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Nuno da Fonseca e Leonor Álvares vendem a Martim Correia e a Teresa Eanes, todos moradores em Vila Viçosa, um olival, localizado no termo da vila, no caminho do Mal Freire. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião das notas em Vila Viçosa Localidade de redacção: Vila Viçosa
Jerónimo Fernandes, criado do duque de Bragança, e Beatriz Rodrigues, moradores em Vila Viçosa, vendem a João Franco e a sua mulher, Catarina Calça, a herdade da Asseca, localizada no termo da vila. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião das notas em Vila Viçosa Localidade de redacção: Vila Viçosa
João Vasques e Leonor Vasques, moradores em Vila Viçosa, vendem a Martim Correia, escudeiro do duque de Guimarães, e a sua mulher, Teresa Eanes Calça, um pardieiro, localizado dentro da cerca da vila. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião das notas em Vila Viçosa Localidade de redacção: Vila Viçosa
Quitação que dão Rodrigo Anes da Tendeira e sua mulher, Leonor Gonçalves Calça; e Nuno Madeira, por si e por seus filhos menores, Diogo, Beatriz, Vasco e Gil, todos vizinhos e moradores em Vila Viçosa, a Leonor Afonso, viúva de Fernando Afonso Calça, de tudo o que podiam herdar por morte de Catarina Calça mãe de Leonor Gonçalves e [...] Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa pelo conde de Arraiolos Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas de morada de Rodrigo Anes
João Rodrigues de Barros e Teresa Rodrigues vendem a Fernando Afonso Calça e a Leonor, todos moradores em Vila Viçosa, um ferragial, localizado na vila. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa pelo conde de Arraiolos Localidade de redacção: Vila Viçosa
Venda que faz Nuno Álvares Guisado, solteiro, já emancipado por carta do duque de Bragança, de vinte cinco anos, morador em Vila Viçosa, a Nuno Álvares, escudeiro da casa do almirante, e a sua mulher, Leonor Franco, também moradores em Vila Viçosa, de um quinhão de terra de pão, no termo da vila, numa herdade dos compradores e de Bento Correia e de Diogo Lopes, que fica na ribeira de Mures, por mil e quinhentos reais dos correntes de seis ceitis o real. Redactor: Afonso Cavaleiro, tabelião em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião
Perante João Gonçalves,escrivão dos direitos reais, escudeiro do duque de Bragança, e sesmeiro em Vila Viçosa e seu termo por carta de sua senhoria, apareceu Catarina Guisada que tinha um pedaço de mato no caminho de Mora ao poço Entupido. O duque tinha mandado que quem tivesse terras de mato que as aproveitasse e lhe dera o tempo de um ano para o fazerem. O prazo terminava no dia de São Lázaro, mas ela era mulher velha e não podia mandar arrancar o mato. Assim, pede ao sesmeiro que lhe aceite a encampação do mato e que o dê a quem quiser. No mesmo acto apareceu Nuno Álvares Guisado, filho da Catarina Guisada, escudeiro do almirante e pediu ao sesmeiro que lhe desse o mato de sesmaria o que lhe é concedido com a condição que o trasnforme em vinha. Redactor: Gonçalo Lourenço, tabelião das notas em Vila Viçosa e seu termo por D. Jaime, duque de Bragança e de Guimarães Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Na rua da Feira, à porta das casas de Catarina Guisada
Venda que fazem Rui Fernandes e sua mulher, Inês Martins, a João Bispo, moradores em Borba, de um pedaço de vinha, à fonte da Figueira, no termo da vila, por quinhentos reais brancos de seis ceitis o real. Redactor: Diogo Vaz, tabelião em Borba Localidade de redacção: Borba Localização específica da redacção: Nas casas do tabelião
Venda que faz Simão Nunes, clérigo de misas e vigário em Vila Viçosa, a Cristovão Sanches, de um oitavo numa courela além de Mures, por quatro mil reais. Redactor: Lopo Martins, público notário em Vila Viçosa e seus termos pelo duque de Bragança Localidade de redacção: Vila Viçosa Localização específica da redacção: Nas casas do público notário