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Poderá tratar-se de uma lista de nomes a propor para a Sociedade do Raio.
O teor do juramento de Pimenta de Castro é diferente dos restantes, limitando-se ao seguinte texto: «Juro: / Por Deus: / Combater o Despotismo / Universitário. / Que todas as vinganças que Deus destina aos perjuros caíam sobre / mim se trair este juramento.»
Lista de estudantes cujos nomes constam da “subscrição da viúva”.
Poema que inicia: “Itália e Portugal! que duas pátrias!” recitada no Teatro Académico por A. Fialho de Machado, na noite de 22 de outubro de 1862.
Transcrição de um juramento: «Convencido da necessidade de combater uma instituição viciada. / Convencido de que este nobre fim só por meio duma associação secreta se obterá. Convencido de que esta associação não pode existir sem segredo, atividade, confiança e obediência. / Juro por Deus, pela minha honra, pelo que tenho de mais sagrado: / Combater por todos os meios justos o despotismo Universitário. / Obedecer em tudo às ordens que receber. / Guardar em segredo absoluto. / Juro esquecer antipatias e inimizades pessoais ante este fim nobre e patriótico. / Juro confiança, segredo e atividade.» Os primeiros cinco juramentos não estão assinados, provavelmente por se tratarem dos que foram feitos pelos membros principais da Sociedade, cujos nomes, por questões de segurança, permaneciam no anonimato. Juramentos de: António Francisco Neto Parra; António Rodrigues da Silva; Manuel José de Arriaga; Bernardo Moreira Aranha Furtado de Mendonça; Tomás José de Macedo e Miranda; Miguel de Araújo Cunha Pereira Rosa; José Jacinto Nunes; Rodrigo Lobo de Ávila; Francisco Roberto de Araújo Magalhães Barros; António Cardoso Vieira; António Guilherme Ferreira de Castro; José Félix Pereira Júnior; Manuel Cardoso de Sequeira Barbedo; Carlos Mayer; José Júlio B. Rodrigues; Henrique de Macedo Pereira Coutinho; José Maria da Silva Porto Miguéis; José Júlio de Oliveira Baptista; Bernardo de Aguilar Teixeira Cardoso; Henrique de Bessa; Constantino Alves Pinto Vilar; João Tavares de Macedo Júnior; Albino Montenegro; José Carlos Godinho de Faria; António da Trindade Carlos Teixeira; António de Avelar Severino; João Cândido de Morais; Jacinto António Fernandes Pinto; António Joaquim Moutinho d’Andrade; Manuel Cardoso de Girão; Valério Nunes de Morais; Luís Caetano de Castro e Almeida; Francisco Nunes da Rocha; António Augusto da Silva Guimarães; José Augusto Guedes Teixeira; Manuel Simões Alegre; António Joaquim Margaride Pacheco; João de Almeida Santos e Vasconcelos; António Joaquim Monteiro da Costa Lobo; Manuel de Oliveira Chaves e Castro; Nicolau Moniz de Bettencourt; José Teixeira Pinto dos Santos; Elias José Ribeiro Júnior; Francisco Tavares de Almeida Júnior; António de Sousa Leite Maldonado; Tomás de Nápoles; Augusto Correia Pinto Tameirão; António Pessoa de Amorim; António José de Oliveira Mourão; José Leite Monteiro; Augusto Pinto Osório. «A primeira delas tem a ver com a afirmação regular de formas de oposição, declarada e coletiva, às atitudes discricionárias ou a determinadas orientações das autoridades académicas. É neste contexto que se desenvolveram movimentações como aquela que levou à constituição da Sociedade do Raio (1861-1863) e, logo de seguida, aos acontecimentos da chamada Rolinada (1864). A Sociedade teve todas as condições para se definir até ao presente - não fora o mencionado escape de memória - como uma das referências centrais do movimento académico coimbrão: o secretismo que envolvia a sua organização, as iniciações noturnas em lugares ermos, o grande apoio de que dispunha na academia, e, principalmente, a luta vitoriosa contra o detestado reitor Basílio Alberto, a valorização que atribuía à participação dos estudantes pugnando por “uma reforma que distinguisse ciência e costumes”, o manifesto-proclamação “à opinião pública ilustrada do país”, redigido por Antero e assinado por perto de metade dos 725 estudantes então matriculados. Referências bibliográficas: Nóvoa, António - “A Sociedade do Raio na Coimbra académica de 1861-1863”, Universidade(s). História, Memória, Perspectivas. Coimbra: Congresso História da Universidade. Vol. 3, 277-320. Bebiano, Rui - “A cidade e a memória na intervenção estudantil em Coimbra”. Revista Crítica de Ciências Sociais, 66, Outubro 2003, 151-163.
Primeira versão do "Manifesto dos Estudantes da Universidade de Coimbra / 1862-1863 / À opinião ilustrada do País”, reduzida à parte final do texto. No fim, apresenta as assinaturas de 13 estudantes universitários, seguidas do ano e respetiva identificação do curso, e de 4 estudantes do liceu.
Livro impresso em Coimbra na Imprensa da Universidade em 1862 com o título completo "Relação e Indice Alphabetico dos Estudantes Matriculados na Universidade de Coimbra e no Lyceu no Anno Lectivo de 1861 para 1862 com suas filiações, naturalidades e moradas e com a designação das diversas cadeiras e disciplinas, e dos lentes e professores respectivos".
Manuscrito "Amigos. / Não há ainda onze meses que alguns homens…”, com assinaturas de vários estudantes nas últimas páginas. Texto escrito por Antero de Quental justificativo das razões que levaram à formação da Sociedade do Raio.