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Poema de Antero de Quental. «Alcançou Antero a segunda ovação na noite de 13 de Maio. O actor José Simões Nunes Borges gozava de grande apreço entre os estudantes. Em 2 de Abril de 1862 representara no Teatro Académico, e após breve ausência volveu a Coimbra, e já em 25 desse mês O Conimbricense dava notícia de ser esperado na cidade no dia seguinte, para entrar no desempenho do drama Prestigiador, a subir à cena no referido teatro. […] Em 7 de Maio representou-se no Teatro Académico o drama anunciado, traduzido do francês, e no número de 10 do referido mês O Conimbricense elogiava Simões, pelo desempenho do extenso e difícil papel de protagonista. Neste dia tornou à cena o mesmo drama, e tanto Simões como os actores académicos foram muito aplaudidos, representando em seguida o festejado actor a peça cómica Sebastianistas. Finalmente a última récita efectuou-se em 13 de Maio com a representação do primeiro acto de Probidade, o segundo de Trabalho e honra, o terceiro de Prestigiador, além da comédia Tribulações e ventura. Foi nesta récita que Fialho de Almeida recitou os versos de Antero.». Refreência bibliográfica: Mário Brandão - Estudos Vários, vol. II. Coimbra: Imprensa de Coimbra, Limitada, 1974, pp. 212-213.
Poema de João de Deus copiado por Antero Quental, que deu origem ao poema "A João de Deus", Coimbra 1861, publicado no livro "Raios de extinta luz".
Poema de Antero de Quental. Impresso na Imprensa Literária. José Simões Nunes Borges «Nasceu na freguesia de Beijos, bispado de Viseu, em 10 de Março de 1826 […]. Estreou-se no teatro de D. Maria II, a 9 de Julho de 1850 no drama Os herdeiros do Czar. Saiu dali pouco depois para ir para o teatro D. Fernando. Voltou para D. Maria II em Outubro de 1853. A 18 de Dezembro de 1854 apareceu no teatro da Rua dos Condes, onde esteve até 1858, como actor e ensaiador, e onde adquiriu grande popularidade. A 28 de Agosto de 1858 estreou-se no Ginásio na comédia Destes há poucos. Aí agradou muito, principalmente no papel de Manuel Escota do drama Probidade. Foi ao Brasil em companhia do actor João Caetano dos Santos em 1861. Lá voltou por diversas vezes, sendo sempre recebido com agrado. Em Lisboa e Porto representou ainda nos teatros do Ginásio, Rua dos Condes, Baquet e Princípe Real. Morreu a 21 de Fevereiro de 1904.». Refreência bibliográfica: Sousa Bastos - Dicionário do Teatro Português (edição fac-similada). Minerva, 1994.
Sonetos de Luís de Camões transcritos por Antero de Quental: “Conversação doméstica afeiçoa” e “Quem fora acompanhando juntamente”.
Manuscrito com poema de Antero de Quental. É a 2ª parte do poema "À Itália" publicado no "Raios de extinta luz". Foi recitada no Teatro Académico por A. Fialho de Machado na noite de 22 outubro de 1862.