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O justificante era capitão da escuna "Sofia e Providência" a qual sofreu grandes danos devido ao temporal, quando viajava para a ilha de S. Miguel (Açores)
O justificante era mestre do caíque "Senhora das Necessidades" a qual sofre danos devido ao temporal, quando viajava para Viana com carga de trigo, lã, azeite de peixe, açúcar e arroz carolino
O autor pretende que qualquer escrivão do Juízo da Índia e Mina passe carta ou sentença de liberdade a um preto , Félix de Freitas, que o mesmo trouxe da Baía (Brasil) a fim de ficar ,o autor, livre de qualquer responsabilidade
D. Ana Leonor e Filhos eram proprietários do brigue "Dois Corações, Canoa"
Pretende justificar ser herdeira de seu marido para poder cobrar a soldada que o mesmo tinha ganho como despenseiro do navio "Marques de Angeja" de que o réu era proprietário
Os autores eram propretários do iate "Hercules" vindo de Amsterdão (Holanda) com queijos
O autor era despenseiro do navio "Grão Pará" vindo de Bengala (Índia) com tecidos e roupas
São também herdeiros : D. Maria das Dores Sampaio e Albuquerque, D. Maria Rosa de Sampaio e Albuquerque, António de Albuquerque do Amaral Cardoso e sua mulher D. Emília José Borbon e Almeida
O brigue sofreu grandes danos devido ao mau tempo quando vinha da Baía (Brasil). O autor era capitão do dito brigue. Refere também a galera "São Domingos, Eneias"
O brigue escuna foi aprezado por uma embarcação inglesa quando seguia para a ilha da Madeira
O autor era moço do navio "Vasco da Gama", e do navio "Grão Cruz", vindo do Rio de Janeiro (Brasil), de que o réu era proprietário