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Documento com apelo aos homens distintos pela sua condição social e pela nobreza da sua profissão para darem um contributo para as obras do Monumento. A circular faz um breve resumo da história da subscrição nacional, um ponto de situação do estado da obra e do montante ainda em falta. As senhoras deixavam um exemplar numa primeira visita e voltavam uns dias depois a recolher os eventuais donativos. Trata-se da primeira versão do documento descrito mais à frente em PT-SCR/SNMCR/B/02.
Acusa a receção da carta do P. Sebastião, comunica que a Direção Nacional fará todo o possível para cumprir os desejos do Secretariado e afirma que é uma honra colaborar com obra tão importante.
Em resposta a uma carta do P. Sebastião de 8 de março, promete que a Direção Nacional da Juventude Católica fará a máxima propaganda que lhe for possível e recomendará aos filiados que contribuam generosamente para os peditórios organizados nas respetivas dioceses.
Trata-se da versão definitiva e impressa da circular descrita acima, numa primeira versão, em PT-SCR/SNMCR/A/02/127.
Acusa a receção da carta de 7 de março que pede a colaboração na tarefa de "anunciar, encarecer e apregoar o peditório a favor da fase final da construção do Monumento a Cristo Rei", comunica que a Junta Central decidiu incluir um convite na próxima circular da Secretaria Nacional do CNE às Juntas Regionais nas dioceses e promete fazer o máximo possível em Lisboa.
Em resposta à carta de 7 de março informa enviar circular a todos os organismos especializados e a todas as Direções diocesanas da Liga Católica com o apelo remetido pelo P. Sebastião nomeadamente pedindo que todos os filiados tomem parte ativa no peditório e ajudem por todos os meios ao seu alcance.
Pede desculpa pela demora em responder ao apelo do P. Sebastião Pinto, afirma que é grande o desejo de colaborar, no entanto é impossível organizar uma campanha a nível nacional, mas a Direção Nacional procurará com o maior interesse que as filiadas colaborem com todas as campanhas organizadas em cada diocese.
O cartão pede para mandar distribuir nas missas de domingo de 24 de junho e colocar o folheto nas portas de igrejas e capelas. O folheto ou pequeno cartaz com uma tiragem de cinquenta mil exemplares, proclama "Levantar o Monumento é dívida de gratidão. Pagai-a generosamente! Foi o Rei Pacífico que nos deu a paz".
Em resposta à carta de 15 de abril comunica que no dia e hora da visita estará tudo a postos para receber o ilustre visitante e solicita que lhe seja participado a hora e o dia da visita.
Relembra o facto de Portugal ter sido poupado à guerra, sendo por isso dever de todos os portugueses honrar o voto solene feito em Fátima. Nesse sentido exorta todos os funcionários que ainda não contribuíram para remeterem à Direção dos Serviços Administrativos as respetivas ofertas acompanhadas de listas nominais para serem publicadas.
Documento que estabelece o programa e os procedimentos para realizar o peditório na Arquidiocese de Braga que correspondeu ao peditório de dia 1 de julho no resto do país. Nele é afirmado que esta é a última contribuição oficial coletiva que desonerará a Arquidiocese da sua quota-parte de responsabilidade no voto nacional. Tem junto um exemplar do folheto distribuído durante o mês de outubro que entre outras coisas pede aos fiéis para mostrarem que sabem agradecer a paz que lhes foi concedida.
Agradece à Presidente, a todos os organismos da LCF e respetivas direções, revistas e filiadas a colaboração valiosa, amável e dedicada que prestaram na propaganda do peditório do dia 1 de julho e pede ao Senhor que recompense toda a LCF com as maiores bênçãos espirituais e temporais. Tem junto nota que regista o envio de cartas de agradecimento para a JCF, JCM, LCM, Enfermeiras Católicas, Escuteiros, Mocidade Portuguesa Masculina e Feminina, Conferências Vicentinas Femininas e Masculinas, Noelistas, SNI e emissoras.
Agradece a "coadjuvação tão valiosa, brilhante, amável e generosa que se dignaram prestar à nossa campanha preparatória" do peditório de 1 de julho e pede a Deus que recompense o diretor da revista e quantos nela trabalham.
Por ocasião da visita a Almada do Sr. Hélio Machado, Prefeito da cidade de S. Salvador da Baía, solicita a organização de uma visita ao local onde se está a construir o Monumento.
Remete uma relação das repartições e serviços da Administração Geral dos Correios, Telégrafos e Telefones, cujos funcionários contribuíram com os seus donativos para a construção do Monumento a Cristo Rei.
Com vivo reconhecimento remete o recibo relativo à subscrição organizada pelos Serviços de Angola da Companhia Nacional de Navegação e comunica que as listas desta subscrição serão publicadas num dos números do jornal O Monumento que será enviado aos generosos contribuintes.
Circular que exorta os párocos, pais de família e educadores a organizarem e contribuírem para a campanha das Pedras Pequeninas, apresenta-se dividida em quatro pontos: “Está a acabar o Monumento!”, “O cortejo infantil de oferendas”, “Pedras Pequeninas” e “Observações”. O documento tem em epígrafe um estrato da alocução do cardeal-patriarca e é quase idêntico à circular de 1955.
Em resposta a um postal do P. Sebastião informa que enviou aos P. João Cabral e Fernando Leite os apontamentos distribuídos na reunião da passada quinta feira (ver carta de 12 de abril), comunica igualmente que as comissões continuam a trabalhar com entusiasmo na preparação das festas e que enviou uma carta ao Clube de Futebol "Os Belenenses" a pedir oficialmente autorização para o uso do Estádio do Restelo.
Ato de consagração expressamente composto pelo cardeal-patriarca para a solenidade da inauguração do Monumento a Cristo Rei. Inclui uma gravura do rosto da estátua do Monumento.
Relembra a dívida da Nação Católica ao Sagrado Coração de Jesus e o compromisso de levantar uma estátua em honra de Cristo Rei aprovado nos congressos diocesanos de Lisboa e Braga do Apostolado da Oração e posteriormente corroborado pelo Episcopado, que é preciso honrar apesar de ser elevado o custo da obra. Solicita o concurso generoso dos portugueses de todas as condições sociais que era naquele momento mais necessário devido ao facto do Secretariado ter falta de meios financeiros. Recomenda que todos os párocos realizem os cortejos infantis de oferendas e que levem ao conhecimento de todos os fiéis o empenho do seu bispo, finalmente determina que enquanto não esteja erguido o Monumento não sejam feitos outros peditórios nas paróquias a não ser aqueles previstos nas constituições diocesanas e no Concílio Plenário.
Em nome do cardeal-patriarca convida para uma reunião na sala das audiências do Paço Patriarcal, ao campo de Santana, 41, 2º, na quinta feira 16 de maio às 18 horas.