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Felicita Alfredo Pimenta pela homenagem que os amigos do Norte lhe prestaram. Anuncia que irá viajar até Madrid e lhe trará o fascículo da revista “Al-Andaluz”. Manifesta-se impressionado com os crimes produzidos no tribunal de Nuremberga.
Comunica o envio de um exemplar de José Acúrsio das Neves. Relata, com pormenores, o jantar de homenagem a Plínio Salgado. Conta o que os oficiais da Marinha americanos fizeram em Queluz. Indica estar a aguardar pelo folheto de Alfredo Pimenta sobre a Academia da História.
Refere um ofício do Laranjo e informa que parte para Espanha. Menciona a vida difícil da nação.
Dá notícias e manda lembranças. Contém cumprimentos de Fernanda de Campos e Isabel Maria.
Refere, com agrado, a viagem a Espanha e o empenho em conseguir os livros requisitados por Alfredo Pimenta. Menciona a suspensão do “Diário Nacional “e a substituição da União Nacional e a ida de Marcelo para embaixador no Rio. Refere a instalação do S.N.I. no Palácio Foz. Refere o “Boletim da Academia da História”, do ano de 1946, com o nome de Alfredo Pimenta suprimido da lista dos académicos e incluído na dos eliminados, junto com Caetano Beirão.
Responde às objeções formuladas por Alfredo Pimenta sobre um problema corporativo e sobre os ensaios do filho de Alfredo Pimenta, publicados na revista “Indústria Portuguesa”. Comenta a atitude contraditória de alguns jovens.
Comenta as notícias sobre a situação em Itália e sobre a morte de Mussolini.
Informa que a pessoa referida por Alfredo Pimenta está hospedada na embaixada de Inglaterra. Esclarece o sentido de «golpe fatal», alertando para os tumultos operários. Comenta a nomeação de Moniz.
Justifica-se por não ter ainda respondido à carta de Alfredo Pimenta.
Agradece a «Tribuna Livre» que Alfredo Pimenta lhe dedicou. Contém um P.S. sobre uma resposta de Jordão de Freitas.
Esclarece que não haverá remodelação ministerial. Tece comentários sobre os meios monárquicos.
Conta que vai fazer obras na sua casa comercial. Elogia a obra “D. João III” que está a ler. Comenta algumas nomeações.
Dá notícias da sua estadia em S. João da Ribeira, as leituras e os artigos para publicar. Comenta a situação espanhola.
Tece comentários sobre a onda comunista e sobre o que ocorre em vários países.
Felicita Alfredo Pimenta pela nomeação para a Academia da História. Conta que tem participado em torneios de tiro. Fala da possibilidade de fixar residência n’ Aldeia. Pede a Alfredo Pimenta umas linhas para “A Nação”.
Deseja as melhoras para a filha de Alfredo Pimenta. Refere o padre Peres, com quem tem conversado. Mencion’ Algumas intenções.
Elogia Alfredo Pimenta e afirma a sua amizade e admiração. Critica alguns monárquicos que considera terem desprestigiado e liquidado a Causa Monárquica.
Relata os tempos que tem passado nas termas de Castelo de Vide, os passeios que tem feito e elogia a região. Tece comentários sobre política.
Admira-se que Alfredo Pimenta não tenha recebido as suas cartas e informa que o filho ficou aprovado com doze valores.
Comenta uma ida a S. João e um almoço com vários padres. Destaca as semelhanças entre a carta de Alfredo Pimenta e a de João Ameal. Comenta questões relacionadas com uma remodelação ministerial e adianta vários nomes e pastas.
Refere uma campanha de solidariedade com as cartas de Paiva Couceiro. Revela informações que lhe foram dadas, o desagrado do exército pela nota de Salazar e outros desacordos dentro do governo. Refere os protestos pelas limitações às matrículas na Instrução Primária. Menciona a possibilidade de uma remodelação ministerial.
Informa que vai fazer uma notícia n’ “A Nação” sobre a 2.ª edição dos “Elementos de História” e sobre a “Conferência de Caminha”. Revela os trabalhos que tem intenção de fazer e confessa ter esperança no prémio Ramalho Ortigão, do Secretariado de Propaganda Nacional. Contém uma mensagem de Fernanda de Campos, escrita no cimo da folha, sobre os artigos que recebeu.
Refere que todos se questionam se Alfredo Pimenta responderá ao tio Agostinho. Menciona o Secretariado de Propaganda Nacional e António Ferro.
Comunica o envio da parte II d’ “Os Nossos Mestres”, submetendo-a ao parecer de Alfredo Pimenta. Refere as personalidades que não deixará de incluir entre Papas e Reis. Pede a Alfredo Pimenta um inédito que refira as relações entre a Resolução, as Corporações e o Operariado.
Informa que a quantia que remete é a que pode despender e refere as despesas que tem.
Trata do livro “Camilo Contra-Revolucionário” e lembra a carta prometida por Alfredo Pimenta a propósito das opiniões de Camilo sobre a instrução pública. Justifica a razão para não enviar os pensamentos, dos quais destaca os das “Cartas” ao Silva Pinto e os dos “Serões”.
Trata do livro em preparação: “Camilo Contra-revolucionário”. Contém uma lista das obras de onde coligiu depoimentos.
Remete a fotografia para acompanhar o artigo sobre as cartas de Herculano.
Refere o “Novidades e Regiões”. Anuncia que, na sexta-feira, o Carvalho Nunes vai à Tertúlia.
Felicita Alfredo Pimenta pela publicação das Cartas Monárquicas que considera urgente para a defesa dos princípios monárquicos. Comenta e critica a campanha baseada no ataque aos homens e destaca “As Cartas” por seguirem uma orientação diferente. Comunica o envio do seu trabalho “Os Nossos Mestres” e aguarda mais indicações de Alfredo Pimenta.
Trata de questões de dinheiro e disponibiliza-se para entregar o valor a Preto Pacheco.
Tece comentários ao opúsculo sobre [Paiva] Couceiro. Manifesta concordância com a opinião de Alfredo Pimenta. Alerta para as possíveis pressões dos amigos de Couceiro e de António Sardinha. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Participa que envia uma cópia do seu discurso comemorativo do 1.º aniversário do jornal "A Nação". Contém uma homenagem dos colegas do jornal a Alfredo Pimenta.
Informa que os seis da "Tertúlia" estiveram reunidos para lhe telefonarem e que a epístola do Cardeal Patriarca de Lisboa foi para dar cumprimento a instruções vindas de Roma. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Disponibiliza-se para procurar o retrato e os livros pretendidos por Alfredo Pimenta.
Envia abraços e cumprimentos. Questão da Academia Portuguesa da História - Em 12 de maio de 1943, Alfredo Pimenta apresenta à Academia Portuguesa de História um trabalho sobre a necessidade de se repor a verdadeira data da descoberta do Brasil. Aguardou resposta, mas a única correspondência que recebeu foi uma circular da Academia a participar que nenhum académico poderia apresentar comunicações no período antes da ordem do dia. Desde logo, soube que aquela circular lhe era dirigida, pois era o único académico que adotava este procedimento. Não deu importância ao conteúdo da circular, pois o que lhe interessava era receber resposta da sua proposta de trabalho da reposição da data do descobrimento do Brasil. Indagou a Academia sobre este assunto, que retorquiu não terem recebido o trabalho em apreço. A partir desse momento, Alfredo Pimenta fica indignado e declara que não voltava aos trabalhos na Academia enquanto que a doutrina da circular não fosse retirada (académicos não poderem intervir antes da ordem do dia). Em 21 de Junho de 1946, de acordo com o artº 14º dos Estatutos da Academia Portuguesa de História, aceitou a renúncia de Alfredo Pimenta de académico, com a justificação de que não frequentava as sessões nem colaborava há mais de três anos. Alfredo Pimenta nunca teve intenção de renunciar e protesta junto de várias entidades sobre esta decisão do Conselho da Academia. Recorre ao Supremo Tribunal Administrativo, mas a sua pretensão é rejeitada no acórdão de 25 de julho de 1947. Este Tribunal considera-se incompetente em razão da matéria para conhecer o fundo da questão. Alfredo recorre ao Ministério da Educação Nacional e, em 29 de agosto de 1947, a Direção Geral do Ensino superior e das Belas Artes, emite um parecer acompanhado pelo despacho ministerial favorável à pretensão de Alfredo Pimenta restituindo-lhe a cadeira.
Relata a sua relação de amizade com António Sardinha e revela alguns aspetos da personalidade dele. Contém carta de Alfredo Pimenta dirigida a Alberto de Monsaraz a criticar a sua posição. Questão sobre António Sardinha e o grupo dos trinta e seis - Esta questão deve-se à conferência proferida no Gabinete Português de Leitura do Recife, em 1 de março de 1943, por Guilherme Auler, professor catedrático de História do Brasil na Faculdade de Filosofia do Recife, acerca de António Sardinha em que, citando António Sardinha no livro Purgatório das Ideias, caracteriza Alfredo Pimenta (A.P.) sob o ponto de vista literário de “histrionismo”e bric-á-braquismo literario. A. P. explica o sentido daquelas expressões e insurge-se contra o facto de o conferencista o ter nomeado apenas para o denegrir, quando havia inúmeros escritos e factos demonstrando o apreço em que Sardinha o tinha, até ao confronto das orientações de ambos quanto ao problema do regime monárquico em Portugal. Com efeito, Sardinha, em relação à restauração da monarquia, propunha o rompimento com o Rei D. Manuel II, enquanto ele defendia, em obediência aos princípios, a lealdade ao Rei. A propósito da invetiva de Guilherma Auler, Alfredo Pimenta mostra a dor sentida através dos tempos por ter sido, em certos meios monárquicos, desde a morte de Sardinha, subalternizado como doutrinador monárquico em face deste. Faz então a apreciação crítica da obra literária, histórica e doutrinária de Sardinha com uma grande severidade e rigor. Termina, comparando a vida de ambos, realçando a dureza da sua e as oportunidades que teriam facilitado a vida daquele. Este estudo teve o efeito de uma bomba nos meios monárquicos, tendo vários Integralistas reunido trinta e seis personalidades que assinaram um curto manifesto em que acusavam Alfredo Pimenta de ausência de senso moral e o consideravam profissional de escândalo. Esta questão dividiu a opinião pública interessada, que tomou partido ou a favor de A . P. ou a favor dos Trinta e Seis.
Trata da homenagem a Alfredo Pimenta. Tece comentários ao artigo sobre o ["Carlos"].
Comenta a situação de Alfredo Pimenta no jornal “A Voz”. Manifesta solidariedade com Alfredo Pimenta na questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Dá conta do seu empenho em transformar o Grémio em Casa do Povo. Concorda com Ameal quando diz que a mística republicana está a perder-se. Indica os trabalhos que tem feito. Contém uma mensagem de Fernanda de Campos.
Refere a partida para o S. João e deseja saúde e felicidades.
Refere uma cena de pugilato «nas barbas» de D. Afonso Henriques e o impacto do secretariado de António Ferro no meio alfacinha. Informa que o João [Ameal] foi chamado por Ferro.
Trata da possibilidade de haver alterações na oposição (reviralho sic.) e também no governo. Menciona a prisão de dois redatores e na possível ida de João Ameal para redator do Secretariado. Tece comentários sobre o nacionalismo de Salazar e sobre os princípios do Estado Novo. Questiona o que é feito da Causa [Monárquica]. Relata o caso de Moniz Pereira.
Averigua se foi a Alfredo Pimenta que emprestou o 1.º volume de “Portugal Antigo e Moderno”, de Pinho Leal.
Dá conta das imposições a Salazar para realizar uma remodelação ministerial. Acrescenta mais informações sobre o Secretariado de Propaganda. Divulga uma carta que o presidente da Sociedade Martins Sarmento escreveu à revista, com um pedido de publicação.
Relata, com pormenor, o plano de criação, junto da presidência do Ministério, de um Secretariado de Propaganda dirigido por António Ferro. Revela os nomes a nomear e o que irão fazer. Comenta o entusiasmo de João Ameal pelo plano e manifesta a sua indiferença. Destaca várias opiniões e atitudes em relação a este plano e defende outra via para servir a nação. Anuncia um artigo sobre Martins Sarmento na “Nação Portuguesa”. Destaca a injustiça de que D. Miguel é alvo.
Envia um excerto de uma carta para Alfredo Pimenta ler e dar o aval antes de a publicar. Trata-se de uma carta a contestar Alfredo Pimenta.
Anuncia que vai publicar uma carta dirigida ao diretor da folha da antiga Rua dos Calafates. Comenta a morte do integralismo imposta por D. Duarte Nuno. Pergunta por uma crónica de Alfredo Pimenta e propõe que a dê à “Nação Portuguesa”.
Pergunta se recebeu a sua carta e informa que tem lido os artigos de Alfredo Pimenta n’ “A Voz”.
Esclarece o motivo da demora da publicação da separata. Indica os trabalhos que pretende publicar e pede uma opinião a Alfredo Pimenta sobre um título. Reitera a necessidade que a “Nação Portuguesa” tem de Alfredo Pimenta.
Agradece o postal de Alfredo Pimenta e esclarece o motivo da sua ida a Fafe.
Trata de questões relacionadas com a publicação do artigo de Alfredo Pimenta na revista. Revela a intenção de incluir, na separata do artigo, um retrato de D. Manuel.
Esclarece algumas questões sobre a separata do artigo de Alfredo Pimenta. Refere a proclamação de D. Duarte pela Causa e os protestos em nome do «Bloco da Saudade».
Relata os acontecimentos da noite de 3 de outubro. Refere as saudades que os tertulianos têm do convívio.
Trata da proclamação de D. Duarte [Nuno] pela Causa e das alterações na organização. Indica, em esquema, a nova organização e aponta alguns nomes.
Dá notícias da estadia em França. Escreve também Fernanda de Campos.
Refere as intrigas que circulam. Queixa-se das dificuldades da vida, das taxas cambiais e do perigo comunista.
Menciona a política financeira de Salazar. Manifesta a sua satisfação por ter encontrado o artigo «As lições do Passado», de Alfredo Pimenta, na coleção do jornal “A Época”. Refere a ameaça que a maçonaria constitui para o governo, que considera o foco da conspiração, e a incapacidade do governo para acabar com ela e prender Norton de Matos. Informa sobre os boatos relativos ao fim da ditadura.
Esclarece e retifica as informações dadas em carta anterior.
Manifesta o seu apoio a Salazar e à doutrina da ditadura. Defende a monarquia dentro das possibilidades da ditadura. Questiona Alfredo Pimenta sobre as consequências da vinda de D. Manuel, salientando preferir Salazar e a ditadura do que a aristocracia. Refere a falta de organização dos monárquicos. Considera que devem sacrificar a orientação política em nome do interesse nacional, apresentando os argumentos. Faz referência a um artigo censurado de Alfredo Pimenta. Contém uma mensagem de Fernanda de Campos.
Trata da relação entre a União Nacional, o rei, os monárquicos e os monárquicos constitucionalistas. Critica a adesão dos monárquicos constitucionalistas à União Nacional, contrariando o que anteriormente defendiam.
Indica os nomes dos deportados para os Açores e refere a possibilidade de uma recomposição do governo. Menciona o que lhe disseram da ligação política do ministro dos Negócios Estrangeiros e do ministro da Instrução. Refere a má opinião do governo em relação ao jornal “A Voz” e a ida de Melo Barreto para Espanha. Contém um P.S. sobre as relações do Papa com a Action Française e com Mussolini.
Trata de uma eventual tentativa de golpe de Estado dentro da situação e da deportação dos acusados para os Açores. Refere os nomes dos acusados, onde se incluem militares.
Refere a perseguição aos integralistas e antecipa momentos complicados. Pensa em visitar Paris onde talvez se encontre com João Ameal.