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"N.º 17": Carta de Cham-pao-Chai e Cham-Gam-pam ao Desembargador de Macau Miguel de Arriaga Brum da Silveira onde manifesta a sua vontade em se render e solicita ao destinatário que queira alegar razões para minha defesa.
"N.º 18": Chapa de Cham-Pao-Chai ao Desembargador de Macau Miguel de Arriaga Brum da Silveira, onde fala da representação feita pelos mercadores de Macau contra si e pede ao dest. para "fazer diligências possíveis, para que venha a ser concluída esta dependência que teve princípio no zelo e cuidado de Vossa Senhoria" e que no caso de abandoná-la, o A. informara que reputará por "falsidade, e enganos tudo o que dantes se tem dito, e declarado".
"N.º 23": Carta Régia ao Imperador da China. Pretendendo continuar a correspondência entre "esta Coroa, e esse Imperio", El-rei [D. José] apresenta o ministro plenipotenciário José Inácio de Brito Bucarro Castanheda.
O autor informa dos acontecimentos ocorridos na sequência da chegada a Macau do Almiral [William O' B.] Drury, com as suas tropas para guarnecerem a cidade contra os franceses. Expõe os erros cometidos pela armada britânica e os serviços de mediania que exerceu entre esta e os chineses. Fala da convenção de 1802 entre ambas as partes. Critica os procedimentos de [Lucas José de] Alvarenga, empossado como governador em 1 de Janeiro de 1809 e do Desembargador Peixoto nesta situação. Fala do impacto sentido na cidade devido ao este acontecimento.
"N.º 21": Chapa do Mandarim da Casa branca ao Desembargador de Macau Miguel de Arriaga Brum da Silveira onde o A., após fazer uma retrospectiva das medidas tomadas pelo governo sínico contra os pirataslouva os trabalhos do Suntó de Cantão e do dest. para o desfecho deste importante negócio. Remete, em anexo, o rol de gente que tinha Cham-Pao-Chai, o rol das embarcações e todos aqueles que foram degolados, porque não quiseram render-se.
"N.º 22": Exposição dos mandarins da casa branca, resultante da averiguação sobre o estado de Macau enviada ao Desembargador de Macau Miguel de Arriaga Brum da Silveira.
O autor, major Comandante da Artilharia de Reserva, solicita (em 4 de junho de 1811) a Sebastião [José] de Arriaga [Brum da Silveira], capitão comandante da Primeira Brigada da referida artilharia, o envio imediato de munições para o depósito das baterias a sul do Guadiana. Possui a indicação que seguiu em sobrescrito.
O autor, Quartel Mestre Geral, transmite (em 13 de janeiro de 1811) a ordem do marechal Beresford para que Sebastião José de Arriaga [Brum da Silveira], [Oficial comandante da Brigada de Artilharia] comande as suas tropas, esta tarde depois do sol posto para Benavente onde permanecerá até novas ordens do General Lumley. Contém autenticação do traslado.
A. Diekson, Major Comandante de Artilharia de reserva, ordena (em 23 de abril de 1810) ao [Oficial Comandante da Brigada de Artilharia] Sebastião José de Arriaga que marche com toda a sua bateria e a maior brevidade possível ao quartel de Portalegre.
O Tenente Coronel Assistente Ajudante Geral, ordena (em 16 de novembro de 1810) que o Oficial Comandante da Brigada de Artilharia Portuguesa, da Divisão do Major Dixon, se dirija a casa do general Will antes de marchar para Vila Nova a fim de receber ordens.
J. Pinto, Assistente Ajudante General, trasmite a ordem do marechal general Lord Wellington para que o 5.º Regimento da linha marche na manhã do dia seguinte para Elvas. Transmite as instruções necessárias para o abastecimento da referida Divisão. Comunica os agradecimentos do general Hamilton aos oficiais, oficiais inferiores e soldados do 5.º regimento, pela "firmeza e coragem" patenteados no dia 16 da Batalha de Albuera. Possui a indicação de que a carta seguiu em sobrescrito endereçado ao Capitão [Sebastião José de] Arriaga [Brum da Silveira], Comandane de Artilharia. Possui a autenticação da cópia.
Jonathan Rooke, Tenente Coronel Assistente Ajudante Geral, ordena (em 17 de novembro de 1810) que a Bateria de Artilharia Portuguesa em Vilanova marche no dia seguinte para Azambuja e que o oficial comandante da mesma se dirija à casa do Ajudante General para receber ordens. Possui indicação de que a carta seguiu em sobrescrito endereçado ao Capitão comandante de Artilharia Portuguesa.
António Teixeira Rebelo, coronel, comunica (em 11 de setembro de 1805) ao Tenente Sebastião José de Arriaga [Brum da Silveira], as instruções dadas pelo Marquês de Vagos, general de Artilharia com o governo de Armas da Corte e Província da Estremadura, para perseguir os desertores dos regimentos. Possui a autenticação da cópia.
António José Teixeira Rebelo dirigide (em 3 de março de 1809) a José Botelho Moniz da Silva, por mão do Capitão Sebastião José de Arriaga, uma relação solicitando o envio, com a maior brevidade possível, de reposteiros com o fim de evitar a perda de munições. Possui a autenticação da cópia.
O autor, Roberto Wilson, Brigadeiro General Comandante de Divisão, ordena ao Comandante da Brigada de Artilharia [Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira], que marche na manhã do dia seguinte para Aires, onde deverá aguardar por ordens posteriores do Comandante do esquadrão de Nisa. Ordem para "experimentar" a artilharia em Castelo Branco e em caso de retirada que se dirija sobre Abrantes. Possui a indicação do tradutor e a autenticação da cópia.
O autor, Jonathan Rooke, Tenente Coronel Assistente Ajudante Geral, transmite (em 23 de janeiro de 1811) a [Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira], Oficial Comandante da Brigada de Artilharia da Quinta de Santa Marta, a indicação do Marechal Beresford de que deve se colocar sob as ordens do General Lumley. Possui a indicação da autenticação da cópia.
"N.º 14": Chapa do Suntó Vice-rei de Cantão ao Senhor Desembargador de Maceu, [Miguel de Arriaga Brum da Silveira], falando das nformações dadas pela viúva de Chen-Yat, sobre o pirata chinês Cam-Pao-Chai.
"N. 6.º": Documento composto pela resposta dos mandarins grandes de Pequim aos de cantão a respeito de admitir uma Embaixada de Portugal a Pequim; e Aviso dos mesmos mandarins grandes de Pequim ao Suntó e Fuyen de Cantão a respeito de tal Embaixada.
"N.º 7": Chapa para o Fu-Yen sobre os assuntos debatidos na conferência que realizou em Macau com os mandarins Hiang-Xan e da Casa Branca.
"N.º 8.º": Chapa do mandarim de Hian-Xian ao Senhor Desembargador de Macau Miguel de Arriaga Brum da Silveira sobre os dois matemáticos enviados a Pequim por S.A.R..
"N.º 9": chapa ao Sunto Vice rei de Cantão felicitando-o pela sua nomeação para maiores e mais condecorados empregos dentro da sua Corte. Solicita que coloque na presença de Sua Majestade Imperial a pretensão relativa aos matemáticos por que dela depende a "minha fortuna ou a minha desgraça na Presença do meu Soberano".
"N.º 10": Carta escrita pelo R. Senhor N. N. à congregação dos cardeais encarregada dos negócios da Propaganda Fide em que se relata a modernissima embaixada inglesa ao Imperador da China.
"N.º 11": Extrato de uma carta de Mr. Grammond, Missionário francês em Pequim, onde este se refere à embaixada inglesa a Pequim.
"N.º 12": Versão literal da chapa publicada em Macau pela qual se declara que o Exmo. Senhor Embaixador de S. M. Fidelissima não é embaixador tributário.
"N.º 13": Chapa do Suntó de Cantão e Fu-Yen Governador da mesma Cidade aoSenhor desembargador Ouvidor de Macau [Miguel de Arriaga Brum da Silveira], onde fala da rendição do pirata chinês Cham-Pao-Chai.
"N.º 16": Chapa do Sunto Vice-rei de Cantão, ao senhor Desembargador [Ouvidor] de Macau [miguel de Arriaga Brum da Silveira], informando que recebeu uma carta do Pirata de Cham-Pao-Chai, onde este manifesta sincera vontade de se render" e de um Decreto de Sua Majestade Imerial perdoando todos os crimes do pirata sob condição de este entregar as embarcações e apetrechos de guerra. o A. louva os contributos do Desembargador Ouvidor para o feliz desfecho desta situação.
"N. 4.º": Atestação da conferência realizada entre o Desembargador ouvidor de Macau, Miguel de Arriaga Brum da Silveira, e os mandarins de hiang-Xan e da Casa Branca, sobre os assuntos referidos nos documentos n.º 1 e 2.
"N.º 15": Chapa do Suntó Vice-rei de Cantão ao senhor desembargador [Ouvidor] de Macau [Miguel de Arriaga Brum da Silveira], falando sobre os contactos que tem mantido com o Pirata Cham-Pao-Chai.
José António Gonçalves, Comissário de Víveres da Brigada de Artilharia de reserva, atesta que entre 11 e 20 de Abril de 1811 não foram fornecidas as rações devidas à Primeira Bateria da Brigada de Artilharia de Reserva do Primeiro Regimento, pelo facto das mesmas se encontrarem em falta. Mais declara que esta falta foi suprimida pelo Comandante [Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira]. Cópia autenticada.
Lourenço António Pereira e Sousa, primeiro Comissário de Víveres, atesta (em 31 de março de 1810) a falta de fornecimento de víveres durante o mês de março, à Primeira Bateria de Artilharia de Reserva do Primeiro Regimento.
Simão Francisco Pereira de Antas Pinto, Segundo Tenente, e António José da Silva e Sousa, Cabo, atestam (em 6 de julho de 1810) que a reparação dos fardamentos dos soldados da Primeira Bateria Volante da Brigada de Artilharia de reserva do Primeiro Regimento, vindos da campanha em Espanha, foram feitos à custa do capitão comandante Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira. Cópia autenticada.
Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira, Capitão Comandante da Primeira Bateria da Brigada e Artilharia de reserva, requer (em 2 de julho de 1811) a António José da Silva, Cabo de Artilheiros, uma declaração de onde conste o número de as rações que por sua ordem distribuiu, em Setembro de 1810, à Primeira Bateria quando esta esteve estacionada na vila de Avis. Possui a declaração requerida (passada em 4 de julho de 1811). Cópia autenticada.
Informa que depois de ter escrito de Fronteira, recebeu a carta inclusa, a qual remete para melhor comprovar o que diz no referido requerimento.
José Inácio Mendes agradece a carta de 21 de Setembro de 1810 e informa da atitude do Conselho da Fazenda perante o seu requerimento. Solicita proteção a António de Araújo de Azevedo para o requerimento que envia em anexo, por forma a que o Conselho da Fazenda "não tanha q[ue] duvidar".
Alexandre Diekson, Major Comandante da Brigada de Artilharia de Reserva do Regimento Primeiro do Exército Português, atesta os bons seviços prestados pelo Capitão Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira, Comandante da Primeira Bateria da mesma Brigada, e as razões da licença de serviço que lhe foi concedida pelo Marechal Beresford (5 de julho de 1810). Cópia autenticada.
Agostinho Luis da fonseca, Brigadeiro dos Reais Exércitos e Comandante da Segunda Brigada de Infantaria, atesta os bons serviços do Capitão Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira, no sítio de Badajoz e na Batalha de Albuera, sob as ordens do General Hamilton.
Romão de Arriada agradece (em 28 de outubro de 1807) a Sebastião José de Arriaga a remessa recebida e acusa a expedição das procurações para o Recebimento dos Efeitos. Solicita empenho para conseguir o que ultimamente se pediu ao Arsenal. Cópia autenticada.
Joaquim da Costa e Silva informa (em 28 de março de 1809) a Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira que representou ao governo a mudança das parelhas entre o Tejo e o Mondego. Deseja falar-lhe. Cópia autenticada.
Lamenta a ausência de resposta e informa que procurou notícias do destinatário junto de José Inácio Mendes. Apesar do seu estado de saúde tem participado em todas as campanhas militares desde a tomada de Badajoz até ao assédio ao Forte de Burgos. Solicita a proteção do destinatário para alcançar "algum emprego aonde não haja hum serviço tam activo". Por josé Inácio Mendes tem recebido notícias da tia Mariana [de Arriaga].
José Pinto Savedra, Ajudante de Ordens, ordena ao Comandante de Artilharia em Cabeça de Vide que apronte a Artilharia do seu comando para a mandar para Elvas logo que o regimento de infantaria N.º 14 passar. Receberá ordens do Tenente Coronel Mezurie. Cópia autenticada.
António Teixeira Rebelo informa (em 16 de março de 1809) Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira que já lhe escreveu duas vezes onde louvava as eficazes diligências protagonizadas pelo destinatário. Acusa a receção da remessa dos caixotes de balas e solicita o envio de munições e de mão-de-obra e material para construir e dirigir a armaria. Remete a relação deste material feita pelo Major Comandante do Parque. Respeitos à sua tia [D. Mariana de Arriaga] e às senhoras Lacerdas. Cópia autenticada.
Manuel de Brito Mozinho, Ajudante general, solicita (em 30 de outubro de 1810) a Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira, Comandante das duas brigadas de Artilharia anexas à divisão do General Hamilton, que o modelo para os mapas semanais, em anexo, e que depois os devolva. Informa que o Mapa anterior fica sem efeito. Cópia autenticada.
António Teixeira Rebelo acusa (em 9 de março de 1809) a receção da carta e relação que lhe foram emitodas por Sebastião José de Arriaga. Informa do ofício do General que incumbiu o destinatário da Comissão e expressa ordem para o conservar "ahi" enquanto existirem requisições a fazer ao Arsenal. Comunica o envio das cordas para o Quartel General. Faz recomendações à tia D. Mariana e a D. Maria da Penha. Cópia autenticada.
António Teixeira Rebelo acusa (em 11 de março de 1809) a receção da carta e relação anexa do capitão Sebastião José de Arriaga [Brum da Silveira]. Informa que o tem recomendado, pelos seus bons serviços, ao Senhor General. Requisita munições. Cópia autenticada.
Duarte Guerrido, 2.º Tenente Ajudante, comunica (em 18 de março de 1811) a ordem para a 1.ª bateria da Brigada de Artilharia de Reserva pernoitar em Alpalhão e para ao romper do dia seguinte marchar para Portalegre onde o capitão comandante [Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira] receberá as ordens do major.
O autor, Major Comandane de Artilharia, ordena ao Comandante da Primeira Brigada de Artilharia de Reserva, o capitão [Sebastião José de] Arriaga [Brum da Silveira], para que marche amanhã pela manhã para Nisa onde se apresentará ao Brigadeiro General inglês J. C. Crawford. Refere o itinerário a seguir.
B. Durban, Quartel Mestre Geral, transmite (em 13 de setembro de 1809) a ordem do marechal Beresford, Comandante em Chefe do exército, para que [Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira], comandante da brigada de Artilharia estacionada em Nisa se ponha em marcha seguindo o itinerário em anexo. Possui indicação da autenticação da cópia.
A. Diekson, Major Comandante, comunica (em 17 de abril de 1810) ao Capitão Sebastião José de Arriaga [Brum da Silveira], a ordem do General Hamilton, "Comandante das Tropas Portuguêsas unidas às Tropas Britanicas nesta Provinciado Alem Tejo", para que marche com toda a sua bateria para o Cabeço de Vide, onde deverá aguardar por segunda ordem. Roga para que todas as autoridades militares e civis prestem todo o auxílio solicitado pelo capitão. Possui indicação da autenticação da cópia.
António Teixeira Rebelo, Brigadeiro, acusa (em 6 de abril de 1809) a receção da carta e relação anexa, ambas datadas do dia 3, e do armamento e munições enviadas pelo [capitão] Sebastião José de Arriaga [Brum da Silveira]. Possui indicação da autenticação da cópia.
Informam que as cartas do destinatário dirigidas às autoridades de Montevideo a recomendar D. Francisco Juanico, Administrador das casas "de nuestra finada Madre", não chegaram ao seu destino em virtude do assalto perpetrado por um bergantim francês na Ilha de Lobos. Solicitam, por isso, o envio dos respectivos duplicados. Rogam ao destinatário para que interceda junto do Governador de Montevideo, General Lecor, para que este entregue ao Administrador a "casa y cochera",único parimónio que possuem.
Renova os sentimentos de gratidão e respeito e congratula-se pela ultima demostração pública que o Príncipe-regente pretou ao destinatário [nomeando-o Ministro da Marinha e do Ultramar]. Refere-se à situação política em Lisboa, à expulsão de Bonaparte do trono da França, à demissão de Ballesteros, e à restituição de Olivença. Solicita ao destinatário que interceda junto de S.A.R. a fim de lhe alcançar a mercê de servir na carreira diplomática em Nápoles ou alguma outra Corte de Itália.
Suplica a António de Araújo de Azevedo protecção, justificada pelas cartas "de seu Mano [...] João António de Ar[auj]o, e [...] da Exm.a Sr.a D. Marqueza", para o requerimento incluso.
Informa que devido à moléstia do destinatário não lhe foi possível "beijar a mam" e suplicar a carta de protecção para alcançar uma ocupação junto do [8.º] conde dos Arcos, [D. Marcos de Noronha e Brito], [Governador da Baía]. Confiando na recomendação da "Fidalga [...] D. Marqueza sua Mai", o autor espera que a situção seja "remedeada".
Extrato de uma notícia publicada no jornal inlgês "The Sun", relativa às causas da partida do Almirante Sidney Smith do Rio de Janeiro.
Desejando uma completa melhora ao conde da Barca, informa que o barão de Quintela deixa esta semana o contrato de tabaco e que pensa em arrematá-lo. Pede a proteção do destinatário caso o consiga.
O autor solicita ao destinatário que lhe conceda uma audiência, onde se fará representar por António José Pimentel, membro da Corte, com o intuito de obter a ordem necessária para receber a herança deixada pelo [2.º] Marquês de Pombal, ao Governador do Rio Grande do Norte, Sebastião Francisco de Melo e póvoas, e a sua mulher, dos quais é legítimo representante.
Cópia autenticada do requerimento de Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira para S.A.R. D. João, Príncipe-Regente de Portugal em que solicita uma certidão a S.A.R. a fim de ser apresentada aos Governadores do reino, para alcançar as ajudas de custo inerentes ao cargo de Governador de São Miguel como "tem sido de costume dar-se a todos os Governadores que passão a servir no Ultramar". Possui despachos e certidão requerida.
Cópia autenticada do ofício de Ildefonso Leopoldo Bayon, datado de 2 de maio de 1815, em que recusa da súplica em que Sebastião José de Arriaga Brum da Silveira solicitava ao Marechal [Beresford] um soldado para o conduzir aos Açores, devido à "grande falta de Boliceiros".
Informa que incumbiu Gaspar José Dantas Coelho de agradecer ao destinatário [Ministro da Marinha e do Ultramar] por tê-lo despachado Governador da Ilha de São Miguel. Recomenda a sua esposa D. Maria da Piedade Cabral da Cunha ?Goldaim? e a tia desta, D. Joana Lúcia, Dona da Rainha [D. Maria I]. Informa que logo que recebeu a patente apresentou-a a D. Miguel Pereira Forjaz e da recusa do Governo em atribuir-lhe ajudas de custo para se deslocar para os Açores conforme comprovam os documentos em anexo. Pede que lhe seja atribuída uma casa adequada para o desempenho das suas funções. Informa que comprou uma livraria com instrumentos precisos para o uso da engenharia, astronomia e naútica, assim como também alguns para obsrevações químicas. Pede a aprovação para promover escolas, investigações sobre as furnas de São Miguel, para estabelecer fábrica de papel, lã e linho. Solicita autorização para que "finalizando o governo" seja permitido deslocar-se ao Brasil para pedir a S.A.R. os direitos sobre os seus serviços militares.
Suplica a S.A.R. a graça de lhe conceder a vaga de Guarda de número existente na Alfândega da Baía.
Acusa a receção da carta do primo de 1 de Junho, na qual tomou conhecimento do falecimento da "Tia [...] Marqueza". Informa que escreveu ao vigário da Coraria a pedir que fizesse as exéquias devidas. remete a resposta do dreferido vigário. Conforme recomendado, o autor envia as mudas de cravos e macela galega. Fala da fábrica de algodão e fiação de Vila Nova de Castro, pertencente ao "am[ig]o Ten[en]te Cor[on]el António Maria Quartim". Informa que este prontificou-se a remeter as flores para o jardim de V. Ex.a.
Joze Barbosa de Brito, [vigário de Coraria], expressa os seus sentimentos pelo falecimento de D. Marqueza [tia do destinatário e mãe de António de Araújo de Azevedo]. Informa ao amigo Inácio de Sá Sottomayor que mandou realizar as exéquias solicitadas. Pretende despedir hoje o seu coadjutor.
Inácio de Sá Sottomayor espera que o primo António de Araújo tenha recebido a parelha de mulas e de uma solta, que enviou pelo capitão António José. Agradece ao destinatário a recondução no cargo de Ouvidor desta comarcado desembargador João de Medeiros Gomes.
Acusa a receção da carta do primo António de Araújo em mão do vigário de Coraria tendo ficado com esperanças de finalizar "a Expedição de Garapuava flagelo de Coritiba". Informa que enviou uma mula para montaria em mão capitão Francisco António Sentena, o qual ficou encarregue de encontrar uma igual para emparelhar. Recomenda o referido capitão à proteção do destinatário.
Solicita a proteção do primo para a Memória do capitão João Crisóstomo Salgado, tio da sua esposa, que foi remetida ao desembargador João Baptista dos Guimarães Peixoto, para que este a colocasse na presença de S.A.R.. Informa que a representação sobre Guarapucaba feita pelo Câmara a S.A.R. é a mesma que lhe tinha enviado em mão do vigário de Coraria. Diz que em breve remeterá uma mula para montaria.
O autor, Inácio de Sa Sottomayor, primo do destinatário, pede o patrocínio para o requerimento e memória do capitão João Crisóstomo Salgado "meu comp[adr]e, e Tio de minha amavel Espoza".
Acusa a receção da carta de V. Ex.a por mão de João António de C.. Pede proteção para o requerimento do Ouvidor de São Paulo, [Dr. João de Medeiros Gomes], o qual pretende a recondução no cargo e a mercê do Hábito de Cristo. Informa que está a preparar um doce dos frutos destes países para depois remeter.
Acusa a receção da carta do primo António de Araújo. Informa que se deslocou a São Paulo para cumprimentar o marquês de Alegrete e fazer regressar o seu filho, Joaquim de Sá, nomeado vigário coadjutor e sucessor de Coritiba, o qual é do agrado do Bispo [de São Paulo], [D. Mateus de Abreu Pereira]. Recomenda o portador da carta, Frei Marcelino de Santa Matilde Bueno, [Reverendo Vigário de Coritiba], que se dirige para a Corte encarregue "de representar a mnha pessoa". Agradece a recomendação feita pelo destinatário ao marquês de Alegrete e tece considerações sobre o excelente e sábio governo deste na capitania de São Paulo.
O autor, Inácio de Sa Sottomayor, Intendente da Agricultura das Vinhas, envia uma carta em anexo para o conde de Aguiar, a qual "merecerá a sua contemplação, por cujo motivo vai com selo volante". Informa que o portador desta carta poderá elucidá-lo de todo o conteúdo das cartas e "por elle poderá V. Ex.a mandar-me as suas ordens" e acusar a receção dos cravos e macela galega.
Refere-se à remessa de cravos e macela, da qual ficou encarregue o General. Informa que se deslocou a São Paulo onde encontrou "Obstaculo em os Sen[h]ores da Real Junta [da Fazenda]" em lhe pagarem o soldo devido. Pergunta ao destinatário, uma vez que está encarregue da Intendência as Agricultura das Vinhas com o posto de Sargento mor de Cavalaria de Linha, se não poderá auferir soldo de Sargent Mor da Cavalaria de Milicias do Rio de Janeiro, conforme os exemplos que refere. Fala da expedição a Garapuara, com o Tenente Manuel Soares do Vale, para a serra de Puquarana, "tradição antiga onde dizem ter muito ouro", e cujo mapa, retirado na última expedição, já foi enviado a D. Rodrigo. Fala do Plano de Estado de Coritiba enviado ao conde de Aguiar, "que vai com selo volante p[ar]a V. Ex.a ver". Pede ao destinatário que remeta a sua correspondência pelo coronel José Vaz de Carvalho porque "tudo vira siguro".
Comenta as instruções transmitidas pelo Ofício de 14 de Setembro de 1815. Fala das incumbências do cargo de Governador da ilha, na carreira militar; dos seus trabalhos desde que ali chegou. Sugere a reestruturação do corpo de milícias e do corpo de guarnição do Castelo de São Brás. Comenta o estado das fortificações. Descreve corograficamente a ilha e alerta para as medidas de defesa a tomar. Sugere a ciação de uma aula do 1.º ano de matemática e de artilharia; a construção de um forte na praia da Ribeira Quente e de uma Bateria na ponte do ?Rosto-Branco?; a colocação de telégrafos por forma a suprir a pouca tropa que existe. Refere-se ao corpo de ordenanças; da utilidade de um corpo de artilharia auxiliar da Marinha e da formação de uma companhia de guias e da construção de uma estrada militar a coberto. Pede cavalgaduras e forragens para os Majores e Ajudantes. Alerta para a necessidade de requisitar artífices ao Arsenal Real de Lisboa. Pede autorização para proceder ao pagamento de pequenas despesas sem que a Real Junta [da Fazenda] obste.
Informa que tomou posse do Governo de São Miguel, após a saída de Cavalcanti, o qual, assim que chegar aí, procurará pelas ordens de "V. Exa." e o informará do estado desta ilha. Recomenda a continuação de todos os planos relativos à Polícia e exército, propostos pelo seu antecessor. Expõe a necessidade de uma aula do 1.º ano de matemática e de um parque volante com seus artífices, para habilitar artilheiros para a defesa da ilha. Sugere uma aplicação naútica, devido à natural propensão dos ilhéus, enquanto não se aumenta a Real Marinha, a criação de uma aula de cirurgia no Hospital da Misericórdia; a criação de uma "pescaria de piquenos Barcos, com accoes de particulares [...] promovida pelo Governo" para fazer face aos barcs estrangeiros que frequentam as àguas do Faial; a promoção da agricultura para facilitar o comércio interno; e a construção de uma fábrica de papel. Informa das conversas que tem mantido com Aires Pinto.
"Mapa das Fortificaçoens, que se achão artilhadas em toda a Costa da Ilha de S[ão] Mig[u]el".
Informa que tomou posse do governo da ilha de São Miguel. Fala da última carta enviada em mão de Cavalcanti, seu antecessor. Remete em anexo o Ofício que dirigiu ao Governador e Capitão General das ilhas dos Açores. Informa da demora na construção do molhe no porto e que está a atrasar o progresso do comércio. Recomenda a leitura das memórias de Michelloty que já existem na Corte. Solicita ordem régia para queira anuir aos terrenos de matos, "susceptiveis de grande cultura", seja constrangido, conhecendo-se alguns privilégios aos empreendedores de premiciais, isenções e honras. Convidará, com autorização régia, os morgados de São Miguel a concorrerem ao estabelecimento de um colégio de educação. Pede as insígnias de uma graduação imediata à sua, tal como fez Cavalcanti; o pagamento do soldo e as cavalgaduras competentes; o pagamento da sua aposentadoria, o qual lhe tem sido recusado pela Real Junta de Angra; uma fita de Hábito pelos seus serviços militares. Solicita autorização para nomear um Ajudante de Ordens e um Comissário de Artilharia que responda pela defesa das fortificações. Em P.s. acusa o envio em anexo do Mapa de Artilharia da ilha.
Agradece o livro enviado e propõe um dia para o receber em sua sua casa.
O autor convida em nome de S.A.R., o Príncipe-Regente e da Princesa, todos os membros da Corte para um banquete comemorativo do aniversário denascimento de Sua Majestade Britânica a realizar-se a bordo do navio "Londres" no dia 4 de Junho.
Informa que partirá para uma comissão e que a Senhora Darren fará os seus cumprimentos particulares em lembrança dos tempos que estiveram juntos em São Petersburgo.
Convida o destinatário, Conselheiro de Estado, para um jantar a realizar-se no dia 20 do corrente a bordo do navio de S.M.B., o Foudroyant, para celebrar a restauração do governo de S.A.R. na Europa.
Convida o destinatário [Conselheiro de Estado], "com a sua amavel Familia, e todas as Senhoras que queirão vir na sua Companhia", para a "assemblêa de dança" destinada a celebrar a véspera do dia de anos de S.A.R. o Príncipe-regente, a realizar-se no dia 12 do corrente pelas seis horas, a bordo do Foudroyant.
Felicita o primo [António de Araújo] pela notícia do despacho. Fala sobre as celebrações promovidas pelo Ouvidor local, [o Desembargador João de Medeiros Gomes], e pelo Capitão Mor António Ribeiro de Andrade, e da missa cantada cujo sermão, pregado pelo seu filho [Joaquim de Sá], [coadjutor de Coraria], remete em anexo.
Pede ao amigo Luís Augusto May que lhe indique qual o cargo que ocupa na Secretaria do primo António de Araújo para assim poder remeter as suas cartas. Depois que esteve com o destinatário nunca mais recebeu notícias suas, sabendo apenas que tinha ido para o Rio [de Janeiro]. Pede para enviar as cartas pelos barcos que todos os dias saem desse Porto para a Vila de Paranagoa. Esta segue juntamente com uma carta para seu primo.
Maria Inácio Pinto Roby Pacheco da Costa Pereira de Vilhena Coutinho Sottomayor, pede notícias do primo Conde da Barca. Diz que a tia, por estar impossibilitada de o fazer, mandou-a escrever e expressar os sentimentos de amizade e pedir ao destinatário proteção para o portador desta carta, o Padre António Joaquim do Souto Monteiro, que foi mestre dos filhos da autora e que pretende um benefício. Recomenda-se ao primo João António.
Informa ao primo da sua chegada a São Paulo no dia 2 do corrente, tendo procedido de imediato à entrega do Ofício ao Conde de Palma, tendo ele tomada de imediato as mais acertadas ordens para a importante diligência. Refere-se à festividades promovidas por este Conde para a comemoração do aniversário do Soberano, onde se fizeram contribuições voluntárias para a ajuda da expedição. Informa da sua partida para Coritiba, nomeado para o Comando do regimento e com a incumbência de organizar as gentes para as guerrilhas. Fala do brigadeiro Inspetor José Aronche de Toledo e dos preparativos para festejar a aclamação de S. Majestade.
O autor, Coronel de Milícias, informa que apesar de terminada a Guerra [Peninsular], "permanecem intactos os dezejos de continuar o serviço de S.A.R.". Junto envia as cópias dos documentos da primeira e última comissão de que foi encarregado durante a referida campanha militar, por forma a comprovar as funções que poderia melhor desempenhar "sem grave dezarranjo". Pretende ficar como adido à Inspecção Geral de Milícias e entrar na vacatura de alguma das sub-inspeções das províncias do Norte ou adido ao Estado Maior do Governo de Armas desta Província ou para o comando da Brigada de Milícais dos regimentos de Lamego e Arouca ou para o que "V.a Ex.a julgar compatível com os meus talentos; declarando em qualquer cazo a graduação q[ue] me compete".
Acusa a receção da carta de António de Araújo de Janeiro de 1813. Felicita o destinatário pela nomeação para a chefia do Ministério dos Negócios Estrangeiros, e da Guerra". Fala do regresso de S.A.R. a Lisboa. Solicita ao destinatário proteção para o requerimento dirigido a obter a "Graduação de Marechal de Campo, com a Inspecção das Coudelarias de Trás-os-Montes". Informa que o referido requerimento seguirá em mão do Brigadeiro D'Urban, Quartel Mestre General do Exército.
Oferece, pela mão de Marques Nunes, uma estampa gravada pelo célebre Morgan.
Informa da situação atual da "construção das Estradas no Alto Douro" e enumera uma série de medidas que poderiam não só normalizar como acentuar o seu processo de construção.
O autor, [Ministro Plenipotenciário de S.M.B. na Corte do Rio de Janeiro], propõe-se a passar nesse mesmo dia pela casa do destinatário. Solicita resposta.
Felicita o amigo e compadre conde da Barca pelo restabelecimento da sua saúde. Reconheceu pela útlima carta que o irmão lhe escreveu antes de partir para a Índia que o destinatário desejava beneficiar o autor. Agradece o sentimentos e entrega à descrição do destinatário a escolha de qualquer destino, embora aponte para a carreira diplomática ou os governos, recordando que o seu amigo Aires Pinto pretende ser removido dos Açores, ou a Junta do Tabaco. Apesar de confiar que a proteção do destinatário será suficiente para a Junta, uma vez que não tem serviços suficientes, recorda os serviços prestados pelo irmão e que tanto têm sido referidos por S. A. R. quando concede qualquer despacho à família. Encomenda o portador da carta, o Marechal Stockler.
Pede a proteção do primo para o Reverendo Vigário da Coraria, que vai à Corte cobrar as suas côngruas e tratar das cobranças futuras, e ainda tratar da transferência de "meu filho Joaquim de Sá" para a Vila de Paranagoa. Pede ao destinatário [Min. da Marinha e do Ultramar] que o recomende ao novo General desta Capitania pois pretende se Coronel de Regimento. Informa que o referido vigário entregará a V. Ex.ª uma amostra das Nozes e outra de marmelos inteiros. Deseja saber se o destinatário regressará a Portugal com S.A.R. "como por aqui se conta".
O ator, [Ministro Plenipotenciário de S.M.B. na Corte do Rio de Janeiro], solicita ao destinatário que lhe indique a hora em que poderá visitá-lo em sua casa.
Charles Maurice Taleyrand, Príncipe de Benevente recomenda ao Conde de Araújo o artista Neukomm, que deveria ter partido com Lebreton e com o Duque de Luxemburgo para o Rio de Janeiro, mas preferiu adiar a sua viagem. Distinto compositor de música, e senhor de boas maneiras, Neukomm foi eleito por Haydn seu aluno privilegiado, tendo composto o Te Deum para a entrada do Rei bem como uma missa cantada por mais de 300 vozes no Congresso de Viena para o velório de 31 de Janeiro.
O autor, Diretor da Casa da Educação, solicita a protecção do destinatário para o Plano de uma Aula de Comércio teórica e Prática, ciência que aprendeu em Londres e que praticou na Madeira, Pernambuco e na Baía.
Solicita ao conde da Barca proteção para o requerimento dirigido a S.A.R..
Charles Maurice Taleyrand, Príncipe de Benevente, recomenda ao Conde Mr. Neukomm e Mr. Lebreton, chefe dos sábios artistas que vão para o Rio de Janeiro. O erudito Mr. Lebreton deixa vago um cargo que será muito difícil de preencher e que é o de Secretário Perpétuo da Classe de Belas Letras do Instituto de França.
O autor felicita o destinatário pela agraciação com o grau de Grã-Cruz da Ordem de Torre Espada. Informa que amanhã sairá juntamente com o Conde de Palma, Capitão-general de São Paulo, para Sorocaba, onde regularão a administração da futura fábrica de ferro. Fala sobre a governação do conde de Palma. Em P.s. informa das melhoras que regista a saúde de Luís Afonso Lobato.
O autor congratula o destinatário pela agraciação com título de conde da Barca concedido pelo despacho de S.A.R. do dia 17 de Dezembro. Manifesta a sua preocupação pelo estado de saúde do destinatário e sugere-lhe uma estadia em São Paulo, onde poderia recuperar e constatar o bom ritmo da construção da fábrica. Informa que os fornos altos ficam prontos em seis ou oito meses e que aguarda pela chegada dos mineiros fundidores e moldadores alemães contratados pelo destinatário. Comunica o seu desejo em ir à Corte visto que há três anos que não recebe ordenado e soldo. Coloca à disposição do conde da Barca o modelo do engenho de serrar madeira que tinha feito para o "Ferrugento".
O autor, tendo tomado conhecimento do plano do destinatário para estabelecer uma fundição de ferro, informa que envia, em anexo, uma cópia da informação remetida ao Tenente general Carlos António Napion, a qual permitir-lhe-à conhecer a vantajosa posição de Santo Amaro para este efeito.
Descrição corográfica da região de Santo Amaro e mais circunstâncias da antiga fábrica de ferro.
O autor acusa a entrega dos coiros garroteados ao conde de Palma e o caixão [com o modelo do engenho de serrar madeira] ao conde da Barca.