Manuscrito. "Pasta nº 6 Cazal 37 A". Este documento estava na “Caixa 6”, que contém CP 12997 a CP 13016.
Escritura do assento do Mosteiro de Arnoso. Prazo velho do assento do Mosteiro de Arnoso 2-6-1609. Certidão do contrato. Escritura lavrada em Guimarães. Escritura lavrada em Guimarães, junho de 1609, diz-se que comprou à Abadessa do Mosteiro de Varão o Assento do Mosteiro de Arnoso, por um conto e trezentos e seis mil reis, e o indispensável consentimento do seu senhoria direto, o Mosteiro dos Jerónimos de Belém (Lisboa).
Neste documento CP 13.016 também se faz o tombo dos bens fundiários junto do mosteiro:
"o palheiro que está contra a parte do norte tem de largo seis varas e oito de comprido, está colmado e as casas que estão juntas ao palheiro da mesma parte do norte tem de largo seis varas e de comprido vinte e são casas sobradadas que tem escada de pedra com varanda e dentro uma sala com sobressala por cima e mais uma câmara e nos bancos da casa uma cozinha térrea e uma adega e uma casa de tulha, tudo junto nestas casas; item uma casa de lagar colmada que está para a parte do poente, tem de largo quatro varas e meia e oito de comprido; item uma corte de bois que tem colmo por telhado, tem de comprido nove varas e de largo cinco varas, à qual está junto um pardieiro velho que tem de comprido oito varas e de largo cinco; item uma corrente de cortes colmadas que ficam à parte do sul, tem de comprido quinze varas e de largo quatro varas e meia; item uma casa sobradada e telhada que está na mesma corrente das cortes que tem sete varas de largo e outras tantas de comprido; item uma horta junto do rio que parte do sul, que tem de largo três varas e meia e de comprido trinta varas, a qual horta é cercada de árvores e tem três laranjeiras (....)"; item um livro mais de campos, vinhedos e courelas.