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Cópia manuscrita de um dos sonetos de Alberto Sampaio, escrito em Coimbra no álbum de João Machado de Faria e Maia, datado de 12 de Janeiro de 1864. A cópia foi enviada, por correio, do Porto para Famalicão, em finais de Março de 1931, pelo filho (1868-1937) de Vicente Machado Faria e Maia (1838-1917), com o mesmo nome e apelidos do pai, ao sobrinho de Alberto Sampaio, António Vicente Leal Sampaio, então juiz do Tribunal do Comércio, no Porto. Para fazer a cópia foi utilizada uma folha de um bloco, como facilmente se percebe pelo picotado que apresenta.
João Machado de Faria e Maia (1846-1915), a quem pertencia o álbum onde Alberto Sampaio escreveu o soneto, era filho do 1.º Visconde de Faria e Maia e irmão de Francisco e Vicente Machado Faria e Maia, também amigo de Alberto Sampaio. Conheceram-se na Universidade de Coimbra. João Faria e Maia foi poeta e jornalista.
No verso da folha Vicente Machado Faria e Maia escreveu: «Com saud.sas lembranças do Vicente Machado». Envelope com timbre do Grande Hotel do Porto.
Manuscrito «Janeiras (Guimarães) / As Janeiras não se cantam / Nem aos reis nem aos fidalgos; Mas nós vimo-las cantar, / Por ser anos melhorados, / Melhorados na saúde, / Descontados nos pecados. / - Fim - / Viva! Viva! / Quem diremos nós que viva / Na folhinha do Serpão / Viva o senhor d’esta casa / Que tem belo coração / etc. etc.».
Serpão é uma erva aromática, cultivada nas hortas do norte e centro de Portugal.
O papel usado por Alberto Sampaio para escrever os versos encontrava-se num envelope, de cor azul claro, com a seguinte identificação: “Versos do tio Alberto” (letra de sua sobrinha neta, Emília Ermelinda Sampaio da Nóvoa).
