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Nos C.T.P. (sic) do Porto [Correios e Telégrafos do Porto] foram interceptados exemplares de um opúsculo "Politique, église et foi" proveniente da Suiça e dirigido ao bispo.
RI- 5/73 da PSP Porto. Panfleto com dizeres contra o bispo do Porto da autoria de Falange
Panfleto intitulado “Povo Portucalense” apelando ao “…povo…” que se dirija às “…igrejas nesse dia especialmente à igreja da Sé…” referindo-se à data 1973-01-01; reporta que António Ferreira Gomes – bispo do Porto “…deu instruções aos padres de todas as freguesias para no dia 1 de Janeiro falarem contra a guerra colonial injusta que começou em Angola contra o Povo que quer ser livre há mais de 11 anos e não pára.” com uma anotação manuscrita “24842 enviado – S.S.P…1720) Governo civil…D. Geral…de 30/12/72”, [post. 1972-12-30] É da autoria do "GRITO do POVO", dos Comités populares paroquiais; os comités operários; os comités académicos
Cópia emitida pela Direção Geral de Segurança; compilação das letras das músicas: • A velha pirâmide • Cantata da Paz • Manuel partiu para a guerra • Armando Teixeira • Porque Letras compiladas pelo padre de Macieira e com anotação: "irmão aquilo que cantamos com a boca deverá também ser cantado com atitude– Felgueiras, [1972-post 01-25]
Caricatura de perfil sem qualquer indicação, enviada à DGS pela PSP. [identificável o perfil de Salazar]
2 panfletos duplicados da autoria da Falange atacando o bispo do Porto e que foram enviados à DGS pela PSP
Panfleto com compilação de factos relativos à missa de desagravo que um grupo organizou o Porto. Inclui a transcrição de correspondência entre António Ferreira Gomes – bispo do Porto, Eduardo Pinheiro Torres, promotor do movimento de desagravo e Agostinho Alves da Cunha – cónego, datada entre 1972-02-29 a 1972-03-31, relativamente à fixação e publicação de um cartaz, descrito como “…pornográfico…”, que teve como consequência um abaixo-assinado por parte de leigos e religiosos censurando a sua aparição no espaço público. Todavia o bispo do Porto não apoia este abaixo-assinado por não estar “…convencido da intenção blasfema e anti-religiosa nem do propósito direto de ofensa à consciência católica.” mas não condena a ou proíbe a manifestação de desagrado por parte dos ofendidos. Com as seguintes anotações manuscritas “O assunto completo encontra-se arquivado no Proc. Ind. 18167”, “alguns nomes não condizem defeito de impressão” e “novo”, [post. 1972-03-31]
Cópia da intervenção do Almirante Reboredo e Silva na Assembleia Nacional em 1972-03-07 criticando a alocução de António Ferreira Gomes – bispo do Porto declamado em 1972-01-01. Censura as críticas que o bispo do Porto profere contra os militares das forças armadas e os capelães militares, com uma anotação manuscrita “24842” e “S. Central. Arquivar no processo do Bispo do Porto 15/5/72…”,
Formulário da Polícia Internacional e de Defesa do Estado no qual é indicado que a “S.C” solicita ao “…SERVIÇO DE FICHEIROS…” da Direção Geral de Segurança informações sobre “…José Maria Pinto Lereno, de profissão padre, residente em Lisboa”, com uma anotação manuscrita “24842”, e o carimbo “D.G.S. Secção de Ficheiros…16/11/1972”, 1972-11-15
Cópia do acórdão judicial sobre o caso imputado a José da Silva – advogado pelo Desembargador Pedro Vicente de Morais Campilho que o acusou de “…crime de injúria contra autoridade pública…” O tribunal decidiu “…arquivar o processo, com o fundamento de não haver indícios da autoria do crime.” e de “…negar…[o] recurso…” a Pedro Vicente de Morais Campilho – Desembargador, 1972-10-20
Manifesto de António D´Oliveira Maia – padre expressando a sua “…opinião sincera…acerca do problema crucial da divisão da nossa freguesia de Mozelos.”, apela aos habitantes de Mozelos para “…abrirdes de par em par…as portas da nossas igreja paroquial, afim de que todos os filhos de Mozelos se possam lá reunir…” com o objetivo de conservar “…una e indivisa a nossa velhinha freguesia de Mozelos…”, com uma anotação manuscrita “24842” e o carimbo “D.G.S Delegação no Porto – Serviço de Ficheiros…20/10/1972”, Mozelos – Santa Maria da Feira, 1972-10-19
Panfleto intitulado “Mozelenses Conterrâneos Amigos!” de “…Um Mozelense…” defendendo o padre António de Oliveira Maia da paróquia de Mozelos – Santa Maria da Feira como um "…homem íntegro…" e "…não influenciável…" e apela à população desta paróquia que manifeste o seu respeito e que o mesmo seja alvo de uma homenagem, com uma anotação a vermelho “31/10/972 – Enviado pela P.S.P de Aveiro com of. Conf. 24/R desta data…” e com uma anotação manuscrita “24842”, [c. 1972-10-31]
Cópia do panfleto intitulado “O TRAIDOR MIGUEL DE VASCONCELOS em MOSELOS!!!:::” no qual acusa o “…padre Amaro…” de “…traição…” por ter “…atraiçoado a terra que o…[viu] nascer porque apoiou o bispo com o seu voto e com a sua infantil e idiota opinião.”, [c. 1972-09-26]