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Da compra de aguardente de cana, aguardente, caras de armar, capas de couro e cerveja.
Informa João António da conveção que tinha com o Conde da Barca para trabalharem juntos numa mina de ouro e que para isso o Conde lhe tinha mandado seis escravos. Como estes se tornaram mestres naquele trabalho, pede para que continuem nele. Pede igualmente para ficar com dois mapas petrográficos e orográficos da Capitania de Minas Gerais, levantados pelo próprio, um roteiro do Rio de Janeiro até Tijuco e um catálogo Tomo Segundo do Gabinete de Minerologia do Pabst Ohain.
Processo composto pelos seguintes documentos: - título da compra do referido escravo; - carta de José Egídio Alvares de Almeida; - duas cartas de Custódio Souza Guimarães.
Refere três aspetos: 1 - que tudo o que constitui o laboratório e botica é pertença de Joaão António de Araújo de Azevedo; 2 - que se tem empenhado e trabalhado incansavelmente no dito laboratório; 3 - que está dispendendo diariamente em comida com a família e empregados 1920 reis.
Dá informações sobre a Botica e o Laboratório.
Autorizando João António de Araújo de Azevedo a nomear o seu confessor; indicando a obrigação de usar o hábito daquela ordeme a rezar todos os dias o ofício de Nossa Senhora.
Contém minuta da resposta de João António de Araújo de Azevedo.
Tem a seguinte anotação: "Mostra que António José Afonso lhe dava o dinheiro preciso."
Contém a seguinte anotação: "Consta do dinheiro que lhe mandei de Lisboa e parece ser do que eu tinha dela, pois para os gastos tinha ordem António José Afonso e lho dava sempre como se vâ do seu rol. E diz que recebera 240 reis de António Joaquim."
Tem a seguinte anotação: "Trata de quatro moedas e meia que diz deve o Rocha para o sapateiro, menos doze vinténs."
Apresentada pelo administrador Bento José Velozo.
Apresentada pelo administrador Bento José Velozo.
Apresentada pelo administrador Bento José Velozo.
Apresentada pelo administrador Bento José Velozo.
"...Da Ordem de São Bento de Avis, Fidalgo da Casa Real, Brigadeiro Graduado e Comandante das Tropas de Macao".
"...Da Ordem de São Bento de Avis, Fidalgo da Casa Real, Brigadeiro Graduado e Comandante das Tropas de Macao".
"...Comendador da Ordem de Cristo, Fidalgo da Casa, do Conselho de Sua Magestade e do da Sua Real Fazenda, Ouvidor da Cidade e Comarca de Macas".
Em anexo contém a tradução da carta.
Atestando debilidade nervosa de João António de Araújo de Azevedo.
Para que o escrivão do seu cargo se pronuncie sobre as culpas, ou ausência delas, de João António de Araújo de Azevedo. Contém resposta do escrivão que refere não ter qualquer culpas a apresentar.
Solicitados por João António de Araújo de Azevedo para se poder casar "quando muito bem lhe convier".
Capitão de um iate encarregue de levar uma carga para João António de Araújo de Azevedo.
Como obteve licença para ir para Portugal, oferece um escravo a João António pelos muitos obséquios que tem recebido.
Secretário de Estado, protestando em nome do Papa Pio VII contra a ocupação dos Estados Pontifícios pelo exército francês.
Informa que o último pagamento recebido da pensão que lhe deve o Abade de Avintes foi em 16 de julho de 1794.
Refere-se à venda do escravo Lúcio.