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Nota manuscrita: José Azevedo de Menezes. Cada do Vinhal. Vila Nova de Famalicão.
Recorte de jornal O Primeiro de Janeiro.
Recorte de jornal. Nota manuscrita "Perguntar à Matilde a verdade e quem foi?"
Recorte de jornal A Nação. Documento junto com CP 12704.
Nota manuscrita.
Este documento está no maço "Amigas da Viscondessa de Pindela…", contém CP 8204 a CP 8240.
Recorte de Jornal de Notícias. Este documento está junto com CP 12743 a CP 12745.
Este documento está junto com CP 12744 a CP 12744.
Fotografia com data e no verso identificação das pessoas.
Livreto impresso na Alemanha sobre D. Miguel de Bragança.
Recorte de Jornal de Notícias. Este documento está junto com CP 12744 a CP 12745.
Folhas impressas para honours e tricks em branco.
Nota manuscrita "Artigo sobre a morte de meu irmão".
Recorte de jornal com artigo de José de Azevedo Castelo Branco. José de Azevedo Castelo Branco (Vila Real, Vilarinho de Samardã, 5 de outubro de 1852 - Lisboa, 24 de março de 1923) foi um médico-cirurgião, um político, um escritor e um poeta. Era filho de Francisco José de Azevedo (Vila Real, Vilarinho de Samardã, 1812 - ?) e de sua mulher D. Carolina Rita Botelho Castelo Branco (Lisboa, Socorro, 24 de Março de 1821 - ?), irmã de Camilo Ferreira Botelho Castelo Branco, 1.° Visconde de Correia Botelho e pai do 1.° Visconde de São Miguel de Seide, e irmão de António de Azevedo Castelo Branco. Estudou na Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, revelando-se notável orador nos comícios que então se realizaram no Teatro Académico de Coimbra. Formou-se no ano de 1878, e em 1879 foi nomeado Cirurgião-Ajudante do Regimento de Caçadores N.° 10, em Angra do Heroísmo, lugar que também exerceu no Regimento de Caçadores N.° 11. No fim do ano de 1886, foi promovido a Cirurgião-Mor. Dedicou-se à política, filiando-se no Partido Regenerador, e foi Deputado pela primeira vez em 1884, eleito pelo Círculo Eleitoral de Valpaços, depois, em 1887, pelo Círculo Plurinominal da Guarda, e, em 1889, por Armamar, fazendo, ainda, parte doutras Legislaturas. Interessou-se especialmente por assuntos referentes às Colónias Portuguesas. Em 1890, foi nomeado Governador Civil do Distrito do Funchal, cargo que exerceu num período de grande agitação. De 25 de Junho de 1900 a 7 de Dezembro de 1901, foi Governador Civil do Distrito de Lisboa. Sendo Conselheiro, antigo Deputado da Nação e Governador Civil do Distrito de Lisboa, por Carta Régia de 29 de Dezembro de 1900, foi feito Par do Reino (Diário do Governo, N.° 296, 31 de Dezembro de 1900), tomando assento na Câmara Alta a 9 de Janeiro de 1901. Sendo Conselheiro, Director-Geral da Instrução Pública e Governador Civil do Distrito de Lisboa, no mesmo dia 29 de Dezembro de 1900 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa (Diário do Governo, N.° 296, 31 de Dezembro de 1900). No ano de 1903, foi nomeado o primeiro Ministro Plenipotenciário (Embaixador) de Portugal na China, cargo que anteriormente era exercido pelo Governador de Macau. Desempenhou este cargo durante alguns anos e, antes de terminar ali a sua missão, foi nomeado Bibliotecário-Mor do Reino, lugar que, depois, se transformou no de Inspetor Superior das Bibliotecas e Arquivos. Também exerceu o lugar de Diretor-Geral das Belas-Artes e Ensino Industrial e Profissional. As suas qualidades de inteligência e cultura indicavam-no, talvez, para sobraçar qualquer pasta ministerial, mas nunca fez parte de nenhum Governo durante o reinado de D. Carlos I de Portugal, segundo se dizia, por a isso se opor aquele Monarca. Com efeito, só depois da morte do Rei é que foi, pela primeira vez, Ministro, sendo-lhe confiada a pasta dos Negócios Estrangeiros no Gabinete de António Teixeira de Sousa, precisamente o último Governo da Monarquia. Foi, também, Jornalista e Poeta muito apreciado, tendo escrito um excelente livro de poesias, com o título Ao cair da folha. Os seus esplêndidos artigos políticos e literários andam dispersos em jornais e revistas. Fonte: Wikipédia.
Recorte de jornal Liberdade. Este documento está junto com CP 12742.
Este documento está junto com CP 12741.
Conjunto de convites, de CP 2167 a CP 2169.
Nota com o nome José, Ana Guedes da Costa e um mapa desenhado. "Anna Guedes da Costa. Rua do Capitão, 32"
Recorte de jornal Diário de Notícias. Este documento está junto com CP 12750, de 11 de janeiro sem menção ao ano. Notas manuscritas.
Recorte de jornal Diário Nacional. Este documento está junto com CP 12749.
Notas para o 2º Visconde de Pindela. Contém CP 14805 a CP 14807.
Maço que contém CP 6853 a CP 6855. Notas manuscritas.
Envelope com título manuscrito. Contém CP 9011.
Notas manuscritas com lista de cartas e assuntos. Este documento está dentro do envelope CP 9009.
Envelope com título manuscrito que contém cartas CP 8176 a CP 8186.
Impresso em papel de luto. Notícia da morte Bernhard von Waldow-Mehrenthin (1856–1914) que foi político, membro da Câmara dos Representantes da Prússia. A família Waldow ou Waldau é o nome de uma família nobre da Baviera. A família pertencia à nobreza alemã em Nordgau . Originalmente uma família prussiana, tornaram-se influentes em Brandemburgo no século XIV. Ganharam destaque e prestígio que mantiveram até a Segunda Guerra Mundial.
Maço com título manuscrito que contém cartas da Viscondessa Eulália, João Afonso e Grácia, a partir de CP 7850.
Envelope manuscrito que tem o desejo do 2º Visconde sobre a publicação de uma sua carta a Tiago Alvim, que escreveu a 30 de março de 1912.
Narrativa poética manuscrita em folhas pautadas pelo Visconde de Castilho. Júlio de Castilho (Lisboa, 30 de Abril de 1840 — Lisboa, 8 de Fevereiro de 1919), segundo visconde de Castilho, foi um jornalista, poeta, escritor e político português, filho do escritor António Feliciano de Castilho. Distinguiu-se como olisipógrafo, publicando diversas obras sobre a cidade de Lisboa e juntando uma importante coleção pessoal de documentos sobre o tema, hoje depositada na Biblioteca Nacional de Lisboa.
Receita e conta discriminada da Farmácia Central, no Porto, manuscrita com carimbo, para Casa de Pindela.
Folha impressa com as formas farmacêuticas e doses de Hectine e Hectargyre, produzidas no laboratório em Villeneuve-la-Garenne (Seine), França.
Receita e conta da Farmácia Valongo, em V.N. Famalicão, manuscrita com carimbo, para Visconde de Pindela.
Receita e conta discriminada da Farmácia Valongo, em V.N. Famalicão, manuscrita com carimbo.
Envelope manuscrito dirigido ao Visconde de Pindela de Francisco d´Assis Ribeiro Costa. A data retirada do carimbo. Contém receitas médicas CP 4782 a CP 4790.
Receita farmacêutica manuscrita a lápis.
Receita médica manuscrita do médico Delfim Carvalho, sub-delegado de Saúde e do Hospital da Misericórdia, Famalicão. Com carimbo da Farmácia Valongo, Famalicão.
Receita médica e conta manuscrita do consultório dentário de Armindo Tavares, em Braga. Armindo Tavares era bacharel em medicina e Filosofia Universidade de Coimbra e cirurgião dentista pela Escola dentária de Genebra.
Rótulo de medicamento da Farmácia Valongo, Famalicão, com nome do medicamento manuscrito.
Recibo com impresso Sapataria Macachaz de Joaquim Manoel da Silva, em Famalicão, assinada, dirigida ao Visconde de Pindela.
Receita médica manuscrita do médico Roberto Frias, Professor na Faculdade de Medicina da Universidade do Porto. Com carimbo da Farmácia Central, Porto.
Receita médica manuscrita do médico Delfim Carvalho, sub-delegado de Saúde e do Hospital da Misericórdia, Famalicão. Com carimbo da Farmácia J.A. Lopes, Famalicão.
Recorte de jornal O Dia do comité português de Lausanne a favor dos prisioneiros de guerra portugueses.
Envelope com manuscrito "Casa de Pindela", contém receitas da farmácia Magalhães Brandão, 18 documentos CP 4524 a CP 4541.
Nota manuscrita com morada "Arnaldo Soares da Silva, Rua da Firmeza, 179 Porto."
Receita farmacêutica manuscrita assinada, num papel timbrado impresso da Farmácia Magalhães Brandão, em S. Tiago da Cruz, Famalicão.
Receita farmacêutica manuscrita para Casa de Pindela.
No papel timbrado da fábrica tem nota manuscrita assinada pelo Manoel dos Santos Carneiro Leão sobre uma encomenda de manteiga para o Visconde de Pindela.
Recibo em papel timbrado da Chapelaria, Porto, tendo manuscrito "Garrafão Agua do Luso 5 l. Despacho".
Envelope com título manuscrito "Notícia sobre o casamento no Vinhal a que foram o Pae, Mãe, Avó", casamento de Maria Rita e Luís Ferraz. Contém CP 2135.
Recorte de jornal do Comércio do Porto sobre a "Questão de Ambaca, de Augusto Gama.
Fatura do armazém de Famalicão manuscrita (azeite, petróleo, 3 maços de velas).
Fatura do armazém de Famalicão manuscrita, com carimbo para Visconde de Pindela.
Talão de depósito em Braga, vendido a António Paulino de Carvalho, S. Tiago, 29 litros - Atlantic (petróleo), com indicação de pado e assinatura do condutor.
Panfleto Invicta bolachas-biscoitos, Rua José Falcão Porto, dirigido a Neiva Lopes.
Recorte de jornal Diário Integralista da Tarde com poema.
Manuscrito com poema de António Patrício.
Recorte de imprensa com artigo de João Ameal.
Poema manuscrito por algum dos filhos de Vicente em criança.
Convocatória impressa que pede comparência no dia 28 de abril no Salão Olímpia, Campo da Feira (Famalicão) para organizar o Centro Monárquico e Eleitoral do concelho de V.N.Famalicão. Assinado por João Visconde de Pindela. Este documento está dentro do envelope selado e carimbado, enviado para Visconde de Pindela. Tem nota manuscrita "Respondido Drº Alberto Pinheiro Torres".
Carta datilografada, de Paris dirigida aos filhos, num envelope com título "Cartas de meu pai dirigidas a minha Mãe e mais achados no seu testamento em S. Peterburgo a 16 novembro de 1899 achados agora nas páginas...". junto com CP 1257 e CP 1258. Estes documentos não da da família dos Viscondes de Pindela.
Impresso. Junto com CP 257, de Maria Rita Ferrão de Castelo Branco Mascarenhas, e CP 258 e CP 259.
Papel do maço de correspondência que continha 39 telegramas, cartas e postais dirigidos à Rainha D. Amélia.
Envelope com título manuscrito "Cartas de meu pai dirigidas a minha Mãe e mais achados no seu testamento em S. Peterburgo a 16 novembro de 1899 achados agora nas páginas...". Contém CP 1258 e CP 1259. Estes documentos não da da família dos Viscondes de Pindela.
Impresso. Junto com CP 257, de Maria Rita Ferrão de Castelo Branco Mascarenhas, e CP 258 e CP 260.
Carta datilografada, de Paris dirigida à esposa, num envelope com título "Cartas de meu pai dirigidas a minha Mãe e mais achados no seu testamento em S. Peterburgo a 16 novembro de 1899 achados agora nas páginas...". junto com CP 1257 e CP 1259. Estes documentos não da da família dos Viscondes de Pindela.
Folhas datilografadas. Junto com CP 257, de Maria Rita Ferrão de Castelo Branco Mascarenhas, CP 259 e CP 260.
Jornal editado pela Juventudes Monarchicas Conservadoras. Num envelope CP 1959 com cartão de Gonçalo Cristóvão de Meireles Teixeira Coelho CP 1960 e cartão de Adolfo Sampaio de Morais Pinto de Almeida CP 1961.