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Lisboa. O suplicante pretende como credor do padre António Pereira de Azevedo, filho de Inácio Pereira de Araújo e de Maria Pereira de Azevedo, natural da Maia e falecido em Minas Gerais, receber de seu irmão e herdeiro João Pereira do Lago, o dinheiro em dívida. Escrivão João Caetano da Silva Pereira.
Lisboa. Os suplicantes pretendem receber a herança de seu tio, o cirurgião-mor António José Pinto, falecido no Rio de Janeiro. Escrivão António Joaquim Figueira de Azevedo e Sousa.
Brasil. O suplicante pretende, como credor dos bens e herança de Severino Pereira da Costa, homem de negócio, falecido, na Vila de Santo António do Recife, capitania de Pernambuco, Brasil, receber determinada quantia que lhe ficara devendo. Escrivães João Caetano da Silva Pereira, José Gomes da Cruz e João Caetano Vilela da Silva.
Bragança. A ação prende-se com receber em nome de seus tutelados, herdeiros de seu pai, a herança que lhe fora deixada pelo capitão João José Palmeiro, natural da Vargem e falecido em Vila Boa da Santíssima Trindade do Mato Grosso. Escrivão Francisco da Silva Braga.
Póvoa de Varzim. A ação prende-se com receber como herdeiro e testamenteiro de sua prima, Maria da Silva, viúva de Domingos Francisco, a herança que lhe fora deixada por seu irmão Manuel António Laundes, filho de João Gonçalves Laundes e de Filipa da Silva, falecido na ilha de Santa Catarina. Escrivão Francisco da Silva Braga.
Lisboa. O justificante pretende receber o remanescente da herança de José Gomes Teixeira, filho de João Soares Ferreira e de Serafina Gomes de Carvalho, solteiro, natural da freguesia de São Miguel de Jesus Freire, Braga, e falecido na vila de Santo António do Recife, Pernambuco, em 1793. Lisboa. Escrivão Francisco da Silva Braga.
Lisboa. O justificante afirma ter estado preso na Cadeia de Pernambuco, quando da revolta de 7 de Março de 1816, em que os revoltosos abriram as portas da mesma cadeia, que se oferecera para a guarnição do brigue "Audaz", que era fiel ao soberano, e de ter ido para a Baía dar parte do sucedido, voltando o mesmo a Pernambuco para o bloqueio ao mesmo porto e para defender os direitos legítimos, vindo depois para Lisboa. Escrivão Bento Gualdino da Silva Valadares.
Raposeira, Cabeceiras de Basto. A ação prende-se com receber a herança de seu irmão, Francisco Álvares Pereira, natural de Pedraça e falecido em Nossa Senhora da Conceição e São José de Aldeias Altas, capitania de São Luís do Maranhão, em 1801. Escrivão Francisco da Silva Braga.
Guimarães. A ação prende-se com receber como únicos herdeiros a herança de seu irmão Francisco da Costa Pinto, natural de Cerzedelo e falecido nas Cabeceiras da Ribeira do Picão, termo da vila de Nossa Senhora da Piedade de Pitangui, Sabará, em 1763. Escrivão João Caetano da Silva Pereira.
Monção, comarca de Viana. Os suplicantes pretendem receber a herança de seu irmão e tio materno, José Pedreira de Magalhães, filho de Henrique de Sousa e de Inácia Pedreira, natural do lugar de Santa Eulália de Trute, termo da vila de Monção, arcebispado de Braga, e falecido na vila de Nossa Senhora da Piedade de Pitangui em 1752. Escrivão João Caetano da Silva Pereira.
Lisboa. O habilitante pretende como credor do doutor Joaquim Rodrigues Botelho, que se faça penhora da herança do sargento-mor Manuel Rodrigues Pereira, falecido no Rio das Mortes, de quem ele era credor. Escrivão Francisco da Silva Braga.
Lamego. Os suplicantes pretendem receber a herança de seu irmão, Alexandre Luís dos Santos, natural de Arcozelos e falecido na freguesia de Nossa Senhora da Boa Viagem de Itaubeira, bispado das Minas, havendo ainda um irmão residente no Brasil, o padre Henrique Vicente. Escrivão João Caetano da Silva Pereira.
Lisboa. O justificante afirma ser filho dos referidos pais, ser bom e fiel vassalo, para poder ir ao Rio de Janeiro requerer a graça de o apresentar em qualquer benefício eclesiástico. Escrivão Francisco da Silva Braga.
Lisboa. A ação prende-se com receber a herança de seu filho e irmão, João Pedro Coutinho, natural de Lisboa e falecido a bordo do bergantim "Paquete Infante" em viagem de Benguela para o Rio de Janeiro em 1812. Escrivão Bento Gualdino da Silva Valadares.
Celorico de Basto. Os suplicantes pretendem receber a herança de seu primo, Manuel Pereira de Azevedo, filho natural de Romão de Abreu e Lima e de Silvana Martins, casado com Teresa Dias dos Banhos, natural da freguesia de São Romão do Corgo, termo de Celorico, e falecido na Barra da Palma das Terras Novas, Minas Gerais, em 1738. Escrivão João Caetano da Silva Pereira.