O autor Marquês Estribeiro Mor atesta que Gomes Freire de Andrade, militar que esteve ao serviço do exército francês de 1808 a 1813, não regressou à Península neste período e que sempre observou nele a vontade de regressar à sua Pátria, súplica esta que lhe foi sempre negada. (Paris, 1814. 08. 13).
O autor D. Pedro de Sousa e Holstein, Conde de Palmela, Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário em Espanha nos anos de 1809 até 1812 e Embaixador em Paris atesta que o Tenente General Gomes Freire de Andrade não voltou à Península depois que o General Junot o obrigou a marchar para França. Atesta que tomou conhecimento, também, que o referido Gomes Freire sempre manifestou sentimentos de lealdade e de apego à sua pátria. (Paris, 1814. 08. 25).
O autor Duc de Luxembourg certifica em como o Tenente General Gomes Freire de Andrade não esteve ao serviço dos exércitos franceses da Península, mas sim nos da Prússia, onde aliás, foi feito prisioneiro em Dresden. Atesta que o mesmo Gomes Freire solicitou permissão ao Imperador Russo para regressar, mas que tal graça lhe foi negada. (Paris, 1814. 08. 10).
O autor Barão d' Harvesse Legendre, Marechal de Campo e Secretário Geral do Ministério da Guerra, atesta, por ordem do Ministro da Guerra, que o Tenente General Gomes Freire de Andrade esteve ao serviço dos exércitos franceses entre 1808 e Novembro de 1813 na Alemanha e na Suiça e que recebeu ordem para se render em Grenoble, tendo sido feito prisioneiro em Dresden e por esse motivo só empreendeu o regresso a França em Maio de 1814. (Paris, 1814. 08. 29).