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Diogo Freitas do Amaral afirma que o CDS não colocará em causa a Aliança Democrática, na sessão do II Congresso das Mulheres Centristas.
O Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, desafia o líder do MPLA, José Eduardo Santos, a libertar os portugueses presos em Angola.
O ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, afirma que Portugal poderia reconsiderar as facilidades concedidas à NATO, se a Aliança continuasse a não cumprir os seus compromissos militares em relação ao país.
Encontro entre o vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, e o Presidente da República brasileira, João Figueiredo.
O vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, destaca os benefícios dos investimento brasileiro em Portugal, aborda o problema das Lajes e o processo de revisão constitucional.
O vice-primeiro-ministro, Diogo Freitas do Amaral, revela a posição de Portugal face ao conflito das Malvinas, aborda renegociação do acordo das Lajes, critica o PCP e que a Aliança Democrática continua "unida e firme como uma rocha".
Discurso do vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, nas comemorações do "10 de Junho", no Brasil.
Discurso do vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, nas comemorações do "10 de Junho", no Brasil.
Discorre sobre a crise política no seio da Aliança Democrática em resultado da eleição do Presidente da Assembleia da República.
Aborda a crise e instabilidade instalada no seio da Aliança Democrática.
Aborda as reacções de figuras destacadas do Governo da AD à jornada de luta dos sectores público, nacionalizado e participado.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
Discorre sobre a afirmação de Diogo Freitas do Amaral em que considera a Extinção do Conselho da Revolução, a 30 de outubro, o "dia da liberdade".
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, pede uma cimeira urgente da Aliança Democrática.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera possível e desejável que a AD continue até 1988. Afirma que ainda é possível resolver a eleição para a presidência da Assembleia da República.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera possível e desejável que a AD continue até 1988. Afirma que ainda é possível resolver a eleição para a presidência da Assembleia da República.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera possível e desejável que a AD continue até 1988. Afirma não ter ainda uma decisão definitiva sobre a sua candidatura presidencial.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera ilegítimo demitir o Governo e dissolver o Parlamento por causa dos resultados das eleições autárquicas.
Critica a intervenção televisiva do vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral.
Reacção às declarações do presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, sobre o encerramento das empresas deficitárias do sector nacionalizado.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera ilegítimo demitir o Governo e dissolver o Parlamento por causa dos resultados das eleições autárquicas.
Critica a prestação televisiva de Diogo Freitas do Amaral e a Aliança Democrática.
Critica o facto da RDP publicitar, no final do noticiário, a entrevista de Diogo Freitas do Amaral à RTP.
Aborda as criticas do vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, aos Estados Unidos da América na questão do gasoduto soviético.
Analisa a participação de Diogo Freitas do Amaral no programa «Domingueiro» da Rádio Comercial.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera ilegítimo demitir o Governo e dissolver o Parlamento por causa dos resultados das eleições autárquicas.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, considera ilegítimo demitir o Governo e dissolver o Parlamento por causa dos resultados das eleições autárquicas.
Discorre sobre a aprovação da Lei da Defesa Nacional e a criação de um superministério.
Discorre sobre a ambição política de Diogo Freitas do Amaral.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
Deslocação do vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, a Inglaterra, para sensibilizar o primeiro-ministro britânico, Margareth Thacher, no sentido de votar, nas Nações Unidas, a favor de Portugal relativamente a Timor-Leste.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, rejeita a intocabilidade das empresas públicas e questiona o PS sobre a coligação PS/CDS de 1978.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, rejeita a intocabilidade das empresas públicas
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, rejeita a intocabilidade das empresas públicas
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, acusa o Presidente da República de ser o único culpado da redução de poderes presidenciais verificada com a revisão constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, rejeita que o CDS queira mandar na AD, elogia a revisão constitucional e aborda as eleições autárquicas e as coligações PS/PSD.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, elogia a revisão constitucional.
Deslocação do Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, aos distritos de Aveiro e Viseu, onde se encontrará com as Comissões Executivas Concelhias e os candidatos da AD às próximas eleições autárquicas.
Visita partidária do presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, ao Alentejo, onde defende a continuidade da Aliança Democrática até 1988.
Divergências no seio da Aliança Democrática. Diogo Freitas do Amaral considera especulação uma possível candidatura presidencial.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, comenta a eleição do Presidente da Assembleia da República e a sua possível candidatura à presidência da República.
Debate entre os líderes dos principais partidos políticos: os representantes da AD defendem a necessidade de uma revisão constitucional com o apoio do PS; Mario Soares acusa o Governo de não resolver os grandes problemas nacionais; Álvaro Cunhal responsabiliza o Governo pela crise económica.
Digressão partidária do Presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, nos distritos de Évora e Beja.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, considera a proposta de Lei de Defesa Nacional como uma peça fundamental que faltava no ordenamento político e jurídico.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, afirma que todos os ministérios deverão ter uma tarefa específica em matéria de Defesa Nacional.
O ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, informa que está ser preparada legislação sobre Defesa Nacional, que incluirá a Lei do serviço militar e a lei orgânica do departamento que lhe está confiado.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, critica a actuação política do Presidente da República e considera a remodelação governamental boa para o Governo.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, afirma que todos os ministérios deverão ter uma tarefa específica em matéria de Defesa Nacional.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, critica a actuação política do Presidente da República e considera a remodelação governamental boa para o Governo.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, critica a actuação política do Presidente da República e considera a remodelação governamental boa para o Governo.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, Diogo Freitas do Amaral, critica a actuação política do Presidente da República e considera a remodelação governamental boa para o Governo.