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Indica o volume da “Brotéria” onde fez referência ao estudo de Alfredo Pimenta sobre a lírica seiscentista. Esclarece que a “Brotéria” não fez uma apreciação do livro “Estudos Filosóficos e Críticos” porque não lhe foi oferecido nenhum exemplar.
Esclarece o sentido do seu artigo e considera que era despropositado citar o estudo de Alfredo Pimenta. Clarifica os critérios de apreciação de obras. Acrescenta que, quando o livro “Estudos Filosóficos e Críticos” foi publicado, não era diretor da “Brotéria”.
Acusa a receção da carta de Alfredo Pimenta e agradece a atenção. Comunica que vai transmitir as explicações.
Informa que ainda não leu o folhetim de Alfredo Pimenta no “Diário de Notícias” e justifica a dificuldade em comentá-lo.
Acusa a receção de uma carta dirigida ao padre Domingos Maurício.
Acusa a receção do opúsculo “A história da Igreja do padre Miguel de Oliveira”. Indica que anda muito absorvido com a visita canónica das Casas da Província.
Justifica a demora em acusar a receção do opúsculo sobre a “História da igreja”, do padre Miguel de Oliveira.
Faz referência à recensão mencionada por Alfredo Pimenta. Concorda que não é exato dar a primazia, nas Letras portuguesas, a João Ameal relativamente à “Philosophia perennis” e isenta o autor da recensão de intenções depreciativas.
Acusa a receção da carta de pêsames pela morte do padre Ledóchovski e agradece as palavras sobre a Companhia de Jesus. Informa que já não é provincial e que está encarregado da direção do Colégio Nun’Alvares.