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A situação da política nacional e o papel do PCP; as razões e os efeitos do fracasso da política dos governos anteriores; traça o quadro de soluções propostas pelo PCP para a saída da crise.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, entende que o primeiro-ministro deve ser um civil, com um programa de governo que ganhe uma base de apoio na Assembleia da República.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, comunicou ao presidente da República a disponibilidade de analisar o programa e a composição do futuro governo.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, entende que o primeiro-ministro deve ser um civil, com um programa de governo que ganhe uma base de apoio na Assembleia da República.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, defende um novo governo com base na atual Assembleia da República, critica o CDS e aborda o papel do Presidente da República.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que qualquer solução para a crise governamental deve ser procurada no quadro constitucional do regime democrático, ou através de eleições gerais antecipadas.
Justifica a posição do PCP na moção de confiança apresentada pelo governo e considera necessário um acordo PS-PCP.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica o I governo Constitucional, o PSD e o CDS.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, apresenta como solução para a crise a formação de um governo apoiado por uma maioria na Assembleia da República. Caso isso não seja possível, defende a realização de eleições antecipadas.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que se esgotou a fórmula de governo PS sozinho. Discorre sobre a crise que o país atravessa. Apresenta soluções.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, recusa apoiar um governo apoiado pelo PSD e pelo CDS, com a tolerância do PS. Defende a constituição de um governo de Gestão e a realização de eleições no prazo mais breve possível.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, explicita as teses comunistas insertas na resposta ao memorando do governo, considera que a fórmula do governo PS sozinho esgotou-se e critica a formação de um governo apoiado pelo PS, PSD e CDS.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, refere os pontos que não permitem um acordo político com PS.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica o acordo PS-CDS e um possível acordo tripartido PS-CDS-PPD. Revela que o PCP continua a aberto às negociações com o PS.
Parecer da Comissão Constitucional relativo ao afastamento das Forças Armadas dos militares implicados nos acontecimentos do 11 de Março e 25 de Novembro de 1975.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que o novo governo irá agravar os problemas nacionais. Apresenta os objetivos do PCP para 1978.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, afirma que os trabalhadores devem combater a campanha desestabilizadora da extrema-direita fascista e a política económica do governo.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica o acordo PS-CDS e revela a disponibilidade do PCP em manter abertas as negociações com o PS.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, sugere duas saídas para a crise: ou eleições antecipadas ou uma plataforma de entendimento entre as forças sociais e políticas.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, defende que a única alternativa para a crise é um governo democrático que respeite as leis, ou a realização de eleições intercalares ou antecipadas para a Assembleia da República.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, alerta para a necessidade de se lutar contra a política de recuperação capitalista, latifundista e imperialista do governo de coligação PS-CDS e contra as atividades desestabilizadoras, conspiradoras e golpistas da coligação MIRN-PPD/Sá Carneiro.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, desvaloriza o caso dos dissidentes russos e opõe-se à adesão de Portugal à CEE.
Negociações partidárias conduzidas por Mário Soares com vista à formação do II governo Constitucional.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que qualquer solução para a crise governamental deve ser procurada no quadro constitucional do regime democrático, ou através de eleições gerais antecipadas.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, na Festa da Alegria, em Braga, afirma que a "reacção" desenvolve uma intensa campanha anticomunista cujo o objetivo é fazer dos católicos a base de apoio aos partidos reacionários.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, aborda os salários dos dirigentes comunistas e atacou a lei de bases da Reforma Agrária.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, num comício em Braga, criticou o governo de Mota Pinto e apontou duas soluções para a crise política. Considera as alianças do PS com o PPD e com o CDS nocivas para o regime democrático.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, mostra-se desiludido com I governo Constitucional por continuar «uma ofensiva contra a Reforma Agrária e as empresas intervencionadas com a sua restituição ao patronato sabotador».
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que o governo de Mota Pinto será pior que o de Nobre da Costa.
O PCP defende o estabelecimento de uma plataforma que possibilite a recuperação económica e evite o abismo do colapso financeiro.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, nas conclusões da 2ª Conferência da Reforma Agrária, defendeu a suspensão e a revogação da Lei Barreto e que a consolidação e o progresso da Reforma Agrária só será possível com um governo democrático.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que em Portugal não existe o perigo de um golpe de estado, no entanto, alerta para o perigo da restauração do poder dos monopólios, associados ao imperialismo, e dos latifundiários.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica a política governamental, considera que "a restituição ilegal e arbitrária de terras e empresas a agrários e capitalistas sabotadores está a causar prejuízos à economia nacional". Por seu turno, o PS retém a oposição do PCP a qualquer moção de censura contra o governo e revela preocupação com com o conceito de Democracia aquele Partido.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acusa o governo de violar a Constituição e de ser um grave perigo para o futuro democrático de Portugal.
Reações partidárias ao discurso do Presidente da República, António Ramalho Eanes.
O Secretário-Gela do PCP, Álvaro Cunhal, defende uma nova política e um novo governo, este com comunistas.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, no encerramento da 2ª conferência da Reforma Agrária, em Évora, anuncia a aprovação do plano das sementeiras e destaca a importância da Reforma Agrária.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, defende a substituição ou a remoção do governo do PS.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, sugere duas saídas para a crise: ou eleições antecipadas ou uma plataforma de entendimento entre as forças sociais e políticas.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que a manutenção, ou mesmo o melhoramento das condições de vida dos trabalhadores, não é incompatível com a solução dos problemas económicos e financeiros do País.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, na I Assembleia da Organização Concelhia de Vila Franca de Xira, analisa o contexto político, considera que o movimento operário e popular e as forças democráticas, têm de lutar em duas frentes: «contra a política do governo de coligação PS/CDS, outra contra a conspiração fascista e fascizante que se desenvolve com vista a precipitar a liquidação da democracia portuguesa».
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que os acordos com o FMI foram maus para o país. Acusa a extrema-direita de desestabilização económica, política, social e militar.
O PCP propõe a mobilização dos recursos e energias nacionais para a saída da crise e a defesa e melhoria do nível de vida dos trabalhadores e das classes e camadas médias.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, aborda as diferenças com o PCE e as relações com os países socialistas.
A política do governo PS-CDS, a ameaça fascista e uma política de unidade na I Assembleia da Organização Concelhia de Vila Franca de Xira.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, no Encontro Nacional sobre a Educação e o Ensino, apela a todos os antifascistas e a todos os democratas para que se unam contra a reacção na defesa das liberdades e do regime democrático, na defesa do 25 de Abril.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, na I Assembleia da Organização Concelhia de Vila Franca de Xira, considera que o movimento operário e popular e as forças democráticas têm de lutar em duas frentes: «contra a política do governo de coligação PS/CDS, outra contra a conspiração fascista e fascizante que se desenvolve com vista a precipitar a liquidação da democracia portuguesa».
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acusa os governos regionais dos Açores e Madeira de fazerem a defesa do separatismo e de conspirarem contra a democracia e contra Portugal.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, exorta os trabalhadores a defenderem a Reforma Agrária.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, em Coruche, alerta para casos de reservas entregues a agrários que se encontram praticamente abandonadas.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, afirma que a Reforma Agrária está reconhecida na Constituição e faz parte integrante do regime democrático.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera as Forças Armadas como o garante da democracia e da independência nacional, acentua a importância do Conselho da Revolução e fato do cargo de Presidente da República ser desempenhado por um militar.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, critica o acordo com o FMI, que considera um «garrote no pescoço de Portugal».
A política do governo, a situação das classes médias, o perigo do fascismo, as organizações e movimentos camponeses e o papel do PCP.
Otávio Pato critica o governo e denuncia uma campanha reaccionária e fascizante, polarizado em torno do eixo PSD-Sá Carneiro e MIRN-Kaúlza de Arriaga. Álvaro Cunhal destaca o encontro entre Ramalho Eanes e Agostinho Neto.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera os empréstimos contraídos pelo governo de Mário Soares «gravosos para o futuro e para a independência de Portugal».
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, em visita à Polónia, considera fundamental uma diversificação das relações externas, nomeadamente com países socialistas. Aborda os incidentes do 10 de junho.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, numa assembleia de artistas e escritores do PCP, critica a política do governo PS-CDS.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acusa a "reacção de caluniar os chefes militares" e faz um ataque ao "esquerdismo pseudo-revolucionário e divisionista». Critica o governo PS-CDS.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, defende que a solução para a crise político-governativa passa pela formação de uma plataforma democrática ou eleições gerais antecipadas.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, argumenta porque não é momento para eleições antecipadas.
IX Comício do PCP: as criticas ao governo de Mota Pinto, as características do novo Comité Central e a ausência de Vital Moreira.
O secretário-geral do CDS, Álvaro Cunhal, traçou as linhas fundamentais de 1977 e avança com algumas perspetivas para 1978.
Intenção do PS e do PCP em apresentarem uma segunda moção de censura no caso do governo continuar em funções. O alargamento do Comité Central do PCP.
A conferência do secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, integrada na série de «Conferências Democráticas», em que este defende que a sobrevivência e a continuidade da Constituição se confunde com a continuidade e sobrevivência da democracia.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que o CDS pretende uma antecipação da revisão da Constituição.
Campanha de recrutamento do PCP, intitulado «Promoção Conquistas de Abril».
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, considera que o CDS pretende uma antecipação da revisão constitucional e que a integração europeia será um desastre para Portugal.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, recusa que o Partido seja "muleta" de um governo PS ou de um governo PS-CDS. Acredita que o PCP terá uma «palavra a dizer» no tocante à formação de um novo governo.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acredita que as Forças Armadas continuarão a ter um papel específico no sistema de poder político. Projeta as eleições de 1980.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, apresenta soluções para a crise económica e defende o respeito da Constituição como garante da democracia.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acredita que o país possa sair da crise com a consolidação, a garantia e o aproveitamento das potencialidades das grandes conquistas da Revolução: as nacionalizações, a Reforma Agrária, o controlo operário, os direitos dos trabalhadores.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acredita que o país possa sair da crise com a consolidação, a garantia e o aproveitamento das potencialidades das grandes conquistas da Revolução: as nacionalizações, a Reforma Agrária, o controlo operário e os direitos dos trabalhadores.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, afirma que o Partido apenas subscreve uma plataforma de entendimento que respeite a Constituição.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, analisa as modificações na vida política portuguesa (queda do governo minoritário do PS) e reafirma os princípios que o PCP aponta como base de negociação para a saída da crise que o país atravessa.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, revela que o Partido continua aberto a negociações com o governo e com o PS; defende uma plataforma entre forças sociais e políticas que permita ultrapassar a crise económica financeira e social.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, afirma que o Partido ainda não decidiu a sua posição sobre a moção de confiança apresentada pelo governo.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, acredita que o regime democrático encontrará soluções para a crise política.
secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, aborda, entre outros assuntos, os seguintes temas: o momento político, o «memorando» do governo e as propostas do PCP, um novo governo, a Assembleia Concelhia e o perigo da reacção.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, defende um acordo PS-PCP para a "resolução dos problemas nacionais".
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, defende que qualquer plataforma de entendimento tem de assentar no respeito da Constituição e da dinâmica das diversas formações económicas surgidas após o 25 de abril de 74.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, analisa a crise política e defende que o Partido é o único defensor das conquistas da revolução, das liberdades e direitos dos cidadãos, do regime democrático e da independência de Portugal.
O secretário-geral do PCP, Álvaro Cunhal, justifica a queda do Primeiro governo Constitucional. Defende que a solução para a crise passa por um acordo entre o PCP e o PS.