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Conjunto documental que enquadra as atividades e funções de caráter cívico de José Maria Braga da Cruz enquanto membro do Conselho Fiscal do Salão Recreativo Bracarense, sócio Efetivo do Instituto Minhoto de Estudos Regionais e membro da Comissão de Honra da Homenagem a António Augusto Nogueira da Silva, bem como outra documentação conexa, relativa aos seus interesses pessoais variados. Para algumas funções não foi possível apurar o intervalo temporal em José Maria Braga da Cruz as exerceu.
Fotografia do segundo reitor do Santuário a Cristo Rei, cónego Manuel de Jesus Ferreira Pires de Campos, acompanhado por duas senhoras, publicada no jornal Notícias do Santuário a propósito de uma entrevista ao reitor.
Documentação produzida por José Maria Braga da Cruz no contexto das obras de sustentação de terras na propriedade denominada Bacorinha. Guias de pagamento dos trabalhos realizados, apontamento acerca de uma escritura e correspondência entre José Maria Braga da Cruz e seu irmão Domingos Braga da Cruz.
Imagens do edifício de acolhimento já finalizado. Inclui imagens do interior do edifício, do Monumento a Cristo Rei e da ponte 25 de Abril vista do Monumento.
Comemorações do 37º aniversário do Monumento a Cristo Rei, presididas pelo cardeal-patriarca D. António Ribeiro. Contém imagens da exposição da construção do Monumento realizada no edifício de acolhimento, imagens do próprio edifício e do porto de honra oferecido aos convidados por ocasião da bênção do novo edifício.
José Maria Braga da Cruz foi membro do Conselho Fiscal do Salão Recreativo Bracarense, organização fundada com o propósito de promover o teatro moralizador.
Fotografias do arquiteto Luís Cunha, arquiteto que desenhou o edifício de acolhimento, uma das quais publicada no jornal Notícias do Santuário, a propósito de uma entrevista.
Imagens da exposição de presépios em barro que se realizou no edifício de acolhimento do Santuário a Cristo Rei, no âmbito do ano pastoral "Cristo único e Salvador do mundo, ontem, hoje e sempre."
Reportagem fotográfica da procissão e eucaristia realizadas no âmbito de uma peregrinação da paróquia de Alcântara ao Monumento, por ocasião da festa de Cristo Rei. A celebração foi presidida pelo padre João Valente, pároco de Alcântara.
O texto da circular está dividido em sete pontos e trata de todos os assuntos já abordados nos documentos dos anos anteriores, nomeadamente o envio de estampas e cartazes, a definição do programa, a contabilização dos montantes anuais e o saldo total. Nesta é anunciado que a maqueta do monumento está pronta e pede-se mais generosidade aos católicos devido ao enorme aumento das taxas postais.
Contém imagens da chegada ao Monumento a Cristo Rei da peregrinação de jovens, que partiu da igreja de S. Paulo em Lisboa. Inclui ainda imagens da sessão de testemunhos vocacionais que se seguiu, presidida por D. Albino Cleto, bispo auxiliar de Lisboa, e com a participação do Dr. João César das Neves, da irmã Maria Vaz Pinto e do padre José Miguel, da equipa formadora do Seminário de São José de Caparide.
Reportagem fotográfica da exposição de crucifixos que se realizou no edifício de acolhimento do Santuário, no âmbito das comemorações pascais do ano de 1997.
Visita do cardeal Fiorenzo Angelini, presidente do concelho pontifício para a pastoral dos agentes de saúde e delegado especial do Santo Padre, ao Santuário de Cristo Rei.
José Maria Braga da Cruz filiou-se como sócio efeito do Instituto Minhoto de Estudos Regionais em novembro de 1943, sendo o sócio n.º 15. Em 25 de julho de 1947 pediu a desvinculação ao instituto.
Dois cartões de sócio efetivo com a etiquetas coladas relativas ao pagamento das quotas mensais, e carta-circular a remeter a revista "Minia". Nesta carta-circular José Maria Braga da Cruz apôs o seguinte: "Em 25/7/1947 paguei 22$50 dos outros n.ºs, e deixei de ser sócio".
José Maria Braga da Cruz foi membro da Comissão de Honra da Homenagem ao comendador António Augusto Nogueira da Silva, projetada para o dia 28 de janeiro de 1968, mas realizada em 4 de fevereiro.
Programa-convite, cartões-convite para as cerimónias, recorte com efígie, folheto com a constituição das comissões de honra, promotora e executiva e cartão de António Augusto Nogueira da Silva para José Maria Braga da Cruz a agradecer por ter feito parte da Comissão de Honra.
Recortes de jornal com notícias acerca da comunidade judaica em Portugal, colados em papel de suporte e anotados por José Maria Braga da Cruz, nomeadamente relativas à visita a Portugal de Israel Zangwill, a inauguração da sinagoga do Porto, K. K. Mekor Haim e uma notícia acerca das estatísticas da comunidade judaica no mundo.
Recortes de jornal com notícias acerca da oitava reunião dos rotários portugueses, colados em papel de suporte e anotados por José Maria Braga da Cruz.
Documentação heterogénea reunida por José Maria Braga da Cruz constituída pelos poemas "Dies Irae", traduzido por Paulo Merêa e "Ser Mãe…", de Wafalda [sic] de Castro, publicado no "Correio de Coimbra" de dezembro de 1960, timbres de "Vallisoleti Sigillvm Vniversitatis" e do Supremo Tribunal Administrativo, boletim de aquisição da medalha-moeda "Conceição", de 3 de março de 1947, apontamento acerca da escritura que, por partilha e venda, atribuíu a Maria Isabel Bressane Leite Perry de Sousa Gomes Braga da Cruz todos dos bens da Cónega, e correspondência: convite para o casamento de Maria Izabel de Brito e Cunha com D. Miguem Osório de Alarcão Albuquerque, cartão de Maria Manuel Fernandes de Carvalho com votos de bom Natal e feliz 1969 e convite para a receção de cumprimentos aos cardeais Manuel Gonçalves Cerejeira e Maximiliano de Furstenberg em Braga a 30 de agosto de 1969.
(Santuário de Fátima) Voto feito pelo Episcopado Português reunido em Fátima prometendo a Jesus a construção de um Monumento em honra da realeza do seu Divino Coração para obter a graça do Estado acordar num estatuto que reconhecesse à Igreja Católica os respetivos direitos e liberdades. A invocação final aos Corações de Jesus e Maria e aos Anjos e Santos do Paraíso está rasurada.
(Lisboa, R. Silva Carvalho) Devolve maços de listas ao P. Sebastião e pede-lhe para definir em conjunto com Monsenhor António José Bouças, que ficou a Governar a Diocese durante a sua ausência, um número mais adequado de listas tendo em vista a população "miserável e diminuta". Refere que já em 31 de agosto de 1938 tinha pedido listas para a subscrição do Monumento e que o P. Sebastião tinha prometido o envio em 22 de fevereiro de 1939. No dia 15 de julho de 1939 foi obrigado a viajar para Lisboa por motivos de saúde. No dia 10 de fevereiro foram devolvidos pelo correio de Cabo Verde 4 maços, registados no correio de Lisboa a 7 de dezembro de 1939.
(Viseu) Remete vinte escudos da venda do Jornal O Monumento. Pede em nome dos ofertantes a intercessão do P. Sebastião para que “O Coração de Jesus lhes conceda a graça de O amarem, fazerem amar e conhecer”. Encomenda às orações do P. Sebastião a sua vida de religiosa. Informa sobre as alterações das Madres superioras de Évora e do Porto e pede a bênção.
(Lourenço Marques) Remete três cheques com o valor total de 20.751$00, angariados em 16 Missões da diocese de Lourenço Marques. Inclui um mapa das missões e dos valores com que cada uma contribuiu.
(Nova Goa, Instituto S. Francisco Xavier) Começa por se desculpar por não ter dado notícias mais cedo. Relata a visita que fez ao Paço Patriarcal, acompanhado do Reitor do Colégio, para apresentar cumprimentos e entregar a carta do P. Sebastião, os cartazes, os folhetos, os jornais e os prospetos. Informa que os bispos não se opunham à recolha de donativos, mas não se comprometiam a dirigir qualquer apelo à Diocese, delegando essa tarefa no Apostolado da Oração na pessoa do P. Gonçalves. Avisa porém que este padre, tendo em conta as circunstâncias da Diocese, não achava bem que se angariasse esmolas para o Monumento. Tranquiliza apesar de tudo o P. Sebastião e felicita-o pelos donativos que já conseguiu como se pode ver nas colunas do jornal A Voz.
(Luanda) Informa que envia uma ordem de pagamento a favor do Secretariado em nome de Monsenhor Amadeu Ruas no valor de 1.223$00. Contabiliza o total de valores enviados pela diocese até à data (23.512$00) e pede para lhe serem enviadas as notas de entrega das importâncias remetidas por cheque em 2 de junho e 7 de julho. Confirma que a subscrição continua aberta e que receberam impressos de propaganda por duas vezes.
(Lisboa, R. das Praças à Lapa) Apresenta respeitosos cumprimentos e envia cem escudos para o Monumento de Cristo Rei.
(Lisboa) Envia cem escudos para o Monumento a Cristo Rei.
(Lisboa) Circular com as palavras de abertura da subscrição junto do clero. Com o título de "Não podemos ser os últimos" lembra que os discípulos de Jesus têm mais do que ninguém o dever de zelar a honra e glória do Rei do Amor.
(S. Nicolau, Diocese de Santiago de Cabo Verde) Acusa a receção do primeiro e segundo números de O Monumento. Informa que a diocese de Cabo Verde não recebeu as listas da subscrição e lembra a conveniência de serem enviadas, pois: "algumas migalhas se podem recolher por estas terras entre a pobreza da sua gente profundamente religiosa".
(Braga) Comunica que um domingo de julho será o mais conveniente para a homenagem ao professor [?] Machado Vilela. Timbre: "Círculo Judicial de Braga. Gabinete do Ajudante do Procurador da República".
Agradece e retribui os cumprimentos de Boas Festas assim como o cartaz e as estampas (estas ainda não as recebeu) e faz votos para que não haja em Portugal uma só criança que não contribua com uma pedra ou ao menos uma areia para o Monumento a Cristo Rei.
(Porto, Hospital da Ordem do Carmo) Em resposta a um bilhete do P. Sebastião Pinto de 28 de dezembro de 1942, agradece os cumprimentos de Boas Festas e as estampas que juntamente enviou. Invoca as bênçãos do Divino Rei do Amor e abençoa o P. Sebastião e todos os zelosos cooperadores do Secretariado. Informa que está hospitalizado desde 30 de dezembro, mas já se sente melhor.
Acusa a receção das estampas para as crianças, diz que já as distribuiu todas, agradece e retribui os cumprimentos de Boas Festas.
Agradece a carta que recebeu do P. Sebastião por ocasião do falecimento da sua mãe e também a missa oferecida pelo eterno descanso da mesma.
(Lisboa. Ministério da Guerra. Gabinete do Ministro) Remete três fotografias aéreas de Almada onde se presume que se irá erguer o Monumento a Cristo Rei. Pede informação sobre se as fotografias servem para identificar o local e são aceitáveis. Caso contrário prontifica-se a mandar fazer novos clichés.
(Lages da Flores) Comunica que já angariou para o Monumento a Cristo Rei mais de duzentos escudos e como vai a Angra participar em exercícios espirituais, entregará a quantia a um dos Padres da Companhia ou eles lhe indicarão a melhor maneira de a remeter.
(Santuário de Fátima) Voto feito pelo Episcopado Português reunido em Fátima. O texto, igual ao anterior, não tem rasuras e inclui uma nota do cardeal-patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira, frisando que o voto só obriga os bispos a esforçarem-se, sem indicar nem os meios nem o tempo, para não prejudicar as grandes necessidades da Igreja.
(Coimbra) Informa que tem livros acerca de D. Pedro IV e D. Miguel I emprestados pelo Instituto Jurídico.
(Lisboa) Agradecimento pela oferta do discurso proferido por Guilherme Braga da Cruz no doutoramento "honoris-causa" do Generalíssimo Francisco Franco. Timbre: "Armando Augusto Garcia. Engenheiro Agrónomo".
Conjunto documental constituído pela correspondência expedida e recebida pelo P. Sebastião Pinto no exercício das funções de diretor do Secretariado. Inclui um vasto leque de casos relativos à propaganda e coordenação da subscrição e à promoção da espiritualidade no Santuário, nomeadamente as cartas tendentes a obter testemunhos e reunir informações científicas sobre os fenómenos solares similares aos de Fátima, ocorridos em 1959 e 1960. A correspondência trata também das negociações goradas com a Editorial Apostolado da Oração para editar a “Memória histórica” incluindo os agradecimentos pelo envio de exemplares da obra. Inclui também referências à canonização do Beato Nuno Álvares e à Cruzada Eucarística das Crianças. A série tem início com a carta que institui o Secretariado enviada em maio de 1937 pelo cardeal-patriarca que também remeteu uma carta ao Secretariado, em maio de 1962, determinando que este continuasse em funções. Ainda não se encontrou o original deste documento que é referido no Nº 32 de O Monumento. Os originais das cartas, ofícios e cartões, tendo junto os respetivos envelopes, são enviados por bispos, pelo primeiro reitor do Santuário, por diversos membros da hierarquia e leigos influentes. As cópias referem-se a circulares e cartas expedidas.
(Guarda) Acusa a receção da carta do P. Sebastião, declara que a realização do Monumento lhe merece todo o interesse e garante que oportunamente fará o que puder. Tem anotação a lápis azul: 2ª 16 Maio 1937.
(Coimbra) Acusa a receção da circular do P. Sebastião, perfilha as palavras nela contidas e faz votos para que a ideia tenha o melhor êxito. O envelope é dirigido para a residência do P. Sebastião na R. da Lapa nº 111 e tem carimbo dos correios de 15 de maio de 1937.
(Pinheiro da Cruz) Oferta de um calendário, que lhe haviam oferecido, com a fotografia do filho de Guilherme Braga da Cruz. Timbre: "Colónia Penal de Pinheiro da Cruz. Gabinete do Director".
A direção foi um dos três órgãos do Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei, definida na carta circular de 26 de maio de 1937 com as funções de coordenar os trabalhos do Secretariado e dirigir as ações de propaganda. A documentação inclui correspondência com o cardeal-patriarca, com bispos, diversos membros da hierarquia, leigos, dirigentes de associações portuguesas no Brasil, bem como relatórios, projetos, apontamentos para entrevistas, artigos de intelectuais católicos, fotografias e versões finais de mapas de encerramento de contas.
(Rio de Janeiro) Agradecimento pela oferta da fotografia de D. Duarte, duque de Bragança e crítica à inatividade do embaixador.
Congratula-se com a notícia da futura construção do Monumento ao Sagrado Coração de Jesus em Lisboa e comunica que apesar de estarem muito atarefados com a construção da nova igreja para a catedral, já encarregou o P. António Alves Martins, vigário geral e diretor diocesano do Apostolado da Oração, para fazer a devida propaganda e recolher os donativos e ofertas para o Monumento.
(Coimbra) O remetente relembra que foi dos que ouviu as palavras cheias de ardor do cardeal-patriarca no Congresso do AO realizado em 1936 e que aplaudiu calorosamente a ideia de erguer um Monumento a Cristo Rei em Lisboa. Promete contribuir com 10 escudos anualmente, desculpa-se por não enviar nenhuma palavra alegando que não teria o necessário brilho literário e faz votos para que o Monumento tenha em poucos anos o ambiente favorável e o dinheiro suficiente para ser erguido. Em P.S. informa que junto remete vale com o donativo.
(Beja) Acusa a receção da carta do P. Sebastião e transmite a sua satisfação pelo pensamento de se erigir um Monumento a Cristo Rei. Deseja de todo o coração que a sua diocese ainda que pobre se manifeste com generosidade e amor fervente e envia a sua bênção ao P. Sebastião e aos respetivos colaboradores em dia de S. Inácio.
Por ordem do bispo de Portalegre acusa a receção da carta do P. Sebastião de 13 de maio e transmite a bênção do prelado assim como a promessa de fazer tudo para que os seus diocesanos se interessem e contribuam para tão santa obra.
Cópia dos Estatutos da União Social Católica, de 20 de março de 1930 e cópia manuscrita do teor do decreto n.º 20.986, de 8 de março de 1932, com a aprovação dos estatutos da União Social Católica.
Correspondência entre José Maria Braga da Cruz, D. Gabriel de Sousa, o abade do mosteiro de Singeverga, D. Plácido de Carvalho e D. António Bento Martins Júnior, arcebispo-primaz de Braga, acerca das negociações jurídicas levadas a cabo por José Maria Braga da Cruz para conseguir a devolução do Mosteiro de Tibães à Ordem Beneditina. Inclui também cartão do padre Paulo Durão a remeter uma fotografia de José Maria Braga da Cruz com o ministro das Colónias, Teófilo Duarte, na qual este está a observar através de binóculos o Mosteiro de Tibães. Cópia da parte final do discurso de José Maria Braga da Cruz como deputado na Assembleia Nacional, a 24 de janeiro de 1941, onde reitera a referida devolução. Cópia da descrição pormenorizado do estado da Quinta de Tibães, de 23 de junho de 1943. Carta conjunta da Junta de Freguesia e Corporação Fabriqueira de Mire de Tibães, de 29 de janeiro de 1935, a solicitar a intervenção de José Maria Braga da Cruz, enquanto deputado, para que as intenções dos habitantes do lugar de Ruães, de serem desanexados de Mire de Tibães e incorporados na freguesia de S. Paio de Merlim, não sejam levadas a termo. Nesta sequência, contém cópia da sentença emitida pelo arcebispo-primaz, D. Manuel Vieira de Matos, de 12 de maio de 1932, a atender aos anseios da população de Ruães e a ordenar a sua anexação à freguesia de S. Paio de Merlim, exemplificadas em duas plantas topográficas. Exemplar do "Diário do Governo" de 18 de outubro de 1949, que publica a portaria que fixa o perímetro de proteção do cruzeiro de Tibães e Igreja e Mosteiro de Tibães.
Apontamento com o rascunho de correspondência a solicitar a devolução dos bens confiscados à arquidiocese de Braga, projeto manuscrito e datilografado com vista à instalação e organização do Museu de Arte Sacra em Braga, de 24 de março de 1929, correspondência remetida pelo Banco de Portugal, dois exemplares da "Relação numerada e descriminada dos bens cuja entrega é requerida pelo Cabido da Sacrossanta Basílica e Sé Primacial de Braga", uma delas com carimbo "José Maria Braga da Cruz. Notário e Advogado" e exemplar do "Diário do Governo" de 24 de janeiro de 1929, com a Portaria n.º 5:872 na qual manda que sejam entregues à Sacrossanta Basílica e Sé Primacial de Braga o edifício da Sé e suas dependências, e os móveis, paramentos, alfaias, vasos sagrados, imagens, arquivos e quadros, bem como as joias depositadas na Caixa Geral de Depósitos. Recorte de jornal com a publicação do decreto do arcebispo-primaz de remodelação do Cabido da Sé, de 29 de outubro de 1972.
O autor começa por lamentar não ter tido conhecimento do projeto do monumento antes do início das visitas às casas da Província do Brasil. Refere que leu a carta do P. Sebastião na viagem de regresso do Ceará para o Recife. Informa que na Baía já encarregou da propaganda da subscrição o P. Mariz, assim como outros padres no Recife, no Maranhão e no Pará.
Documentação produzida por José Maria Braga da Cruz no contexto da sua função de advogado da arquidiocese de Braga na causa de restituição dos bens imobiliários dos quais esta havia sido espoliada. Apontamentos manuscritos e datilografados de diplomas legais, correspondência, recortes de jornal e planta do Quartel do Batalhão de Caçadores nº 9 de Braga, no qual se havia convertido o Seminário de S. Tiago. Documentação produzida por José Maria Braga da Cruz no contexto da inauguração das instalações do Seminário de Filosofia e da III Assembleia Geral da Sociedade Mariológica "Mater Ecclesiae" entre os dias 27 e 28 de maio de 1967: programa, original manuscrito e datilografado do "Breve apontamento da restituição à arquidiocese de Braga do seu Seminário do Campo de S. Tiago" de José Maria Braga da Cruz, recortes de jornal e brochura manuscrita com poemas de gratidão dirigidos a José Maria Braga da Cruz por José Luís Carvalhido da Ponte.
(Coimbra) Acusa a receção da carta do P. Sebastião, agradece e retribui os cumprimentos, nota que uma obra como esta é arriscada mas no entanto está confiante que não faltarão boas vontades, abençoa a obra do Monumento e embora não disponha de grandes verbas, contribuirá para a obra na medida do possível.
(Póvoa de Varzim) Informa que a sua esposa enfraqueceu muito com a radioterapia, tratamento aplicado para combater o linfoma. Timbre: "Delegação da Procuradoria da República da Póvoa de Varzim. Gabinete do Delegado. Particular".
(Porto, R. de N. Senhora de Fátima, 186) Anuncia aos reitores dos liceus e aos diretores dos colégios masculinos do Porto, que no seguimento da anterior carta de 24 de março anterior, o bispo do Porto receberá as deputações de académicos representativas dos estabelecimentos de ensino, para a entrega das respetivas oferendas. Existe uma cópia em formato de papel maior e com anotações manuscritas do autor.
(Lisboa, R. de S. Mamede ao Caldas) Os alunos expressam o contentamento pelas palavras do jornal O Monumento a respeito da respetiva escola e como a visão do monumento em construção, que se avista das janelas da escola, os anima a contribuir com os tostões durante todo o ano, para que em breve a estátua de Nosso Senhor fique a abençoar Portugal e a escola que frequentam. Tem nota manuscrita do P. sebastião: "entregue por eles pessoalmente".
Remete um cheque no valor de oitocentos e cinquenta escudos, produto de uma subscrição patrocinada pela companhia levada a efeito a bordo do paquete Santa Maria e solicita o envio do respetivo recibo. Tem anexa lista relativa à carta de 22 de fevereiro de 1957, PT-SCR/SNMCR/A/02/145.
Solicita aos párocos que promovam a distribuição do prospeto de propaganda (em anexo) para divulgação do segundo peditório para o Monumento a Cristo Rei, determinado pelo cardeal-patriarca. O prospeto de propaganda, com uma tiragem de cem mil exemplares, é muito parecido com o do ano anterior mas não tem a reprodução do Monumento.
(Porto) Faz o balanço da sua colaboração pessoal na propaganda na Diocese do Porto junto dos alunos dos estabelecimentos de ensino masculinos. Agradece o apoio e deferência dos reitores e diretores assim como a atenção com que foi ouvido pelos alunos. Refere várias ideias para iniciativas de recolha de donativos, umas viáveis outras não, Decidiu-se finalmente que a recolha fosse feita pelos próprios alunos em cada estabelecimento de ensino, colocando-se à disposição de todos o Secretariado Diocesano. Depois de estabelecer o fim do mês de abril como data limite para esta campanha, renova os agradecimentos aos destinatários da carta.
(Porto, R. de N. Senhora de Fátima, 187) Convocatória de uma reunião da secção dos homens da Comissão Diocesana do Porto do Monumento, segunda feira, 17 de maio, às 18.30, na sede da Ação Católica Portuense, R. Cândido dos Reis, 46, 2º-. O objetivo é ativar a campanha pró-Monumento, conforme vontade expressa do bispo do Porto. Existem dois originais.
[s.l.] Informa que entrou para a Fundação Calouste Gulbenkian e agradece a ajuda.
Remete a lista das obras e orações feitas pelos fiéis da freguesia da Achada por ocasião da novena em favor da canonização do beato Nuno Álvares Pereira e promete que brevemente enviará o dinheiro que recolheu para o Monumento a Cristo Rei.
Agradece a oferta das filiadas de Castelo Rodrigo e garante que no próximo número do jornal O Monumento ficará registado o simpático e edificante gesto. Declara que a MPF é benemérita insigne do Monumento e considera que é muito importante um último esforço de colaboração financeira, pois se espera a inauguração para outubro próximo.
(Fundão) Remete uma marcha das Pedras Pequeninas "Nós somo escudeiros de Jesus " com o refrão "Vamos erguê-lo! - Em Horas de aflição". O autor desculpa-se da qualidade "Leva a marca de tudo o que é encomendado" e deseja que também esta letra seja uma pedra pequenina.
Remete oferta em dinheiro das filiadas do Centro 1 em Figueira de Castelo Rodrigo e joias oferecidas pela professora primária D. Elvira Graça Carrapatoso dos Santos, subdelegada da MPF naquela vila.
Remete um cheque de onze mil escudos, donativo de um anónimo. A quantia deve ser repartida entre o Monumento a Cristo Rei e a causa da canonização de D. Nuno Álvares Pereira ao critério do P. Sebastião Pinto.
Em resposta à Carta anterior expressa o reconhecimento pela valiosa propaganda feita pelos Serviços Culturais dos CTT e comunica que seria de grande proveito se os carimbos fossem aplicados até à primavera de 1959, pois, apesar de estar prevista a inauguração para outubro de 1958, não é improvável que tenha que ser adiada para a Primavera de 1959, por motivos ponderosos.
(Porto) Pede desculpa por só agora mandar o ramalhete das crianças para a canonização de Nuno Álvares Pereira. Apresenta uma relação das flores espirituais para o ramalhete e declara que espera encontrar pessoalmente o P. Sebastião, na próxima semana.
Comunica que desde dezembro de 1953, em meses alternados, estão a ser aplicados nas correspondências carimbos com legenda alusivas à construção do Monumento a Cristo Rei e pede instruções quanto à data limite até quando devem ser aplicados os referidos carimbos.
Remete as contas e o respetivo saldo do espetáculo que promoveu no dia 7 de julho, no Teatro Avenida, a favor das obras do Monumento Nacional a Cristo Rei e lamenta não ter sido possível organizá-lo com mais tempo para obter um lucro maior.
Solicita que os recibos correspondentes aos consumos de energia elétrica sejam postos à cobrança na sede da UEP, onde o Secretariado fará mensalmente o respetivo pagamento.
A circular exorta os párocos, pais de família e educadores a organizarem e contribuírem para a campanha das Pedras Pequeninas, apresenta-se dividida em quatro pontos: “Está a acabar o Monumento. Vai ser inaugurado no Outono do ano que vem”, “O cortejo infantil de oferendas”, “Pedras Pequeninas” e “Observações”. O documento volta a ter em epígrafe um estrato da alocução do cardeal-patriarca e é quase idêntico às circulares de 1955 e 1956.
Acusa a receção da carta de Vasco Morgado que remeteu o saldo da representação da peça "O Cardeal", envia o respetivo recibo e agradece a benemérita iniciativa.
(Porto) Considerações à obra "O direito subsidiário na história do direito português".
[s.l.] Comunica que procurará resolver o pedido enviado por Danilo Alves Martins. Timbre: "Ministério da Justiça. Gabinete do Ministro".
(Porto) Referências à carta que recebeu de Marcello [Caetano] e à crise na Universidade no pós-25 de Abril.
[s.l.] Referências ao provimento do lugar de solicitador encartado na Comarca de Vila Nova de Famalicão. Timbre: "República Portuguesa. Ministério da Justiça. Direcção-Geral de Justiça. Gabinete do Director Geral".
(Rio de Janeiro) Questão sobre como deverá proceder, dado ter recebido ordem para se apresentar ao serviço em Portugal.
(Celorico da Beira) Questão sobre qual o melhor livro que pode adquirir sobre a interpretação da lei. Timbre: "Abel de Azevedo. Advogado".
(Braga) Manifestação da esperança de que o ministro resolva a sua situação de desenvolver a sua atividade profissional na "clandestinidade".
(Braga) Comunica que a carta que endereçou a Maria Helena [Braga da Cruz], para a Biblioteca Nacional de Lisboa, lhe foi devolvida e pedido de esclarecimento.
(Porto) Comunica que, do contacto pessoal que fez, 90% indicam Guilherme Braga da Cruz para lugar-tenente de D. Duarte Pio, duque de Bragança.
(Lisboa) Agradecimento pela oferta de três livros e pelo carinho com que sempre se referiu ao seu marido, falecido há 10 anos.
Agradece as lindas estampas do Menino Jesus, agradece e retribui os cumprimentos de boas festas de Natal e Ano Novo e deseja que o Divino Infante cumule o P. Sebastião de graças as mais especiais e abundantes e que dentro em breve o Monumento seja um facto.
(Lisboa) Convite para a colaborar numa publicação "In Memoriam" de D. Duarte Nuno, duque de Bragança. Timbre: "Biblioteca do Pensamento Político".
Acusa a receção da carta de dezembro do P. Sebastião que se extraviou por Angola, agradece o interesse manifestado pela sua saúde e as orações que se fizeram pelas suas melhoras. Lembra dois sacerdotes da diocese que faleceram recentemente e refere a alegria que experimentou ao saber das melhoras do P. Cruz. Comunica que na festa de S. Francisco de Sales padroeiro das escolas para pobres, recolheu as ofertas das crianças para o Monumento a Cristo Rei, e que está à espera do contributo de outras paróquias para remeter o valor total das Pedras Pequeninas.
Conforme prometido na carta anterior, remete a relação dos valores das ofertas para as Pedras Pequeninas recolhidas na diocese. A importância total foi enviada por um cheque da Caixa Geral de Depósitos datado do dia anterior.
(Lisboa, Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei) A carta circular está estruturada em três partes: breve introdução, I - A Obra, II - Os Meios. Existe documento igual na série PT-SCR/SNMCR/A/02/.
A Presidente Nacional da LCF envia votos de Santa Páscoa às Direções e pede o especial empenho de todas nas seguintes questões: Homenagens aos respetivos prelados, Monumento a Cristo Rei, Folha de crítica às fitas de cinema, Novena do Espírito Santo e Campanha de verão. Ao Monumento é dedicado metade do texto. Nesta parte é recomendado às dirigentes e filiadas a criação de um ambiente de maior compreensão para com a iniciativa e que lembrem o que deve a terra portuguesa à proteção do Sagrado Coração de Jesus. Considera que sendo a Ação Católica, de certo modo, um prolongamento da própria Hierarquia, é seu dever apoiar o Episcopado que empenhou a sua palavra no voto que fez em Fátima a 20 de abril de 1940.
(Lisboa, Secretariado Nacional do Monumento a Cristo Rei) No seguimento da nomeação de todos os Provinciais das Ordens e Congregações Religiosas para membros da Comissão de Honra do Monumento a Cristo Rei ousa o Secretariado pedir a generosa cooperação dos Superiores e superioras no encargo que lhe foi cometido de afervorar a nação portuguesa no amor desta iniciativa e no interesse pela subscrição nacional.
Comunica que esteve no ateliê de Francisco Franco em Belém para tratar de algumas pequenas alterações e que o escultor espera uma visita do P. Sebastião dentro em breve.
Esteve no ateliê, onde houve um desastre: o rosto de Cristo que já estava modelado caiu no chão, pelo que o artista está a modelar outro. Costa Lima manifesta o seu aborrecimento com o atraso dos trabalhos.
O documento divide-se em quatro pontos e uma nota. O primeiro refere-se à propaganda e divulgação por meio de palestras semanais na EN, RR e Rádio Clube, anúncios nas emissoras locais, no ecrã dos cinemas e com artigos na imprensa diária e periódica de todo o país. O segundo pede uma pregação intensa do clero nas missas dos quatro domingos de junho. O terceiro trata da colaboração das organizações de carácter nacional e das associações diocesanas de piedade, zelo, formação e assistência. O quarto ponto pede a recitação diária da oração pelo Monumento, nos Centros do Apostolado da Oração, comunidades religiosas e paróquias. A nota refere que o cardeal-patriarca fará uma exortação aos portugueses de todo o mundo na Emissora Nacional no dia 29 de junho às 19 horas e que o SNI dará apoio à divulgação da propaganda.
Acusa a receção da carta do P. Sebastião de 7 de março e comunica que na reunião da associação a realizar no mês de junho procurarão incutir às filiadas a obrigação de colaborarem no peditório e entusiasmarem outras pessoas a também contribuir.
(Braga) Agradecimento pelo envio do livro de [?] Guerra Cal e questão sobre se Maria Helena [Braga da Cruz] ainda está na Biblioteca Nacional de Lisboa, por necessitar de microfilmes ou xerocópias de documentos.