Search results

266 records were found.

Pero Guedes - Comendador da Ordem de Cristo; primeiro Governador da Casa do Cível do Porto; Conselheiro de Estado; Vedor da Fazenda; Presidente do Senado da Câmara de Lisboa de 1591 a 1595. In:https://www.lisboa.pt/municipio/presidente/historia
Ordena que na vila de Guimarães e Viana do Castelo se apresentem até 150 homens de mosquete, sendo esta operação coordenada pelos Governadores e pela Câmara. Em Março, embarcarão em Lisboa (rumo ao Brasil?).
O Presidente da câmara Municipal de Guimarães, António Coelho da Mota Prego, e demais vereadores solicitam que o Tribunal Judicial e restantes repartições públicas mudassem do local onde se encontravam (edifício do extinto Convento de São domingos) para o edifício do antigo convento de Santa Clara.
Certidões sobre o foro de 150 reis e duas galinhas e mais direitos impostos na Devesa Escura ou Devesa de S. Tiago, em Santa Marinha da Costa, de que era enfiteuta a Condessa de Vila Pouca. Foram arrematadas em 21 de outubro de 1895 por Fortunato José da Silva Basto. Contem uma sentença de emprazamento passada em 1816 sobre o prazo que fez Torcato Peres de Andrade, mestre escola a Pedro Rodrigues em 17-11-1570, dessa mesma Devesa, situada abaixo do Mosteiro da Costa, pertença da igreja de São Tiago da vila de Guimarães
Oficio do Presidente da Câmara de Guimarães, Augusto Gomes de Castro Ferreira Cunha, dirigido ao Director do Arquivo Municipal, que junto envia uma fotocópia de uma carta escrita pelo rei D. Manuel II à Rainha D. Amélia. O Rei D. Manuel II relata a sua viagem de Lisboa a Paris e a sua estadia em Londres.
Certidão da Colegiada da Oliveira sobre o seu casal do Ovelheiro, antigamente denominado de Avaçães situado na freguesia de São Torcato, possuído pelo Licenciado Manuel Luís de Meireles, morador junto ao Convento de São Francisco. Contem pergaminho de D. Luís acerca da remissão do foro.
Carta de venda do foro imposto numa casa e terras situadas na Rua de Santa Luzia. Contém uma carta da rainha D. Maria II a declarar a arrematação do dito foro por Francisco José da Silva Bastos, sendo enfiteuta Manuel Joaquim de Macedo.
Duas certidões de provisão passadas pela rainha D. Carlota Joaquina, como Senhora do reguengo da Vila de Guimarães, para a nomeação de um prazo do Casal de Fundo de Vila, da freguesia de São Paio de Figueiredo a favor de Maria Ferreira e de Rodrigo José Pedrosa. Carta de emprazamento do mesmo casal, em que são enfiteutas Manuel Freire Pedrosa e sua mulher Teresa Maria
O primeiro foral português, cuja data não ficou exarada no documento, foi outorgado pelo conde D. Henrique a Guimarães. De acordo com António Matos Reis este foral precede o de Constantim, datado de 1096, daí dever-se colocar esta como sendo a sua data, não podendo ser anterior a esse ano, pois foi por esta altura que o Conde D. Henrique tomou a seu cargo os destinos do condado Portucalense. Este foral reveste-se de extrema importância para o crescimento do burgo vimaranense, no seu texto estão bem patentes as preocupações manifestadas pelo conde D. Henrique e por D. Teresa com o povoamento e desenvolvimento das actividades mercantis. Em 27 de Abril de 1128, D. Afonso Henriques, além de confirmar o foral henriquino, concede novos direitos aos vimaranenses como forma de agradecer o apoio recebido por estes durante o cerco ao castelo comandados por Afonso VII, bem como, para garantir a continuação desse mesmo auxílio, na nova campanha que se avizinhava. Novos privilégios às gentes que viessem habitar Guimarães: Isenção do pagamento de portagem em todos os lugares do reino. Isenção de fossadeira e isenção de impostos nos bens e propriedades dos cavaleiros-vilãos dos vassalos de infanções e de qualquer homem livre. Concessão do estatuto de ingénuo aos juniores. Direito de asilo ao homicida ou violador, que viesse habitar no burgo, desde que não cometesse novo rousso (violação). Isenção de fossadeira e protecção aos bens dos burgueses ou moradores (onde quer que eles se encontrassem), que estiveram ao seu lado no cerco ao castelo. D. Afonso II confirma, possivelmente entre Agosto e Outubro de 1217, os anteriores forais. Saliente-se que não existe o original nem do foral do conde D. Henrique nem do de D. Afonso Henriques, simplesmente as versões copiadas para serem confirmadas por Afonso II. Este documento é composto por três cartas autónomas, sendo apenas original a terceira, emanada da chancelaria de D. Afonso II.