Search results

52 records were found.

Conjunto de apontamentos capeados por uma tira de papel onde se lê “Antes e durante a 1.ª dinastia”. Manteve-se a ordem das anotações a qual deverá corresponder ainda à forma como Alberto Sampaio a organizou.
Consultar: capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 312-313.
Capa do maço "Cousas Maritimas"
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 321-326.
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 326-334.
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 318-319.
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 329-333.
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 334.
Prefação o m. q. prefácio, introdução, prólogo, proémio. Tem referência bibliográfica: Collecção de opusculos reimpressos relativos à historia das navegações, viagens e conquistas dos portuguezes / ed. lit. Academia Real das Ciências de Lisboa. 1844-1858.
História Compostellana - «De rebus gestis D. Didaci Gelmirez, primi Compostellani Archiepiscopi, Historia Compostellana ou História Compostelana é um manuscrito em latim, confecionado a partir de 1109, dentro do círculo do primeiro bispo e depois, a partir do ano de 1120, que recolhe as empresas de Diego Gelmírez, arcebispo de Santiago de Compostela. A obra pretendeu registar os feitos realizados por Gelmírez para engrandecer a Sé Apostólica e dá uma perspetiva, a partir da Galiza, dos sucessos que aconteceram no seu tempo, constituindo-se numa fonte historiográfica de grande valor ao transcrever documentos históricos no próprio texto. A "História Compostelana" abrange o período entre 1100 e 1139 e está repartida em três livros. O seu primeiro redator foi Nuno Afonso, cónego da catedral de Santiago, que iniciou o trabalho após a morte do rei Afonso VI de Leão e Castela (1109), embora contasse com vários colaboradores, nomeadamente Hugo (cónego compostelano de origem francesa, que seria bispo do Porto) e Giraldo de Beauvais, amigos pessoais de Gelmírez. Giraldo redigiu a maior parte do trabalho, prosseguindo-o a partir de 1120. Outros colaboradores foram Pedro Anaia e possivelmente, Rainério, o "magister".» Fonte: Wikipedia
Augusto Soares de Azevedo Barbosa de Pinho Leal - Portugal antigo e moderno; diccionario… de todas as cidades, villas e freguezias de Portugal e de grande numero de aldeias.
Tem referência bibliográfica: Paulo Perestrelo da Câmara - Diccionario geographico histórico, político e litterario do Reino de Portugal e seus domínios. 1850. − 2 vols.
Neste apontamento Alberto Sampaio remete para a obra de Inácio da Costa Quintela Anais da Marinha Portuguesa, a definição dos vocábulos «frota» (tomo I, p. 20 nota), «armada» (tomo I, p. 20, nota) e «barinel» (tomo I, p. 82). Relativamente a «Barinel», acrescenta ainda que Oliveira Martins escreve «varinel». Da mesma obra, indica ainda «Galeão», equivalente a um navio de guerra e um termo usado a partir de 1519, e «Nau». Sobre as naus informa ainda que, no tempo de D. Manuel, estas não excediam 400 toneladas.
Na abordagem às localidades onde se construíam os navios mercantes e de guerra no reinado de D. Manuel, Alberto Sampaio indica os estaleiros do Porto, Viana, Aveiro, Vila do Conde e menciona também os de Esposende, suportando-se na referência aos Anais do Município daquela vila que encontrou n’O Minho pitoresco: «E dos Annaes do município de Esposende, diz-se que consta ter sido a barra do Cavado antigamente muito importante, havendo nela setenta a oitenta navios de alto bordo.» IN O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 412. Referência bibliográfica: José Augusto Vieira − O Minho pitoresco. 1886-1887, 2 vols.
“Não he menos importante o lavor do linho canamo…” é uma transcrição de um extrato do livro Notícias de Portugal de Manuel Severim de Faria, sobre o fabrico de amarras, cordoalhas e enxárcias. Manuel Severim de Faria (Lisboa, Fevereiro de 1584 - Évora, Setembro de 1655) foi um sacerdote católico, historiador, arqueólogo, numismata, genealogista e escritor. É também considerado o primeiro jornalista português. Duarte Gomez Solis (Lisboa, 1562? − Madrid, 1632), comerciante português. Foi autor de duas obras: Discursos sobre los Comercios de las Índias e Alegación en Favor de la Compañia de la India Oriental y Comercios ultramarinos que de Nuevo se Instituyó en el Reyno de Portugal. Cordoalha é um conjunto de cordas de várias espécies; enxárcia é um conjunto de cabos, manobras e polias que servem para içar, aguentar e manobrar as velas de um navio. Referência bibliográfica: Manuel Severim de Faria - Notícias de Portugal.
Referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Sobre o valor da moeda em circulação nos reinados de D. Sancho I e D. Sancho II ver nota 1 do estudo O Norte Marítimo (Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 346). Alberto Sampaio suportou-se na obra do historiador António da Costa Lobo (1840-1913), História da Sociedade em Portugal no século XV.
Gonçalo Pacheco foi tesoureiro da casa de Ceuta e um dos muitos servidores do Infante D. Henrique. «Álvaro de Caminha, levando consigo os filhos dos judeus, violentamente cristianizados, lançou por sua ordem as bases da povoação da ilha de S. Tomé, cuja capitania teve.» O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 405. Referência bibliográfica: Garcia de Resende − Crónica dos valorosos e insignes feitos de El-Rei Dom João II.
Lista de pessoas a quem D. João III instituiu donatários de capitanias no Brasil. Da lista fazem parte os nomes de João de Barros, Martim Afonso de Sousa (capitania de S. Vicente), Pedro de Campo Tourinho (capitania de Porto Seguro), Francisco Pereira Coutinho, entre outros. Sobre os donatários no tempo de D. João III leia-se a seguinte passagem do Norte Marítimo: «Esta capitania [Porto Seguro] foi uma das nove ou doze primitivas em que D. João III dividiu a costa do Brasil, quando tentou colonizá-lo por concessões a particulares, como dizemos hoje: a do Porto Seguro não foi das menos resistentes, nem das que empregou menos esforços: mas por fim teve de sucumbir, como as demais. Os donatários não podiam povoar tão vastos territórios nem debelar por eles sós a hostilidade dos indígenas e a ambição das nações do norte. Em todo o caso foram eles os pioneiros da civilização naquelas paragens.» O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 417. Martim Afonso de Sousa comandou a primeira esquadra com povoadores portugueses para o Brasil, a qual terá saído de Lisboa em Novembro ou Dezembro de 1530. Referência bibliográfica: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 417. «O fidalgo vianez [Pedro de Campo Tourinho], homem hábil e valente, organizou a expedição [para o Brasil] nas melhores condições. Partindo com o sentido de criar uma nova pátria, vendeu todos os seus bens; armou uma flotilha na qual partiu Viana levando tudo consigo − família, amigos, trabalhadores e fortuna, ou como diz o cronista − «mulher e filhos e muitos moradores casados com parentes e amigos e muita outra gente».» Referência bibliográfica: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 416-417. Referências bibliográficas: Collecção de noticias para a historia e geografia das nações ultramarinas que vivem nos domínios portugueses, tomo V, Lisboa: Academia Real das Ciências, 1826; Manuel Severim de Faria - Notícias de Portugal. Numa nota à margem Alberto Sampaio anotou: «Cada capitania 50 léguas da costa / Severim de Faria».
Referências bibliográficas: Alexandre Herculano − História de Portugal; João Pedro Ribeiro - Dissertações chronologicas e criticas sobre a historia e jurisprudencia ecclesiastica e civil de Portugal.
Acerca das arremetidas muçulmanas no reinado de Afonso III, Alberto Sampaio escreveu: «A tradição mais antiga de acometidas muçulmanas, por via de mar, remonta ao fim do reinado de Ordonho I ou princípio do de Afonso III, consoante a qual uma tempestade malogrou o desembarque de tropas na foz do rio Minho, enviadas pelo ámir Mohamed. Depois desta tentativa ficou em lembrança a esquadra de Almançor que em 997 entrou no Douro.» (As Póvoas Marítimas in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 289). Referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
Referência à palavra “Taforea”, equivalente a navio, na obra de Garcia Resende, Chronica dos valerosos e insignes feitos del Rey Dom João II de gloriosa. Taforeia era o nome dado a uma antiga embarcação portuguesa, empregada no transporte de cavalos e servindo também de navio de guerra.
Referência bibliográfica: Alexandre Herculano - História de Portugal.
«Recordando sumariamente os homens mais representativos que se lançaram em tão aventurosas empresas [os descobrimentos] - perdoe-me a memória dos esquecidos! - ficou na penumbra a grande multidão anónima que por força os havia de acompanhar. […] / Do movimento nem sequer escapou o próprio poeta: apesar de viver retirado da corte e representar a reacção contra tamanho desgoverno e o desbarato impensado de tantas forças mal dirigidas, ele deixara partir o primogénito que morreu em Ceuta na idade de 16 anos. Os filhos dos seus amigos partiam também, e seu irmão, Mem de Sá, começava a povoação do Rio de Janeiro.». Referência bibliográfica: O Norte Marítimo in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, pp. 421-422). Referência bibliográfica: Rebelo da Silva - História de Portugal nos séculos XVII e XVIII.
Consultar: O Norte Marítimo (Notas para uma história) in Estudos Históricos e Económicos, vol. I, ed. 1923, p. 411.
«Em 1542 os mareantes da vila construíram a expensas suas a formosa capela do Corpo-Santo na igreja matriz […]». Referência bibliográfica: O Norte Marítimo (Notas para uma história) in Estudos Históricos e Económicos, vol. I, ed. 1923, p. 415.
Recorte de jornal com referências biográficas de pessoas ligadas aos descobrimentos. Do recorte constam referências biográficas de algumas pessoas que exerceram cargos de relevo durante a época dos descobrimentos (João Ramalho, D. Jerónimo de Azevedo e António Vieira). Alberto Sampaio anotou à margem, a lápis azul, o seguinte: «Este extracto é dum artigo de não sei quem − guardei-o por conter alguns marítimos do norte».
Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 318.
Transcrições, em latim, de dois textos da História Compostelana, publicados na España Sagrada de Enríque Flores. Alberto Sampaio usou estes textos no Capítulo II - “O mar fechado: a tomada de Lisboa”, na parte onde relata as dissidências havidas entre D. Urraca, filha de Afonso VI e o arcebispo de Compostela, Diogo Gelmires, bem como com sua irmã D. Teresa, à época já viúva do Conde D. Henrique.
Notas de investigação alusivas às inquirições de D. Afonso II (1220) em Amorim. Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 321.
Notas de investigação alusivas às inquirições de D. Afonso II (1220) em Apúlia. Consultar capítulo III “O mar livre” do estudo As Povoas Marítimas do Norte de Portugal in Estudos Históricos e Económicos, ed. 1923, p. 321.