, e era Beneficiado na Igreja Matriz de Évora Monte e assistente na paróquia de São Pedro da cidade de Évora. Contém o traslado da Sentença de Capienda Pocessione, a favor do habilitando, do benefício simples na Igreja Matriz da vila de Évora Monte, bem como o auto de posse do cargo. Constam os traslado da sentença de dispensa de ilegitimidade, a favor do habilitando, e das sentenças de habilitação "de genere" que se fizeram na cidade de Lamego. Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por comissões e secretas do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Contém a justificação do benefício com que o habilitando perfez o seu património. Contém Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens de evangelho e missa.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Fronteira, na vila de Castelo de Vide, na vila de Mação, na Aldeia dos Gagos e na vila de Montalegre, por secretas, comissões e requisitórias do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Lázaro Coelho Ravasco, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Benavila e na cidade de Évora. Apesar de ser deliberado, por Acordão da Relação Eclesiástica de Évora, que o habilitando possuia os requisitos para se habilitar a ordens menores não consta se foi examinado ou aprovado para as mesmas.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Sousel e na freguesia de São Lourenço de Mamporcão, termo da vila de Estremoz, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila Sousel e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a certidão de inventário e folha de partilhas que se fizeram por falecimento do pai do habilitando; a escritura de doação que fez a mãe do habilitando, de uma tapada e uma courela de semear pão, denominada do Talho, sita em Sousel; o edital de património afixado na Igreja de Matriz da vila de Sousel, e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Constam também carta de prima tonsura e ordens menores do habilitando, Breves extra têmpora e de suplemento de idade, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e de missa e carta de adito na Igreja de São Mamede da cidade de Évora.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo e na freguesia de Louriceira, termo da vila de Alcanena, por secretas, comissões e requisitória do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila Montemor-o-Novo e na cidade de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a certidão, passada por António Monteiro Perdigão, escrivão da Confraria das Almas da vila de Montemor-o-Novo, da nomeação do habilitando para a capela que instituiu, na dita confraria, Brás Rodrigues e sua irmã Isabel Rodrigues, que vagara por desistência do Padre Manuel Pais; a escritura de doação para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando de três courelas de vinhas grandes, no sítio de Barcadelas, e um olival no sítio do Abadinho; os títulos das fazendas dotadas (datam de 1664 a 1703); o edital de património afixado na Igreja de Matriz da vila de Montemor-o-Novo, e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Constam também a carta de subdiácono do habilitando e o Breve extra têmpora, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e de missa, a favor do mesmo.
Constam os autos de justificação de fraternidade do habilitando com o Padre Manuel dos Reis, presbítero do hábito de São Pedro e capelão da Real Casa da Misericórdia de Évora. Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na freguesia de São Tiago do Escoural e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para ordens sacras que contém, entre outros documentos, a certidão que passou Luís Monteiro de Carvalho, escrivão da Confraria das Almas, sita na Igreja do Calvário de Montemor-o-Novo, da nomeação do habilitando para a capela que instituiu Brás Rodrigues e sua mulher, à qual renunciou o Padre André Rodrigues Lobo; a escritura de dote para clérigo que fez o Padre Manuel dos Reis de dois quinhões de pomar, denominado Pomar de Cima, pertencente à capela que instituiu Maria Luís, na vila de São Tiago do Escoural; a escritura de transacção, declaração e amigável composição entre o Padre Manuel dos Reis e Francisco Dias e sua mulher Joana de Mira, relativa ao Pomar de Cima; a sentença de restituição do Pomar de Cima, a favor do Padre Manuel dos Reis e contra os pais do mesmo; a carta de adito na Igreja de São Pedro da cidade de Évora a favor do habilitando; o edital do património afixado na Igreja de São Tiago do Escoural e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Contém Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens sacras.
Constam inquirições “de genere”, a favor do habilitando, que se fizeram na freguesia de Casal Comba, Bispado de Coimbra, na vila do Cano, na vila de Sousel e na freguesia de São Bento do Cortiço, termo de Estremoz, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Sousel e na cidade de Évora, por secretas, comissões e requisitória do Dr. Vicente Amado de Brito e do Dr. José Borges de Barros, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Nas primeiras inquirições "de genere" feitas em Sousel foi denunciado que o avô paterno do habilitando, António Gomes Boa, era cristão Novo. Após novas inquirições ficou provado ser falso o impedimento. No fl. 176 constam umas deligências "de genere" que se fizeram na vila de Fronteira, no ano de 1645, a favor de Manuel Fernandes Broa, natural de Fronteira e morador na vila de Sousel, filho de Sebastião Gomes e de Leonor Mendes, filha de Estêvão Gonçalves e de Brites Vaz (encontra-se em mau estado de conservação). Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fez Catarina Brás ao habilitando, madrinha do mesmo, de umas casas na Rua Direita na vila de Sousel, um olival no posto dos Bugalhos e a quarta parte de vinte homens de vinha no posto de Vila Sara; a escritura de dote que fez o habilitando a si mesmo dos bens que lhe ficaram por doação e Catarina Brás; a escritura de dote que fizeram os pais do habilitando de três partes de vinte homens da vinha no sítio de Vila Sara, um olival no posto dos Bugalhos, coutos da vila de Sousel, um ferragial com oliveiras no posto da Corredoura e umas casas com lagar e adega na Rua Direita, da mesma vila; o edital do património afixado na Igreja Matriz da vila de Sousel e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens sacras.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram no lugar de Paul, Bispado da Guarda, e na vila das Alcáçovas, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila das Alcáçovas, por requisitória, secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para ordens sacras que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para clérigo que fizeram os pais habilitando, de umas moradas de casas na Rua do Paço e de uma vinha sita nos coutos da vila das Alcáçovas; a escritura de dote que fez Domingos Rodrigues tio do habilitando, de uma morada de casas, com seu quintal e poço na Rua do Relógio e uma vinha, com terra baldia, nos coutos da vila do Torrão, a sentença de emancipação e habilitação de Maria Rodrigues, filha de Domingos Rodrigues e de Joana Ribeiro; a sentença de folha de partilha que se fez por falecimento de Joana Rodrigues; o consentimento da Santa Casa da Misericórdia do Torrão para o habilitando ficar como foreiro da vinha que seu tio lhe dotara, a qual era foreira à mesm casaa; o edital do património afixado na Igreja Matriz do Torrão e na Igreja Matriz da vila das Alcóçovas e as diligências de visita e avaliação do mesmo; consta a carta de ordens de epístola Contém Breves de extra têmpora e de suplemento de idade para se ordenar de ordens de evangelho e missa.
Constam uns autos de justificação de que o habilitando tinha duas irmãs donzelas e dois irmãos mentecaptos. Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila das Alcáçovas e na vila de Viana do Alentejo, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila das Alcáçovas e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação para ordens que fez a si mesmo o habilitando, de três casas térreas na Rua de Alcácer, na vila das Alcáçovas, de uma vinha no sítio de Vale de Alcácer, coutos da dita vila; o edital de património afixado na Igreja de Matriz da vila de Alcáçovas, e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta a carta de prima tonsura e ordens menores e Breve extra têmpora, do Papa Clemente XI, para ordens sacras.
Francisco Xavier encontrava-se recolhido na Congregação do Oratório de Nossa Senhora da Conceição da vila de Estremoz, e requereu que se fizesse as suas deligências “de genere”para poder servir nos ministérios da mesma. Constam inquirições “de genere”, a favor do habilitando, que se fizeram na freguesia de Afonsim, termo de Vila Pouca de Aguiar e na freguesia de Fonte Coberta, termo de Barcelos, ambas do Arcebispado de Braga e na freguesia de Romariz, termo de Santa Maria da Feira, Bispado do Porto, por requisitória do Dr. Vicente Amando de Brito, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para ordens sacras que contém, entre outros documentos, o traslado da escritura com que se dotou o habilitando de umas casas na Rua de Banhos, na vila de Estremoz; a carta de arrematação das ditas casa, que pertenciam a Afonso Mendes, boticário, que comprou o habilitando; o Edital do património afixado na Igreja de Santo André de Estremoz e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens de epístola, evangelho e missa.
Constam inquirições “de genere” e de "vita et moribus", a favor do habilitando, que se fizeram na vila do Redondo, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Foi deliberado pela Relação Eclesiástica de Évora que o habilitando estava apto para auferir as ordens que pedrira. Mas não consta qualquer informação em que foi examinado e aprovado nas mesmas.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de São Romão e na freguesia de São Mateus do termo de Montemor-o-Novo, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na freguesia de São Mateus e na cidade de Évora, por comissões e secretas do Dr. Viente Amado de Brito e do Dr. José Borges de Barros, provisores das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, o traslado da verba do testamento de Filipe Lobo Corvo, em que instituiu uma capela na Confraria das Almas sita na Igreja do Calvário da vila de Montemor-o-Novo, de que estava provido o habilitando; a escritura de dote para ordens sacras que fez a si mesmo o habilitando de uma fazenda sita da Lage, termo de São Mateus, com olival, vinha e pomar e um serrado de terra de semear pão, constam os títulos das fazendas com que se dotou (datam de 1641 a 1691); a folha de partilha que se fez por falecimento do seu pai; o edital de património afixado na freguesia de São Mateus e as diligências de visita e avaliação do património. Contém um Breve de Sua Santidade, o Papa Clemente XI, para se ordenar extra têmpora de ordens de epístola, de evangelho e de missa. Consta a carta de adito para a Igreja de São Mamede da cidade de Évora, a favor do habilitando.
Contém inquirições "de genere" que se fizeram em Estremoz, a favor do habilitando, por requisitória emanada pelo Dr. António Vaz Inverno, cónego da Sé de Elvas, comissário do Santo Ofício da Inquisição e da Bula da Santa Cruzada, vigário geral e provisor das justificações “de genere”do Bispado de Elvas, para o Dr. Vicente Amado de Brito, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora.
O habilitando estava recolhido na Congregação do Oratório de Nossa Senhora da Conceição de Estremoz. O pai do habilitando era Familiar do Santo Oficio da Inquisição, bem como o bisavô materno Francisco Marques. Contém inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Sul (São Pedro do Sul), a favor do habilitando, por requisitória do Dr. Vicente Amado de Brito, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora, para o Dr. João Aires Correia de Abreu, governador, provisor e juíz das justificações "de genere" e "vita et moribus" da cidade e Bispado de Viseu.
Contém uma Sentença Apostólica de legitimação para todas as ordens e benefícios, a favor de D. Jorge José de Melo, passada pelo Dr. Sebastião Monteiro David, protonotário apostólico, prior da Igreja de Santa Marinha da cidade de Lisboa, arcebispo eleito da cidade da Baia e desembargador da Relação Eclesiástica da cidade de Lisboa. Na mesma consta o traslado do Breve Apostólico, do Papa Clemente XI, de dispensa do impedimento da ilegitimidade. Constam os autos de justificação de domicilio do habilitando. Por acordão da Relação Eclesiástica foi deliberado que possuia os requisitos para compatriota do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens, que fez o pai do habilitando, de uma quinta em Cacilhas no termo de Almada. O habilitando pediu para sub-rogar a Herdade de Vale de Correia, sita na freguesia de Nossa Senhora da Tourega, pela quinta que o pai lhe dotara no termo de Almada. Consta o traslado do processo de sub-rogação do património e as diligências de visita e avaliação do mesmo no termo de Almada, por requisitória do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por comissões e secretas do Dr. José Borges de Barros. Contém um Breve Apostólico, do Papa Clemente XI, concedendo mercê a D. Jorge José de Melo para ser ordenado de ordens de subdiácono, diácono e presbítero (fl. 128). Consta a certidão de baptismo do pai do habilitando.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Montemor-o-Velho, Bispado de Coimbra, por comissões do Dr. António Teixeira Álvares, cónego da Sé de Faro, professor na Universidade de Coimbra, deputado do Santo Ofício e provisor das justificações "de genere" da mesma cidade, em virtude da requisitória emanada pelo Dr. Vicente Amado de Brito, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Constam inquirições "de genere" e de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo e na cidade de Évora, por comissões e secretas do Dr. Vicente Amado de Brito, do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Paulo Álvares da Costa, provisores das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens que fez o habilitando a si mesmo, das fazendas que lhe deixou em testamento seu padrinho Manuel Álvares Vaz, o traslado do testamento do mesmo, o edital do património afixado na Igreja Matriz de Montemor-o-Novo, as diligências de visita e avaliação do património. Constam as cartas de ordens menores e de subdiácono. No fl. 208 consta o Breve de Sua Santidade, o Papa Clemente XI, para se ordenar extra Têmpora de ordens de evangelho e missa. Só consta deferimento para se matricular para ordens de evangelho.
Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora e na freguesia de São Miguel de Machede, por comissões e secretas do Dr. André Rodrigues Madeira e do Dr. José Borges de Barros, provisores das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, uma Sentença Apostólica de pensão anual de 60 mil réis impostos na quartanária na Sé da cidade de Évora, que possuia o Padre Francisco Gonçalves Calvão, e na qual estava colado o habilitando, a escritura de dote para património que fez a si mesmo o habilitando da dita pensão, o edital do património afixado na Sé de Évora, as diligências de avaliação do património. Contém dois Breves de Sua Santidade, o Papa Clemente XI, um de suplemento de idade e outro de extra têmpora para se ordenar de ordens de evangelho e missa (fl 163, fl. 169). O processo encontra-se incompleto. Faltam as inquirições "de genere".
Constam inquirições “de genere”, a favor do habilitando, que se fizeram na vila de Estremoz, na vila de Vimieiro e na vila de Sousel, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Estremoz e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Lázaro Coelho Ravasco, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para ordens sacras que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para clérigo que fez o irmão do habilitando José Borralho de Pina e sua mulher Francisca da Gama, de uma morada de casas sitas nas calçades de Estremos, a escritura de contrato de casamento que fez Francisco Martins e sua mulher Maria Borralho com Maria da Gama, então viúva de António Pires Cabeça, para casarem os filhos dos mesmos José Borralho e Francisca Maria; o edital do património afixado na Igreja de Santo André de Estremoz e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens de evangelho e de missa.
Constam os autos de justificação de afinidade do habilitando com o Padre D. Sebastião da Madre de Deus, prior da Cartuxa, com o Dr. João Paulo Vidigal, desembargador da Relação e com o Dr. João Vidigal Álvares, seus primos pela parte materna, netos do Capitão Sebastião Vidigal e de Inocência Pires, naturais do termo de Montemor-o-Novo, pais da mãe do habilitando. Constam inquirições “de genere”, a favor do habilitando, que se fizeram na freguesia de Santo Aleixo e na freguesia de Repreza, termo da vila de Montemor-o-Novo, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Lázaro Coelho Ravasco, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para ordens sacras que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para clérigo que fez Inês Vidigal de um olival, sito no Posto da Abóboda, coutos da vila de Montemor-o-Novo; consta a carta de arrematação do Olival no Posto da Abóbada, pertencente a Brites Rodrigues e Margarida Rodrigues filhas de Fernão Lopes e Mécia Afonso, que foram presas pelo Santo Ofício da Inquisição de Évora, que arrematou Sebastião Vidigal no ano de 1632; a escritura que fez o habilitando a si mesmo de um quinhão na Herdade da Casa Branca, sita na freguesia de Santo Aleixo, que rendia 10 mil réis em cada ano; a certidão de folha de partilha que se fez por falecimento de Manuel de Mira Alexandre do que coube a sua esposa e ao habilitando; os editais do património afixados na freguesia de Santo Aleixo e na vila de Montemor-o-Novo, bem como as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens sacras.
Constam inquirições “de genere”, a favor do habilitando, que se fizeram em Vila Viçosa, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na mesma vila e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para ordens sacras que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para clérigo que fez Bartolomeu Gomes, entalhador, cunhado do habilitando, de quatro partes de uma courela de vinha sita no sítio de Trás dos Montes, no termo de Vila Viçosa; o edital do património afixado na Igreja de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens de epístola, evangelho e missa. Consta a carta de prima tonsura, ordens menores e ordens de epístola. Contém Breve de suplemento de idade para ordens de missa.
O habilitando tinha 8 anos quando pediu para se fazerem as diligências de limpeza de sangue. Era neto paterno do Padre Manuel Gonçalves de Amaral, Bacharel da Sé de Évora. Constam inquirições “de genere” que se fizeram em Abronhosa-a-Velha, termo de Taveres, naturalidade do avô paterno, Manuel Gonçalves de Amaral, na cidade de Évora, naturalidade da avó paterna, Isabel Pinheiro, na freguesia de Silgueiros, termo de Viseu, naturalidade do avô materno, Manuel Fernandes, e na vila de Olivença, Bispado de Elvas, naturalidade da avó materna, Leonor Rodrigues Azeda, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por requisitórias, secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na vila de Álvaro, termo de Tomar, e na vila de Borba, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Borba e na cidade de Évora, por requisitória, secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram no lugar de Louriçal e na cidade de Évora, por requisitória, secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Arraiolos e em Montemor-o-Novo, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Coruche e em Montemor-o-Novo, por comissões e secretas do Dr. Viente Amado de Brito, do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Paulo Álvares da Costa, provisores das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para ordens que contém, entre outros documentos, os títulos das fazendas com que o habilitando constituiu o mesmo: a escritura de venda e quitação de uma morada de casas na Rua das Pedras Pretas, sitas em Montemor-o-Novo, que fizeram Brás Martins e sua mulher Margarida Luís a Natário Valente, data de 1700; a escritura de aforamento de uma morada de casas na Rua das Pedras Pretas, que fez Paulo de Vila Lobos a Natário Valente, data de 1684; o traslado da folha de partilha que se fez, no ano de 1697, por falecimento de Isabel Gonçalves, avó paterna do habilitando; a escritura de venda de uma vinha, sita em Nossa Senhora da Visitação, coutos de Montemor-o-Novo, que fizeram Rodrigo Lourenço e sua mulher Maria Rodrigues a Brás Luís, data de 1632; a certidão do testamento de Diogo Vaz Lamego, tio do habilitando; a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando; os traslados do testamento de Fernão de Lamego, [escolar em degredos], e de sua mulher Leonor Vaz, em que instituiram uma capela deixando aos vereadores do concelho a obrigação de a dotar aos seus parentes, enquanto os houvesse e abraçassem a vida religiosa, o testamento data de 1494 e os codicilos do mesmo datam de 1496 e de 1499. Consta o edital do património afixado na Igreja Matriz de Montemor-o-Novo, as liligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para ordens de missa e Breve de suplemento de idade para auferir as mesmas.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Sousel, na vila de Évora Monte e na vila do Vimieiro, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram no Vimieiro e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o traslado das inquirições "de genere" de Matias Catela Velho, avô materno do habilitando, que se fizeram no ano de 1669. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, as certidões das verbas dos inventários de folha de partilha que se fizeram por falecimento dos pais do habilitando, em que coube ao mesmo umas casas na Rua do Açougue, na vila do Vimieiro, um quinhão de terra em cerca tapada com seu olival, junto á cerca de São Pedro, coutos da dita vila; a cópia da escritura de dote para ordens sacras, que fez a si mesmo o habilitando, das fazendas que lhe ficaram por falecimento dos pais; edital do património afixado na Igreja do Vimieiro e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Contém a carta de diácono do habilitando e todos os documentos inerentes para receber ordens de missa (secretas e comissões, a favor do habilitando, para se proceder a justificação de "vita et moribus" para se ordenar e as inquirições respectivas, passadas por D. Diogo da Anunciação Justiniano).
O habilitando era Familiar do Santo Ofício da Inquisição, consta o traslado da Carta de Familiar do Santo Ofício no processo. O pai servia na Praça de Mourão como soldado da Companhia de éguas e João Gonçalves, irmão do habilitando também era soldado do Rei. Constam os autos de justificação a favor do habilitando para compatriota do Arcebispado de Évora. Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Mourão e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez a si mesmo o habilitando de um quinhão numas casas na Rua da Granja, chamadas Casas Novas, na vila de Mourão, que lhe ficaram por falecimento do pai; a escritura de dote que fez a mãe do mesmo da terça que lhe ficou por falecimento de seu marido, da Herdade de Vila Real e de uma vinha no sítio de Maria Vicente, na vila de Mourão; edital do património afixado na Igreja de Mourão e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta o Breve de extra têmpora, a favor do habilitando, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e missa.
O habilitando estava recolhido na Congregação do Oratório de Nossa Senhora da Conceição, na vila de Estremoz. Constam inquirições "de genere" que se fizeram no termo e na cidade de Lisboa, a favor do habilitando, por requisitória do Dr. Vicente Amado de Brito, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do mesmo arcebispado. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a certidão dos bens que ficaram ao habilitando por óbito de seu pai e das partihas que fez com a sua mãe; e as diligências de visita e avaliação do património que se fizeram na cidade de Lisboa. Consta o Breve de extra têmpora, a favor do habilitando, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e missa.
Constam os autos de justificação de fraternidade do habilitando com o Padre Manuel Carvalho. O pai do habilitando foi almocreve em Lisboa. Constam inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Vila Viçosa e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fez o pai do habilitando, de um forno de cozer pão na Rua de Santo António e uma courela de vinha no sítio das Fontainhas, ambas em Vila Viçosa; a escritura de dote que fez a si mesmo o habilitando, da legítima que lhe ficou de sua mãe, de um quinhão de casas na Rua da Fonte Grande na mesma vila; a sentença de folha de partilhas que se fizeram por falecimento da mãe do mesmo; os editais do património afixados na Igreja Matriz e na Igreja de São Bartolomeu de Vila Viçosa e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta o Breve de extra têmpora, a favor do habilitando, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e missa e carta de adito para a Igreja de Santo Antão da cidade de Évora.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de São Martinho de Fornelos, termo da cidade do Porto, e na vila de Mourão, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Monsaraz e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, de Frei José de Jesus Maria e do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fez o habilitando a si mesmo de 100 mil réis de renda numas casas na Rua de São Bento, no arrabalde da vila de Monsaraz, que lhe ficou da legítima de sua mãe; a escritura de dote que fez o pai e a madrasta do habilitando, Maria Rodrigues, de um moinho na Ribeira da Pêga, no sítio do Aguilhão, termo de Monsaraz; a certidão do inventário e folha de partilhas que se fizeram por falecimento de Inês Nunes; os editais de património afixados na Igreja de São Tiago e na Igreja Matriz da vila de Monsaraz, as diligências de visita e avaliação do mesmo, bem como todos os documentos inerentes para receber ordens de evangelho e ordens de missa (secretas e comissões para inquirições de "vita et moribus", deliberações para se mandar examinar, certificados do exercício das oredens, entre outros).
O habilitando tinha um irmão que servia na Praça de Estremoz na Vedoria de Médico do Hóspital Real. Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Estremoz e na vila de Arronches, Bispado de Portalegre, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Estremoz e na cidade de Évora, por requisitória, secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação para ordens que fez Inês Maria, irmã do habilitando, de um quinhão que possuia numas casas na Rua das Calçadas, em Estremoz e uma vinha com olival nos coutos da dita vila; a sentença de contas de entrega das legítimas que couberam à mesma por falecimento dos pais; a sentença de folha de partilhas do que coube ao habilitando por falecimento do pai; o edital de património afixado na Igreja de Santo André da vila de Estremoz, e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta a carta de prima tonsura e ordens menores e Breve extra têmpora e de de suplemento de idade, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e ordens sacras.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Borba e na vila de Estremoz, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Borba e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fizeram os pais do habilitando, de uma morada de casas com quintal, poço e adega com 7 talhas, 4 potes e um engenho de desfazer uva, na vila de Borba, e uma courela de vinha no sítio do Bosque, coutos da dita vila; o edital do património afixado na Igreja Matriz de Borba e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Constam Breves de extra têmpora e suplemento de idade, a favor do habilitando, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e missa.
Processo de inquirições “de genere” que se fizeram na freguesia de Nossa Senhora de Ciladas e na vila de Vila Viçosa, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora, em virtude da carta requisitória precatória emanada pelo Dr. Manuel de Figueiredo Barreto, Deão da Sé de Elvas, provisor e juiz dos casamentos e justificações "de genere" da cidade e Bispado de Elvas.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na mesma vila e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fizeram Antónia Lopes, viúva de Diogo Vidigal, tia do habilitando, Maria Lopes Reales e Luísa da Silva, avós paterna e materna do mesmo, de dois olivais no sítio do Outeiro da Conceição, coutos da vila de Montemor-o-Novo, de 3 mil réis de renda nas casas onde morava a avó paterna, no terreiro dos Álamos, e de 1500 réis de foro numa vinha no sítio da Poupa, coutos da dita vila, que pagava José Gomes; a certidão do inventário e folha de partilhas que se fizeram por falecimento de Diogo Vidigal; o edital de património afixado na Igreja de Nossa Senhora do Bispo e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, a favor do habilitando, do Papa Clemente Xi, para ordens de epístola, de evangelho e de missa, e Breve de suplemento de idade para ordens de missa.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo e na freguesia de São Cristovão, termo da mesma vila, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
O pai do habilitando era ferrador. Constam inquirições "de genere" que se fizeram na cidade de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na mesma cidade, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Paulo Álvares da Costa, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fizeram ao habilitando o Dr. Manuel dos Santos Xara e sua mulher Maria Feliciana da Fonseca, de 12 mil réis de renda anual na quinta denominada da Zambuja, sita nos coutos da cidade de Évora, com a condição de o habilitando não se desfazer da dita renda e por seu falecimento ser restituida aos dotadores ou a seus herdeiros; o edital de património afixado na Sé da cidade de Évora e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, a favor do habilitando, do Papa Clemente Xi, para ordens de epístola, de evangelho e de missa, e Breve de suplemento de idade para ordens de missa. Consta a carta de prima tonsura e ordens menores e a carta de adito do habilitando na Igreja de São Pedro da cidade de Évora.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de Fontelonga, termo de Ansiães, Arcebispado de Braga, e na cidade de Évora, por requisitória, secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na mesma cidade, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Manuel Álvares Cidade. Consta a certidão passada por Manuel Lopes Coelho, escrivão da Relação e Auditório Eclesiástico e escrivão dos armazéns e mantimentos da praça da cidade de Évora, em como Manuel Gomes (irmão do habilitando), mestre carpinteiro do Trem na dita cidade, estava ao serviço do Rei servindo no mesmo Trem. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fez ao habilitando o Padre Álvaro da Silva, de uma morada de casas na Rua dos Mercadores na cidade de Évora, com a condição de o habilitando as restituir quando estivesse de posse de um benefício curado na Sé; o edital de património afixado na Igreja de Santo Antão de Évora e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, a favor do habilitando, do Papa Clemente Xi, para ordens de epístola, de evangelho e de missa.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Monsaraz e na freguesia da Caridade, termo da mesma vila, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Monsaraz e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e de Frei José de Jesus Maria, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação e nomeação, que fizeram o Provedor e os irmãos da Santa Casa da Misericórdia de Monsaraz, ao Licenciado Francisco Álvares Parra, de uma capela de missa quotidiana que instituiu Catarina Rosa, viúva de António Dias Repas, que estava vaga por falecimento do Padre João Gomes; a carta de colação e confirmação da capela com que o habilitando constituiu o seu património. Consta Breve de extra têmpora, a favor do habilitando, do Papa Clemente Xi, para ordens de evangelho e de missa e um Breve de suplemento de idade para ordens de missa. Contém uma declaração em como o Padre Francisco Álvares Parra, exercitou as ordens de diácono no Convento de São Francisco de Évora, data de 23 de Setembro de 1716 (fl. 156).
Constam inquirições "de genere" e de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e de Frei José de Jesus Maria, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fez a si mesmo o habilitando, da Herdade da Chaminé, de uma courela de terra denominada de Pero Serrão, de 13 alqueires e meio de pão de renda na Herdade do Rabaçal, todas as fazendas na freguesia de São Geraldo, termo da vila de Montemor-o-Novo, e de uma morada de casas grandes na Rua das Pedras Negras na vila de Montemor-o-Novo, de uma fazenda no sítio de Valeverde com terras de semear pão, com olival, com pomar e casas e de outro olival no mesmo sítio, todas as fazendas pertencentes à capela que instituiu o Padre Inofre Coelho, da qual o habilitando era possuidor e administrador; a certidão do testamento com que faleceu o Padre Inofre Coelho, que se fez a requerimento do Padre João Coelho Vidigal (o testamento data de 1587); os editais de património afixados na Igreja de São Geraldo, na Igreja de Nossa Senhora do Bispo e na Igreja de São Mateus e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta carta de prima tonsura e ordens menores do habilitando. Consta Breve de extra têmpora, a favor do habilitando, do Papa Clemente Xi, para ordens de evangelho e de missa e Breve de suplemento de idade para ordens de missa.
O habilitando quando se habilitou a ordens menores era criado de D. Simão da Gama, Arcebispo de Évora (era familiar comensal e trienal). Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Setúbal e na vila de Palmela, ambas do Arcebispado de Lisboa, por requisitórias do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por secretas e comissões do mesmo provisor. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, o traslado da escritura de dote para ordens sacras, que fez ao habilitando Baltazar Preto da Silva tio materno do mesmo, de uma vinha sita no posto do Mouro em Setúbal; o traslado dos autos de contas do testamento com que faleceu o Padre Manuel dos Santos, irmão de Baltazar Preto da Silva; bem como o traslado dos títulos das fazendas pertencentes ao dote. Só consta deferimento para auferir ordens de epístola, data o mesmo de 1708. No fl. 123 consta o processo de sub-rogação de património do Padre Gaspar Rodrigues da Silva, então beneficiado curado na Sé da cidade de Évora. No mesmo constam, entre outros documentos, a carta de colacção e confirmação do benefício curado, chamado capelania, na Santa Sé de Évora, que vagou por falecimento do Padre Manuel Gomes, a favor do Padre Gaspar Rodrigues da Silva, e o auto de posse do mesmo benefício (datam de 1735 e 1736).
José Madeira de Castro foi casado e exerceu como advogado nos auditórios seculares de Évora. Formou-se bacharel na Universidade de Coimbra. Constam inquirições "de genere" que se fizeram na Aldeia de Castro, freguesia de São Salvador de Perosinho, Bispado do Porto, e na cidade de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por requisitória, comissões e secretas do Dr. Vicente Amado de Brito e do Dr. José Borges de Barros, provisores das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para ordens sacras, e a carta de adido na Igreja de Santo Antão da cidade de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras de uma morada de casas na Rua de Alconchel e um quinhão de pão de renda na Herdade das Bocelas, coutos da vila de Arraiolos, que fez o habilitando a si mesmo. Consta um traslado de uma sentença civel em que foi autor o habilitando e réus o cónego André Rodrigues Madeira e Isabel Francisca, testamenteiros do Reverendo Chantre João Madeira Cardoso, relativa a uma capela instituida por Francisco Madeira e sua mulher Guiomar Álvares, todas da cidade de Évora. Constam os traslados do testamento de Francisco Madeira, efectuado em 1639, o codicilo do mesmo efectuado no ano de 1640, com a cópia do auto de aprovação de ambos. Constam om editais do património afixados na Igreja Matriz de Arraiolos e na Igreja de Santo Antão da cidade de Évora. No final constam duas petições, sem data, uma de Maria Madeira irmã do habilitando, moradora em Évora, para se passar certidão da sentença cível, e outra de José Alberto, morador na cidade de Lisboa, e herdeiro do Padre José Madeira de Castro, para se passar uma certidão dos títulos que constavam no processo de património
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Viana do Alentejo e em Vila Ruiva, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Viana do Alentejo, na vila de Cuba, termo do Bispado de Beja, e na cidade de Évora, por comissões e secretas do Dr. Viente Amado de Brito e do Dr. José Borges de Barros, provisores das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Nas inquirições "de Genere" que se fizeram na vila de Viana houve algumas denúncias de que o avô paterno do habilitando, António Broeiro, era cristão novo por ser natural de Alvito, filho de Catarina Dias, de alcunha a delicada. Por acordão da Relação Eclesiástica ficou deliberado que era falsa a denúncia, porque o habilitando era primo do Padre Gaspar Jorge e do Padre Manuel Touro ambos habilitados na Relação Eclesiástica de Évora e netos da dita Catarina Dias. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e missa e Breve de suplemento de idade para auferir as mesmas. Não possui o processo de património para auferir ordens sacras.
O pai do habilitando era ourives da prata. Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Borba e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Vila Viçosa, na cidade de Faro e na cidade de Évora, por requisitória, secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e de Frei José de Jesus Maria, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação para ordens sacras, que fizeram os pais do habilitando, de uma morada de casas na Rua do Cambai em Vila Viçosa, um colmeal com olival, pomar e horta no sítio da Fonte da Cebola e duas courelas de vinha no sítio da Nora, coutos da mesma vila, e um olival no sítio do Alto das Cortes, no termo da vila de Borba; o traslado dos títulos das fazendas dotadas (os originais datavam de 1685 a1699); os editais de património afixados na Igreja de Matriz e na Igreja de São Bartolomeu de Vila Viçosa, e na Igreja Matriz da vila de Borba, e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Constam também a carta de prima tonsura e ordens menores, a carta de subdiácono do habilitando e Breves extra têmpora e suplemento de idade, do Papa Clemente XI, para ordens de sacras.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram nas freguesias de Nossa Senhora da Tourega, de São Brás do Regedouro, de Nossa Senhora de Machede e na de São Manços, na vila das Alcáçovas e na vila de Vila Nova da Baronia, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na freguesia de São Marcos da Abóbada e na cidade de Évora, por comissões e secretas do Dr. Vicente Amado de Brito, do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Paulo Álvares da Costa, provisores das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património para tomar ordens sacras que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram o pai e a madrasta do habilitando, Isabel Lopes, de nove alqueires de pão de renda na Herdade do Zambujeiro, na freguesia da Amieira, termo de Portel, e um olival com terras de semear pão, no sitio de [Vale Melhorado], nos coutos da mesma vila, consta a certidão da verba do inventário de folha de partilhas que se fez por falecimento de Maria Luís, tia do habilitando, a certidão do inventário de folha de partilhas de Manuel Francisco, do avô paterno do mesmo, a certidão do inventário de folha de partilhas de Luís Moreno, e a escritura de dote para ordens que fez o habilitando a si mesma das fazendas que lhe couberam por falecimento de seus familiares. Consta os editais do património afixado na Igreja da Amieira e na Igreja de Vila Nova da Baronia, bem como as diligências de visita e avaliação do mesmo, que se fizeram na vila de Portel e em Vila Nova, por comissão do Dr. Lázaro Coelho Ravasco, protonotário apostólico, desembargador da Relação Eclesiástica de Évora e provisor das justificações "de genere". Contém Breves de extra têmpora e de suplemento de idade, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens sacras. Consta a carta de adito para a Igreja de São Pedro de Évora.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Fronteira, Bispado de Elvas, na vila de Montemor-o-Velho, Bispado de Coimbra, e na vila de Avis, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na cidade de Évora, por requisitórias, comissões e secretas do Dr. Vicente Amado de Brito, do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Paulo Álvares da Costa, provisores das justificações "de genere" do Arcebispado de Évora. No final consta uma petição de António José, irmão do habilitando, então já falecido, para que se lhe passe certidão do acordão da Relação Eclesiástica em que consta que o dito padre José Baptista possuia os requisitos "de genere" para se ordenar de ordens menores.
Contém inquirições "de genere" e de "vita et moribus" que se fizeram em Mora, no Vimieiro e em Benavila, a favor do habilitando, por comissões e secretas do Dr. Vicente Amado de Brito, desembargador da Relação Eclesiástica e provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Não consta deferimento para auferir às ordens. Foi denunciado que o avô materno do habilitando, Gaspar Vaz, casado com Leonor Nunes e filho de Manuel Vaz, tinha fama de cristão novo. Não consta deferimento ou indeferimento para o habilitando auferir ordens. Foi deliberado pela Relação Eclesiástica que as diligências ficassem em perpétuo silêncio.
Contém inquirições "de genere" e de "vita et moribus" que se fizeram em Montemor-o-Novo, a favor do habilitando, por comissões e secretas do Dr. Heitor Gomes Madeira e do Dr. João Álvares Brandão, desembargadores da Relação Eclesiástica e provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Contém o processo de património que contém, entre outros documentos, as escrituras de dote para ordens que fez o pai do habilitando, a certidão da folha de partilhas que se fez por falecimento da mãe e as diligências de visita e avaliação do mesmo Contém carta apostólica a favor de Noutel Nunes para se ordenar de ordens sacras, em pergaminho, passada a 1 de Junho de 1602 (fl. 1). No fl. 83 consta o rol dos livros que o habilitando leu na sua formação religiosa.
Constam inquirições “de genere”, a favor do habilitando, que se fizeram na vila de Estremoz, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na mesma vila e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. Paulo Álvares da Costa e do Dr. José Borges de Barros, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fizeram a mãe, os irmãos António Pais de Sande e Brites da Gama da Silva, e o habilitando a si mesmo, de 60 mil réis numa morada de casas com lagar de azeite na Fronteira do Tanque, de 100 mil réis numa morada de casas com forno de cozer pão na Rua de Frei Nuno, de 42975 réis que ficaram ao habilitando da legítima de seu pai; a certidão do inventário e partilhas que se fizeram por falecimento do pai do habilitando; o edital do património afixado na Igreja de Santo André da vila de Estremoz e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens sacras e Carta de Adito na Igreja de São Pedro da cidade de Évora.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na vila de Viana do Alentejo, na vila das Alcáçovas e na vila de Vila Nova da Baronia, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram em Viana do Alentejo, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para clérigo, que fez a mãe do habilitando, de 3 moios e meio de pão de renda por ano na Herdade do Monte dos Touros; da certidão das partilhas que se fizeram entre os pais do habilitando e os seus tios, por falecimento de Maria Calada Alfange, avó materna do mesmo; a certidão da escritura de arrendameto da Herdade do Monte dos Touros, que fez a mãe do habilitando a João Baptista; o edital do património afixado na Igreja Matriz da vila de Viana do Alentejo e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens sacras e Breve de suplemento de idade para ordens de missa. Consta a Carta de subdiácono e Diácono.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na vila de Vila Nova da Baronia, na vila de Viana do Alentejo e na vila do Torrão, e inquirições de "vita et moribus” que se fizeram na vila de Viana e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora.
O habilitando estava recolhido na Congregação do Oratório de Nossa Senhora da Conceição, na vila de Estremoz, e requereu que se fizesse as suas deligências “de genere” para servir nos ministérios da mesma congregação. Constam inquirições “de genere” que se fizeram na freguesia de Limões, termo da vila de Cerva, Comarca de Guimarães, Arcebispado de Braga, em Aveiro, Bispado de Coimbra, e na freguesia de São Lourenço de Carnide, termo da cidade de Lisboa, por requisitórias do Dr. Vicente Amado de Brito e do Dr. José Borges de Barros, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Constam os autos de justificação que fez o habilitando para ser compatriota do Arcebispao de Évora. Constam inquirições de "vita et moribus” que se fizeram na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram João Colaço e sua mulher Catarina Marques, tios do habilitando, de uma morada de casas na Rua da Mesquita, com obrigação à Confraria das Almas de Santa Marta, e uma morada de casas na Rua do Megué, ambas na cidade de Évora; o edital do património afixado na Sé da cidade de Évora e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens sacras.
Constam inquirições “de genere” que se fizeram no lugar de Alvite da Portela, termo de Cabeceiras de Basto, Arcebispado de Braga, e na vila de Ovar, Bispado do Porto, por requisitórias do Dr. Vicente Amado de Brito, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Constam inquirições “de genere” e de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Lavre e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. Vicente Amado de Brito e do Dr. José Borges de Barros. Consta a carta de prima tonsura e ordens menores do habilitando. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fez o habilitando a si mesmo de metade de uma quinta que parte com o chão da Igreja de Santo António e um chão denominado Chão de Baixo, sitos nos coutos de Lavre, que lhe deixaram em testamento a mãe e a avó materna, Comba Miguens; a certidão do testamento com que faleceu Maria Antunes; a certidão do testamento com que faleceu Comba Miguens; edital do património afixado na Igreja Matriz de Lavre e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens de evangelho e ordens de missa
Constam inquirições “de genere” que se fizeram na vila de Estremoz e na cidade de Portalegre, e inquirições de "vita et moribus” que se fizeram na vila de Estremoz e na cidade de Évora, por secretas, comissões e requisitória do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta a carta de prima tonsura e ordens menores do habilitando. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando, de duas moradas de casas na Rua dos Banhos e um foro real nas casas de Bartolomeu Carvalho na Rua das Freiras, todas as propriedades em Estremoz; o edital do património afixado em Estremoz a e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens sacras
Constam inquirições “de genere”, a favor do habilitando, que se fizeram na vila de Montemor-o-Novo, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na mesma vila e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. Paulo Álvares da Costa e do Dr. José Borges de Barros, provisores das justificações “de genere”do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para ordens sacras, que fizeram os pais do habilitando, de uma morada de casas na Rua dos Almocreves, na freguesia de São Tiago, de um ferragial no porto das Lâs da Ribeira, e uma vinha no sítio de Barcadelas, coutos da vila de Montemor-o-Novo; as sentenças de folha de partilha dos orfãos Manuel e Caetano da legítima que ficou por falecimento do pai, João Luís, casado que fora com Joana Nunes; a sentença de habilitação de herdeiros de Joana Nunes, casada com Manuel Calção, moleiro no Moinho do Porto de Lisboa de Cima, como herdeira dos bens do seu filho menor Caetano; as sentenças de folha de partilha que se fizeram por falecimento de Diogo Calção e de Maria Dias, avós paternos do habilitando, do que ficou da legítima ao pai do mesmo; os editais do património afixados na Igreja de São Tiago e na Igreja Matriz de Montemor-o-Novo, e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Consta a carta de prima tonsura e ordens menores e Carta de Diácono. Consta Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para se ordenar de ordens de evangelho e de missa e Breve de suplemento de idade para ordens de missa.
Constam inquirições "de genere" que se fizeram na freguesia de Ribas, termo de Celorico de Basto, e na freguesia de Pardais, termo de Vila Viçosa, por requisitória, secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Vila Viçosa e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e de Frei José de Jesus Maria, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora. Consta o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de doação, para ordens sacras que fizeram os pais do habilitando e o mesmo a si prório, de umas casas na Rua do Espírito Santo, um olival no sítio da Portela e uma vinha no sítio das Cortes, termo da vila de Borba; a certidão do testamento de Joana Lopes (o testamento original foi efectuado no ano de 1638); os editais de património afixados na Igreja de Matriz e na Igreja de São Bartolomeu de Vila Viçosa, e as diligências de visita e avaliação do mesmo. Constam também a carta de prima tonsura e ordens menores, a carta de subdiácono do habilitando e Breves extra têmpora e suplemento de idade, do Papa Clemente XI, para ordens de evangelho e de missa.
Constam: inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Lavre, naturalidade do avô paterno do habilitando, André Gonçalves Agraço, e dos avós maternos, Luís Teles e Antónia Luís, e na freguesia de São Gens, termo de Montemor-o-Novo, naturalidade da avó paterna, Maria Luís, e inquirições de "vita et moribus" que se fizeram na vila de Lavre e na cidade de Évora, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros e do Dr. Manuel Álvares Cidade, provisores das justificações “de genere” do Arcebispado de Évora; o processo de património que contém, entre outros documentos, a escritura de dote para clérigo que fizeram os pais do habilitando de uma morada de casas térreas, com quintal e oliveiras na Rua da Bica, na vila de Lavre, uma vinha no sitio do Vale de Pantufos, uma vinha com pomar no sitio de Vale do Carvoeiro, todas nos coutos de Lavre, o edital de património afixado na Igreja Matriz de Lavre e as diligências de visita e avaliação do mesmo que se fizeram por comissão do Dr. Manuel Álvares Cidade; Indulto Apostólico, do Núncio Vicenzo Bichi, de dispensa nos lutos de Sé Vacante do Arcebispado de Évora para ordens epístola; Breve de extra têmpora, do Papa Clemente XI, para o habilitando se ordenar de evangelho e missa.
Consta carta requisitória passada pelo Dr. António Vaz Inverno, cónego da Sé de Elvas, comissário do Santo Ofício da Inquisição, subdelegado da Bula da Santa Cruzada na cidade e Bispado de Elvas, juiz e provisor das justificação "de genere" do mesmo Bispado, para se proceder a inquirições "de genere" sobre a avó paterna do habilitando, Antónia de Oliveira, natural de Coruche, termo do Arcebispado de Évora; as inquirições "de genere" que se fizeram na vila de Coruche, por secretas e comissões do Dr. José Borges de Barros, provisor do Arcebispado de Évora. O avô paterno, Manuel Nunes, era natural da freguesia de Vaqueiros, termo de Santarém, e os avós maternos Vicente Martins e Maria Rodrigues, eram naturais de Elvas.