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Acusa a receção do livro “Memórias do Mosteiro de Paço de Sousa”, que agradece.
Agradece a obra “Memórias do Mosteiro de Paço de Sousa e Índex dos Documentos do Arquivo”.
Acusa a receção do livro “Duarte darmas e o seu livro das fortalezas”.
Pedem a Alfredo Pimenta que lhes envie as obras “Textos com Aljamia Portuguesa. Estudo filológico e histórico”, de David Lopes, e “Les découvertes portugaises”, de M. F. de P. Leite Pinto, em troca de obras publicadas pelo Consejo, de valor equivalente.
Agradece a obra “Idade – Média” que irá para a secção da biblioteca dedicada à bibliografia portuguesa.
Acusam a receção de um exemplar da obra “A carta de feudo a Claraval”.
Acusa a receção das obras “A carta de feudo a Claraval”, “A doação de Vila do Conde a Maria Pães” e “Para a história da Academia Portuguesa da História”. Acusa, ainda, a receção da coleção do “Boletim de Trabalhos Históricos”, do Arquivo Municipal de Guimarães. Envia o volume I de “Memorias de la Facultad de Filosofia y Letras” com estudos relativos à Idade Média. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Esclarece as normas regulamentares pelas quais o Consejo se rege em relação ao destino das suas publicações.
Agradece o envio de um exemplar do livro “Fuero Real de Alfonso X, o Sábio”.
Acusam a receção das obras “Os forais medievais vimaranenses” e “Alguns Documentos para a história de Idanha-a-Velha”, de Alfredo Pimenta.