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Joaquim Belford Correia da Silva foi um escritor português, nasceu em Lisboa, a 14 de junho de 1908, faleceu em Lisboa, a 10 de junho de 1979, conhecido como Joaquim Paço d'Arcos. Exerceu diferentes cargos, mas destacou-se como romancista, dramaturgo, ensaísta e poeta, premiado diversas vezes, foi muito lido nos anos 40 e 50 do século XX. Colaborou na revista Portugal Colonial (1931-1937) e na Revista Municipal (1939-1973) publicada pela Câmara Municipal de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Paço_d%27Arcos
Nasceu na Póvoa de Varzim a 12 de fevereiro de 1929 e faleceu na cidade do Porto a 19 de maio de 1987. Licenciou-se em Ciências Histórico-filosóficas pela Universidade de Coimbra e foi docente na Escola Superior de Belas Artes e na Faculdade de Letras do Porto. Estudioso da arqueologia e da etnografia, investigador criterioso e atento da história local, Flávio Gonçalves consagrou-se, sobretudo, como reputado historiador da arte portuguesa nos séculos XVII e XVIII. In: http://ww.cm-pvarzim.pt/biblioteca/index.php?op=h_personalidades&id=1
Luís Leite de Faria era filho de António Baptista Leite de Faria [1870-1957] e de Lúcia Eduarda Pessanha de Sequeira Braga [1881-1969] e irmão do poeta Guilherme de Faria. In: https://archeevo.amap.pt/details?id=91443
Pedro Teotónio Pereira foi um político e diplomata português, nasceu em Lisboa a 7 de novembro de 1902, faleceu também em Lisboa, a 14 de fevereiro de 1972. Licenciado em Matemáticas Superiores pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, cedo se fez notar. Salazar reconhecendo a sua competência, nomeia-o por diversas vezes para vários cargos, dos quais se destacam, a nomeação em 1936 para Ministro do Comércio e Indústria, cargo que ocupou até 1937, e a nomeação para embaixador em Madrid a 20 de maio de 1938. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Teotónio_Pereira
Constituída por um único documento enviado por cada autor.
Foi diretor do "Diário do Minho" entre 27 de Abril de 1936 a 14 de Abril de 1970. In: https://www.diariodominho.pt/2019/04/15/ha-50-anos-era-assim-no-diario-do-minho-de-um-editorial-que-fez-e-faz-historia/
Alírio Gomes de Melo, padre, escritor, crítico literário, professor e jornalista, foi um dos fundadores do semanário aveirense Correio do Vouga. Faleceu em Oliveira de Azeméis em 1973. In: http://ww3.aeje.pt/avcultur/avcultur/Calendaveiro/07Jul_30.htm
António Maria Santos da Cunha nasceu a 10 de novembro de 1911 e faleceu a 26 de março de 1972. Exerceu o cargo de presidente da Câmara Municipal de Braga, entre 28-11-1949 e 10-03-1961. Foi oficial da Ordem da Instrução Pública e Comendador da Ordem Militar de Cristo, Governador Civil do Distrito de Braga de 30-11-1968 até 26-03-1972, deputado à Assembleia Nacional, durante duas legislaturas, e ainda Presidente da Santa Casa da Misericórdia de Braga. In: https://www.cm-braga.pt/pt/1201/conhecer/historia-e-patrimonio/patrimonio-cultural/patrimonio-estatuario/item/item-1-11954
João Jorge Maltieira e Silva filho de João Silva e de Emília Maltieira, nasceu no Cartaxo a 18 de julho de 1908 e faleceu no Rio de Janeiro a 2 de fevereiro de 1994. Tirou o Curso Superior de Pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa. Foi professor do ensino técnico na Escola Industrial de Domingos Sequeira, em Leiria, na Escola Comercial e Industrial em Guimarães e na Escola Faria de Guimarães, no Porto. Enquanto ceramista desenvolveu esta sua especialidade artística na Fábrica de Sacavém, na Fábrica Vieira da Natividade, em Alcobaça, e em Araruama, no Brasil, entre outras. Foi igualmente vogal e diretor da Sociedade Nacional de Belas Artes e diretor artístico da Exposição do Ribatejo, realizada no Cartaxo. In: https://www.cm-cartaxo.pt/Info/Agenda/Documents/2017/olhares-guiao-exposicao.pdf
Correspondência relativa a tomada de posse como vice-presidente da Câmara.
Homem de Teatro, Poeta, Ficcionista e Investigador de Etnologia Rural, particularmente no que se refere à região do Alentejo. Licenciado pela Faculdade de Letras de Lisboa, dedicou grande atenção aos temas populares susceptíveis de serem teatralizados, tendo compilado e dado à estampa várias peças de teatro de todo o País. Fundou um grupo experimental, Teatro de Arco-da-Velha, que levou à cena teatro grego e alguns clássicos portugueses em espectáculos para operários, e, em 1955, fundou e dirigiu, com Orlando Vitorino, o Teatro d’Arte de Lisboa, para o qual traduziu obras de Graham Greene (A Casa dos Vivos), Lorca (Yerma) e Tchekov (As Três Irmãs). Realizou para o cinema os filmes "O Alentejo Não Tem Sombra", "Para onde Vais, Maria"; "Eu Fui ao Jardim da Celeste" e "Fábula de Leitura". Como Poeta e Ficcionista, os seus temas predilectos incidiam sobre a paisagem e costumes da sua província natal, dentro de um regionalismo folclorista, afinal prolongamento das suas investigações etnológicas. Colaborou em várias revistas e pertenceu à Direcção da Associação de Defesa dos Direitos de Autor. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2017/04/13/azinhal-abelho-um-escritor-alentejano-que-escreveu-e-divulgou-o-alentejo-real/
Adozinda Júlia Correia de Meneses Soares de Brito de Carvalho, nasceu em 1904, em Coimbra, e faleceu, em Lisboa, em 16 de janeiro de 1962. Casou com Alfredo Augusto Lopes Pimenta, na sua cidade natal, em 21 de maio de 1904.
Alberto de Monsaraz (Lisboa, 28 de fevereiro de 1889 — Lisboa, 23 de janeiro de 1959), o 2.º conde de Monsaraz, foi um político e poeta cultor do parnasianismo histórico. Militante monárquico, opôs-se ativamente ao regime republicano, o que o forçou repetidamente ao exílio. Aderiu ao movimento do Integralismo Lusitano tendo dirigido os seus órgãos de imprensa, nomeadamente A Monarquia e Nação Portuguesa, tornando-se numa das suas figuras centrais. Após a instauração do regime do Estado Novo, assumiu as funções de secretário-geral do Movimento Nacional-Sindicalista, liderado por Francisco Rolão Preto, acabando por ser novamente forçado ao exílio quando o movimento foi proscrito pelo regime salazarista. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Alberto_Monsaraz
Mais conhecido por Hipólito Raposo, licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi um dos fundadores do movimento político-cultural autointitulado Integralismo Lusitano e da revista Nação Portuguesa, órgão do movimento integralista. Também teve colaboração nas revistas "O Occidente" (1878-1915), "Serões" (1901-1911), "A Farça" (1909-1910), "Contemporânea" [1915] -1926), Atlântida (1915-1920), entre outras. Diretor do periódico "A Monarquia", à frente do qual teve um papel relevante no Pronunciamento Monárquico de Monsanto, ocorrido em 1919. Foi condenado a uma pena de prisão. Cumprida a pena, partiu para Angola (1922-1923), onde exerceu advocacia em Luanda. De regresso a Portugal, continuou a exercer a profissão de advogado e afirmou-se como líder destacado e ideólogo do Integralismo Lusitano. Em 1930 recusou colaborar com a União Nacional, defendendo que essa devia ser a posição dos monárquicos, e opôs-se à institucionalização do regime do Estado Novo. Em 1950 foi um dos subscritores do manifesto Portugal restaurado pela Monarquia, uma tentativa de reatualização doutrinária do movimento integralista. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Hipólito_Raposo
Sérgio Augusto da Silva Pinto, nasceu em Braga a 26 de junho de 1915 e faleceu em 1970, foi professor e político. Formado em Ciências Histórico-Filosóficas pela Universidade de Coimbra, foi professor na Faculdade de Letras do Porto. Na política desempenhou a função de vereador, entre 1949 e 1961, com o pelouro da Cultura na Câmara Municipal de Braga. In: https://bloguedominho.blogs.sapo.pt/municipio-de-braga-homenageia-sergio-da-4067585
Afonso Lopes Vieira foi bacharel em direito e funcionário da Câmara dos Deputados (1906 -1916), dedicou-se depois exclusivamente à escrita. Como poeta, foi um dos expoentes do neogarrettismo, com ligações à Renascença Portuguesa. Colaborou em "A Águia", "Nação Portuguesa", "Contemporânea" e publicou dezenas de livros de poesia. Apesar de uma faceta “anarquizante” revelada em obras de juventude, foi monárquico, próximo dos integralistas e membro da Cruzada Nun’Álvares. Em 1921 o seu poema “Ao Soldado Desconhecido (Morto em França)”, publicado em folheto, foi apreendido pela polícia. Em 1923, com António Sérgio e outros, publicou a revista "Homens Livres", sob o lema “Livres da Finança & dos Partidos”, de que saíram só dois números. Nos anos 30, Afonso Lopes Vieira demarcou-se do salazarismo, com argumentos idênticos aos do Integralismo Lusitano. In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 634-635
Vitorino Nemésio Mendes Pinheiro da Silva nasce em Lisboa a 19 de dezembro de 1901 e faleceu a 20 de fevereiro de 1978. Foi um poeta, romancista, cronista, académico e intelectual português que se destacou como autor de Mau Tempo no Canal, e professor da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Vitorino_Nem%C3%A9sio
José Augusto de Macedo de Campos e Sousa nasceu em Lisboa a 3 de maio/junho de 1907 e faleceu a 21 de dezembro de 1980. Foi um ativista político, jornalista, editor, escritor, genealogista e heraldista português. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Augusto_de_Macedo_de_Campos_e_Sousa
Carmen de Figueiredo, pseudónimo literário de Carmelinda Niolet Moura de Figueiredo, é natural de Miranda do Corvo. Pouco se sabe sobre a sua vida, apesar de ter tido alguma atenção mediática aquando das suas publicações (a partir da década de 40 do séc. XX). A sua produção literária ampla (quinze romances, três livros de contos, uma novela), tendo publicado mais de doze mil contos na imprensa portuguesa. As suas obras: Famintos (1950) e Vinte Anos de Manicómio! foram censuradas pela PIDE. Ganhou o prémio Ricardo Malheiro em 1954, com a obra Criminosa. In: https://www.culturacentro.gov.pt/media/11673/literatura.pdf
António Franquelim Sampaio Neiva Soares nasceu em Esposende, a 2 de dezembro de 1937. Licenciou-se e doutorou-se em História, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi professor nos ensinos liceal e preparatório e professor auxiliar do Instituto de Ciências Sociais na Universidade do Minho. Foi investigado do CITECEM. In: https://www.goodreads.com/book/show/50283973-a-arquidiocese-de-braga-no-s-culo-xvii
Natural de Guimarães, Historiador, ensaísta, poeta e escritor de renome. Inicialmente militante anarquista, passou depois para as fileiras do republicanismo aderindo depois do 5 de outubro ao Partido Republicano Evolucionista. Em 1915, após o golpe que derrubou o governo de Pimenta de Castro, surgiu como colaborador da Revista "Nação Portuguesa", órgão do Integralismo Lusitano, e acabou por tornar-se militante monárquico e seu doutrinador. Fundou o movimento "Acção Tradicionalista Portuguesa", com a sua Revista "Acção Realista", rompendo ideologicamente com o Integralismo Lusitano a que nunca chegou formalmente a pertencer. Mais tarde assumiu-se como Salazarista. Foi chefe de gabinete do Ministério do Fomento, António Aurélio da Costa Ferreira. Organizou (1931) e dirigiu até à sua morte o Arquivo Municipal de Guimarães (Arquivo Municipal Alfredo Pimenta, a partir de 1952), em comissão de serviço, sem remuneração, desempenhando ao mesmo tempo as funções de Conservador do Arquivo Nacional da Torre do Tombo e de seu Director (1949). In: CONDE DE MARGARIDE: Correspondência Política (1870-1918) / Abel Rodrigues. Lisboa: Alêtheia Editores, 2015, p. 294. In: https://www.amap.pt/p/alfredo-pimenta
Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, membro da Junta Central do Integralismo Lusitano, esteve ao lado de Paiva Couceiro, como seu secretário no governo da Monarquia do Norte, sendo forçado a sair para o exílio quando esta facção foi derrotada. Fundou e dirigiu, em 1932, com Hipólito Raposo, a revista Integralismo Lusitano - Estudos Portugueses, demarcando-se da instalação do Estado Novo de Oliveira Salazar, e apoiando o Movimento Nacional-Sindicalista dirigido por Francisco Rolão Preto. Como advogado, após a morte de D. Manuel II de Portugal, ocorrida em 1932, destacou-se na defesa dos direitos de D. Duarte Nuno aos bens vinculados da Casa de Bragança, com os quais Salazar estabeleceu a Fundação da Casa de Bragança.A Causa Monárquica, em 1949, expulsou-o, bem como a Vieira de Almeida, pelo seu intransigente combate ao «Estado Novo». No ano seguinte, subscreveu o documento "Portugal restaurado pela Monarquia", testamento político dos fundadores do Integralismo Lusitano. Apoiou e promoveu com Rolão Preto a candidatura do general Humberto Delgado à presidência da República, destacando-se uma vez mais como advogado, agora na defesa de Henrique Galvão (do assalto ao Paquete «Santa Maria»). Dirigiu o Instituto Minhoto de Estudos Regionais e respectivo órgão de comunicação, a revista Mínia. Foi também presidente da Confraria do Bom Jesus do Monte. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Lu%C3%ADs_Carlos_de_Lima_de_Almeida_Braga
César Augusto da Rocha de Oliveira nasceu em Ílhavo a 27 de fevereiro de 1893 e faleceu em Vagos a 27 de fevereiro de 1968. Foi jornalista.
Júlio César Rocha de Oliveira, médico, é filho de César Augusto da Rocha Oliveira e sobrinho de Lucília Rocha de Oliveira.
António Canavarro Valladares nasceu a 19 de maio 1904 e faleceu a 1 de agosto de 1981. Era o quarto Barão de Ribeira de Pena e descendente de vimaranenses. Dedicou-se, especialmente, à genealogia e era um camilianista apaixonado, tendo publicado no BTH os estudos “Camilo e Ribeira de Pena” em que agrupou os estudos “Camilo e a Ponte de Cavês” e a “Géneses de Moisés”. In: https://www.amap.pt/r/file/275
José Adriano Pequito Rebelo foi um grande proprietário, publicista e político. Bacharel em direito por Coimbra. Monárquico, cofundador do Integralismo Lusitano, cofundador e financiador do jornal "A Monarquia" (1917-1922) e da revista "Nação Portuguesa" (1914-1938). Combateu na Flandres como oficial de Artilharia durante a Grande Guerra. Participou na revolta de Monsanto (1919), ficando gravemente ferido. Teve papel destacado na desvinculação dos monárquicos integralistas do Estado Novo e opôs-se ao salazarismo. Publicou "Novos Métodos de Cultura: O Método Integral" (1917), "Cartilha do Lavrador: Integralismo Lusitano" (1921), "Pela Dedução à Monarquia" (1914, 1.ª ed. em livro 1921). In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, p. 670
Monsenhor Dom Francisco Moreira das Neves nasceu em Gandra (Paredes) a 18 de novembro de 1906 e faleceu a 31 de março de 1992. Como literato, ficou célebre por um estudo das ideias de Guerra Junqueiro. Foi um dos principais colaboradores do Cardeal Cerejeira, de quem foi biógrafo. Foi impulsionador da comemorações do Duplo Centenário da Independência de Portugal, em 1940 que teve o propósito de evocar a data da Fundação do Estado Português (1140) e da Restauração da Independência (1640). Colaborador do jornal Novidades desde 1934, foi seu subdiretor do 1974 e colaborador desde 1934. Foi um dos diretores da editora União Gráfica, cofundador da Rádio Renascença (Emissora Católica Portuguesa), havendo colaborado também na RTP. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Moreira_das_Neves
Nasceu em Guimarães, na freguesia de Oliveira do Castelo, a 13 de Maio de 1909, faleceu em Lisboa, na freguesia dos Prazeres, a 16 de Julho de 1979. Foi um engenheiro e político português. Filho de Duarte do Amaral Pinto de Freitas e de sua mulher Ana Mendes Ribeiro de Oliveira, ambos naturais de Guimarães. Estudou no Liceu Nacional Martins Sarmento e licenciou-se em Engenharia Civil, pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Iniciou a sua carreira profissional no Ministério das Finanças, onde foi Secretário do Ministro das Finanças (depois Presidente do Conselho), António de Oliveira Salazar. Entre os cargos que exerceu, contam-se os de Delegado do Governo junto da Rádio Renascença, durante a Segunda Grande Guerra, Presidente da Comissão Reguladora dos Produtos Químicos e Farmacêuticos, Vice-Presidente do Conselho de Administração da Sacor (em representação do Estado), Membro dos Conselhos Superiores da Indústria e dos Combustíveis e Presidente do Conselho Fiscal da Companhia Nacional de Navegação. Na política foi Presidente da Comissão Concelhia de Guimarães da União Nacional e, de seguida, Deputado da Nação, eleito pelo Círculo de Braga. Durante esse período foi um dos impulsionadores de um plano de melhoramentos na cidade e no concelho de Guimarães, além de diversas obras em monumentos e edifícios públicos: o restauro da Igreja de São Domingos, da Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, do Mosteiro de São Torcato e do Paço dos Duques de Bragança. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Duarte_Freitas_do_Amaral
José Henrique de Azeredo Perdigão nasceu em Viseu, na Casa do Miradouro, a 19 de Setembro de 1896 e faleceu em Lisboa a 10 de Setembro de 1993. Foi advogado e o 1.º presidente da Fundação Calouste Gulbenkian. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_de_Azeredo_Perdig%C3%A3o
Egídio Amorim Xavier de Sousa Guimarães nasceu 4 de julho de 1914 e faleceu 27 de dezembro 1990. Licenciou-se em História e Filosofia na Universidade de Coimbra. Fez o curso de Bibliotecário-Arquivista e estagiou no Arquivo Nacional de França, em Paris. Dirigiu a Biblioteca Pública de Braga, e, após a criação da Universidade do Minho, passou a técnico superior da mesma, ficando-lhe confiado o Arquivo Distrital. Esteve mais de vinte anos ligado à direção da revista de investigação e história “Bracara Augusta”. Foi, durante oito anos, responsável pelouro da cultura da Câmara Municipal de Braga. Foi sócio fundador da ASPA – Associação para a Defesa, Estudo e Divulgação do Património Cultural. In: https://docplayer.com.br/77046983-Egidio-amorim-guimaraes.html
"D. José Ferrão de Tavares e Távora (1882-1964), bacharel em Direito, fidalgo da Casa Real, senhor da casa das Tenentas, em Anadia, era filho de Bernardo José Pinto de Tavares Ferrão e de D. Maria Carlota Afonso Mendes de Almeida Coutinho, Senhora da Casa de Sepins. Foi membro do Integralismo Lusitano. Casou em 1912, em Sepins, Cantanhede, com Maria José do Amaral Ferrão Lobo Machado (1892-1952), Senhora das Casas da Covilhã, do Costeado (ambas em Guimarães) e da Casa da Póvoa de Recardães, em Águeda." In: https://arquivoatom.up.pt/index.php/jose-ferrao-de-taveres-e-tavora-e-maria-jose-lobo-de-sousa-machado-cardoso-e-meneses
Joaquim Veríssimo Serrão nasceu em Santarém a 8 de julho de 1925 e faleceu na mesma cidade a 31 de julho de 2020. Foi Professor Catedrático jubilado da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e um dos maiores vultos da historiografia portuguesa contemporânea. Autor de uma vasta bibliografia, nela se destacam os trabalhos dedicados à História de Portugal dos séculos XV a XVIII e à História do Brasil dos séculos XVI e XVII. Foi presidente da Academia Portuguesa da História. Foi galardoado em 1995 com o Prémio Príncipe das Astúrias em Ciências Sociais. Membro da Academia das Ciências de Lisboa foi, entre outras instituições científicas estrangeiras, Membro Efetivo da Academia de Yuste. In: https://www.wook.pt/autor/joaquim-verissimo-serrao/1753 https://pt.wikipedia.org/wiki/Joaquim_Ver%C3%ADssimo_Serr%C3%A3o
António Álvaro da Silva Dória, filho do professor Raul Dória, nasceu no Porto, em 1902 e faleceu em Braga, em 1990. Concluiu o curso geral do Comércio na escola profissional dirigida pelo seu pai, aos 16 anos, em 1919, encetando atividade docente na referida instituição a partir do ano seguinte. Exerceu, em seguida, a profissão de Guarda-Livros. Em 1929 casou e fixou residência em Braga, cidade na qual regressou ao ensino técnico-profissional, em 1938. O estudioso desenvolveu um perfil humanista, contemplando áreas tão distintas como a contabilidade e o seu ensino, a produção de dicionários, a tradução e a escrita da história, sendo autodidata neste último domínio. Esta situação era bastante comum e manteve-se paralela à historiografia universitária, englobando, maioritariamente, jornalistas e literatos. Dória manifestou, desde cedo, vivo interesse pela investigação e divulgação da cultura nacional, evidenciando interesse bibliófilo e uma propensão simultaneamente ensaística e erudita, atenta à atualidade, ao quotidiano, mas também ao passado, sem esquecer a conciliação de uma narrativa dos acontecimentos com o rigor metodológico e a expressão contida de opinião. O autor trabalhou no âmbito da tradução desde o dealbar da década de 30, colaborando, mais tarde, na coleção de edição de fontes históricas da Livraria Civilização e no Dicionário de História de Portugal, dirigido por Joel Serrão. In: http://dichp.bnportugal.pt/imagens/doria.pdf
Sebastião Abel Pestana, nasceu na freguesia de Câmara de Lobos, Ilha da Madeira, em 12 de fevereiro de 1908 e faleceu a 12 de outubro de 1993. Era filho de António Pestana e de Carolina Angélica de Faria. Estudou na Escola Oficial da Vila de Câmara de Lobos e no Liceu do Funchal. Licenciou-se em Filologia Românica, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Foi professor do Ensino Secundário em vários Colégios e no Liceu de Camões, em Lisboa. Colaborou na “Revista de Cultura”, do Rio de Janeiro, na revista “Portucale”, do Porto, na “Revista de Portugal”, série A, Língua Portuguesa, na revista “Ocidente” e em “A Bem Da Língua Portuguesa”, boletim mensal da Sociedade de Língua Portuguesa, todas publicações de Lisboa, e foi codirector da revista “Portucale”, do Porto. Em março de 1961, foi equiparado a Bolseiro, pelo Instituto de Alta Cultura, de Lisboa, para, a convite da Universidade de La Laguna (de Tenerife), proferir algumas conferências sobre Literatura Portuguesa na Facultad de Filosofia y Letras: “La niñez como tema de Poesia”; “Los aspectos sociales del Teatro de Gil Vicente”; “Florbela Espanca y su drama”. De 1961/62 até 1964/65, foi Leitor de Português e Professor Encargado de Curso de Lengua Portuguesa, Historia de la Lengua Portuguesa e Historia de la Literatura Portuguesa, na Facultad de Filosofia y Letras, da Universidad de La Laguna. Era membro do Instituto de Estudios Canarios. Foi assistente dos Estudos Gerais Universitários de Angola e da Faculdade de Letras da Universidade do Porto. Foi ainda assistente da Universidade de Luanda (Sá da Bandeira), onde permaneceu até ao ano letivo de 1974/75. Era Membro da Academia Portuguesa de História. Foi autor de várias publicações. In: http://www.concelhodecamaradelobos.com/dicionario/pestana_sebastiao.html
Duque de Bragança, filho do príncipe D. Miguel II de Bragança e de D. Maria Teresa de Lowenstein. Nasceu em 1907, em Seebenstein (Áustria). Após a morte de D. Manuel em 1932, foi reconhecido como chefe da Casa de Bragança. Do seu casamento (em 1942) com D. Maria Francisca de Orleães e Bragança nasceram três filhos: D. Duarte Pio, D. Miguel e D. Henrique. Os duques instalaram-se em Portugal em 1955, depois da abolição das leis do banimento (1949). Falecido em 1976, o duque de Bragança está sepultado no Panteão dos Duques, em Vila Viçosa. In: https://www.infopedia.pt/$d.-duarte-nuno
Fernando Campos faleceu em 1959. Fonte: PT/MGMR/PSS/MAO/004-040/10-28-1-8-227
Luís de Melo Giraldes Caldas e Quadros, nasceu em Castelo Branco a 18 de julho de 1918, foi um jornalista e escritor português. Consagra-se como colaborador da “Imprensa do Movimento” e da “Rádio Nacional de Espanha”. In: https://teoriadojornalismo.ufp.edu.pt/inventarios/quadros-l-1949
Maria Dolores de Valadares era casada com António Canavarro de Valadares, quarto Barão de Ribeira de Pena e descente de vimaranenses.
João Francisco de Barbosa Azevedo de Sande Aires de Campos, conhecido pelo pseudónimo literário João Ameal, nasceu em Coimbra em 1902 e faleceu na mesmo cidade em 1982. Licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa, membro da Junta Central da Legião Portuguesa, chegando a dirigir o seu Boletim, deputado à Assembleia Nacional em 4 legislaturas (III, IV, V e VI, 1942-1957). Terminado o seu percurso na Assembleia Nacional foi ainda, entre 1957 e 1961, procurador à Câmara Corporativa na VII Legislatura. Como político, cedo se tinha revelado como um militante monárquico tradicionalista juntando-se, em 1923, ao chamado "Grupo dos Cinco" que, não seguindo a ruptura do Integralismo com D. Manuel II de Portugal, ajudou a criar a Acção Realista Portuguesa. Colaborou em várias revistas e foi autor de uma História de Portugal. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_Ameal
Manuel da Cruz Malpique nasceu em Nisa a 28 de setembro de 1902 e faleceu no Porto a 6 de setembro de 1992. Em 1918 começou a frequentar o liceu de Portalegre. Concluído o liceu, matriculou-se em Lisboa, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Obteve as duas licenciaturas em 1928. Feita a Escola Normal Superior de Lisboa e aprovado no exame de estado, lecionou nos Liceus de Faro, Angra do Heroísmo e Luanda. Em 1948 tomou posse do lugar de professor no Liceu Alexandre Herculano, no Porto onde se manteve até se aposentar. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_da_Cruz_Malpique
José Rebelo de Bettencourt nasceu em Ponta Delgada a 30 de agosto de 1894 e faleceu na mesma cidade a 4 de setembro de 1969. Foi um escritor, ensaísta, poeta e jornalista açoriano. Deixou uma vasta obra: cinco livros de poesia, seis livros de ensaios e crónicas, várias traduções e revisões de traduções, um livro de contos e muitos artigos, crónicas e ensaios dispersos por diversos jornais e revistas. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Rebelo_de_Bettencourt
Francisco de Barcelos Rolão Preto nasceu no Gavião a 12 de Fevereiro de 1893 e faleceu em Lisboa, 18 de Dezembro de 1977. Era filho de António Adolfo Sanches Rolão Preto e de sua mulher Maria Rita Gaspar de Barcelos. Francisco de Barcelos Rolão Preto foi um dos fundadores do Integralismo Lusitano e líder dos Nacional-Sindicalistas. Estaria mais tarde ligado à Oposição Democrática ao Estado Novo. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Francisco_Rol%C3%A3o_Preto
João Camilo Félix Correia, jornalista e escritor, nasceu na Amadora, a 15-05-1901, e faleceu em Lisboa, a 18-06-1969. Frequentou o Liceu e foi empregado de Comércio. Defensor da causa monárquica, entrou aos 17 anos para a Redação de “A Monarquia” e, a partir de 1922 foi Redator do “Diário de Lisboa”, depois de ter passado pelo jornal da tarde O Liberal. De 1934 a 1957, desempenhou o cargo de Chefe de Redação do “Jornal do Comércio e das Colónias”. Em 1940 assumiu a direção da revista “A Esfera”, paga pela propaganda alemã nazi. Militante do Integralismo Lusitano, tomou parte ativa em movimentos de carácter nacionalista e monárquico. Foi Diretor do Sindicato dos Profissionais da Imprensa de Lisboa, sócio fundador e membro da primeira direção do Sindicato Nacional dos Jornalistas, sob a égide do corporativismo salazarista. In: https://ruascomhistoria.wordpress.com/2019/04/25/quem-foi-quem-na-toponimia-do-municipio-de-amadora/
Manuel da Costa Figueira, era natural do Barreiro, de cuja Câmara Municipal foi presidente na década de 1950. Como jornalista, iniciou-se na revista "Cinéfilo", tendo fundado e dirigido o semanário "Jornal do Barreiro". Em 1957, na fundação da Radiotelevisão Portuguesa, foi convidado para dirigir o serviço de Informação da nova estação. Cerca de dez anos depois, passou para o jornal diário "O Século", de Lisboa, de que foi chefe de redação e, entre 1972 e 1975, diretor. Nos últimos anos foi ainda Diretor-geral da Comunicação Social. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Figueira
Emilio Sáez Sánchez nasceu em Caravaca de la Cruz , Múrcia a 5 de dezembro de 1917 e faleceu em Tordesillas Valladolid a 7 de maio de 1988. Foi um historiador e medievalista. Foi diretor da Instituição Milá y Fontanals , entre 1974 e 1979, e vice-presidente do CSIC , entre 1978 e 1980. Fundão em 1962 o “Instituto de História Medieval da Espanha na Universidade de Barcelona. In: https://es-m-wikipedia-org.translate.goog/wiki/Emilio_S%C3%A1ez_S%C3%A1nchez?_x_tr_sl=es&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-PT&_x_tr_pto=sc
Mário Augusto de Vasconcelos Cardozo nasceu em Guimarães, em 1889 e faleceu na mesma cidade em, 1982, foi Coronel de Infantaria e o continuador de Martins Sarmento na exploração da Citânia de Briteiros, propriedade da Sociedade Martins Sarmento, de que foi Presidente, ininterruptamente, entre 1932 e 1972. A sua bibliografia científica possui cerca de quatro centenas de publicações, de Arqueologia, Etnografia e História, destacando-se os seus contributos no campo da ourivesaria proto-histórica, de que foi reputado especialista internacional e da Cultura Castreja, especialmente corporizados pelos estudos que dedicou à Citânia de Briteiros, por ele longamente escavada. No campo da História, devem-se-lhe valiosos estudos dedicados a Guimarães, à Sociedade Martins Sarmento e ao seu instituidor. Mas a sua intervenção cultural mais duradoura e profunda, correspondeu à Direção da Revista de Guimarães, órgão científico da Sociedade, fundada em 1884. A personalidade forte e isenta de Mário Cardozo revelou-se também pelas posições assumidas no âmbito da Arqueologia nacional, como Vogal da Junta Nacional de Educação; em 1955, numa missiva a O. da Veiga In:http://www.patrimoniocultural.gov.pt/static/data/recursos/bibliotecas_e_arquivos/biografias/biografiadomariocardozo.pdf
Rui Galvão de Carvalho nasceu em Rabo de Peixe a 3 de novembro de 1903 e faleceu em Ponta Delgada a 29 de abril de 1991. Foi um poeta, escritor, ensaísta e professor açoriano que se notabilizou pelo seu estudo da vida e obra de Antero de Quental, sendo considerado um dos bons anterianistas. Deixou uma vasta e diversificada obra literária, em parte publicada sob o pseudónimo de Abd-el Kader. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Rui_Galv%C3%A3o_de_Carvalho
Eduardo Manuel de Almeida Júnior nasceu em Guimarães, no dia 3 de fevereiro de 1884. Estudou no Colégio de S. Dâmaso (atual Convento da Costa) e licenciou-se em Direito pela Universidade de Coimbra. Em parceria com Alfredo Pimenta, escreveu um polémico folheto intitulado “Burgo Podre” (1902). Em 1909 foi para o Porto, onde abriu um escritório de advocacia com Alfredo Pimenta. Com a instauração da República, regressou a Guimarães, onde veio a ser o primeiro Administrador do Concelho, do novo regime. Foi Deputado por Guimarães e, mais tarde, Chefe de Gabinete do Ministro das Finanças do Governo de Bernardino Machado. Após se ter retirado da política ativa, em 1915, foi redator-principal do jornal O Republicano e Diretor d’ O Povo de Guimarães (1931). Em 1921, foi nomeado Presidente da sociedade Martins Sarmento, mandato que terminou em 1926, altura em que foi proclamado Sócio Honorário, pelos “relevantes serviços prestados”. Voltou a ser Presidente da Direção entre 1929 e 1931, e ainda em 1945 e 46. Eduardo de Almeida foi também um escritor, tendo sido autor de algumas obras de ficção (entre elas, “A Lama”, em 1905). Colaborou com várias publicações periódicas e escreveu o seu primeiro artigo na Revista de Guimarães, em 1906. Dedicou-se aos estudos jurídicos e sociológicos. Fez investigação histórica, e publicou uma notável série de estudos dedicados à história de Guimarães. Morreu em 1958, estando sepultado no cemitério da Atouguia, em Guimarães. In: https://miguelsalazar.blogs.sapo.pt/tag/eduardo+de+almeida
Marcello José das Neves Alves Caetano nasceu em Lisboa a 17 de agosto de 1906 e faleceu no Rio de Janeiro a 26 de outubro de 1980. Produziu uma obra vasta de investigação no domínio do Direito administrativo, do Direito constitucional e da história do Direito em Portugal, para além do Direito corporativo, o que aliás se casava intimamente com as suas responsabilidades e opções políticas. É, de resto, autor do projeto do Código Administrativo de 1936, e o primeiro docente universitário a lecionar Direito corporativo em universidades portuguesas. De facto, tendo-se iniciado na política como seguidor do Integralismo Lusitano, aderiu ao Estado Novo criado por Salazar e ocupou numerosos cargos de alta responsabilidade, a nível partidário (presidente da Comissão Executiva da União Nacional), na direção dos organismos milícias do regime (Comissário Nacional da Mocidade Portuguesa), em estruturas essenciais das forças de apoio político ao regime (procurador, vice-presidente e presidente da Câmara Corporativa) e ainda a nível governamental (foi Ministro das Colónias e Ministro da Presidência). Ascendeu efetivamente à chefia do Governo, mas por escolha do presidente da República, almirante Américo Thomaz, após se verificar a incapacidade de Salazar para continuar no exercício de funções. Entre 1968 e 1974, procura construir uma política de "evolução na continuidade", concedendo alguma abertura política à oposição, admitindo mesmo no seio da União Nacional (rebatizada Ação Nacional Popular) um grupo de jovens liberais com forte espírito crítico e grande dinamismo. Tentou, sem sucesso, uma política de equilíbrio. Cairia, por fim, em resultado da conspiração que iria dar origem ao 25 de abril de 1974, após o qual foi autorizado a seguir para o exílio, no Brasil, onde se dedicou à docência e revelou, em livros de carácter memorialístico, o seu grande azedume perante a evolução dos acontecimentos em Portugal. In: https://www.infopedia.pt/$marcello-caetano
Destacou-se como ensaísta, polemista e doutrinador, produzindo uma obra que se afirmou como a principal referência doutrinária do Integralismo Lusitano. A sua defesa da instauração de uma monarquia tradicional - orgânica, anti-parlamentar ou anticonstitucional e antiliberal - serviu de inspiração a uma influente corrente do pensamento político português da primeira metade do século XX. Apesar de ter falecido prematuramente, conseguiu afirmar-se como referência incontornável dos monárquicos que recusaram condescender com o Salazarismo. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_Sardinha
Alexandrina Tavares de Azevedo era esposa de Narciso de Azevedo.
António Correia da Oliveira foi um monárquico, próximo do Integralismo Lusitano, e apoiante do Estado Novo. Colaborou com o movimento Renascença Portuguesa e na revista "A Águia". Nos anos 30, Correia de Oliveira era já visto como o poeta oficial do regime salazarista. Na sessão plenária de encerramento do I Congresso da União Nacional, em 28 de Maio de 1934, Correia de Oliveira, presidente da 3.ª secção do congresso, recitou o seu poema "Patria Nostra", que viria a ser publicado em 1935 pelo Secretariado da Propaganda Nacional e cujo original manuscrito o autor ofereceu a Salazar. In: Barreto, José. 2016. "Os destinatários dos panfletos pessoanos de 1923". Pessoa Plural, pp. 636-637
Filha de Alfredo Augusto Lopes Pimenta e de Adozinda Júlia Correia de Meneses Soares de Brito de Carvalho, nasceu em 1909 e faleceu em 1991.
Nasceu em Fão, a 27 de junho de 1900 e faleceu a 26 de setembro de 1990. Era filho de João Dias dos Santos Borda e de Rosália Lopes Pinheiro. Entrou no Seminário em 1915 e foi ordenado sacerdote em 27 de abril de 1924. Foi sacerdote durante sessenta e seis anos, 45 dos quais vividos, em Guimarães como educador, professor, conselheiro, pregador de missões e apóstolo da obra das vocações. In:https://aqualibri.cimcavado.pt/bitstream/20.500.12940/9754/1/Nascer%20de%20Novo_1990_N0130.pdf