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Defende que chegou a altura de pôr em prática "o projeto de nós todos, o nosso 25 de Abril". Analisa as eleições antecipadas.
Formação do III Governo Constitucional.
Reunião de membros da direcção do PS com jornalistas estrangeiros. Comunicado do CDS em que a par da concordância com a indigitação de Nobre da Costa, define os pressupostos para apoio do futuro Governo.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a bipolarização democrática em Portugal.
Aborda a hostilidade do CDS contra o PS e o II Governo Constitucional.
A CGTP revela não ter quaisquer ilusões com o novo Primeiro-Ministro, Nobre da Costa. Justifica a sua posição.
Formação do III Governo Constitucional.
A Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) espera uma atuação positiva do Primeiro-Ministro, Nobre da Costa.
Aborda a relação entre o CDS e a Igreja Católica.
Reacções à indigitação de Nobre da Costa como Primeiro-Ministro.
Tendo como pano de fundo o "desentendimento" entre Diogo Freitas do Amaral e Manuel Portugal, critica duramente o líder do CDS e o partido.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, demarca o PS da formação do III Governo Constitucional.
O Primeiro-Ministro, Mário Soares, afirma que o Governo vive uma situação difícil.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, recebe mensagens de apoio e incentivo de dirigentes governamentais e partidários de vários países.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, afirma que o partido não se fará representar no III Governo Constitucional.
Aborda a exoneração do II Governo e a indigitação do III Governo Constitucional.
O Primeiro-Ministro, Nobre da Costa, define os objetivos do III Governo Constitucional.
O CDS não se opõe à indigitação de Nobre da Costa como Primeiro-Ministro e assinala que «é inviável qualquer Governo que não conte com o apoio explicito do PS e de, pelo menos, outro partido».
O CDS considera inviável qualquer Governo que não conte com o apoio do PS e reafirma que o seu apoio ao novo Executivo dependerá da composição e respectivo programa.
A UDP critica a decisão do Presidente da República, António Ramalho Eanes, por indigitar Nobre da Costa para Primeiro-Ministro.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o Partido não entrou para o II Governo Constitucional para que este tivesse uma política mais à esquerda que o anterior.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o CDS não entrou para o Governo para que este tivesse uma política mais à esquerda.
O Vice-presidente do CDS, Adelino Amaro da Costa, afirma que o Partido provocou a crise política porque não está disposto a manter-se solidário no Governo.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, dá a entender que os militantes do partido não deverão integrar o Governo de Nobre da Costa.
O Presidente da República, António Ramalho Eanes, traça uma panoramica sobre as relações seculares entre Portugal e a França e salienta que Portugal conhece os custos a pagar pela integração no Mercado Comum.
A UDP não concorda com a indigitação de Nobre da Costa como Primeiro-Ministro.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, informa que não está interessado em participar no Governo sem haver eleições.
O Secretário-Geral do PCP, Álvaro Cunhal, recusa comentar a indigitação de Nobre da Costa e afirma que "viveremos em Liberdade e Democracia".
Jorge Miranda considera que os resultados da eleição presidencial serão um critério da escolha do Primeiro-Ministro.
Análise crítica à reunião do Conselho da União Europeia Feminina.
Reacções dos partidos à indigitação de Nobre da Costa para o cargo de Primeiro-Ministro.
Reunião do Secretariado da Comissão Política do CDS para analisar a situação político-partidária.
O PCP considera que o Primeiro-Ministro indigitado, Nobre da Costa, não reúne as características necessárias para solucionar a crise.
Indigitação de Nobre da Costa para o cargo de Primeiro-Ministro.
Resumo da sessão plenária dos trabalhos do Conselho da União Europeia Feminina.
O PSD desmente uma notícia sobre a não oposição do partido à presença de comunistas no Governo e que o novo chefe do Governo deve ser do PS.
O PS considera que não foi cumprido o Artigo n.º 190º da Constituição.
O CDS apresenta três condições para dar o seu apoio ao Governo.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, dá a entender que os militantes socialistas não integrarão o Governo de Nobre da Costa.
Formação do III Governo Constitucional.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a constituição de um bloco conservador integrando o PSD, o CDS e parte do PS, com vista à tomada do poder.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, crítica as declarações de Mário Soares e Francisco Sá Carneiro.
O Ministro da Agricultura e Pescas, Luís Saias, afirma ter ideias muito claras acerca da política agrícola em Portugal.
O Secretário-Geral do PCP, Álvaro Cunhal, afirma que a crise política resulta do medo da direita das eleições de 1980 e que os objetivos imediatos do CDS se inserem na "liquidação das conquistas democráticas da Revolução portuguesa".
O PS não cede à remodelação ministerial e "condena e desautoriza" as recentes tomadas de posição de António Barreto, Medeiros Ferreira e Sousa Tavares.
Os lideres do CDS revelam desconforto com as críticas de bispos católicos.
O Vice-presidente do CDS, Adelino Amaro da Costa, regista uma abertura do PS para o diálogo revela que o seu partido provocou esta crise política porque não está disposto a manter-se solidário com o Governo.
O CDS pretende que o Governo institua uma salário para «domésticas».
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o Partido não entro no Governo para que este tivesse uma política mais à esquerda que o anterior.
Crise política do II Governo Constitucional.
Elogia a decisão do Presidente da República, António Ramalho Eanes, em indigitar Nobre da Costa como Primeiro-Ministro do III Governo Constitucional. Critica a atuação dos partidos políticos.
Discussão e aprovação do Programa de Governo na Assembleia da República.
O Presidente da Comissão Política Nacional do PSD, Menéres Pimentel, critica a posição do CDS na crise política que Portugal atravessa.
O PSD critica a atuação política do CDS.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de Salvação Nacional, como a única forma de resolver os problemas com que o País se debate.
O Comité Central do Partido Comunista considera que os objetivos imediatos do CDS se inserem na "liquidação das conquistas democráticas da Revolução portuguesa".
Reunião entre os líderes do PS e CDS, em Sã Bento, para analisarem a crise governamental.
A Comissão Política da Área Metropolitana de Lisboa analisa a crise política.
Transcrição da entrevista do Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, à RTP, em que aborda, entre outros assuntos: o seu afastamento e posterior regresso e também o VI Congresso do PSD, o futuro do PSD e a crise governamental.
O Secretário de Estado da Industria Ligeira, Nuno Abecassis, afirma que o CDS abandonará a coligação governamental caso não sejam encontradas soluções satisfatórias para que o Governo possa ter a máxima eficiência.
Comentários da imprensa estrangeira à indigitação de Nobre da Costa como Primeiro-Ministro.
António Barreto comenta a política do Ministério da Agricultura e Pescas.
O Primeiro-Ministro, Mário Soares, acentua a importância do encontro na Guiné-Bissau dos Presidentes Eanes e Neto e revela satisfação com a e evolução do processo de adesão de Portugal à CEE.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, defende que uma boa solução para a crise depende da posição responsável ou irresponsável que o PS venha a assumir.
Posição dos diferentes partidos sobre a formação do III Governo Constitucional.
Posição do PS e do PCP em relação à formação do III Governo Constitucional.
O Primeiro-Ministro, Mário Soares, considera que a adesão de Portugal ao Mercado Comum não criará dificuldades à França.
Formação do III Governo Constitucional.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, enaltece a realização, em Portugal, do Conselho da União Europeia Feminina.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, defende uma remodelação governamental para dar «um sopro de entusiasmo ao Executivo".
Formação do III Governo Constitucional.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a formação de um Governo de Salvação Nacional, em vez de eleições antecipadas.
O PS aceita discutir quatro propostas do CDS.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o partido não pode apoiar um Governo cuja a atuação no campo da agricultura ou no de qualquer outro Ministério seja de complacência ou concessão ao PC.
Realização de uma reunião entre os líderes do PS e CDS para resolução da crise política.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o partido não entrou para o Governo para que este tivesse uma política mais à esquerda que o anterior.
O presidente do CDS, Diogo Freitas do Amaral, afirma que o partido não entrou para o Governo para que este tivesse uma política mais à esquerda que o anterior.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, sugere um Conselho de Ministros presidido pelo Presidente da República.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, defende a constituição de um bloco conservador integrando o PSD, o CDS e parte do PS, com vista à tomada do poder.
O Secretário-Geral do PCP, Álvaro Cunhal, caracteriza a ofensiva desencadeada pelo CDS, ao apresentar um ultimato ao PS, como uma estratégia de restauração do poder económico e político dos grupos monopolista e dos latifundiários, a liquidação da democracia portuguesa e a instauração de uma nova ditadura.
Defende um Governo PS-CDS ou de iniciativa presidencial como solução para a crise.
O Ministro da República para os Açores, Galvão de Melo, elogia a indigitação de Nobre da Costa como Primeiro-Ministro do III Governo Constitucional.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, afirma que os socialistas, em princípio, não irão participar no III Governo Constitucional. Defende eleições antecipadas caso não seja encontrado um acordo interpartidário no quadro da Assembleia da República.
O Secretário-Geral do PS, Mário Soares, considera a formação do III Governo Constitucional como um golpe antidemocrático.
