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“Nasceu em Portalegre a 1 de Outubro de 1897, filho de José Pereira Tavares e de Maria Emília Ferreira Galiano, casado com D. Leonor da Costa Ivens Ferraz, de quem teve quatro filhos. Frequentou a Faculdade de Letras de Lisboa e presidiu à respetiva associação académica (1918), licenciando-se em Filologia Germânica. Foi professor de inglês na Universidade Livre (Lisboa, 1920 e 1921) e no Liceu Passos Manuel (Lisboa, 18-7-1919 a 24-9-1923). Colocado no Liceu Nacional de Portalegre a 25-9-1923, aí fará toda a carreira docente até à passagem à situação de reforma, em 1-2-1963, desempenhando os cargos de reitor interino (1927), diretor da Biblioteca (1930) e vice--reitor, por diversas vezes, a partir de 1938. Colaborou em A Fronteira (Elvas) e foi redator de O Jornal (Portalegre). O seu ideário republicano era conhecido, embora seja pouco recetivo às propostas jacobinas. Em 1925 é eleito vereador da Câmara Municipal de Portalegre numa lista de concentração republicana. Colabora entretanto nos semanários O Imparcial e A Plebe. Aderiu ao Estado Novo e desempenhou importantes cargos no âmbito da União Nacional — foi presidente da Comissão Distrital de Portalegre — e da Comissão Municipal de Turismo, onde fez um trabalho assinalável na divulgação dos valores da região. Neste particular se deve destacar o Miradouro da Estrada da Serra de Portalegre, bem como a Fonte dos Amores. Esteve também ligado ao Grémio Alentejano, presidindo à sua delegação distrital (1930), e à Casa do Alentejo, em cujo Boletim colaborou. Textos de sua autoria aparecem nas páginas de A Voz Portalegrense, Jornal da Situação, Alto Alentejo, O Distrito de Portalegre, Álbum Alentejano, A Rabeca, e nas prestigiadas revistas Educação Social, de que foi redator, e Labor. Dirigiu durante vários anos o Grupo "Amigos de Portalegre” que patrocinou várias iniciativas, entre as quais a ereção da estátua de "O Semeador". Em Agosto de 1941 foi subsidiado pelo Instituto de Alta Cultura para frequentar o primeiro curso do Instituto Britânico (Refresher course). Foi deputado à Assembleia Nacional pelo círculo de Portalegre na legislatura de 1949 a 1953. Presidiu à Comissão Executiva das Festas Comemorativas do IV Centenário da Cidade de Portalegre, exerceu durante muitos anos o cargo de Diretor do Arquivo Distrital daquela cidade e voltou à vereação da Câmara Municipal em 1954. Publicou: Ensino clássico, ensino moderno?, Portalegre, Tip. Silva 1941; Estudos sobre Shakespeare; Prateleira de Insignificâncias, Porto, s.d. Faleceu em Portalegre a 10 de Novembro de 1964.” In: https://pt-pt.facebook.com/carasdeportalegre/posts/1618211145081898/
Salvador Manuel Dias dos Santos Arnaut (Penela, 25 de Outubro de 1913 – Coimbra, 8 de Julho de 1995) foi um médico, historiador e professor português. Licenciou-se em Medicina na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra em 1940, tendo atuado, por alguns anos, nos serviços locais da delegação de Saúde e como professor da Escola de Enfermagem Rainha Santa Isabel. Licenciou-se em Ciências Histórico-Filosóficas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra em 1951, defendendo a dissertação A Batalha de Trancoso. Contratado como 2.º Assistente da mesma Faculdade (1952), obteve o doutoramento em 1960, com a dissertação A Crise Nacional dos Fins do século XIV, I. A Sucessão de D. Fernando. Prestou concurso para professor extraordinário da sua Faculdade em 1969, atingindo a cátedra em 1971. Entre 1972 e 1974 exerceu o cargo de Subdirector da Faculdade de Letras. Entre as disciplinas que lecionou encontram-se as de História de Portugal II, História Moderna e Contemporânea de Portugal, História da Expansão Portuguesa e História do Brasil. A 30 de Junho de 1971 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.[1] Afastado do ensino, com a chegada da Democracia ao País a 25 de Abril de 1974, regressou posteriormente à Faculdade em 1978, reassumindo a Direcção do Instituto de História da Expansão Ultramarina, que já dirigira a partir de 1965. Entre 1978 e 1981 presidiu a Comissão Científica do Grupo de História. Tendo atingido o limite de idade a 25 de Outubro de 1983, jubilou-se no termo do ano lectivo de 1983-1984, tendo continuado a prestar apoio a Seminários de Mestrado e a participar em júris de provas académicas praticamente até ao fim da vida. Cultor da História Regional e local de Penela, foi membro da Academia Portuguesa da História, da Associação dos Arqueólogos Portugueses e sócio emérito da Sociedade Portuguesa de Estudos Medievais, adquiriu, a preço de saldo, as ruínas do Castelo de Germanelo às quais dispensou alguns cuidados no sentido da sua preservação. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Salvador_Dias_Arnaut
O Padre António de Oliveira ocupa um lugar importante na história da educação e do direito de menores em Portugal, no começo do século XX. Na altura, a delinquência juvenil e da infância era tratada pelas leis gerais que regulavam a transgressão e a criminalidade dos adultos. O Padre António Vieira colaborou em projetos legislativos inspirados pela necessidade de reconhecer a especificidade jurídica da infância e da juventude, na transição da monarquia para a época republicana. Particularmente relevante é a elaboração pelo Padre António de Oliveira do projeto que estaria na base da Lei da Proteção à Infância de 27 de Maio de 1911, criando os Tribunais de Menores em Portugal. Além disso, escreveu vários livros que documentam os princípios do seu pensamento e ação pedagógica. In: https://interacoes-ismt.com/index.php/revista/article/view/19
Policarpo de Azevedo foi um dos elementos combativos da causa Monárquica e membro do seu conselho Superior.
Rafael Ávila de Azevedo (Angra do Heroísmo, 18 de setembro de 1911 — Boston, 22 de novembro de 1985) foi um pedagogo, administrador colonial e político, professor da Universidade do Porto e deputado à Assembleia Nacional pelo Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo. Nasceu na freguesia da Sé, no seio de uma família ligada à burguesia angrense. Concluiu o ensino secundário no Liceu Nacional de Angra do Heroísmo e partiu de imediato para Lisboa, onde obteve a licenciatura em Filologia Românicas pela Faculdade de Letras de Lisboa, que concluiu em 1931. Dedicou-se à docência liceal, estagiando em Lisboa, onde foi aprovado em exame de estado, sendo depois colocado no Liceu Nacional de Angra do Heroísmo de 1934 a 1937. Neste último ano concorreu aos quadros ultramarinos, sendo sucessivamente colocado nos Liceus de Luanda e de Sá da Bandeira (hoje Lubango), sendo nesta última cidade reitor do liceu no período de 1947 a 1957. Acumulou estas funções com o cargo de Director dos Serviços de Instrução Pública de Angola (1947-1957) e depois de vogal do Conselho Legislativo de Angola (1956-1957). Em 1957 fixou-se em Lisboa, retomando a docência liceal. No ano imediato obteve uma comissão de serviço como leitor de Cultura Portuguesa na Universidade de Montpellier, em França. No final do seu período de estadia em Montpellier apresentou uma dissertação de doutoramento na Universidade de Montpellier, obtendo o grau de doutor em Ciências Pedagógicas. A partir de 1963 passou a leccionar na Universidade do Porto as cadeiras de Pedagogia e Didáctica, História da Educação e Administração e Organização Escolar, cargos que manteve 1981, ano em que foi atingido pelo limite de idade. Após a jubilação foi para Macau, onde durante dois anos foi professor convidado de Cultura Portuguesa na Universidade da Ásia Oriental. Notabilizou-se pelos seus estudos sobre o ensino em África, especialmente sobre a situação em Angola. Os estudos que publicou sobre esse tema valeram-lhe ser condecorado com o grau de oficial das Paume Académiques de França. Foi deputado na Assembleia Nacional do Estado Novo em representação do Distrito Autónomo de Angra do Heroísmo, na X Legislatura (1969-1973) e na XI Legislatura (1973-1974). Em ambas as legislaturas pertenceu à Comissão Permanente de Legislação e Redacção, tendo intervenção extensa, essencialmente sobre temas referentes aos Açores e às políticas de educação. In: https://www.wikiwand.com/pt/Rafael_%C3%81vila_de_Azevedo
Francisco Manuel Alves foi conhecido como - o Abade de Baçal. Nasceu na aldeia de Baçal do concelho de Bragança em 9 de abril de 1865 e faleceu a 13 de novembro do ano de 1947. Trata-se de uma importante figura da cidade de Bragança como arqueólogo, historiador e genealogista português.
O Banco Comercial de Lisboa nasceu num período áureo da atividade financeira em Portugal, tendo sido um dos diversos bancos surgidos no ano de 1875. Criado por escritura de 25 de fevereiro de 1875, o banco tinha a sua sede em Lisboa e juridicamente foi constituído como sociedade anónima de responsabilidade limitada. De finais do século XIX e primeiros anos do século XX, podemos dizer que o Banco Comercial de Lisboa teve uma ascensão lenta. Na assembleia geral de 1934 o declínio da instituição era justificado com a baixa do juro, que afetou gravemente os lucros do banco, cujas transações mantinham uma orientação conservadora. Perante esta situação, a solução passava pela fusão da instituição com outra entidade. Já nos finais da década de 20 tinha sido rejeitada em assembleia geral uma proposta apresentada pelo Banco Lisboa & Açores. No entanto, em 1937, a situação do Banco Comercial de Lisboa era diferente, e a permanência do banco em atividade, encontrava-se comprometida. A fusão concretizou-se a 22 de junho de 1937, confirmada por Portaria de 20 de outubro, tendo dado origem à alteração do pacto social do Banco Espírito Santo, que passava agora a designar-se Banco Espírito Santo e Comercial de Lisboa. In: https://www.bportugal.pt/arquivo/details?id=18158
Manuel Zuzarte de Mascarenhas de Novais e Ataíde nasceu em Lisboa a 05 de maio de 1903 e faleceu na mesma cidade a 02 de novembro de 1994. Era filho de Francisco de Novaes da Cunha e Brito Sotto Mayor e Athayde e Ana Isabel de Novaes da Cunha e Brito Sotto Mayor e Athayde Casou com Beatriz Elvira de Melo Lobo da Silveira. In: https://www.geni.com/people/Manuel-Zuzarte-de-Mascarenhas-de-Novais-e-Ata%C3%ADde/6000000023938441913
Humberto de Bettencourt de Medeiros e Câmara (1875-1963), natural de Ponta Delgada, filho de Manuel Francisco de Medeiros e Câmara e de sua mulher Margarida Augusta Botelho de Bettencourt. Casou com Cristina de Medeiros Albuquerque. Formado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi director da Escola Normal Primária de Ponta Delgada, vice-presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e sócio fundador e primeiro presidente do Instituto Cultural de Ponta Delgada. In: http://www.icpd.pt/arquivo/ver.php?id=345
João Carlos de Melo Barreto nasceu a 3 de junho de 1873 e faleceu a 26 de janeiro de 1935, foi um jornalista, político, tradutor e diplomata português. Apoiante do Partido Regenerador, era apoiado por Hintze Ribeiro, e, após a morte deste estadista, integrou-se na falange de António Teixeira de Sousa. Tornou-se deputado em 1904, tendo, posteriormente, representando no Parlamento os Distritos de Vila Real e Beja. Aderiu à República após a sua implantação, tendo exercido, primeiro, como redator da Câmara dos Deputados, e depois como diretor geral do Congresso da República. Entre agosto de 1917 e fevereiro de 1918, ocupou o cargo de delegado de Portugal no Comité Permanente Internacional de Acção Económica, e representou o país na Conferência Interparlamentar do Comércio, em Roma. Filiou-se no Partido Republicano Português, tendo sido Ministro dos Negócios Estrangeiros entre 1919 e 1920. Na altura da sua morte, exercia como embaixador de Portugal em Madrid. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_de_Melo_Barreto
António de Azevedo (1889 — 1968) foi um escultor português. Pertence à primeira geração de artistas modernistas portugueses. Fixou-se em Guimarães em 1931 e aí viveu nas décadas de 1930, 40, 50 e 60, tendo acompanhado as transformações da cidade. Viveu os acontecimentos políticos e culturais e marcou a vida da cidade com a sua participação cívica e artística. Foi diretor da Escola Industrial e Comercial de Guimarães, hoje Escola Secundária Francisco de Holanda, durante 27 anos. Animador da I Exposição de Humoristas e Modernistas (Porto, 1915), António de Azevedo foi um discreto mas "sensível modelador de bustos". Entre as suas obras na zona de Guimarães podem nomear-se: Fauno, 1934 (bosque da Alameda de S. Dâmaso); busto de Martins Sarmento, 1934 (Largo do Carmo); monumento e alto-relevo de Alberto Sampaio, 1956 (Largo dos Laranjais); etc. Está representado no Museu do Chiado, Lisboa, e noutras coleções, públicas e privadas. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_de_Azevedo_(escultor)
O Banco Lisboa & Açores foi uma das instituições criadas sob o clima favorável vivido em 1875, de onde nasceram várias instituições financeiras. Fundado em 22 de março de 1875, a escritura de constituição de sociedade somente foi lavrada em 09 de abril desse ano, Em 26 de novembro de 1921, o capital social foi aumentado para 7.200 contos e, em 31 de dezembro de 1925, elevado a 10.000 contos. Em 1934, surgiu a necessidade de expansão da instituição e a captação de novos capitais. Por Portaria de 25 de maio de 1940, o Banco Lisboa & Açores integrou a casa bancária M. A. Martins Pereira, das Caldas da Rainha. Em 26 de dezembro de 1945 o capital social é elevado a 30.000 contos e, em 15 de junho de 1950, os estatutos são novamente alterados. Em 29 de janeiro de 1952, o capital social foi elevado para 80.000 contos, reflexo dos bons resultados que o banco obtinha. Entretanto, na sequência da tendência crescente de concentração de capitais e de fusão de instituições, constituindo organismos mais sólidos e credíveis, também o Banco Lisboa & Açores negociou a sua integração com o recém-criado Banco Totta-Aliança. A Portaria de 14 de novembro de 1969 autorizou a fusão dos dois bancos, ficando a nova instituição com a denominação de Banco Totta & Açores, entidade que iniciou funções a 01 de janeiro de 1970. In: https://www.bportugal.pt/arquivo/details?id=18182
Caetano Maria de Melo Beirão nasceu a 18 de dezembro de 1923, em Lisboa, e faleceu em 1991. Era filho de Caetano Maria de Abreu Beirão e de Maria Fernanda Batista de Melo. In: http://aqf-figueiredos.eu5.org/pafg14.htm In: http://pedrastalhas.blogspot.com/2016/12/caetano-mello-beirao-1923-1991.html
O Banco de Portugal foi criado por decreto régio em 19 de novembro de 1846, com a função de banco comercial e de banco emissor. Surgiu da fusão do Banco de Lisboa, um banco comercial e emissor, e da Companhia Confiança Nacional, uma sociedade de investimento especializada no financiamento da dívida pública. Foi fundado com o estatuto de sociedade anónima e, até à sua nacionalização, em 1974, era maioritariamente privado. https://www.bportugal.pt/page/historia?mlid=818
Sediada na Vermelha, na freguesia de Cadaval, no concelho de Lisboa. Natureza da Associação: educativa. Data da constituição da Associação: 20 de outubro de 1941. In: https://agc.sg.mai.gov.pt/details?id=586613
Luís Carlos de Lima de Almeida Braga licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, membro da Junta Central do Integralismo Lusitano, esteve ao lado de Paiva Couceiro, como seu secretário no governo da Monarquia do Norte, sendo forçado a sair para o exílio quando esta facção foi derrotada. Fundou e dirigiu, em 1932, com Hipólito Raposo, a revista Integralismo Lusitano - Estudos Portugueses, demarcando-se da instalação do Estado Novo de Oliveira Salazar, e apoiando o Movimento Nacional-Sindicalista dirigido por Francisco Rolão Preto. Como advogado, após a morte de D. Manuel II de Portugal, ocorrida em 1932, destacou-se na defesa dos direitos de D. Duarte Nuno aos bens vinculados da Casa de Bragança, com os quais Salazar estabeleceu a Fundação da Casa de Bragança.A Causa Monárquica, em 1949, expulsou-o, bem como a Vieira de Almeida, pelo seu intransigente combate ao «Estado Novo». No ano seguinte, subscreveu o documento "Portugal restaurado pela Monarquia", testamento político dos fundadores do Integralismo Lusitano. Apoiou e promoveu com Rolão Preto a candidatura do general Humberto Delgado à presidência da República, destacando-se uma vez mais como advogado, agora na defesa de Henrique Galvão (do assalto ao Paquete «Santa Maria»). Dirigiu o Instituto Minhoto de Estudos Regionais e respetivo órgão de comunicação, a revista Mínia. Foi também presidente da Confraria do Bom Jesus do Monte. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Luis_Carlos_de_Lima_de_Almeida_Braga
Nasceu em 7 de Novembro de 1865, com o nome completo de Alberto Allen Pereira de Sequeira Bramão. Seus pais foram Jaime Henriques Álvares Pereira de Sequeira Bramão e Delfina Emília Allen. Começou a colaborar na imprensa nas páginas do Monitor, jornal que sucedeu ao Monitor de Bouças, onde publicava também o seu particular amigo Raul Brandão. Esta situação pode ser observada “no prefácio-carta a Alberto Bramão, Raul Brandão evoca a Foz do Douro da sua infância e da sua adolescência e comenta: «Foi das nossas discussões sobre Arte que estes contos nasceram...». [%C3%81lvaro Manuel Machado, Raul Brandão entre o romantismo e o modernismo, Instituto de Cultura e Língua Portuguesa, Ministério da Educação, Lisboa, 1984, p. 53](..) Entra na política pela aproximação que fez a Marçal Pacheco, deputado e mais tarde par do reino, que foi co-proprietário do jornal O Repórter. Por essa via estabeleceu relações de amizade com algumas personalidades políticas de relevo no Partido Regenerador, tornando-se depois secretário particular de Hintze Ribeiro. Foi eleito deputado em 1901 pelo círculo eleitoral nº123, de Ponta do Sol; em 1902-1904, pelo círculo eleitoral nº1, de Viana de Castelo, voltando a ser eleito pelo mesmo círculo em 1904. Integrou diversas comissões de Redacção no Parlamento. Com Carlos Malheiro Dias e José Maria de Oliveira Simões apresentou uma proposta de defesa dos interesses do concelho de Monção. [cf. Luís Bigotte Chorão, Dicionário Biográfico Parlamentar 1834-1910, vol. 1 (A-C), coord. Maria Filomena Mónica, col. Parlamento, Imprensa de Ciências Sociais/Assembleia da República, Lisboa, 2004, p. 437-438] (...) Dedicou-se também à poesia tendo publicado inúmeros poemas por diversas publicações. No final da década de 80 do século XIX, a sua poesia aproximou-se da corrente decadentista, conforme se pode constatar no soneto “Delírio” (1886), onde revela um sadismo vampírico. Mas, a sua matriz literária aproxima-o, em termos literários, do neo-romantismo, sendo mesmo considerado “um dos poetas que melhor ilustram a continuidade de linhas temáticas e estilísticas do romantismo epigonal português” [Dicion%C3%A1rio Cronológico de Autores Portugueses, vol. II, Coord. Eugénio Lisboa, Publicações Europa-América, Mem Martins, 1990, p. 490]. In: https://www.geni.com/people/D-Alberto-Allen-%C3%81lvares-Pereira-de-Sequeira-Bram%C3%A3o/6000000092346552822
Alberto Alves Vieira Braga nasceu a 20 de março de 1892, na freguesia de S. Paio, em Guimarães, e aí morreu a 5 de março de 1965. Filho de António Alves Martins Pereira e de Teresa Maria Vieira, pertenceu a uma importante família de comerciantes. A sua vida ficou inevitavelmente ligada à atividade comercial e industrial, herança proveniente do seu pai e do seu tio-avó, Alberto Alves Vieira Braga, conhecido por “Mercador do Poço” em Guimarães. Em 1923, foi responsável pela constituição da “Sociedade Mercantil do Minho, Lda”, que veio dar origem à Fábrica Cavalinho de Guimarães, e em 1944 pela Sociedade Braga & Rebelo, que manteve até 1956. Autodidata na sua formação, Alberto Vieira Braga foi etnógrafo, arqueólogo e historiador, que ao longo de meio século produziu uma vasta obra essencialmente ligada à investigação das tradições populares. Dedicando uma importante parte da sua vida ao associativismo em Guimarães, exerceu o cargo de diretor da Sociedade Martins Sarmento em 1923, 1926 e 1928, contribuindo para a ação cultural desta entidade, no esforço de enriquecimento das pesquisas da cultura popular vimaranense, merecendo-lhe especial atenção o Museu Arqueológico da região. Os primeiros trabalhos de Vieira Braga foram iniciados em 1916, no semanário O Republicano, cujo responsável, Eduardo de Almeida, foi o principal mentor das suas primeiras incursões na história e na etnografia. Em 1920, publicou o seu primeiro opúsculo, intitulado Provincianismos minhotos (subsídios lexicológicos), um glossário de linguagem popular a que deu continuidade, mais tarde, na Revista Guimarães com o estudo Escassa Respiga Lexicológica (1922). Escreveu igualmente sobre hagiografia popular, nomeadamente, o culto aos santos São Gonçalo, São Tiago da Galiza em Guimarães e a sua influência no romanceiro português. Em 1924 iniciou a sua colaboração com o jornal Diário de Notícias, de Lisboa. Publicou parte fundamental dos seus estudos etnográficos na Revista Guimarães, publicação da qual foi diretor, tendo iniciado a sua colaboração em 1921 com o artigo Vozes da sabedoria - Sentenças do povo. Em 1927 publicou Mulheres, jogo, festas e luxo, trabalho com que iniciou a sua mais notável obra Curiosidades de Guimarães, referente a uma colecção de estudos de história, cultura e tradições populares vimaranenses, na qual o investigador evoca a ruralidade regional e suas gentes nos seus diferentes domínios da história e da etnografia, entre eles, festas e romarias, crenças, superstições, hagiografia popular, medicina popular, vida agrária e comunitarismo, corporações e confrarias, etc., como também de instituições, teatro e jornalismo. Continuou a publicar este trabalho ao longo de quarenta anos, compilados em cinco volumes, onde os vinte e um ensaios traçam um retrato da vida cultural, económica, social e administrativa do concelho de Guimarães. Foi ainda autor da obra De Guimarães, Tradições e Usanças Populares (1924), estudo referente à vida e às tradições culturais de Guimarães. In: http://www.matrizpci.dgpc.pt/MatrizPCI.Web/pt-PT/RecursosSearch/PesquisaInvestigadores?IdEntidade=426
Nasceu na freguesia de Vale de Açores, concelho de Mortágua, em 25 de Dezembro de 1881, faleceu, em Parede, Cascais, em 1971. Licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra. Foi professor de História e Geografia em diversos estabelecimentos de ensino e colaborou em jornais, revistas e panfletos e mais tarde como professor em Viseu publicou alguns artigos em jornais como “A Beira”, “Sol Nascente “ e “ Correio de Mortágua “.Como político contra o regime, esteve diversas vezes preso, tendo sido até desterrado para o Tarrafal (Cabo Verde). In: http://dichp.bnportugal.pt/imagens/lopes_oliveira.pdf
João de Paiva de Faria Leite Brandão nasceu em Guimarães a 19 de agosto de 1912 (registo nº 679 da CRC de Guimarães). Foi militar no Estado-Maior do Exército, adido militar de Portugal em Otava e Washington, chefe de gabinete do Ministro da Defesa Nacional, chefe do Estado-Maior em Angola, 2.º comandante e comandante militar interino da Região Militar de Angola e procurador à Câmara Corporativa (IX Legislatura). Faleceu a 4 de dezembro de 1997 na freguesia da Lapa, Lisboa. Casou em 3 de março de 1943 com Maria Vera Sarrea Brak Lamy Paiva Leite Brandão. In: https://app.parlamento.pt/PublicacoesOnLine/DeputadosAN_1935-1974/html/pdf/b/brandao_joao_de_paiva_de_faria_leite.pdf
A Biblos foi fundada em 1925 - com o subtítulo “Boletim da Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra” que se transformou no título atual, em 1927 - sob o impulso de Joaquim Mendes dos Remédios. É objetivo da revista a promoção e divulgação de estudos científicos de referência, integrando ainda cada número uma entrevista a uma figura de reconhecido mérito e um corpo de recensões críticas. In: https://archeevo.amap.pt/details?id=78902
Ives de La Brière (30 de janeiro de 1877 - 25 de fevereiro de 1941) foi um influente jesuíta, teólogo e autor francês. Monarquista, apoiava a Liga das Nações. Opositor da guerra, escreveu sobre a tradição cristã da guerra justa. Esteve envolvido na polémica sobre a relação entre a Igreja Católica e o movimento político Action Française, em 1926. In: https://en.m.wikipedia.org/wiki/Yves_de_La_Brière
Sofia Burnay de Melo Breyner nasceu a 30 de maio de 1875 e faleceu a 20 de janeiro de 1948. Era filha Henrique Burnay 1º conde de Burnay e Maria Amélia de Carvalho e esposa de Tomás de Mello Breyner, 4.º Conde de Mafra. In: https://www.geni.com/people/Sophia-de-Carvalho-Burnay-Condessa-de-Mafra/6000000020488840614
Espaço fundado a 22 de Dezembro de 1934 por iniciativa de Francisco Valente Machado com o apoio de gentes da terra e da Junta de Freguesia. Para além de Biblioteca-Museu este espaço desenvolve projectos em diversas áreas, nomeadamente culturais e ambientais. In: https://lifecooler.com/artigo/comer/biblioteca-museu-de-vila-verde-de-ficalho/357976
A New York Public Library (NYPL) é uma biblioteca pública da cidade de Nova York. Com quase 53 milhões de itens e 92 locais, é a segunda maior biblioteca pública dos Estados Unidos (atrás da Biblioteca do Congresso ) e a quarta maior do mundo. É uma corporação privada, não-governamental, administrada de forma independente e sem fins lucrativos, operando com financiamento público e privado. In: https://en.wikipedia.org/wiki/New_York_Public_Library
Fundada em 9 de julho de 1833, por ordem de D. Pedro IV, em plenas lutas liberais, a Real Biblioteca Pública do Porto – designada atualmente por Biblioteca Pública Municipal do Porto (BPMP) – está instalada, desde 1842, no antigo Convento de Santo António da Cidade, edifício do século XVIII, classificado como imóvel de interesse público desde 1972. In: https://bmp.cm-porto.pt/bpmp
O Museu Britânico (em inglês: British Museum) localiza-se em Londres e foi fundado em 7 de junho de 1753. A sua coleção permanente inclui peças como a Pedra de Roseta e os frisos do Partenon de Atenas, conhecidos como a coleção de mármores de Elgin, trazidos ao museu por Lord Elgin. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Brit%C3%A2nico
A Biblioteca Municipal Alves Mateus encontra-se instalada no 1º andar da Casa dos Arcos, edifício do Séc. XVII, antigo solar dos Horta e Costa, Barões de Santa Comba Dão. Inicialmente criada com ofertas de populares, foi mais tarde enriquecida com a biblioteca particular do Cónego Alves Mateus, oferecida pelo Dr. António da Silveira, seu herdeiro. Desta, destaca-se a 1ª edição da Peregrinação de Fernão Mendes Pinto de 1614. A Biblioteca Municipal integra a Rede Nacional de Leitura Pública. In: http://rbscd.cm-santacombadao.pt/biblioteca-municipal-alves-mateus/
Nasceu na freguesia de Santar em 1872 e faleceu em 1955. Em vida foi professor e mestre de humanidades. Era um conhecedor profundo de português, latim, francês, inglês, espanhol, alemão, italiano e grego. Com o Dr. Artur Bívar colaborou nos cursos de línguas à distância e no dicionário Analógico e Geral. Foi um dos primeiros arcuenses a aderir à solicitação da Câmara Municipal a fim de ser criado nesta vila o Externato Municipal Arcuense, onde veio a ser professor durante muitos anos. Publicou “Vitalidade Municipal”, “Pré-história do concelho de Ponte de Lima”; “Os Pergaminhos da Câmara de Ponte de Lima” e colaborou em diversos jornais e revistas e no Almanaque Arcoense. O seu nome encontra-se perpetuado numa artéria que vai desde o Largo da Lapa até à Praça Municipal, proposta apresentada no executivo da Câmara pelo Dr. António Cacho. In: https://memoriaarcuense.pt/arcuenses-com-historia/manuel-jose-da-cunha-brito-padre/