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Informa que envia dois exemplares do catálogo de "Arte Sacra de S. Tomé e Príncipe", que foi editado dentro do programa das Comemorações Centenárias dessa ilha. Pede para lhe enviar uns livros de António Sardinha. Refere que, oportunamente, enviará uma monografia de S. Tomé, da qual gostaria de saber a opinião de manuel Alves de Oliveira.
Declara que enviará o Guião do Cortejo Histórico e o auto "Natal de S. Tomé". Tece comentários críticos à edição e revisão do referido auto.
Agradece a oferta da obra "A Colegiada de Guimarães sob o Signo de Pombal". Manifesta vontade de conhecer pessoalmente Alves de Oliveira.
Lamenta não o ter visitado aquando da sua estadia na metrópole. Refere que envia um trabalho que fez durante as comemorações do 5.º centenário do nascimento de Vasco da Gama.
Acusa a receção dos números 7 e 8 do volume XXV da Gil Vicente e agradece a publicação dos seus artigos. Tece comentários sobre os acontecimentos políticos em de Portugal, nomeadamente sobre a independência das colónias portuguesas. Informa que envia outro poema.
Lamenta o que o número da "Gil Vicente" onde vai sair o seu poema seja o último. Tece comentários de natureza política, nomeadamente sobre a independência de S. Tomé e Príncipe. Informa que envia um poema intitulado: "Pedro Primeiro", com uma dedicatória.
Agradece as palavras sobre o seu trabalho acerca de Vasco da Gama. Refere que se vier à metrópole o visitará, pois deseja conhecê-lo pessoalmente. Informa que envia o poema "O Avô que está em mim e por mim fala" para publicação na "Gil Vicente".
Agradece a oferta do trabalho sobre António Sardinha e o Brasil. Informa que vai publicar dois livros, um sobre temas ultramarinos, e, o outro intitulado: “Dom Pedro d'Alcântara, Aquém e Além Mar”, que oportunamente enviará. Refere-se ao poema que lhe enviou.
Agradece as notícias relativas à publicação do seu poema. Informa que envia o jornal a "Voz de S. Tomé", que publicou um poema seu. Pede opinião sobre o poema. Refere que é possível que o vá visitar. Convida-o a ir a S. Tomé, alegando que o ultramar precisa de homens como ele e os monárquicos precisam do ultramar.