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Os Orçamentos Ordinários, Orçamentos Suplementares, Planos de Actividade Turística e Balanços Finais de Contas são na sua essência autênticos guiões de actividade, constituindo importante bússola financeira para a Junta de Turismo, e para as autoridades que a supervisionavam. Normalmente eram produzidos cerca de 4 a 5 exemplares anualmente, destinados a cada elemento da Junta de Turismo, e outros 3 exemplares destinados à Câmara Municipal, entidade tutelar do Turismo e Tribunal de Contas.
Matrizes de Carimbo administrativos e pessoais usados no quotidiano administrativo da instituição.
Série constituída por publicações de cariz legislativo de interesse às actividades da JTETT.
Série constituída por documentação relacionada com a edificação/beneficiação do Património móvel e imóvel da Junta de Turismo da Estância Termal das Taipas.
Relatório elaborado por parte dos Serviços Técnicos de Obras da Câmara Municipal de Guimarães, indicando o seu parecer sobre as inundações e como fazer face às mesmas. Em anexo 4 cópias de plantas do edifício dos Banhos Velhos.
Constituída pelos documentos de Receita e Despesa que de acordo com o Art. 13º do Decreto-Lei Nº 26341, de 7 de Fevereiro de 1936, deveriam ser remetidos a julgamento pelo Tribunal de Contas. Destacam-se as Ordens de Pagamento, Guias de Receita, Recibos e Certidões e Folhas de Férias.
Em linhas genéricas o Imposto de Turismo consiste na cobrança de taxas sobre toda a actividade relacionada com a Hotelaria e Similares. Era praticada nas Zonas de Turismo. Convém mencionar que às Juntas de Turismo estava vetado, por lei, toda e qualquer cobrança de Taxas de Turismo, podendo estas apenas ser colectadas pelas Câmaras Municipais. Contudo, as Câmaras Municipais viam-se obrigadas a entregar o valor das Taxas de Turismo às Juntas de Turismo. Este regime durou até cerca de ínicios da década de 80. Durante muitos anos chegou a ser a grande fonte de Receita da Junta de Turismo das Taipas, até ao colapso da Hotelaria ligada ao Termalismo nas Caldas das Taipas. Entenda-se por Receita Eventual a que é liquidada com carácter definitivo no momento em que os contribuintes se apresentam a Repartição de Finanças para efectuar o pagamento do tributo, e a Receita Virtual, a que tem sofrido um processo de liquidação e debita-se antecipadamente aos recebedores, para estes realizarem a respectiva cobrança através dos conhecimentos de cobrança. Por norma a Hotelaria pagava o imposto em regime de taxa virtual, ao passo que os Similares de Hotelaria pagavam a nível eventual, a uma taxa fixa anual estipulada pela Câmara Municipal.
Série constituída por faturas de despesas diversas realizadas pela Junta de Turismo.
Série com documentação relacionada com reclamações, observações e exposições dirigidas quanto à qualidade dos serviços prestados pela JTETT ou os seus funcionários/agentes.
Série constituída por documentação relacionada com a atividade bancária, tais como: comprovativos de levantamento, comprovativos de movimentos de conta, requisições de certidões, guias de depósito, extratos bancários, requisição de cheques.
Constituída por documentação relacionada com o controlo das atividades e valências da JTETT.
Constituída por livros de registo relacionados com contabilidade e finanças: Livros de Caixa (Receita e Despesa Anual Orçamentada), Livros Diário (Movimento Diário de Receita e Despesa), Livros de Contas Correntes com Despesas Orçamentais, Livro da Receita e Livro de Registo de Ordens de Pagamento.
Folha de ofício com timbre do Clube de Caçadores das Taipas.
Canhotos das Ordens de Pagamento e Guias de Receita. Estes duplicados destinavam-se a arquivo na Secretaria para fins de caráter probatório, enquanto a "Conta de Gerência" se encontrava em trânsito no Tribunal de Contas a fim de ser julgada.
Ofício, e duas cópias do mesmo, com petição da Direção dos Caçadores das Taipas ao Chefe da Secção de Finanças de Guimarães, em que esta demonstra o seu interesse em pagar o imposto devido pela realização de uma prova.