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Conjunto, cosido, composto dos seguintes itens relativos a Francisco da Fonseca: carta de primeira tonsura (1617); carta de familiar do Santo Ofício - Inquisição de Lisboa (1625); alvará para ser tomado por moço da câmara de Sua Majestade, com 406 réis de moradia (1634); alvará de acrescentamento a escudeiro e a cavaleiro-fidalgo, com 750 réis de moradia (1639); traslados de dois assentos do acrescentamento antes referido (ambos de 1645). Os dois primeiros documentos são em pergaminho (e a carta de familiar do Santo Ofício tem selo pendente num suporte de madeira).
No verso da carta consta um despacho, assinado por Damião Viegas, a determinar que qualquer um dos bispos da Corte poderá ordenar Francisco da Fonseca.
No verso da petição de Jerónimo da Silva de Andrade está uma ordem régia, provida de sobrescrito e assinada pelos desembargadores Pero Nunes da Costa e Luís Machado de Gouveia, a determinar a inquirição (que encontra-se inserta).
Resto de um livro com capa em pergaminho e apenas três folhas de apontamentos, que fazem referência, entre outras coisas, à preza do moinho do Castelhano, ao moinho novo à Melroeira, a um pomar e a um pinhal. É também referida uma Leonor de Abreu, da Quinta do Socorro, ao Val de Freira.
Missiva datada de Tomar. Outra forma do nome: Custódio Jácome Raimundo de Noronha.
Trata-se, segundo fica explicitado, de uma transcrição do parágrafo 29 do "Regimento da Criação dos Cavalos", de El-rei dom João IV.
Instrumento lavrado em Lisboa. Na penúltima folha consta um conhecimento de Domingos Antunes, em que assegura ter vendido a Francisco Luís uma propriedade sita onde chamam o Sobral (1660).
Assinada pelo bispo dom Francisco de Castro, inquisidor-geral. O texto informa que o nomeado era solteiro, filho de João Lopes e morador na Quinta Nova, junto a Torres Vedras.
Lista a resumir nove documentos (nenhum deles subsistentes no presente maço) que diziam respeito a bens de raiz no Sardoal, em geral pertencentes a uma sobrinha do arrolador anónimo.
Lista com resumos de seis documentos (dos quais subsistem cinco no presente maço), com o esclarecimento final de que eles diziam respeito a propriedades no Sardoal, integradas num morgado instituído por Pedro Mendes Carrilho.
Conjunto cosido. Contém o auto de posse da propriedade adquirida e ainda, em apenso, um instrumento de dote de casamento, datado de 4 de abril de 1623, de Bárbara Nunes com Miguel Fernandes (viúvo), de umas casas assobradadas na rua do Sol, na vila de Tancos.
Escritura lavrada em Torres Vedras. O contrato sujeitava à pensão, duas terras: uma delas nas Almalhoas, no limite do lugar da Urjariça, e a outra, à serra da Maravila. No verso da última folha foi redigida tardiamente, e por outra mão, uma síntese histórica da propriedade.