Trata-se do empréstimo de 17.000 contos destinado a obras de reparação e recuperação dos estragos causados pelo temporal de 25 de Novembro de 1967 em:
1) Estradas, arruamentos e pontes (9.000 contos);
2) Reparação das redes de água, electricidade e esgotos (8.000 contos).
Foi autorizado por portaria publicada no Diário do Governo n.º 94, II série, de 19 de Abril de 1968.
A 17 de Agosto de 1968 a Câmara Municipal solicita autorização para aplicar o saldo de 15.000 contos do referido empréstimo na construção do mercado de Loures e na instalação da Repartição de Finanças, Tesouraria da Fazenda Pública e Conservatórias do Registo Predial e do Registo Civil, alegando que as obras a que o empréstimo inicialmente se destinava tinham sido custeadas pelo Governo e pela Fundação Calouste Gulbenkian, pedido que não foi concedido, tendo sido indicado à Câmara Municipal a necessidade de amortizar a verba de 15.000 contos na Caixa Geral de Depósitos, Crédito e Previdência.
A 6 de Janeiro de 1969 a Câmara Municipal afirma terem os montantes destinados a custear as obras de recuperação sido subvalorizados, devendo o saldo do empréstimo situar-se nos 9.000 contos, pelo que a amortização foi efectuada nessa quantia.
A 25 de Abril de 1970 a Câmara Municipal solicita autorização para reforçar o empréstimo em 1.000 contos, pretensão que não obteve deferimento.