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Desfile da Aliança Democrática pela Avenida da Liberdade e o respectivo comício no Rossio.
Francisco Sá Carneiro exclui a hipótese de acordo entre o PSD e o PS depois das eleições intercalares. Agenda partidária.
A Aliança Democrática critica o discurso do Presidente da República, António Ramalho Eanes, que culpa os partidos políticos pela crise.
Francisco Sá Carneiro acusa o Presidente da República, António Ramalho Eanes, e o Partido Socialista de contribuírem para o fortalecimento do Partido Comunista.
O PSD encabeçará as listas da Aliança Democrática em todos os distritos do continente e da emigração, com excepção de dois, nas eleições legislativas intercalares.
A participação dos dirigentes nacionais e distritais dos partidos que integram a Aliança Democrática nos comícios que irão realizar-se em todas as capitais de distrito, durante o período da campanha eleitoral.
Reflexo na comunicação social da manifestação promovida pela Aliança Democrática.
Presença do Primeiro-Ministro espanhol, Adolfo Suárez, no comício de arranque da campanha eleitoral da Aliança Democrática a realizar-se na Praça de Humberto Delgado.
Diogo Freitas do Amaral acredita que a Aliança Democrática pode conquistar as câmaras de Lisboa e Porto nas eleições autárquicas.
Recusa dos principais agrupamentos políticos em sancionarem o aumento de preços preconizado pelo governo. Diogo Freitas do Amaral critica a actuação do Presidente da República no que concerne ao adiamento da fixação das datas das eleições legislativas e autárquicas.
A recusa de algumas Comissões Distritais do PSD em apresentarem listas eleitorais conjuntas para a eleições legislativas intercalares. Basílio Horta acredita que o espírito que levou à constituição da Aliança Democrática será respeitado.
Anuncio das distritais do PSD de Coimbra e Faro que irão apresentar listas próprias às eleições legislativas intercalares.
Dificuldades da Aliança Democrática em apresentar listas conjuntas para as eleições legislativas intercalares.
Anuncia a forte possibilidade da Aliança Democrática se apresentar às eleições intercalares em listas eleitorais separadas.
A recusa de algumas Comissões Distritais do PSD em apresentarem listas eleitorais conjuntas para a eleições intercalares legislativas.
Críticas da Aliança Democrática ao V governo Constitucional e oposição à recandidatura de António Ramalho Eanes à Presidência da República.
Encontro dos líderes da Aliança Democrática com o Presidente do governo espanhol e da União do Centro Democrático, Adolfo Suarez.
A Aliança Democrática desmente a inexistência de qualquer tipo de crise no seu seio.
A Comissão de Opinião Pública da Aliança Democrática tece duras criticas ao Presidente da República, António Ramalho Eanes, por este abdicar de exercer a plenitude dos seus deveres constitucionais para a fixação da data das eleições legislativas intercalares.
A Comissão de Opinião Pública da Aliança Democrática critica o governo por pretender alterar a data da realização das eleições legislativas intercalares.
A Aliança Democrática crítica o governo e o Presidente da República pela indefinição da data das eleições legislativas intercalares e autárquicas.
O Presidente do PSD, Francisco Sá Carneiro, desmente que existam quaisquer indícios de crise no seio da Aliança Democrática, qualificando as notícias nesse sentido de «pura especulação».
A Aliança Democrática (AD) desmente qualquer desentendimento com a UCD, de Adolfo Suárez, e anuncia que este participara em manifestações políticas da AD em Portugal.
Negociações da Aliança Democrática com os reformadores e o PPM para a constituição das listas eleitorais.
Diogo Freitas do Amaral acredita na vitória da Aliança Democrática nas eleições intercalares.
Moção de rejeição apresentada pela Aliança Democrática ao Programa do V governo Constitucional.
Encontro entre os líderes da Aliança Democrática, o Primeiro-Ministro espanhol, Adolfo Suarez, e o Rei D. Juan Carlos.
O PSD e CDS apresentam uma moção de rejeição ao Programa de governo de Maria Lourdes Pintasilgo.
A possibilidade da Confederação dos Agricultores Portugueses (CAP) apoiar a Aliança Democrática nas eleições intercalares.
Diogo Freitas do Amaral critica o Presidente da República e o V governo Constitucional.
Diogo Freitas do Amaral critica a génese e composição do V governo Constitucional, a sua estrutura, o seu programa e natureza.
Comunicado do Conselho Coordenador da Aliança Democrática sobre a preparação do Programa Eleitoral de governo, a forma como a AD se irá apresentar a sufrágio, a análise da situação política do país e a apresentação de um candidato comum à Presidência da República.
Apoio da CAP à Aliança Democrática e críticas ao Presidente da República por este ter tomado a decisão de escolher Lourdes Pintasilgo para Primeiro-Ministro.
Visita dos líderes da Aliança Democrática a Espanha para se reunirem com Adolfo Suarez, Presidente da UCD.
Encontro entre a Aliança Democrática com a União de Centro Democrático, em Madrid.
O possível apoio do CDS à recandidatura presidencial de António Ramalho Eanes e a oposição à nomeação de Lourdes Pintasilgo para Primeiro-Ministro.
Encontro dos líderes da Aliança Democrática com a União de Centro Democrático (UCD), de Adolfo Suarez, e com e o Rei de Espanha, D. Juan Carlos.
O CDS protestou contra o "Diário de Lisboa", em virtude da publicação de uma fotografia que dava conta da ausência do deputado do CDS na bancada da Assembleia da República no início de uma sessão plenária.
O PSD e o CDS manifestaram a sua discordância em relação ao «memorando» que o Ministro da Administração Interna, Costa Brás, enviou para Assembleia da República sobre a legislação eleitoral.
Participação do Presidente da UCD e Primeiro-Ministro espanhol, Adolfo Suarez, nas manifestações pré-eleitorais e eleitorais da Aliança Democrática.
O Bispo de Braga faz campanha a favor da Aliança Democrática, durante a homilia.
O PSD e CDS não participarão na votação do Programa do V governo Constitucional na Assembleia da República. Artigo de opinião de António Capucho relacionado com a apresentação de listas de deputados da Aliança Democrática nas eleições intercalares.
Possível apoio da União do Centro Democrático à Aliança Democrática nas eleições intercalares.
Moção de rejeição do PSD e do CDS ao Programa de governo e críticas de Diogo Freitas do Amaral ao governo de Pintasilgo.
A Aliança Democrática irá concorrer em listas separadas e coligações bilaterais às eleições intercalares.
Octávio Pato tece duras críticas à Aliança Democrática e considera que esta tem receio dos resultados das eleições intercalares.
Deslocação de uma delegação da Aliança Democrática a Madrid para encetar conversações com a União do Centro Democrático.
Possibilidade da União do Centro Democrático (UDC) participar na campanha eleitoral da Aliança Democrática.
Justificação da moção de rejeição apresentada pela Aliança Democrática ao Programa do V governo Constitucional.
Diogo Freitas do Amaral considera que a Aliança Democrática só deverá governar se obtiver a maioria absoluta nas eleições intercalares.
Notícia a "meia" vitória de Freitas do Amaral no IX Congresso do CDS. Venceu a Comissão directiva mas perdeu o Conselho Nacional; apresenta um breve resumo do Congresso. Existe, ainda, um artigo de opinião de Francisco Pita sobre o IX Congresso do CDS, em que elogia Ricardo Vieira e Manuel Monteiro.
Notícia a recondução de Freitas do Amaral na liderança do partido; a derrota da sua lista para o Conselho Nacional; as dúvidas de Freitas do Amaral quanto à sua vitória no Congresso, bem como, as prioridades do partido para o futuro. O CDS rejeita o apoio à candidatura presidencial de Mário Soares.
Notícia que Freitas do Amaral pretende confrontar Lucas Pires com duas questões: que fundamento têm os rumores que dão como certa a fundação de um novo partido da área de centro-direita, caso a candidatura à Presidência da República de Lucas Pires obtenha um bom resultado e se Lucas Pires pretende levar a sua candidatura até ao fim.
Notícia que Freitas do Amaral, na primeira reunião da nova comissão directiva do CDS, deu conta aos dirigentes centristas das reacções favoráveis que tem recebido de diversos sectores desde o fim do Congresso do partido e pela sua postura na recente entrevista na RTP. A Comissão Directiva do CDS aprovou que a Comissão passasse a ser um órgão colegial que decidiria sobre todas as questões. Foram nomeados três secretários e quem vai representar o CDS no Congresso do PSD.
Notícia algumas declarações proferidas por Freitas do Amaral, no congresso do Partido Popular Espanhol, o qual defende que o crescimento do CDS deve fazer-se a caminho do centro, posição que coincide com a do Partido Popular Espanhol. Considera que as ideologias socialistas morreram e hoje triunfam as ideias de justiça, do liberalismo, da economia de mercado e menos intervencionismo do Estado.
Notícia algumas declarações proferidas por Freitas do Amaral, no congresso do Partido Popular Espanhol, o qual defende que o crescimento do CDS deve fazer-se a caminho do centro, posição que coincide com a do Partido Popular Espanhol. Considera que as ideologias socialistas morreram e hoje triunfam as ideias de justiça, do liberalismo, da economia de mercado e menos intervencionismo do Estado.
Notícia algumas declarações proferidas por Freitas do Amaral, no congresso do Partido Popular Espanhol, o qual defende que o crescimento do CDS deve fazer-se a caminho do centro, posição que coincide com a do Partido Popular Espanhol. Considera que as ideologias socialistas morreram e hoje triunfam as ideias de justiça, do liberalismo, da economia de mercado e menos intervencionismo do Estado.
Notícia algumas declarações proferidas por Freitas do Amaral, no congresso do Partido Popular Espanhol, o qual defende que o crescimento do CDS deve fazer-se a caminho do centro, posição que coincide com a do Partido Popular Espanhol. Considera que as ideologias socialistas morreram e hoje triunfam as ideias de justiça, do liberalismo, da economia de mercado e menos intervencionismo do Estado.
Notícia os comentários publicados, nomeadamente no jornal "A Capital" e no "Diário de Lisboa", sobre a entrevista do Presidente da República, Mário Soares. Noticia, ainda, o apoio de Freitas do Amaral às criticas efetuadas pelo Presidente da República à televisão.
O congelamento dos preços proposto pelos executivos da CEE, que inclui a aplicação dos estabilizadores de produção e constitui uma ameaça para os rendimentos dos agricultores. Carvalho Cardoso, eurodeputado do PPE, defende a aplicação de medidas conexas compensatórias das baixas provocadas pela de rigor da CEE e reafirma que existem condições naturais para a reconversão da agricultura nacional, que deve ser conduzida numa perspectiva de investigação/acção.
Notícia a aprovação por unanimidade, em plenário da Assembleia da República, da Lei Orgânica de Macau.
As linhas mestras do programa do CDS, o atual período de expansão do Partido e o momento político que se vive em Portugal.
Notícias sobre o CDS, nomeadamente: o programa eleitoral; a recusa do CDS em apoiar a recandidatura presidencial de Mário Soares; rejeição de ser um partido "muleta"; não comprometimento de Lucas Pires com qualquer moção;
Notícia sobre os acontecimentos do IX Congresso do CDS. Freitas do Amaral, na sessão de encerramento, anunciou a recusa em apoiar a recandidatura presidencial de Mário Soares e rejeitou a tese de que o CDS deve produzir partidariamente uma candidatura na sua área. Francisco Lucas Pires anuncia que antes de 1991 não voltará à vida política nacional.
O que poderá acontecer no CDS caso a moção de Freitas do Amaral não atinja os 66,6% da votação. Resumo dos trabalhos do IX Congresso. Notícia, ainda, o facto de Lucas Pires considerar que concorrer contra Mário Soares é uma função constitucional.
Notícia sobre a vitória de Freitas do Amaral no IX Congresso do CDS. Contém, ainda, um artigo sobre Manuel Monteiro.
As declarações proferidas por Diogo Freitas do Amaral no comício do CDS realizado em Bragança
Analisa a importância do Movimento das Forças Armadas (Movimento das Forças Armadas (MFA)) (Movimento das Formadas Armadas) no processo de democratização de Portugal.
A vontade de lutar pela democracia, rebate as acusações que o CDS é um partido fascista, aborda os termos do Pacto assinado entre Movimento das Forças Armadas (Movimento das Forças Armadas (MFA)) (Movimento das Forças Armadas) e os partidos políticos, bem como o saneamento político e a proteção à família.
Apresenta como causa fundamental para crise que o país vive o divórcio entre o poder político-militar e o Povo. Aponta soluções.
Critica a ação dos militares e do governo português no processo de descolonização. Existe fotocópia do artigo do jornal
O comício do CDS, em Tondela, no qual intervieram três oradores: António Correia Lopes, general Galvão de Melo e Diogo Freitas do Amaral. Todos criticam a ação do VI governo Constitucional.
Salienta que estão reunidas as condições para revogação do Pacto Movimento das Forças Armadas (Movimento das Forças Armadas (MFA))-Partidos. Perspetiva as próximas eleições legislativas e a aproximação da ala direita do PPD ao CDS.
Diogo Freitas do Amaral discorre sobre os responsáveis pelo 25 de Abril, a revisão do pacto efetuado entre o Movimento das Forças Armadas e os diversos partidos políticos e a entrada do CDS para o governo.
O CDS considera que o ano de 1976 vai ser, politicamente, um ano bom e vai ser, economicamente, um ano mau. Justifica as previsões.