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"Este foi o primeiro censo efetuado pelo Instituto Nacional de Estatística e é aceite como um marco na história dos recenseamentos portugueses.
“Pela lei 1.911, de 23 de maio de 1935, a Direção Geral de Estatística cedeu o lugar ao Instituto Nacional de Estatística ao qual, nos termos da mesma lei, foram atribuídas as funções de notação, elaboração, publicação e comparação dos elementos estatísticos referentes aos aspetos da vida portuguesa que interessam à Nação, ao Estado ou à Ciência.” (Lê-se na Memória descritiva do Censo de 1940)
O VIII Recenseamento Geral da População teve ainda por base a Carta de Lei de 25 de agosto de 1887, o Decreto-Lei n.º 29.750, de 14 de julho de 1939, que manda executar e, a regulamentação é definida pelo Decreto n.º 31.110, de 6 de dezembro de 1939.
Adotou-se uma nova metodologia de execução: passou a ser o concelho a base e unidade territorial de realização e a ser atribuída aos Presidentes das Câmaras Municipais a direção das operações censitárias locais.
Para determinar corretamente a população residente e presente, passou a precisar-se o momento censitário: 0 horas do dia 12 de dezembro de 1940 (...)".
In:https://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=censos_historia_pt_1940
Mapas estatísticos da população do concelho de Guimarães dos anos de 1873 a 1883.
Contém a seguinte informação: Número de ordem, Freguesias (Nomes, Oragos), Número de fogos, Número de habitantes (Sexo masculino, Sexo feminino), Movimento da população (Nascimentos - Sexo masculino, Sexo feminino - Óbitos - Sexo masculino, Sexo feminino, Casamentos.
Inclui um ofício do Cemitério Municipal de Guimarães sobre a entrega dos bilhetes de entrada do mês de março de 1884 e um apontamento.
"O IX Recenseamento Geral da População mantém os princípios da Carta de Lei de 25 de agosto de 1887, com a publicação do Decreto-lei n.º 37.608, de 14 de novembro de 1949, que manda executar este censo e o Decreto n.º 37.763, de 24 de fevereiro de 1950 e respetiva regulamentação.
Seguiu-se a metodologia do censo anterior mas com algumas inovações, como por exemplo o surgimento da técnica das perguntas fechadas, visando a simplificação do preenchimento do questionário e do seu apuramento. Foi também acrescentado ao boletim de família um “inquérito às condições de habitação da família”, cujos resultados foram apresentados no XX Congresso da Habitação e Urbanismo, realizado em Lisboa em setembro de 1952.
Criou-se o conceito de ocupação (encargo ou trabalho habitualmente não remunerado ou expediente de vida susceptível de proveito material), fazendo a população com ocupação parte da população ativa.
Foram feitos mais apuramentos do que no censo anterior e optou-se por publicar um volume por cada conjunto de variáveis.
Pela primeira vez a profissão foi cruzada com o ramo de atividade e fizeram-se vários apuramentos com a população desempregada de forma a caraterizá-la exaustivamente: população desempregada segundo o tempo de duração do desemprego, o sexo, a profissão, a classe de atividade, o número de chefes de família e as pessoas a cargo destes.
Com a realização do “inquérito às condições de habitação da família” surgiram igualmente novos apuramentos: caraterização dos alojamentos segundo o tipo de equipamentos de que dispõe (comodidades domésticas e condições sanitárias) e o cruzamento de variáveis relativas à habitação com família e indivíduo (ex. famílias com habitação em prédio segundo as condições perante o trabalho, a situação na profissão do chefe de família e a natureza da habitação).
Para o cálculo da população ativa, a idade mínima para exercer uma profissão foi alterada dos 10 para os 12 ou mais anos, de acordo com as recomendações da ONU."
In:https://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=censos_historia_pt_1950
