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Fotografia a P&B, n.º 7858 Voo de - TBCTA 1993 Rolo n. 28
"(...) Plano Geral de Melhoramentos, mandado fazer em 1863, mas que se limita praticamente a um projecto de intenções, embora tivesse sido aproveitado até aos anos vinte do século XX. Em reunião de Câmara de 29 de Julho de 1863 resolveu-se mandar levantar a planta da cidade, de modo a orientar o seu crescimento e as alterações que deveriam embelezar e higienizar a cidade. Assim, por escritura celebrada entre o Eng. Manuel Almeida Ribeiro, professor de Arquitectura Civil e Naval da Academia Portuense de Belas Artes, e a Câmara Municipal, em 12 de Outubro de 1863, aquele é encarregado de fazer a Planta da cidade, propondo diversos “melhoramentos”. No seu trabalho escreve: «Observarei, em conclusão, que não ignoro os meios em demasia exíguos de que a Câmara pode dispor para levar a efeito uma grande parte dos projetos que apresento. Era uma cidade, como Guimarães, excecionalmente irregular e onde os aformoseamentos só se podem obter à custa de expropriações numerosas, é indispensável, com relação a algumas delas, esperar do tempo o que se não pode conseguir da atualidade. Na Inglaterra, decretado um melhoramento, executam-no à medida que os proprietários vão reconstituindo as suas casas. Este meio, rápido naquele país, deve ser muito moroso em Guimarães, mas é o único que as câmaras poderão empregar para realizar bons melhoramentos nos sítios onde a edificação tem valor. Em outras partes da cidade, onde a propriedade está a cair em ruínas, ou é de pouca importância, é muito possível tentar desde já as expropriações necessárias para levar a efeito melhoramentos respetivos. Estas expropriações, quanto a mim, devem ser reputadas indispensáveis para colocar toda a cidade em condições higiénicas, e foi por este motivo que em todos os meus projetos levei em mira o desaparecimento dos bairros mais insalubres e mais indecentes da cidade.(...)" A Planta da cidade foi apresentada à Câmara Municipal a 10 de Maio de 1867. Escala - 1:2000 (planta geral) e 1:500 (folhas parciais) In: MEIRELES, Maria José Marinho de Queiroz - O património urbano de Guimarães no contexto da idade contemporânea (séc. xix-xx): permanências e alterações.Braga: Universidade do Minho: Instituto de Ciências Sociais. 2000. Tese de Mestrado.
Plantas topográficas de Pevidém com os números: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 e 8 (no total são 33 plantas). Escala 1/1000.
Planta topográfica de São Torcato: n.º 1 (três exemplares), n.º 2 (dois exemplares), 4I e uma foto aérea. Escala 1/1000.
Planta topográfica das Taipas com os números: 1, 2, 3, 4, 5, 2A, 3A, 3B, 4A e 4B. Escala 1/1000.
Planta topográfica de Penha com os números: 1, 2, 3, 4, 5, 6. Escala 1/1000.
Planta topográfica de Vizela com os números: 1.1, 1.2, 2.1, 2.2, 5.1 e 5.2, escala 1/2000. Contém uma planta s/nº com a escala 1/5000.
Planta topográfica do terreno em S. Pedro de Azurém, destinado ao campo de aviação.
Constituída pelas plantas topográficas do concelho de Guimarães (ano 1976 - escalas 1/5000; Anos 1977 e 1978 escalas 1/10000), plantas aerofotogramétricas do concelho de Guimarães (anos 1976, 1977 e 1981 - escala 1/1000; anos 1972, 1975, 1976, 1977, 1981 e 1983 - escala 1/2000; anos 1976, 1977 e 1981 - escala 1/5000), plantas aerofotogramétricas de Caldelas (s/data - escala 1/1000), plantas topográficas das freguesias de Abação, Barco, Brito, Calvos, Candoso S. Martinho, Castelões, Creixomil, Donim, Gominhães, Gondomar, Infias, Lordelo, Moreira de Cónegos, Nespereira, Oliveira, São Paio, São Sebastião, Pencelo, Pinheiro, Polvoreira, Prazins Santa Eufémia, Prazins Santo Tirso, Serzedelo, Tabuadelo, Tagilde, Urgezes e Vermil (anos 1962, 1981 e 1985 - escalas 1/5000) e plantas de pormenor de Creixomil (ano 1981 - escala 1/1000).