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Acusa a receção do artigo que pediu a Alfredo Pimenta e agradece. Avisa que o jornal deve sair no dia seguinte com o artigo. Faz referência à garraiada que houve na Figueira da Foz e manifesta o prazer que teria em ter Alfredo Pimenta em Coimbra e em sua casa. Comunica o envio de um artigo sobre a tourada. Contém o artigo.
Lamenta não ter encontrado Alfredo Pimenta. Participa que vai haver uma tourada na Figueira da Foz, onde vão participar estudantes. Relembra a promessa de Alfredo Pimenta de ir passar uns dias a sua casa e declara o empenho que tem nisso.
Informa que concluiu a sua formatura e que está licenciado em Ciências Matemáticas. Faz referência à entrega de uma carta. Conta o que fizeram na noite de formatura
Agradece a carta e comunica que transmitiu o conteúdo ao padre. Brinca com o estilo personalizado que ambos têm e que cultivam.
Dá notícias da viagem. Faz referência a um discurso onde foi dito: «Camões que escreveu Las Lusíadas».
Refere a sua viagem a Paris e dá informações sobre o assunto Joaquim Bensaúde. Destaca a alegria que as cartas de Alfredo Pimenta causam em sua casa.
Relata a sua viagem a Paris e dá informações sobre a Exposição Mundial, descreve o pavilhão de Portugal que considera ter ficado aquém das expectativas, destaca o da Alemanha e o da Rússia. Contém um trecho escrito pela mulher, Marta, relatando as emoções da viagem no vapor.
Agradece a carta de apresentação para o diretor da Imprensa Nacional e destaca o apoio que teve de Alfredo Pimenta. Conta que teve um almoço com o chefe dos observadores ingleses e com o conselheiro da embaixada inglesa.
Agradece a oferta de Alfredo Pimenta para escrever ao diretor da Imprensa Nacional. Faz referência às suas deslocações.
Faz referência a sua situação no estado-maior do Exército. Faz duas reclamações sobre uma exposição.
Revela que foi proposto para professor do curso do estado-maior, apesar de ainda não cumprir os requisitos necessários, mas expressa a sua apreensão sobre aceitar o lugar. Comenta as alterações no governo e uma possível reorganização da Presidência do Conselho. Pede a opinião de Alfredo Pimenta sobre a sua entrada na política. Menciona a possibilidade de um lugar na Presidência do Conselho.
Desvaloriza a apreensão de Alfredo Pimenta por a filha ir para Inglaterra. Tece comentários sobre um artigo de Alfredo Pimenta acerca do trabalho do homem e do trabalho da máquina. Fala da eventualidade de haver uma guerra.
Avalia o papel de vários países no conflito internacional. Conta que foi convidado para fazer uma crónica de guerra, mas que recusou.
Refere o início da guerra na Europa. Expõe a sua opinião sobre Hitler ser o causador da guerra. Pede a Alfredo Pimenta para fazer um artigo de apologia da monarquia.
Esclarece porque deseja a vitória dos Aliados. Considera que a vitória da Alemanha seria dramática para Portugal.
Agradece os artigos de Alfredo Pimenta e tece comentários. Faz analogias sobre a situação política internacional e o papel de Portugal. Defende a independência de Portugal.
Agradece o livro oferecido por Alfredo Pimenta. Aconselha a Alfredo Pimenta uma cura de uvas. Refere que a sua nomeação para professor do estado-maior já é um facto.
Anuncia que vai falar na Emissora Nacional e que gostaria que Alfredo Pimenta o ouvisse.
Envia um abraço e informa que gostou muito da «Cultura» sobre a Soror Mariana, do Manuel Piteira.
Refere o trabalho que tem tido em Santa Apolónia a dirigir o embarque de forças para as manobras. Pede notícias de Alfredo Pimenta.
Queixa-se da nova criada que tem e que não dá os recados. Relata como está a decorrer a convalescença da operação que fez ao nariz. Anuncia que irá enviar um exemplar da palestra que fez na Emissora.
Agradece os elogios à sua palestra. Estranha o azedume de Alfredo Pimenta, do qual afirma desconhecer a razão. Agradece e devolve um artigo manifestando interesse em perceber o que é o «chanceler da hispanidade». Relata uma versão dos acontecimentos que fizeram deflagrar a última crise espanhola. Contém um P.S. tecendo comentários elogiosos a um artigo d’ “A Voz”.
Participa o envio do seu trabalho e tece algumas considerações sobre ele. Manifesta a sua ansiedade por um artigo de Alfredo Pimenta sobre D. Duarte Nuno. Manifesta o seu desinteresse pela União Nacional. Dá pormenores da sua saúde.
Agradece o bilhete com a morada de João Ameal. Queixa-se da vida cansativa que tem. Tece comentários sobre o último artigo de Alfredo Pimenta, publicado n’ “A Voz”, sobre política monárquica. Faz referência a João Lumbrales e a António Valadares Botelho. Sugere um artigo frisando a unidade de doutrina.
Avisa que já saiu de viagem e que, quando chegar, conta as novidades.
Faz referência à data da chegada de D. Duarte. Transmite a conversa entre Jorge Murça e Olga Cadaval sobre a vinda de D. Duarte.
Pede a Alfredo Pimenta para lhe enviar o artigo que “A Época” não publicou.
Elogia o artigo de Alfredo Pimenta, relata o sucesso que o mesmo artigo teve e as reações que provocou. Assume ter ficado muito vaidoso e pede mais artigos a Alfredo Pimenta.
Lamenta ser impossível a vinda de Alfredo Pimenta a Coimbra. Convida Alfredo Pimenta a acompanhá-los à Figueira da Foz para assistir à récita e à tourada. Combina a publicação da resposta de Alfredo Pimenta à solução do problema político em Portugal.
Presta esclarecimentos sobre a publicação do artigo de Alfredo Pimenta, no jornal da Figueira da Foz. Revela a consideração de que Alfredo Pimenta é alvo.
Justifica o atraso na resposta a Alfredo Pimenta por ter ido passar uns dias a Samora Correia. Dá informações sobre o recrutamento militar.
Relata todos os casos de doença que têm afetado a família. Critica Fernando de Sousa e contesta a atitude de ser imparcial. Afirma que é sempre parcial.
Agradece as palavras de Alfredo Pimenta no “Diário da Notícias” e a honra com que o distingui.
Faz referência a outro postal enviado. Conta que tem uma comunicação política a fazer à Tertúlia sobre as eleições francesas.
Enumera vários problemas de saúde que têm afetado familiares e amigos. Pede um artigo sobre política internacional portuguesa. Tece comentários sobre a conferência de Munique. Contesta o silêncio do governo português. Relata um episódio passado com o presidente da República, durante uma visita a S. Tomé.
Transcreve o teor do juramento para oficiais do exército. Indica que acrescentaram a obrigação de declarar por escrito e de jurar pela honra em como não se pertence a nenhuma associação secreta. Informa quais as condições impostas por lei para o recrutamento de oficiais. Destaca que, nas colónias, o regime é um pouco diferente.
Pede desculpa pelo atraso no agradecimento da oferta do livro sobre Guimarães. Incita Alfredo Pimenta a reagir e a animar-se.
Refere a reação à conferência de Alfredo Pimenta no Porto. Envia um abraço de despedida antes de partir, em missão especial, para Inglaterra.
Conta como correram as manobras, destaca os progressos e refere os desastres. Revela estar um pouco inquieto com a saúde de Alfredo Pimenta. Refere a necessidade de reunirem a Tertúlia. Aconselha Alfredo Pimenta a não se irritar. Aponta Espanha como a principal ameaça a Portugal por causa da guerra. Critica a falta de notícias da imprensa portuguesa.
Trata da sua pretensão de um lugar na Presidência do Conselho. Refere as dificuldades de conseguir o lugar e o desinteresse que essas dificuldades estão a provocar. Tece comentários sobre os acontecimentos internacionais.
Acusa a receção da carta de Alfredo Pimenta à rainha. Tece comentários sobre a divisão que existe entre os monárquicos. Elogia a carta de Alfredo Pimenta à rainha, mas rejeita a nota final da última página. Anuncia para breve a entrega do livro sobre as colónias portuguesas da América do Norte.
Agradece as referências de Alfredo Pimenta ao seu trabalho. Tece comentários sobre as alterações na forma de viver das sociedades. Considera necessário compreender o funcionamento do organismo político para não pôr a monarquia em causa.
Comunica que está prestes a partir para Inglaterra. Comenta as notícias de Itália.
Expõe o que considera ser a missão dos intelectuais: criar as condições para a solução monárquica. Analisa a situação externa. Comenta a atitude de Mussolini.
Pede desculpa pela demora a escrever e avisa que segue carta.
Acusa a receção do bilhete-postal e da carta de Alfredo Pimenta. Relata que esteve em Lisboa, de passagem, a acompanhar um general inglês. Conta que foi promovido a tenente-coronel. Comenta as eleições municipais inglesas. Conta que um bispo protestante escreveu um livro onde, entre outras coisas, nega a consagração. Relata uma história sobre S. José a propósito deste caso.
Trata da questão do Cardeal Patriarca de Lisboa. Questão do Cardeal Patriarca de Lisboa - Em 30 de julho de 1943 o Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, envia a todas as freguesias da sua diocese uma Carta Episcopal em que denuncia Alfredo Pimenta como escritor perigoso, por causa do artigo "Contra ou a favor do Comunismo", publicado na Esfera, ano III, nº 50, de 5 de julho de 1943, em que desmentia a solene afirmação do Papa sobre a existência da perseguição religiosa na Alemanha. Esta nota foi lida em todas as missas.
Dá conta das suas investidas para conseguir arranjar uma coisa para Alfredo Pimenta.
Relata a vida que leva na Beira Baixa. Conta as conversas que mantém com o padre durante os almoços de domingo. Pede a Alfredo Pimenta que o elucide sobre o que é a Teoria da Evolução.