Search results

53 records were found.

Lucília Rocha de Oliveira é irmã de César Rocha Oliveira e tia de Júlio César Rocha de Oliveira.
Agradece o envio do "Boletim de Trabalhos Históricos" e dos trabalhos de Manuel Alves de Oliveira, "Aquela Casa da Madre de Deus" e "A Mãe da Rainha D. Teresa"
Acusa a receção da carta relativa ao assunto da revista "Gil Vicente", bem como os documentos e lamenta o sucedido.
Agradece o volume XXXII de "Boletim de Trabalhos Históricos" com o seu trabalho "As antinomias do infinitivo românica e a sua solução", bem como as separatas. Informa que remete o livro do Museu de Hermitage de Leninegrado, assim como os dicionários de português - russo e russo - português.
Desculpa-se pelo atraso no agradecimento da ajuda material de Manuel Alves de Oliveira. Convida para uma conversa sobre a criação da Casa dos Pobres, atendendo a que foi um dos impulsionadores da sua criação.
Agradece as diligências para o pagamento das esculturas. Informa sobre umas medalhas.
Diz que se encontra a preparar os originais do livro a ser editado pela Câmara Municipal de Arcos de Valdevez e pede-lhe uma separata do "Boletim de Trabalhos Históricos" sobre Alfredo Pimenta.
Pedro Teotónio Pereira foi um político e diplomata português, nasceu em Lisboa a 7 de novembro de 1902, faleceu também em Lisboa, a 14 de fevereiro de 1972. Licenciado em Matemáticas Superiores pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, cedo se fez notar. Salazar reconhecendo a sua competência, nomeia-o por diversas vezes para vários cargos, dos quais se destacam, a nomeação em 1936 para Ministro do Comércio e Indústria, cargo que ocupou até 1937, e a nomeação para embaixador em Madrid a 20 de maio de 1938. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Pedro_Teotónio_Pereira
Pedro Correia Marques nasceu em São Pedro de Rates, vila pertencente ao Concelho da Póvoa de Varzim (terra de Eça de Queirós), a 26 de abril de 1890. Iniciou sua carreira de jornalista quase ao acaso, já que, como muitos jovens depois do serviço militar, e advindo de uma família humilde, partiu em busca de emprego para garantir sua sobrevivência. Dessa maneira, começou a trabalhar na revista católica O Rosário – de 1913 a 1919 – como redator. Em 1915, torna-se redator também do jornal A Restauração. E, em 1919, consolida-se a sua presença no panorama jornalístico português ao entrar para a redação do jornal A Época – periódico conceituado – logo sendo nomeado redator principal. Com o término da edição de A Época, Correia Marques assume a direção e o posto de redator principal do jornal A Voz, até a sua extinção. Em 1927, aquando da nova publicação do jornal “A Época”, o Conselheiro Fernando de Sousa, foi seu diretor até à sua morte, em 1972. In: http://www.bocc.ubi.pt/pag/moreira-lucia-pedro-correia-marques.pdf
Agradece as palavras de homenagem e veneração dirigidas ao Papa João Paulo II, por ocasião da sua visita a Portugal.
Hélio Simões (1910 - 1987) foi poeta e médico. Como Médico, dedicou-se à clínica e, paralelamente, submeteu-se a concurso de Livre Docência, passando depois a Assistente Efetivo e Chefe de Clínica da Faculdade de Medicina da Baía. Em 1942, quando foi criada a Faculdade de Filosofia, surge também o curso de Letras. Hélio Simões assume a Cátedra de Literatura Portuguesa. Com a criação da Universidade da Baía, em 2 de julho de 1946, Hélio Simões tem oportunidade de intensificar as relações com Portugal, convidando escritores e estudiosos portugueses. In: https://www.gplsalvador.org/site/homenagem-ao-prof-dr-helio-simoes/
Agradecimento pela proposta que Manuel Alves de Oliveira apresentou à Câmara Municipal de Guimarães para ser dado o nome de seu pai, Bernardo Valentim Moreira de Sá a um largo da cidade de Guimarães.
Agradece a oferta do "Boletim de Trabalhos Históricos" em homenagem a Alfredo Pimenta.
Trata do livro de Manuel Alves de Oliveira "A Colegiada de Guimarães sob o signo de Pombal".
Agradece a Alves de Oliveira a publicação "Dois vimaranenses na obra de António Sardinha".
Agradece o "Boletim de Trabalhos Históricos", em homenagem a Alfredo Pimenta.
O engenheiro agrónomo Francisco de Paula Peixoto da Silva Bourbon (1908-1992) nasceu no seio de uma família da nobreza do Minho, sediada desde o século XIX na Casa de Melhorado, perto de Celorico de Basto. Concluiu os seus estudos em Lisboa, no Instituto Superior de Agronomia. In: https://www.wook.pt/autor/francisco-peixoto-bourbon/3850468
Nasceu em Lisboa, a 20 de novembro de 1889 e terá falecido na década de 60 do século XX. Era engenheiro-agrónomo. Organizou o catálogo da Exposição Bibliográfica de Afonso Lopes Vieira, falecido em 1947. In: https://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/RecursosInformativos/Biografias/Textos/JulioEduardoSantos.pdf
Pede para lhe enviar os dados do livro de onde foi extraída a certidão de casamento dos pais de Leandro Rebelo Peixoto e Castro.
Agradece a oferta de "Cartas dos outros para Alfredo Pimenta" e tece-lhe comentários elogiosos. Declara que é assinante da revista "Gil Vicente". Fala do Hélder Martins Faísca.
Nasceu em Guimarães a 21 de abril de 1899, e faleceu em Paris a 7 de novembro de 1972. Foi poeta, jornalista, tradutor, enciclopedista, cinéfilo, teatrólogo, crítico de arte... A sua vida aventurosa e intensa pode apresentar-se em quatro ciclos sucessivos, claramente distintos embora comunicantes e muito marcados pelo tempo histórico e pelos países em que viveu: os seus anos de formação, na cidade-berço e no Porto; o período espanhol, 1919-39; o período brasileiro, 1941-48; o período francês, 1948-72. In: https://ortegamunoz.com/suroeste/ensayo/vasco-rosa-joaquim-novais-teixeira-um-europeu-do-seculo-xx/
Grande republicano nasceu em Pedrogão Grande em 1882 e faleceu em Braga em 1956. Viveu na casa n.º 225 da Rua Andrade Corvo. Possuía o curso de Bacharel em Filosofia Natural pela Universidade de Coimbra e o curso preparatório para a antiga escola do Exército. Conheceu Manuel Monteiro em Coimbra, de quem foi amigo e com quem partilhava os ideais políticos. Era professor do ensino liceal em 1910, tendo integrado a 1.ª Comissão Administrativa republicana da Câmara Municipal de Braga. Foi nomeado Bibliotecário em 3-4-1911 da Biblioteca Pública de Braga, passando a diretor em 4 de Julho de 1918. Além de bibliotecário-arquivista competentíssimo e empreendedor, foi também um homem de cultura, um investigador de temas bracarenses. Possuía conhecimentos profundos de história e arqueologia. Daí resultaram centenas de artigos insertos nos jornais locais Correio do Minho e Diário do Minho e textos publicados em revistas da especialidade, como os Anais de Bibliotecas e Arquivos, Biblos, Bracara Augusta, Mínia, etc., bem como uma monografia sobre o Bom Jesus do Monte. Foi também o primeiro diretor do Museu D. Diogo de Sousa, criado em 1918. In: http://historiaporumcanudo.blogspot.com/2010/06/alberto-feio-soares-de-azevedo.html
Hugo Rocha nasceu no Porto em 1907 e faleceu na mesma cidade a 24 de fevereiro de 1993. Foi um jornalista e prolífico escritor, autor de mais de uma dezena de monografias de temática variada, desde o romance às viagens e ao espiritismo. Foi jornalista do jornal O Comércio do Porto, de que foi diretor. In:https://pt.wikipedia.org/wiki/Hugo_Rocha_(escritor)
Virgílio Godinho nasceu em Ferreira do Zêzere, em 1901 e faleceu em Castelo Branco, em 1987. Ainda como estudante do liceu em Cernache do Bonjardim funda o semanário Selenita. Em 1932 funda e dirige o O Correio da Beira da Sertã. Dirige outros jornais, como o Notícias de Domingo de Lisboa, e o semanário Beira Baixa de Castelo Branco. Foi escriturário, guarda-livros e professor. Exerce a advocacia em Castelo Branco e mais tarde, em Lisboa. Em 1942 vence o Prémio Ricardo Malheiros com a obra Calcanhar do mundo. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Verg%C3%ADlio_Godinho
Refere que envia as provas tipográficas devidamente corrigidas, do seu artigo " A dissolução do Casamento no projeto do Código Civil" e pede 6 exemplares do número da ["Gil Vicente"] que publicará esse artigo.
Patrícia Joyce peseudónimo de Dagmar Joyce Damas Mora foi ficcionista, tradutora (traduziu Gorki, entre outros autores), poeta e autora de literatura infantil. Nasceu em Lisboa em 1913 e faleceu na mesma cidade em 1985. Até 1975 foi membro da comissão de leitura das Bibliotecas Gulbenkian. In: https://www.infopedia.pt/$patricia-joyce
Agradece a oferta do livro "Cartas dos Outros para Alfredo Pimenta" e o prólogo em memória de Alfredo Pimenta.
Agradece a oferta do trabalho sobre o Solar Machado. Tece comentários sobre os acontecimentos políticos em Portugal.
Agradece as palavras à memória de seu pai, publicadas no "Notícias de Guimarães".
Refere que entregou a encomenda ao prof. António Lino e que escreveu ao Antonino a informar que não vai estar presente nas festas do cinquentenário do seu jornal.
Agradece o envio do seu estudo "A Colegiada de Guimarães sob o signo de Pombal".
Mário Navarro de Menezes foi para Ribeira de Pena em 1922 exercer o cargo de médico municipal e subdelegado de saúde, tendo-o desempenhado por 33 anos. Mais tarde dedicou-se aos estudos sobre arqueologia local e história e literatura camiliana, tendo colaborado em algumas publicações periódicas. In: https://www.municipiosefreguesias.pt/noticia/44940/homenagem-a-mario-navarro-de-menezes
Enzio Di Poppa Volture nasceu em Venosa em 1898 e faleceu em Teramo em 1982. Foi um escritor, poeta e tradutor italiano. In: https://it-m-wikipedia-org.translate.goog/wiki/Enzio_Di_Poppa_Volture?_x_tr_sl=it&_x_tr_tl=pt&_x_tr_hl=pt-PT&_x_tr_pto=sc
Nasceu no dia 8 de fevereiro de 1884, na freguesia de Mesão Frio, do concelho de Guimarães e faleceu a 24 de janeiro de 1976. Era filho do Dr. Nicolau Máximo Felgueiras e de D. Bernardina Adelaide da Rocha Felgueiras e neto de paterno de um vimaranense ilustre, Bacharel em Direito, o conselheiro João Batista Felgueiras. Foi político e advogado. Fonte: Mariano Felgueiras : o político vimaranense e a cidade / Org. Arquivo Municipal Alfredo Pimenta . - Guimarães : Câmara Municipal, 2000 . - 96 p. ; 24 cm ISBN 972-8050-17-8
António Duarte Brásio nasceu no Carvalhal de Santo Amaro, Penela, a 8 Agosto 1906 e faleceu em Lisboa, a 13 Agosto 1985. Foi historiador, investigador e membro da Congregação do Espírito Santo. In: https://digitarq.arquivos.pt/details?id=7800186
Arlindo Veiga dos Santos nasceu em Itu a 12 de fevereiro de 1902 e faleceu em 1978. Foi um intelectual, poeta, escritor, líder político, monarquista, e tradicionalista brasileiro. Fundou a "Frente Negra Brasileira", primeiro movimento negro do Brasil, e a "Ação Imperial Patrianovista", movimento que defendia a instauração de uma monarquia tradicional no Brasil. In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Arlindo_Veiga_dos_Santos
Comunica a nomeação de Manuel Alves de Oliveira para sócio benemérito da Associação Fúnebre Familiar Operária Vimaranense.
Agradece a oferta da publicação "A lição do Condestabre".
Álvaro Júlio da Costa Pimpão, nasceu em Coimbra, em 1902. Entre 1935 e 1937, foi reitor do Liceu Central de Alves Martins, em Viseu, sito provisoriamente, desde 1922, no Colégio do Sacré-Coeur. Em 1939, foi Professor auxiliar da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e, em 1949, Professor catedrático da mesma Faculdade. Faleceu em 1984.
Alberto Alves Vieira Braga nasceu a 20 de março de 1892, na freguesia de S. Paio, em Guimarães, e aí morreu a 5 de março de 1965. Filho de António Alves Martins Pereira e de Teresa Maria Vieira, pertenceu a uma importante família de comerciantes. Em 1923, foi responsável pela constituição da “Sociedade Mercantil do Minho, Lda.”, que veio dar origem à Fábrica Cavalinho de Guimarães, e em 1944 pela Sociedade Braga & Rebelo, que manteve até 1956. Autodidata na sua formação, Alberto Vieira Braga foi etnógrafo, arqueólogo e historiador, que ao longo de meio século produziu uma vasta obra essencialmente ligada à investigação das tradições populares. Dedicando uma importante parte da sua vida ao associativismo em Guimarães, exerceu o cargo de diretor da Sociedade Martins Sarmento em 1923, 1926 e 1928. In: http://www.matrizpci.dgpc.pt/MatrizPCI.Web/pt-PT/RecursosSearch/PesquisaInvestigadores?IdEntidade=426