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Leonor da Fonseca, viúva de João Garcia de Contreiras, cavaleiro, pretende casar sua neta, Isabel da Fonseca, filha de Diogo da Fonseca, falecido, com Gomes Eanes Lobo, escudeiro, criado de D. João de Melo, Bispo do Algarve. Promete dar-lhe, em dote de casamento, cento e trinta mil reais, nos seguintes bens: umas casas de morada dentro do cerco da vila de Tavira, que partem com casas de Leonor da Fonseca, com adro de Santa Maria e com rua pública, que são livres e isentas e que serão avaliadas ao tempo da entrega. O valor será completado com o valor do enxoval, também avaliado em dinheiro e prata. Serão ambos entregues quando tomarem sua casa, o que está previsto verificar-se na Páscoa de 1482. Assim, estabelece-se o contrato entre as partes. Compareceu, também, Gomes de Contreiras, cavaleiro, filho de Leonor da Fonseca, irmão de Isabel, que concorda com as cláusulas do contrato. A avó paterna, Catarina Lopes, também anuiu no dito casamento. Prometeu dar-lhe, em dote, umas casas de morada, que tem em Évora, junto com o Chão das Covas. Estas partem com João Rodrigues e com Pêro Cabaço, e são avaliadas em dez mil reais reais, mais uma cama de roupa boa, que valha outro tanto. Redactor: Domingos Alvares, tabelião em Tavira Localidade de redacção: Tavira Localização específica da redacção: Casa de Leonor da Fonseca
Martim Eanes, dito corças, e Inês Eanes, sua mulher, moradores em Évora, vendem a Afonso Rodrigues, sapateiro, e a Clara Eanes, sua mulher, também moradores na cidade, metade de uma vinha, localizada no termo da cidade, no caminho do Álamo, por 2500 libras de moeda corrente. Parte com a outra metade da vinha, que é dos compradores, com vinha de Vangeia de Montemor e com o caminho dos Álamos. Testemunhas: Brás Domingues; João Domingues, criado do bispo D. Martinho. Redactor: Diogo Lourenço, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta Nova
Rui Martins, filho de Martim Vasques, faz testamento, com as seguintes disposições: - Enterramento no convento de S. Domingos de Évora; - Faz doação ao convento de todos os seu bens, moveis e de raiz que tem em Terena e no seu termo: umas casas de morada dentro do castelo, uma herdade em Vila Velha, um mortório de vinha e uns pardieiros que estão no Outeiro da Forca. Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de São Domingos
Vasco Martins, cavaleiro e juiz ordinário de Évora entrega a frei Luís de Beja, da Ordem de São Domingos, o traslado de uma cláusula do testamento de Rui Martins. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Porta da casa de Vasco Martins, cavaleiro e juiz ordinário
Cristóvão Gonçalves Chanoca, morador em Évora, solteiro, vende ao convento de São Domingos de Évora, uma vinha localizada no termo da cidade, na Chamuinha, por seis mil reais brancos. Redactor: Gonçalo Velho, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Convento de São Domingos
Fernão Martins Taloso e sua mulher, Mécia Lopes, moradores e vizinhos de Redondo, vendem a Dinis Eanes da Grã, a Isabel Ribeira, sua mulher, e a Maria Vicente, sua sogra, moradores em Évora, um quinhão de terra, localizado no termo de Redondo, na Silveira Seca, por cinquenta e cinco reais brancos, de dez pretos o real. Redactor: Martim Gonçalves, tabelião em Redondo Localidade de redacção: Redondo
Ana Lourenço, viúva de João Afonso Panóias, moradora em Évora, faz doação, por sua alma, de uma vinha, ao convento de São Domingos de Évora, localizada no termo da cidade, na Chamuinha. Redactor: Pedro Dias, criado e vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Afonso Martins afirma ter feito o seu testamento, mas por descargo de consciência resolve fazer este codicilo. Disse que era verdade que 'pode ora haver cerca de 18 anos e mais' que era casado com Catarina Fernandes, sua mulher, que era já viúva quando a desposou. Havia sido casada com Lourenço Martins, de quem tinha um filho e uma filha, esta falecida. O filho era vivo, chamava-se frei André, frade no convento de São Domingos de Évora, nunca tendo recebido partilha dos bens que ficaram por morte de seu pai. Catarina Fernandes trouxe esses bens e ficou com eles quando voltou a casar, tendo-os possuído. Frei André possui a quarta parte da vinha. Por este codicilo, manda que a sua parte lhe seja concedida e dos bens móveis 1000 reais brancos. Redactor: Afonso Gonçalves, vassalo do rei, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Afonso Martins, atafoneiro
Instrumento de partilhas por morte de Afonso Rodrigues, sapateiro, realizado entre Clara Anes, viúva do referido indivíduo, e Gonçalo Rodrigues e Maria Rodrigues, seus irmãos. Redactor: João Dias, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Praça da Porta de Alconchel
Sentença dirimida por Lourenço Vasques, juiz em nome de D. Jorge, bispo de Évora, relativa a um processo entre frei Fernando de Abreu, prior do convento de São Domingos de Évora, e João Vasques e Fernão Vasques, testamenteiros de Isabel Rodrigues, que foi casada com Cristóvão Vicente, moradores em Évora, estando em questão a posse de uma herdade. Redactor: Martim Gonçalves, escrivão Localidade de redacção: Évora
Frei Gomes, procurador do convento de São Domingos de Évora tomou posse, em nome do convento, de umas casas, localizada na cidade, na rua do Cano, em que mora Vicente Domingues, lavrador, que foram de frei João Galego, que as deixou ao convento. Redactor: Bartolomeu Domingues de Elvas, tabelião geral e escrivão da comarca de Entre ejo e Guadiana Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rua do cano
Estêvão Esteves, dito do Outeiro, e Margarida Pires, sua mulher, moradores em Évora, vendem a João Domingues, vaqueiro, e a Constança Eanes, sua mulher, igualmente moradores nesta cidade, umas casas, localizadas em Évora, por cem libras de dinheiros portugueses. Redactor: Lourenço Esteves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Nas casas de morada de João Velho, curador da igreja de Santo Antão de Évora, estando presente Henrique de Pina, clérigo de missa, bacharel da Sé, faz doação a Joana Vaz Leitoa, moradora na cidade, pelos muitos serviços que dela recebeu, como dos seus filhos, de umas casas, localizadas em Évora, na alcáçova dos mouros. Redactor: João Rodrigues, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de João Velho
Sentença de apelação de D. João II, dirigida a Lopo Serrão e a Martim Esteves Boto, juízes que foram no ano passado, em Évora, e a outras justiças e oficiais, relativa a um processo entre as seguintes partes: Afonso Trigo ante o Corregedor da Corte, como autor; e os frades do convento de S. Domingos de Évora, como réus. Acusação, diz Afonso trigo que os réus foram contra uma ordenação régia, pela qual se proíbem os conventos de aceitar bens de raiz, deixados em última vontade ou de qualquer outro modo, mais do que um ano, sem autorização régia, sob pena de os perder. Refere, na acusação, que poderia haver cinco ou seis anos, que um Fernão Domingues Bajanco, que foi morador na cidade, agora falecido, deixara, em testamento, ao convento uma vinha, situada no termo de Évora. De forma semelhante, havia dois ou três anos, que um João Martins de Pina e Beatriz Gonçalves, sua mulher, deixaram, também, ao convento uma herdade, localizada no termo de Arraiolos, onde chamam o Azambujal, encontrando-se, igualmente, ilegalmente na opinião de Afonso Trigo, em posse do convento. Segundo a acusação, o convento devia perder os bens, para ele próprio, a quem o rei fizera mercê dos bens. Os réus, contestaram a acusação. Não aceitam o juiz por ser secular, consideram que os bens eram já espirituais. Dizem ter jurisdição eclesiástica, no caso, do bispo da cidade. Atendendo à argumentação de cada uma das partes, o rei, começa por referir que os bens foram deixados ao convento por pessoas leigas, por isso, da jurisdição régia, sendo os seus juízes competentes para julgar o caso. Em virtude de existirem aspectos duvidosos, a questão foi enviada ao doutor Nuno Gonçalves, juiz dos feitos régios. Os frades apresentaram uma carta de confirmação régia das cartas de doação dos referidos bens. Vista a carta de mercê, os réus são absolvidos, sendo-lhes permitido lograr e possuir os bens em causa. Redactor: Vicente Álvares, escrivão dos feitos do rei Localidade de redacção: Lisboa
João Afonso, escudeiro, e Mecia Nunes, sua mulher, vizinhos e moradores em Avis, vendem a Pedro Eanes e a Catarina Eanes, vizinhos e moradores de Évora, uma herdade, localizada no termo desta cidade, em São Manços, à venda do Albardão, por setecentas libras de dinheiros portugueses e por uma vaca e um almalho com sua roupa (?). A herdade parte com Fernão Gonçalves Cogominho, com herdade do cabido da Sé, com herdeiros dos chamuinhos, com Estêvão Eanes, com os compradores e com a Ribeira de São Manços, Redactor: Gonçalo Eanes Colos, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Nuno Fernandes, filho de Fernando Esteves Infanção
Perante Pedro Fernandes, juiz em lugar de Lourenço Pires, juiz pelo rei em Leiria (?), apareceu Gonçalo Rodrigues, escudeiro, filho de Rodrigo Afonso de Sousa, de uma parte, e Maria do Crato (?) e Catarina do Crato, moradoras na vila, de outra parte. O Gonçalo Rodrigues disse que as duas mulheres traziam uma vinha e um pomar de que pagavam foro a seu pai todos os anos e solicitava que lhe mostrassem prova documental de como traziam a referida vinha. As duas disseram que era sua porque lhes ficara por mercê de seu pai e de sua mãe e que fora de seus avós. Gonçalo Rodrigues disse que porque ia para fora da fronteira não podia demandar a vinha e o pomar mas queria que o que fora dito ficasse registado, razão pela qual este instrumento é feito. Redactor: Lourenço Afonso, tabelião em Leiria Localidade de redacção: Leiria Localização específica da redacção: Nos paços do concelho
João dos Santos, morador em Évora, apresentou uma procuração assinada pelo tabelião de Évora, João Furtado, pela qual Filipa Falcoa lhe dava poder para tomar posse na herdade que ela comprara a Diogo de Goios. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Termo de Évora
Mendo Afonso e João Afonso, como procuradores de Diogo Goios, casado com Maria Brandoa, vendem a Filipa Falcoa, viúva de João Marinho, uma herdade de um arado de bois, que foi de Luís Brandão, localizada no termo de Évora, à Fonte da Espadaneira, no caminho de Alvito, que parte com herdade que foi de João Salvado; com herdade dos filhos de João Fernandes de Arca; com herdade de João Soares; com herdade de João Vicente, alfaiate; com herdade de Aires Pires; com herdade de Diogo Lopes, morador em Viana; com courela do convento de São Francisco de Évora, por cinquenta e oito mil reais brancos. Testemunhas: Fernando Eanes Leitão, ferrador; Lopo Vaz, amo de Beatriz Bota. Redactor: Rui Carvalho, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Fernão de Valadares, escudeiro do rei, morador em Évora, disse que era verdade que os frades do convento de São Domingos de Évora lhe tinham emprazado umas casas de morada na rua das Fontes que antes estavam emprazadas a Leonor Gonçalves Ferreira que tinha ido para os reinos de Castela. Redactor: João Furtado, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de São Domingos, na casa do cabido
João Domingues Vaqueiro, toma posse de umas casas em Évora que comprara a Estevão Esteves e a sua mulher, Margarida Pires. Redactor: Lourenço Esteves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Instrumento de partilhas realizado entre Lourenço Afonso de Borba, tutor de Lourenço, moço menor, filho de Martim Cimeez e de Mor Esteves, ambos finados; e Maria Esteves Alistã, todos moradores em Évora. Referem que por morte de Catarina Lourenço Alistã, mãe de Maria Esteves e avó do moço menor, ficaram alguns bens por partir da terça. Os bens encontravam-se já repartidos, por acordo mútuo, pretendendo, agora, legalizar a partilha. Resta uma vinha, isenta, localizada no termo de Évora, na Silveira. O menor tinha, por direito, 1/3 da vinha e Maria Esteves duas partes, por razão da terça da finada. Solicitam ao juiz a partilha da vinha. Redactor: Rodrigo Anes, escrivão dos orfãos em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de Diogo Fernandes Godinho, escudeiro, vassalo do rei, juiz dos órfãos
Gonçalo Rodrigues, criado de Martim Afonso de Melo, morador e vizinho de Évora, vende a Afonso Eanes e a Clara Eanes, sua mulher, moradores na cidade, uma panasqueira, que foi vinha, localizada no termo da cidade, em Vale Bom, por quatrocentos e cinquenta reais de três libras e meia. Testemunhas: João Dias e Fernando Afonso, tabeliães; João Afonso, hortelão. Redactor: Estevão Anes Maceira, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Paço dos tabeliães
João Domingues, vaqueiro, genro do mata-mouros, morador em Évora, disse que trazia emprazado um ferragial da Sé, em dias de sua vida, do qual pagava três libras e meia, pela Páscoa, no termo de Évora, no caminho da azinhaga de Dona Enxamena. Parte com a dita azinhaga, com mestre Martinho, cirurgião, com os filhos de Rui Mendes. João Domingues deu o dito ferragial, com o encargo do foro, a Antoninho Domingues Tinhoso, morador na referida cidade. Testemunhas: Gomes Lourenço, alfageme, Afonso Vicente, enteado de Vicente Cão, João Eanes, dito das romãs, almocreve. Redactor: Giraldo Fernandes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Rossio
João Domingues, vaqueiro, morador e vizinho de Évora, em nome de Rodrigo e de João, seus filhos, menores, de uma parte; e da outra, João Andreu, hortelão, maior, por si e por sua mulher, Margarida Afonso. Na expectativa de demanda, por causa de duas courelas de ferragiais, situados no termo da cidade, chegam a acordo. Os ferragiais localizam-se no caminho de Evoramonte. Um das courelas parte com Pedro Cabreiro, com Afonso Rodrigues, alfaiate, com ferragial da igreja de São Pedro. A outra parte com o dito Afonso Rodrigues, com azinhaga que vai das hortas para o caminho de Evoramonte, com ferragial da igreja de São Pedro. João Domingues disse que as courelas foram de Miguel Eanes mata-mouros, avô dos seus filho, João e Rodrigo, e que João Andreu as comprou a Miguel Eanes Mata-mouros, por quinze libras de dinheiros portugueses. João Domingues, alegando que os bens são de sua avoenga solicita que a compra seja anulada, propondo-se devolver o valor que por eles pagou João Andreu. Testemunhas: Ourigue Eanes, almoxarife; Vicente Martins, escudeiro do rei; Gonçalo Eanes, tabelião; Afonso Eanes saltete; Andreu Martins, sapateiro. Redactor: João Anes, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Sé
Martim Pires Zagalo e Alda Esteves, sua mulher, moradores e vizinhos de Évora, fazem escambo de um pardieiro derrubado com Gil Vasques e Catarina Pires. O pardieiro situa-se na rua de Rodrigo Soares Zagalo. Parte com Martim Gomes, cavaleiro, com o dito Gil Vasques, com rua e azinhaga. Gil Vasques e sua mulher concedem, em troca, uma chão com seu pomar, no termo da cidade, na Herança de Pedro Soares Zagalo, que parte com Martim Pires Zagalo, com João dos banhos, tabelião, com Francisco Pires Zagalo, com o caminho do Espinheiro. Redactor: Bartolomeu Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casas de Martim Pires Zagalo
Isaque Querido, judeu, mercador, e sua mulher, moradores em Évora, mediante a apresentação de uma carta de D. João I, autorizando-os a transaccionar com cristãos, vendem a João Afonso Panóias e a Ana Lourenço, sua mulher, uma sua vinha, localizada no termo da cidade, na Chamuinha, por três mil reais brancos. Testemunhas: Afonso Domingues, procurador do número; Estêvão Eanes Macieira, tabelião Redactor: Pedro Afonso de Seixas, escrivão em lugar de André Gonçalves, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de João Gomes Arnalho, vassalo do rei, juiz em lugar de Mem Rodrigues, juiz do rei.
Afonso de Airos, escudeiro do rei vende a Guiomar Dias, solteira, um chão com árvores, que foi vinha, localizado no termo de Évora, na Torregela, além do escorregadio, pelo caminho do Meio, por dois mil reais brancos, salvos da sisa. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Afonso de Airos, escudeiro do rei
Aforamento um chão com suas árvores, de Guiomar Dias, mulher solteira, filha de Diogo Vaz Gavião, escudeiro, falecido, localizado no termo de Évora, na Torregela, no caminho de Meios, além do escorregadio, a Afonso de Airos, escudeiro do rei, e a Inês Rodrigues, moradores na cidade, por seis alqueires de azeite. Os foreiros ficam obrigados a enxertar os zambujeiros que estiverem no chão. Testemunhas: Diego Lopes, barbeiro; João Dias, escudeiro. Redactor: Diogo de Évora, escudeiro, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Casa de Guiomar Dias
Pedro de Leiria, marido que foi de Maria Eanes, de uma parte e Gomes Eanes Golhelho e Martim Eanes Golhelho, seu irmão, clérigo de missa, como herdeiros de Maria Eanes, sua mãe. Todos juntos, mandaram pôr em pregão uma casa, que foi da sua mãe, por Martim Eanes, pregoeiro do concelho. A casa situa-se em Évora, na Rua dos Galegos, parte com casa de Gomes da Adella. Foi comprada por Maria Domingues, tecedeira, por trinta e cinco libras. Redactor: Lourenço Pires da Rosa, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora
Fernão Martins, morador em Alenquer, como procurador de sua mulher, vendem a Martim Eanes Corças e a sua mulher, Inês Eanes, e a Afonso Rodrigues e Clara Eanes, metade de uma vinha, localizada no termo de Évora, em Vale Bom, por vinte e quatro mil libras de moeda corrente. Testemunhas: Gonçalo Bentes, tosador; Gonçalo Rodrigues; Lourenço Domingues, alfaiate. Redactor: João Afonso, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: Albergaria de Santa Catarina
Emprazamento que fazem os frades do convento de São Domingos de Évora, a Fernão de Valadares, escudeiro do rei, morador na cidade, e a sua mulher, Beatriz Anes, de umas casas de morada na rua das Fontes, por oitenta reais e um frangão bom, pelo São João. Redactor: João Furtado, tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora Localização específica da redacção: No convento de São Domingos, na casa do cabido
Frei Lourenço, frade do convento de São Domingos de Évora, toma posse de uma herdade e de uma vinha que deixara ao convento frei João Lourenço Valada. Redactor: Lourenço Esteves da Graça (?), tabelião em Évora Localidade de redacção: Évora