Type

Data source

Date

Thumbnail

Search results

22 records were found.

As ditas casas estavam anteriormente na posse de seu cunhado, D. Luís de Meneses e de sua mulher D. Madalena Maria de Abranches.
Inclui petição para colocação do escudo e brasão das armas e insígnias da família no adro ou nas partes laterais da capela-mor do Mosteiro de Santo António dos Capuchos de Lisboa, e outros documentos.
No documento estão declarados os bens móveis e de raiz que ficaram a D. Catarina por falecimento de seu pai.
Inclui confirmação da autenticidade da carta de desistência, e outros documentos. Contém vestígios de selo de chapa.
O testamento é datado de 7 de fevereiro de 1672. Inclui traslado da certidão dos bens que ficaram por falecimento de D. Guiomar de Lencastre, e traslado de uma certidão que refere a capela instituída por Inês Freire na Igreja de Santiago na vila de Montemor-o-Novo, de que era administrador Tristão da Cunha.
Os pareceres são a favor de Simão da Cunha de Ataíde, neto mais velho de D. Afonso e sobrinho do último possuidor, para pretender a Casa de Atouguia. Inclui exposição do dito [Simão da Cunha de Ataíde].
A primeira folha contêm a seguinte informação: "(...) sendo a primeira [verba] de instituição de herdeiro, e nela instituiu D. Guiomar, filha de D. João de Abranches, à qual deixava toda a sua fazenda, tiradas todas estas obrigações e encargos, e o que ficasse o deixava à sobredita filha também de D. Antónia da Silva por ser parente de D. Guiomar, sua mulher já defunta (...); e na segunda verba lhe deixou um olival no cabo das hortas da (...) limite da vila de Santarém".