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Notas de investigação alusivas às inquirições de D. Afonso III (1258) em Azurara. Parte dos extratos aparecem mencionados no texto das Povoas Marítimas: «À esquerda do rio mencionam-se duas localidades − Pindelo e Zurara. A primeira situada em baixo, perto da foz, era a sede e denominava a paróquia, que se alongava para cima, abrangendo a segunda, conforme notificam os dois passos − «… inquisitio ville … parrichianorum Ecclesie ejusdem loci» − … inquisitio ville… Zurara et parrichianorum predice Ecclesie Pinidilli». Referência bibliográfica: As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 330.
Notas de investigação sobre a pesca na foz do rio Ave. Esta nota de investigação serviu para Alberto Sampaio escrever no texto das Povoas Marítimas a seguinte passagem: «Na secção de Pindelo especializa-se o imposto por «pinacia» e «barca» quando pescavam no mar, assim como por «caravela», «pinacia» ou «barco» se apanhavam só peixe. Não se limitando a pescar na costa próxima, iam ao longe − facto bastante característico do seu adiantamento. Em cada caso pagavam-se certas contribuições. O depoente, domiciliado lá desde sessenta anos, sempre as vira usar na forma por ele individuada − «semper ita vidit uti», declarando mais que fora Sancho I, quem as estipulou numa carta, queimada no incêndio da casa onde se guardava. Refreência bibliográfica: As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 331).
Transcrição: «Cabaneiros - pensões -Inq. 468, 1ª col. / “ 466, 2.ª col.»
Notas de investigação alusivas às inquirições de Afonso III (1258) em Azurara e Pindelo.
Temas versus números dos respetivos diplomas do Diplomata et Chartae.
Extratos de vários documentos do Diplomatae et Chartae.