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Em 1934 e, posteriormente em 1944, o Ministério das Obras Públicas e Comunicações - Gabinete do Ministro, pelos Diários do Governo nº 299 e n.º 197, consequentemente, torna obrigatório às câmaras municipais do continente e ilhas adjacentes promover o levantamento de plantas topográficas e a elaboração de planos gerais de urbanização e expansão das sedes dos seus municípios, em ordem a obter a sua transformação e desenvolvimento segundo as exigências da vida económica e social, da estética, da higiene e da viação, com o máximo proveito e comodidade para os seus habitantes.
Em 1934 e, posteriormente em 1944, o Ministério das Obras Públicas e Comunicações - Gabinete do Ministro, pelos Diários do Governo nº 299 e n.º 197, consequentemente, torna obrigatório às câmaras municipais do continente e ilhas adjacentes promover o levantamento de plantas topográficas e a elaboração de planos gerais de urbanização e expansão das sedes dos seus municípios, em ordem a obter a sua transformação e desenvolvimento segundo as exigências da vida económica e social, da estética, da higiene e da viação, com o máximo proveito e comodidade para os seus habitantes. Estas plantas são cópias dos originais.
Constituída pelas plantas topográficas do concelho de Guimarães executados pela empresa SATOPEL - Cartografia Estudos e Projectos.
Constituída pelas plantas aerofotogramétricas do concelho de Guimarães (anos 1976 e 1977 - escala 1/1000; anos 1976, 1977 e 1981 - escala 1/2000), das povoações de Caldas das Taipas (ano 1975 - escala 1/2000), Caldas de Vizela (ano 1975 - escala 1/2000) e Briteiros (ano 1975 - escala 1/1000), e das plantas de carta administrativa de Portugal da comissão nacional do ambiente (ano 1979 - escala 1/25000).