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Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas. Encontram-se recibos de importâncias despendidas pelo tesoureiro com esmolas concedidas a doentes; relações mensais dos doentes socorridos pelo enfermeiro da Irmandade de Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau. Apresentam a relação nominal dos doentes, quantias despendidas e nota de recibo das quantias entregues pelo tesoureiro ao enfermeiro. Acompanham várias petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de dar parte acerca da condição do doente, ouvindo o médico ou o cirurgião; ordem da Mesa para que o enfermeiro e o médico aceitem o doente pelo tempo determinado; nota de desobrigação do "costume" concedida pelo padre da paróquia; registo do enfermeiro do mês acerca da data em que ocorrerá a visita; nota de visita do enfermeiro ou médico e/ou cirurgião ao doente, com informações sobre a condição em que se encontra; impresso com alta do doente. Contém a data da alta, nome do doente, morada, data do impresso e assinatura do médico; contas e recibos de despesa com esmolas concedidas, medicamentos, ações da Companhia Auxiliadora, funerais, expediente, ordenados, impostos prediais, limpeza de chaminés, entre outras; nos respetivos maços, encontram-se os orçamentos da "Receita e despesa da Irmandade de Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau" relativos aos anos de 1852 e 1853. Contém as seguintes informações: rubricas da receita e despesa ordinária e extraordinária, quantias e assinatura dos mesários. No verso encontra-se a aprovação do Governo Civil e respetiva assinatura; exemplar da edição n.º 183 do Diário do Governo de 17 de agosto de 1872. Contém sublinhado um acórdão do Tribunal de Contas relativo às contas do ano 1854.
Os maços estão organizados por ano, de 1851 a 1854, por mês e dia.
Conta da divida de Laura Franca e seu cônjuge à Irmandade de Nossa Senhora da Caridade das Marinhas de St.º António do Torjal, de 4 de janeiro 1760 a 4 de janeiro de 1779.
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas. Os maços contêm recibos de importâncias despendidas pelo tesoureiro com esmolas concedidas a doentes; recibos do imposto de três por cento sobre o valor dos prédios, ordem de penhora de propriedade e recibo da quantia arrecadada com a penhora de bens. Figuram relações mensais dos doentes socorridos pelo enfermeiro da Irmandade de Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau. Apresentam a relação nominal dos doentes, quantias despendidas e nota de recibo das quantias entregues ao enfermeiro. Acompanham as várias petições dos doentes socorridos, com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de dar parte acerca da condição do doente, ouvindo o médico ou o cirurgião; ordem da Mesa para que o enfermeiro e o médico aceitem o doente pelo tempo determinado; nota de desobrigação do "costume", concedida pelo padre da paróquia; registo do enfermeiro do mês acerca da data em que ocorrerá a visita; nota de visita do enfermeiro ou médico e/ou cirurgião ao doente, com informações sobre a condição em que se encontra; contas da despesa feita com o mesmo. Constam recibos e contas de despesas com esmolas concedidas, medicamentos, enterros, limpeza de chaminés, festa da Caridade, foros, ordenados, multas, obras em propriedades da irmandade, entre outras. Juntamente encontra-se uma "Conta da receita e da despesa da Irmandade de Nossa Senhora da Caridade" do ano de 1843, assinada pelos mesários da "Casa do Despacho".
Os maços encontram-se organizados por ano, de 1840 a 1843, por mês e dia. Os maços estão numerados de 78 a 81.
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas. Os maços contêm recibos de importâncias despendidas pelo tesoureiro com esmolas concedidas a doentes. Acham-se relações mensais dos doentes socorridos pelo enfermeiro da Irmandade de Nossa Senhora da Caridade da freguesia de São Nicolau. Apresentam a relação nominal dos doentes e quantias despendidas. Acompanham várias petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de dar parte acerca da condição do doente, ouvindo o médico ou o cirurgião; ordem da Mesa para que o enfermeiro e o médico aceitem o doente pelo tempo determinado; nota de desobrigação do "costume", concedida pelo padre da paróquia; registo do enfermeiro do mês acerca da data em que ocorrerá a visita; nota de visita do enfermeiro ou médico e/ou cirurgião ao doente, com informações sobre a condição em que se encontra; impresso com alta do doente. Contém a data da alta, nome do doente, morada, data do impresso e assinatura do médico; contas e recibos de despesas com esmolas concedidas, medicamentos, ordenados, limpeza de chaminés, impostos prediais, despesas de expediente, entre outras; juntamente encontra-se uma certidão de recibo referente a uma herança.
Os maços estão organizados por ano, de 1847 a 1850, por mês e dia.
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas. Os maços contêm petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de dar parte ouvindo o médico acerca da condição do doente; a deliberação da Mesa acerca da petição e rubrica do procurador; nota de desobrigação do "costume" ao doente pelo padre da paróquia; nota de visita do médico ao doente com informações sobre o seu estado de saúde. Surge com algumas petições a nota de visita do cirurgião; contas de despesa com os doentes e notas de recibo das quantias entregues pelo tesoureiro ao enfermeiro. Acompanham recibos de despesa feita com o boticário, pagamento da décima, gastos de expediente, ordenados, entre outros. Juntamente encontram-se contas de receita do arrendamento de propriedades.
Os maços estão organizados por ano, de 1800 a 1808, por mês e dia. Encontram-se numerados de 38 a 46.
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas. Os maços contêm petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de dar parte acerca da condição do doente, ouvindo o médico ou o cirurgião; deliberação da Mesa acerca da petição e rubrica do procurador; nota de desobrigação do "costume" ao doente pelo padre da paróquia; solicitação do enfermeiro pedindo que o médico visite o doente; nota de visita do médico ao doente com informações sobre o seu estado de saúde. Com algumas petições surge a nota de visita do cirurgião; contas de despesa com os doentes e notas de recibo das quantias entregues pelo tesoureiro ao enfermeiro. Acompanham recibos de despesa feita com o boticário, pagamento da décima, ordenados, limpeza de chaminés, entre outros.
Os maços encontram-se organizados por ano, de 1809 a 1817, por mês e dia. Os maços estão numerados de 47 a 55.
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas dos seguintes tesoureiros: Domingos António Jaques, Pedro Nunes Colares, Francisco da Silva Carneiro, Estevão Lopes Cardoso. Os maços apresentam na frente um fólio com o nome do tesoureiro, data em que principiou e findou "com o seu livro da despesa" e breve descrição do conteúdo do maço. Os maços contêm petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de informar acerca da condição do doente; a deliberação da Mesa e rubrica dos mesários; nota de desobrigação da quaresma ao doente pelo padre; nota de visita do enfermeiro ao doente com informações sobre o seu estado de saúde; contas de despesa com o doente e nota de recibo das quantias entregues pelo tesoureiro ao enfermeiro. Acompanham recibos de despesa feita com o boticário, ordenados, pagamento da décima, obras em propriedades, entre outros. Surgem também, contas de receita com o arrendamento de propriedades.
Os maços acham-se organizados por tesoureiro e numerados de 14 a 19.
Despesas com o auxílio de irmãos e paroquianos doentes, entre outras despesas dos seguintes tesoureiros: Domingos António Jaques, Francisco Xavier Vieira, Felipe Nunes Colares, Manuel António Alves, João de Almeida. Os maços apresentam na frente um fólio com o nome do tesoureiro, data em que principiou e findou "com o seu livro da despesa" e breve descrição do conteúdo do maço. Os maços contêm petições com as seguintes informações: pedido de auxílio do doente; nota do Provedor da Mesa encarregando o "enfermeiro do mês" de informar acerca da condição do doente; a deliberação da Mesa e rubrica do procurador; nota de desobrigação da quaresma ao doente pelo padre; nota de visita do enfermeiro ao doente com informações sobre o seu estado de saúde; informações sobre o estado de saúde dos doentes; contas de despesa com os doentes e notas de recibo das quantias entregues pelo tesoureiro ao enfermeiro. Acompanham recibos de despesa feita com o boticário, pagamento da décima, despesas de expediente, entre outros. Surgem também contas de receita com o arrendamento de propriedades.
Os maços encontram-se organizados por tesoureiro e numerados de 7 a 13.
