Search results

78 records were found.

Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de Maximiliano António Primor, negociante e procurador de Angélica Maria da Conceição e de sua irmã, Constança Maria de Jesus, moradoras na cidade de Lisboa. António José, mestre sapateiro, e sua mulher, Mariana Brígida, moradores em Vila Franca de Xira, pediram empréstimo no valor de 100.000 réis a Angélica Maria da Conceição e Constança Maria de Jesus, hipotecando umas casas que possuíam na Rua da Barroca de Cima, em Vila Franca de Xira, compostas de sobrados e lojas. Foram testemunhas: Fortunato José Pontével e João António Carrilho, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, em casa de Maximiliano António Primor, negociante e procurador de Angélica Maria da Conceição e de sua irmã, Constança Maria de Jesus, moradoras na cidade de Lisboa. João António Carrilho, morador em Vila Franca de Xira, pediu empréstimo no valor de 200.000 réis a Angélica Maria da Conceição e Constança Maria de Jesus, hipotecando uma propriedade de casas que possuía na Praça de Vila Franca de Xira, composta de dois andares e celeiro. Foram testemunhas: Fortunato José Pontével e José Tomás Primor, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. Luís António de Lencastre, conde da Lousã, arrendou a Joaquim de Araújo, lavrador e morador em Vila Franca de Xira, pela quantia anual de 100.000 réis e pelo período de quatro anos, umas terras denominadas "Casal da Gorda", situadas junto a Vila Nova da Rainha, termo de Alenquer. Foram testemunhas: Francisco Sabino Teixeira, mercador, e José de Pinho, alfaiate, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. José Correia de Barros, mestre barbeiro, morador em Vila Franca de Xira, subenfiteuticou a António Carvalho, oficial de carpinteiro, e sua mulher, Maria Rosa, moradores no lugar de São Miguel das Cardosas, termo de Arruda dos Vinhos, pela quantia anual de 600 réis, um prazo composto de vários pedaços de vinha arruinada e terras de semeadura, situadas no limite do lugar das Cardosas, termo da vila de Arruda dos Vinhos, de que era senhora direta a Colegiada de São Pedro de Torres Vedras. Foram testemunhas: Simão Luís, trabalhador, morador no Casal do Lavadouro, termo de Alhandra, e Jacinto José, trabalhador, morador no lugar de A-dos-Bispos.
Escritura celebrada no escritório do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira. José Correia de Barros, mestre barbeiro, morador em Vila Franca de Xira, subenfiteuticou a João José Miguel Ferreira da Silva Amaral, advogado, morador em Vila Franca de Xira, pela quantia anual de 300 réis, um bocado de vinha muito estragada denominada "O Lavadeiro", situada no limite do lugar das Cardosas, termo de Arruda dos Vinhos, de que era senhora direta a Colegiada de São Pedro de Torres Vedras. Foram testemunhas: Manuel Rodrigues, lavrador, morador no Casal das Lages, termo de Arruda dos Vinhos, e José Lourenço, trabalhador, morador em Povos.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua da Praça ao Cais, na casa de Gertrudes Carlota de Campos. Joaquim Rodrigues Morte prestou reconhecimento foreiro a Gertrudes Carlota de Campos de um quarto de casas situadas no cais de Vila Franca de Xira, no valor anual de 24.000 réis. Foram testemunhas: Filipe José Leal e Joaquim Pinto de Campos, ambos moradores em Vila Franca de Xira.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua Direita, em casa de Maria Rita de Cunha e Meneses, viúva de João Silvestre Batista e Silva. Maria Eugénia da Silva desistiu de todos e quaisquer bens, direitos e ações, que em sua quota hereditária lhe pudessem pertencer da meação do seu irmão, João Silvestre Batista e Silva, falecido sem descendência, e casado com a sobredita Maria Rita da Cunha e Meneses. Foram testemunhas: João Peixoto de Almeida e Silva, escrivão das sisas, e José Máximo Batista Barbosa que vive dos seus rendimentos, ambos moradores nesta vila.
Escritura celebrada na presença do tabelião Francisco Maria da Costa, em Vila Franca de Xira, na Rua da Ribeira, em casa de Manuel António da Cruz. Maria do Carmo da Cruz, solteira, vendeu a Joaquim de Sousa, campino e guardador da morraceira de Sua Alteza, pela quantia de 192.000 réis, umas casas baixas com quintal situadas na Rua Nova, em Vila Franca de Xira, foreiras a Joaquim José de Sousa Rodrigues em 3.000 réis anuais. Foram testemunhas: Domingos da Silva de Pinho e Cândido José Borges, negociante de vinho, ambos moradores em Vila Franca de Xira.