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Objeto da ação: a ação prende-se com um processo de crime de furto feito às munições e armas do Regimento de Milícias do Termo Oriental que se encontrava instalado no ocal assim como alguns efeitos pretencentes à Iimandade.
Objeto da ação: a ação prende-se com um acidente na igreja de Unhos em que, estando em obras, o servente inadvertidamente deixou cair uma pedra que atingiu Maria da Paz, fiha de Manuel Francisco, do mesmo lugar, que faleceu de imediato.
Objeto da ação: Francisca de Jesus, casada com José Moreira, leiteira, moradora nas Fontaínhas de Arroios queixa-se que foi agredida por Maria do Resgate e seu marido. Contém selo de chapa.
Objeto da ação: a ação prende-se com um processo de acidente em que, andando uns rapazes à pedrada uns nos outros, passou um José Bernardo, filho de Bernardo de Oliveira e de Maria Rodrigues, morador no mesmo lugar que andava transportando uma pouca de palha da eira da morgada para a casa do escrivão daquele Julgado; os rapazes começaram a apedrejá-lo e, ao fugir, tropeçou na criança; ao pegar na criança pelos braços percebeu que estava sem respiração e já não foi possível salvá-la.
Objeto da ação: a ação prende-se com um crime de roubo que o homem foi encontrado a fazer num celeiro de pão que há no lugar do Outeiro, onde se recolhem os dízimos daqueles sítios.
Objeto da ação: a ação prende-se com um pedido de justificação do prisioneiro em como não é homem de suspeita.
Objeto da ação: a ação prende-se com o aprisionamento de Manuel de Jesus por envolvimento em desordem numa loja de bebidas na Calçada de Santo André.
Objeto da ação: a ação prende-se com a assinatura de um termo, por parte do preso no qual se responsabilizava a não voltar à vadiagem pelas ruas da capital e que procuraria trabalho.
Objeto da ação: a ação prende-se com o envio de uma menina para o convento, tendo sido entregue pelo pai, conforme instruções recebidas, a Dona Agostinha da Conceição Pinto, que a conduziria ao referido convento.
Objeto da ação: a ação prende-se com uma desordem havida numa sala da cadeia, de que resultou facada em Luís António, soldado artilheiro condutor, que ficou com artéria cortada num braço.
Objeto da ação: a ação prende-se com a prisão do justificante em resultado de uma questão entre algumas pessoas por causa de uma cadela.
Objeto da ação: a ação prende-se com a prisão de Manuel Luís, Francisco Pires e Maria Josefa, trazendo cinco pistolas achadas em casa de Francisco Pires, estando algumas carregadas, acompanhados de um ofício assinado pelo tentente coronel comandante do Regimento de Infantaria nº 13, João Carlos de Saldanha.
Objeto da ação: a ação prende-se com a prisão de Ana Joaquina, por ser encontrada com uma porção de carne e uma cabeça de carneiro debaixo do capote e vir gritando, atrás dela, Gregório António, vendilhão, dizendo que esta mulher, associada a outras, lhe tinham matado um carneiro que tinha deixado preso no quintal.
Objeto da ação: a ação prende-se com uma acusação de furto de uma bolsa, feita contra o réu.
Objeto da ação: a ação prende-se com uma intimação a Francisco Honorato da Silva para que se apresente na Secretaria da Intendência Geral da Polícia.
Objeto da ação: a ação prende-se com a assinatura de um termo por parte da prisioneira, no qual se obrigava a não andar vagueando pelas ruas de noite, fora de horas, pelos motivos que levaram à sua prisão.
Objeto da ação: a ação prende-se com a assinatura de um termo por parte do prisioneiro, no qual se obrigava procurar algum trabalho em que se ocupar.
Objeto da ação: a ação prende-se com a queixa de Manuel Simões e sua mulher de que eram constantemente ofendidos pelo segundo casal. Contém selo de chapa.
Objeto da ação: a ação prende-se com o processo de prisão de Pedro José Pereira, mestre sapateiro. Réu/Cônjuge: Donísia Maria. Réu/Filiação: André Pereira e Sezilha Joaquina. Réu/Naturalidade: Lisboa. Réu/Residência: Rua da Oliveirinha.
Objeto da ação: a ação prende-se com um pedido de justificação em como se encontra inocente das acusações que um moço chamado António José da Silva e o padre José Ventura Barbosa perpetraram contra ele, como já era costume fazerem com outras pessoas.
Objeto da ação: a ação prende-se com uma queixa do marido da justificante contra a sua sogra. Maria da Conceição/Estado: casada com João António Chamusca.
Objeto da ação: a ação prende-se com um pedido de justificação em como se encontra preso para que posteriormente possa pedir "livramento".
Objeto da ação: a ação prende-se com uma queixa de Maria da Conceição contra Joaquina Maria, casada, cujo marido se acha ausente, moradora no Pátio de D. Fradique, a qual a injuriara em sua própria casa. Maria da Conceição/Estado: solteira.
Objeto da ação: a ação prende-se com uma querela que envolveu várias mulheres que ficaram presas.
Objeto da ação: a ação prende-se com um processo de recolha de informações sobre a vida quotidiana e moralidade dos residentes no Julgado.
Objeto da ação: a ação prende-se com um processo de recolha de informações sobre a vida quotidiana e moralidade dos residentes no Julgado.
Objeto da ação: a ação prende-se com uma queixa apresentada por Joaquim de Almeida e sua mulher, Maria do Carmo, moradores em Camarate, foram ofendidos por Quitéria e sua filha Maria, por sobrenome "Não Perca".