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A designada "Revolta da Madeira, comandada pelo General Sousa Dias, foi desencadeada no Funchal na madrugada do dia 4 de Abril de 1931. Estava para ser seguida no continente, mas apenas se estendeu aos Açores e à Guiné. Apoiam-no os coronéis Fernando Freiria e José Mendes dos Reis, bem como o tenente Manuel Ferreira Camões. O chefe civil é o antigo ministro Pestana Júnior. Entre os revoltosos contam-se Carlos Vilhena e Sílvio Pélico. Defende-se um governo republicano que restaure as liberdades públicas e regresse à ordem constitucional. Encontravam-se na ilha vários deportados políticos, nomeadamente os líderes da revolta militar no Porto de 7 a 9 de Fevereiro de 1927. O levantamento chega ao fim em 2 de Maio de 1931.
A 26 de Agosto de 1931, em Lisboa, dá-se a revolta dos Caçadores 7 e dos aviadores de Alverca, que dura cerca de 9 horas e que conta com quatro dezenas de mortos. Entre os líderes da revolta conta-se o tenente-coronel Utra Machado, o major-aviador Sarmento Beires, Dias Antunes, Helder Ribeiro e Agatão Lança. A revolta foi jugulada pelo governador militar de Lisboa, brigadeiro Daniel de Sousa, logo promovido a general, sendo relevante a acção do general Farinha Beirão da GNR. Em defesa do regime, destacam-se David Neto, Mário Pessoa Costa e Jorge Botelho Moniz. Os chefes da revolta são deportados para Timor. A revolta estava para ser desencadeada ao mesmo tempo que a da Madeira.