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Contém o copiador de ordens emanadas e recebidas pela Divisão Naval de Reserva, entre 1866 e 1906.
Livro de registo de ordens do serviço do navio, como sejam as limpezas, pinturas, e outras tarefas relativas ao seu funcionamento e manutenção.
Livro de registo das ordens do comandante no que respeita à guarnição, nomeadamente, incumbências, louvores e promoções, repreensões e castigos. Entre outras ordens, contém ainda, convocatórias para reunião de um júri, para avaliação das praças da Escola de Artilharia.
Contém os relatórios da Escola Prática de Artilharia Naval, relativos aos exercícios de tiro ao alvo e outros assuntos inerentes ao início e decorrer dos anos letivos de 1872-1873 e 1907-1908.
Contém o copiador de partes, que inclui mapas do pessoal e dos exercícios, ordens e observações.
Contém o copiador de ofícios recebidos e expedidos pela fragata “D. Fernando II e Glória”, entre os anos de 1842 e 1911.
Copiador de ordens emanadas do Comando Geral da Armada.
Vistorias e reparações do navio, provocadas por abalroamentos e degradação natural, nomeadamente, colocação de mastreação “primitiva” e cabos fixos, bem como a instalação de retretes. A documentação reúne faturas, desenhos e orçamentos, entre outros documentos, entre os anos de 1938 e 1957.
Contém relatórios mensais dirigidos ao Major General da Armada, referindo os “acontecimentos notáveis” a bordo da fragata D. Fernando II e Glória. Contém ainda, os relatórios da corveta “Elisa” e “Infanta Regente”.
Contém a correspondência recebida e expedida pelo Conselho Administrativo da Brigada de Artilheiros, bem como o livro de registo de entrada e saída de correspondência.
Diário de viagem, dividido em três partes, elaborado pelo capitão Delfim José de Oliveira, na viagem de Lisboa a Tete. Por portaria de 18 de Junho de 1859, o capitão Delfim José de Oliveira foi nomeado comandante da colónia militar a ser estabelecida em Tete. Esta foi denominada “Colónia Militar de Tete, 1ª Companhia do 2º Batalhão de Caçadores”. Embora tenha recusado, por achar pouco honrosa a comissão, uma portaria do dia 22 de Junho, obrigou o capitão a tomar posse imediatamente. Na primeira parte, é referido o motivo da viagem (organizar e estabelecer uma colónia militar nas proximidades de Tete). São descritos os preparativos para a mesma, como por exemplo, conseguir colonos, onde e como recrutá-los. Para constituir a colónia, foi necessário procurar entre “soldados incorrigíveis, condenados a servir no Ultramar”, “condenados ao degredo de África”, e algumas mulheres e crianças que os acompanhavam. No dia 2 de Julho, a fragata, com um total de 616 pessoas a bordo, foi rebocada para fora da barra de Lisboa, de onde largou às 8 horas. São relatadas as intempéries e as consequências para o navio e para o estado de ânimo dos passageiros, bem como toda a espécie de constrangimentos resultantes da longa viagem, até à chegada a 14 de Outubro. Na segunda parte, já em Moçambique, o capitão refere José Vicente da Gama e a publicação da sua obra “Almanach de Moçambique para 1859”, do qual reproduziu alguns conteúdos que considerou relevantes, como a história de Moçambique, desde a chegada de Vasco da Gama em 1498, mas também as questões políticas e religiosas, a organização social e eclesiástica, o comércio e economia, a alimentação, costumes, e ainda, a escravatura e a maçonaria. Na terceira parte, é feito o relato da viagem de Moçambique a Tete, sendo a colónia militar transportada pela escuna de guerra “Angra”, parando em Quelimane. É abordada a situação dos Prazos da Coroa. Em 28 de Setembro a colónia foi transportada de Quelimane para Tete, numa flotilha composta por 11 lanchas e um escaler. O capitão descreve o que a colónia militar foi encontrando, como as povoações por onde foram passando, os habitantes e seus usos e costumes. Ao passarem por Inhacerere, no Prazo de Sena, havia ordem para que ninguém da colónia fosse a terra firme, por haver varíola. No dia 2 de Novembro, chegaram a Tete, onde a colónia se veio a instalar, sendo relatadas as vicissitudes que tiveram que enfrentaram para a sua fundação. Em 20 de Junho de 1861 o capitão Delfim José de Oliveira, foi nomeado governador interino do distrito de Sofala, pelo então Governador-Geral de Moçambique, João Tavares de Almeida.
Contém o registo das praças ao serviço do navio, onde se incluem dados pessoais, designadamente, nome, idade, naturalidade, estado civil e filiação. Ainda se registam os dados militares como a classe, a data de entrada e procedência, data de saída e destino, o comportamento, baixas e altas do hospital, e observações.
Registo do serviço diário da bateria, da Escola Prática de Artilharia Naval, entre 1893 e 1904.
Registo do serviço diário, efetuado pelo Oficial de Dia, reportando a situação do navio, as condições atmosféricas, os trabalhos a executar pela guarnição, as licenças, destacamentos, baixas, detenções, e outras circunstâncias relativas à guarnição e às funções do navio.
Registo do serviço diário, efetuado pelo Sargento de Dia, dando conta da situação do navio, das condições atmosféricas, e dos trabalhos a executar pela guarnição. Refere ainda, as licenças, destacamentos, baixas, detenções, e outras circunstâncias relativas à guarnição e às funções do navio.
Registo do serviço diário efetuado pelo dirigente em Setúbal, sendo já o navio a sede da obra social que acolhia e ensinava jovens do sexo masculino, provenientes de classes desfavorecidas e maioritariamente órfãos. Nesta data, encontravam-se alojados no edifício da Defesa Marítima daquela cidade, após o incêndio de 1963.
Contém o registo com os números dos militares, a respetiva classe, as culpas e os castigos aplicados, bem como as datas.
Registo das ocorrências, a bordo do navio, entre os anos de 1928 e 1932, com a descrição da ocorrência e a resolução dada, bem como a respetiva data.
Contém as atas do Conselho Administrativo, enunciando as questões tratadas, relativas à administração do navio.
Contém as atas do Conselho de Disciplina, a bordo do navio-escola, em que constam as classificações dos militares.
O diário náutico é elaborado pelo oficial de quarto, e nele se registam todas as ocorrências relevantes a bordo do navio, assim como a sua posição no mar, a corrente, e as observações metereológicas (a direção e força do vento, o estado do mar e a pressão atmosférica). Registam-se também as milhas percorridas, o rumo, a declinação e o desvio, a posição do navio no mar e a corrente. Inclui ainda, as rotações da máquina, e o abatimento no caso dos navios a vela. O diário náutico é o documento legal para averiguação, em situação de acidente no mar. Os presentes diários náuticos registam as viagens efetuadas de Lisboa para Moçambique e volta, de Lisboa para Luanda, de Luanda para Moçambique, de Moçambique para Gôa e volta, de Moçambique para Moçâmedes, de Moçâmedes para Benguela, de Benguela para Luanda e daqui para Lisboa. São também registados os diários do navio fundeado e a navegar, enquanto Escola de Artilharia Naval, a qual passou a funcionar na fragata, partir de 1865.
Contém os livros da visita médica diária à enfermaria, a bordo da Fragata D. Fernando. Ainda, os mapas do movimento clínico, o registo clínico, o receituário e a despesa com os medicamentos.
Contém mapas da guarnição, com a identificação do navio e o seu comandante. Ainda, as classes de oficiais e o número de elementos por classe, o Corpo de Marinheiros e a respetiva situação: prontos, destacados, no gozo de licença, ausentes, doentes e presos. Refere também a lotação e o excedente ou falta da mesma. Contém ainda os mapas do estado do material com a informação do estado de conservação do navio no que diz respeito ao casco, ao velame, a máquinas e caldeiras, a embarcações pequenas, ao armamento e aprovisionamento, referindo o número de dias de mantimentos, de combustível e tiros por peça de artilharia.
Notas recebidas e expedidas pelo comando da Escola Prática de Artilharia Naval, de e para várias entidades, nomeadamente, Ministério da Marinha, Majoria General da Armada, Comando do Corpo de Marinheiros, Depósitos de Fardamentos, Direção do Hospital da Marinha, e também de e para outros navios. Contém decisões tomadas acerca de militares da guarnição, deferimentos ou indeferimentos a requerimentos, bem como pedidos e notas de envio de guias de licença e cadernetas. Ainda, informações acerca de processos disciplinares, reconduções de serviço e transferência de militares entre navios, atestados médicos e notas relativas ao falecimento de militares. Inclui ainda informação sobre a matrícula e frequência de militares em cursos.
Contém vária documentação, relativa à história e principais características do navio, bem como, os distintivos, lotações, armamentos e desarmamentos, comandantes e docagens. Ainda, recortes de imprensa referentes ao incêndio que afetou o navio, legislação e fotocópias de documentos relativos às obras de restauro da fragata.
Contém o copiador de informações de requerimentos feitos pelas praças do navio, e enviadas às diferentes autoridades. Nele se registam os números da companhia e da matrícula dos militares, a classe, o nome, a data do requerimento, o pedido efetuado e a respetiva decisão.