Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira.
Vitoriano José, trabalhador, e sua mulher, Liberata Maria, moradores no lugar das Cachoeiras, termo de Alenquer, doaram ao seu genro, Joaquim da Costa, caseiro da Quinta Nova, termo de Alhandra, um prédio urbano composto de sobrado, loja, cozinha, forno e quintal, junto à casa que serve de adega, com seu lagar de pedra, situado nas Cachoeiras, reservando o usufruto em vida.
Foram testemunhas: José Pinheiro, trabalhador, e Manuel Pinheiro, moradores no Casal do Rabasco, Joaquim Carvalho, campino, morador em Povos, José Correia, trabalhador, morador no Casal Novo da Estrada, termo de Alhandra e Manuel Soares, trabalhador, morador no Casal do Badalinho.