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Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 2 de Junho de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 23 a 30 de Maio de 1930, na barra do porto de Setúbal, a fim de efetuar a substituição de boias. Contém diversos despachos o último de 16 de Junho de 1930. Contém na folha 9, três provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,5x8,5 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Saída dum foguetão lançado de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ para o estabelecimento dum cabo vai-vem” e “Exercício de estabelecimento dum cabo vai-vem, entre o N.S. ‘Patrão Lopes’ e a ponte da ‘Sapec’ à distância de 250 m aproximadamente". Na folha 12, três provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,5x8,5 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Aspectos do serviço realizado pelo N.S. ‘Patão Lopes’, nos dias 28 e 29 de Maio de 1930: colocação de 2 amarrações em frente da Fábrica de cimento, no Outão” e “Vista da Fábrica de Cimento no Outão, tirada do local onde foram colocadas as amarrações”.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 18 de Novembro de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio em 14 de Novembro. No dia 08 saiu para conduzir do Tejo para Afurada (rio Douro), o salva-vidas “Gonçalo Dias”, pertencente ao Instituto de Socorros Náufragos. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 24/11/1930.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 18 de Agosto de 1927, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 15 a 18 de Agosto daquele ano, data em que procedeu à condução para a Praia da Aguda do salva-vidas “Almirante Álvaro Ferreira”, pertencente ao Instituto de Socorros a Náufragos, entre outras manobras. Fundeou, dia 18, à frente da Cova da Piedade a fim de continuar com os trabalhos de destruição do vapor “Lizdouro”. Nota n.º 30, de 20 de Agosto de 1927, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada, a remeter o referido relatório.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 15 de Dezembro de 1929, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 8 a 14 de Dezembro. No dia 08 saiu para conduzir o barco salva-vidas “Comandante Magalhães Correia” a S. Martinho do Porto, tarefa dificultada pela ondulação larga de noroeste, que apesar de moderada, provocava rebentação na costa. Demorou dias a conseguir que aquele salva-vidas entrasse em segurança no porto, razão pelo que lhe foi enviado, através de um cabo de vai e vem, uma refeição fria à tripulação, situação que foi até registada fotograficamente.Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 23/12/1929. Contém na folha 7, prova fotográfica colada, monocromática, de 8,5x11,5 cm com a seguinte legenda manuscrita: “No dia 09 de Dezembro, na baía de Peniche de Baixo, passando-se, por meio dum cabo de vai-vem [sic], de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ para bordo do salvavidas [sic], do Instituto de Socorros a Náufragos, ‘Comandante Magalhães Correia’, uma refeição frio às praças que o tripularam durante vinte e nove horas, aproximadamente, em virtude do estado do mar não ter permitido que fossem rendidas.” Na folha 8, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,5x11,5 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Rebentação no Cabo Carvoeiro no dia 09 de Dezembro (vista de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’) ”. Também tem na folha 9, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,5x11,5 cm com a legenda: “Rebentação no Cabo Razo no dia 9 de Dezembro. (Vista de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’)”. Por último, na folha 10, coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 8,5x11,5 cm com as legendas: “Rebentação na barra de São Martinho do Pôrto [sic], no dia 14 de Dezembro, na ocasião do salvavidas [sic] ‘Comandante Magalhães Correia’ ter acabado de a transpor” e “N.S. ‘Patrão Lopes’, no fundeadouro de franquia, em frente da barra de São Martinho do Pôrto [sic], visto de bordo da balieira salvavidas, quando na barra, no dia 14 de Dezembro, debaixo da acção da ondulação larga de noroeste”.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 26 de Junho de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 20 e 21 de Junho, altura em que largou a fim de retirar “pegadilhos” que danificavam as redes dos pescadores, na praia da Nazaré. Verificou-se mais tarde, através da ação do mergulhador, que desceu várias vezes aos locais assinalados pelos pescadores, que as redes prendiam em pedras de grande dimensão, que apareciam fora da areia. No dia seguinte, prosseguiram os trabalhos tendo sido encontrado um pedaço de cantoneira de ferro enterrado, na areia, tendo cerca de um metro a descoberto. Foi retirado com o auxílio do guincho de bordo. Em seguida suspendeu e rumou ao ponto a Lisboa. Contém na folha 5, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,5x13 cm e 5,8X8,8 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “N.S. Patrão Lopes, na enseada da Nazareth em 20 de Junho de 1930” e “Lancha do mergulhador do N.S. ‘Patrão Lopes’ rodeada de lanchas de pescadores, no local conhecido pela ‘Coroa’. “ Na folha 6, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 13x8,2 cm e 8x13 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Içando a cantoneira retirada do fundo. Nela se veem pedaços de rêdes [sic] perdidas pelos pescadores” e “Efeito da rebentação, na praia da Nazareth, no dia 21 de Junho de 1930, visto de bordo duma embarcação, ao mar da Moiteira”. Tem na folha 8, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8x13 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Na praia da Nazareth em 21 de Junho de 1930. No [?] da ondulação” e “O rebentamento duma vaga, na praia da Nazareth, em 21 de Junho de 1930”. Por último, na folha 9, tem uma prova fotográfica colada, monocromática, de 8x13 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “Rebentação na praia da Nazareth em 21 de Junho de 1930, visto de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ perto da ‘Coroa’.” Tem diversos despachos apostos na capa, o último com despacho de 07/7/1930.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 08 de Janeiro de 1931, relativo à missão desempenhada por aquele navio no dia 06 de Janeiro daquele ano, data em que efetuou o estudo do local do afundamento do vapor de pesca “Pátria III” e as suas possibilidades de salvamento na barra de Setúbal. Contém dois esquissos, em papel vegetal, com legenda a vermelho e com o seguinte título: “Plano da barra de Setúbal, junto às boias de entrada”. Nota n.º 1589, de 31/12/1920, do Capitão do Porto, Capitão Tenente José Vicente Lopes, para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos de 04/08/1930. Apresenta junto nota manuscrita em papel pautado. Ofício, de 08/01/1931, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos diversos, último de 21/02/1931. Apresenta junto nota n.º 1589 de 31 de Dezembro de 1930.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 4 de Dezembro de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio 19 a 21 de Novembro daquele ano, quando prestou assistência ao paquete inglês “Highland Hope” junto às Berlengas. O Comandante e os sete oficiais do navio encalhado tinham abandonado o navio alegando que este se encontrava perdido. O NS Patrão Lopes chegou ao local onde esteve a tirar algumas fotografias, para poder avaliar a situação, tendo seguido para junto do mesmo. Ao entrar a bordo, encontrou vários pescadores e marítimos que procediam à recolha de vários objetos, afirmando que tinham ordens do Capitão do Porto de Peniche, que não se encontrava presente. O Comandante do NS Patrão Lopes achou tratar-se de pilhagens pelo foi preciso montar guarda armada ao navio encalhado, já que também foram intercetados, no posto da TSF, diversos rádios que deixavam informar os intentos de dois rebocadores, um alemão e outro dinamarquês de tomar conta do navio sinistrado. Ainda foi feita uma avaliação pelo mergulhador português Joaquim Sabino, sob condições muito duras do mar, tendo concluído o Comandante que o navio estava perdido. Procedeu-se à retirada de algumas bagagens trazidas para o navio à força de braços, trabalho bastante extenuante e perigosa. Dada a impossibilidade de desembarca o material em Peniche, devido ao estado do tempo e mar, seguiu a demandar o porto de Lisboa. Capa com atilho selado com lacre de cera vermelha, com sinete do Patrão Lopes. Tem diversos despachos apostos, último com data de 29/1/1931. Contém na f. 5A duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,2x13,2 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Situação do ‘Highland Hope’, no dia 19-11-930, quando o N.S. ‘Patrão Lopes’ chegou junto dele, pelas 1553. Veem-se na fotografia as embarcações de pesca dos pescadores de Peniche e a parte superior do Farilhão grande ainda encoberto pelo nevoeiro” e “Aspecto do ‘Highland Hope’ tomado no dia 19-11-930. As embarcações dos pescadores de Peniche, ocupam-se no salvamento das bagagens dos camarotes”. Na folha 5B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,2x13,2 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Aspecto do ‘Highland Hope’, visto pela sua popa, encalhado entre o Farilhão Grande, por EB, e o Farilhão do Nordeste, por BB, no dia 19-11-930. Pelas vigias da alheta de EB, que foram deixadas abertas, jorra a água, que já então invadira os alojamentos da 2ª classe” e “Aspecto do ‘Highland Hope’, tomado do lado de EB, no dia 19-11-1930, pelas 16 horas, em meia maré vazante”. Tem na folha 7A, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8x13 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Aspecto do Highland Hope’, tomado em 20-11-930, do fundeadouro dos navios de salvação que acorreram a prestar-lhe assistência. O N.S. ‘Patrão Lopes’ vê-se projectado sobre o Farilhão de Nordeste” e “Situação do Highland Hope’, no dia 20-11-930, na ocasião do baixa-mar”. A primeira prova contém anotações manuscritas a vermelho. Na folha 8B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 9x14 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “Prumadas feitas no dia 19-11-1930, começo às 1700 e fim às 18:20” e as seguintes notas: “Profundidades em braças - r: rocha e a: areia” e “A primeira prumada foi feita à proa BB, seguindo-se depois a prumar a EB, da proa para a popa. O baixa-mar foi às 19 horas e 4 minutos”. Tem também legenda impressa: “M.V. Highland Hope”. As profundidades em braças foram escritas em tinta vermelha sobre a prova fotográfica. Na folha 14B, tem uma cópia fotográfica colada, do navio Highland Hope, de 11,7x21,2 cm, com legendas manuscritas e numeradas e com indicação manuscrita, na própria fotografia, com tracejado a vermelho, do número a que corresponde a legenda, sobre a atuação da tripulação do NS Patrão Lopes, nomeadamente a retirada das bagagens do referido navio. Na folha 15B existe uma prova fotográfica colada, do navio M.V. “Highland Hope”, de 14x26,5 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Inspecção feita pelo mergulhador no dia 20 de Novembro de 1930 - tendo começado às 0935 e terminado às 11045. N.B. A inspecção foi passada ao fundo do ‘Highland Hope’ do lado de BB” e “O mergulhador inspecionou as obras vivas do ‘Highland Hope’ não tendo podido proceder à inspecção do lado de EB, em virtude do estado do mar não permitir a sua descida”. Tem anotações a vermelho na própria fotografia. Na folha 15C, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,2x13,3 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Aspecto do encalhe do ‘Highland Hope’, tomado da ponte do Comando no dia 20-11-930. No primeiro plano, do lado de BB, veem-se os Ferreiros de Barlavento e mais longe pelo mesmo bordo o Farilhão da Cova, e pelo lado de EB no primeiro plano as rochas Ferreiros de Barlavento e mais distante o Farilhão Grande” e “Aspecto do mar, tomado do spardeck da 1ª classe a EB, do ‘Highland Hope’, no dia 20-11-930, na ocasião do praia-mar da tarde”. Na folha 15D, foram coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 8,4x13,4 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “A água do mar invadindo pelo lado EB, o porão de ré de ‘Highland Hope’, no dia 20-11-930, na ocasião do praia-mar da tarde” e “Outro aspecto da água do mar, entrando por EB, e inundando o porão de ré do ‘Highland Hope’ no dia 20-11-930, na ocasião do praia-mar da tarde.” Na folha 21B foram coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 8,4x13,4 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Situação do ‘Highland Hope’, no dia 21-11-930, quando o N.S. ‘Patrão Lopes’ retirou do local do encalhe” e “Bagagens salvas do ‘Highland Hope’, e pela popa, a reboque, as duas balieiras salva-vidas daquele navio.” Por último na folha 22B colada uma prova fotográfica, monocromática, de 8,4x13,2 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Rebentação no Cabo Razo, no dia 21-11-930, pelas 1430 (mau tempo do sudoeste) na ocasião em que este cabo foi dobrado pelo N.S. ‘Patrão Lopes’ de regresso ao Tejo, dos Farilhões, transportando as bagagens do porão dos passageiros do ‘Highland Hope’ e mais salvados, feitos pela guarnição do N.S. ‘Patrão Lopes’.”
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 14 de Agosto de 1934, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 14 a 28 de Julho daquele ano, altura em que efectuou a reflutuação do vapor cisterna “Alviela”, que se afundara quando atracado à “Quanza” que se encontrava amarrada à ponte do Arsenal da Marinha. Nota n.º 20 de 15 de Agosto de 1934 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Na p. 3B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 12,5x17,5 cm com a seguinte legenda: “No primeiro plano vê-se uma das almofadas empregadas na vedação da escotilha da casa da máquina e caldeira do ‘Alviela’, sustentando o chupadôr [sic], pronta a ser arriada para o fundo e colocada no seu logar [sic]. A lancha do mergulhador [sic] da A.G.P.L. e a do N.S. ‘Patrão Lopes’ com o material e pessoal respectivo do serviço de mergulhação [sic].” Na p. 8B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 10x12 cm, com a seguinte legenda: “O primeiro cofferdam que foi colocado na chaminé do ‘Alviela’”. Na p. 12B, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia mostra a perfeição com que o mergulhadôr [sic] Joaquim Sabino fez a vedação das frinchas da união das quarteladas dos ventiladôres [sic] utilizando lona e merlim. Retirada uma das almofadas é introduzido um chupadôr [sic] que é levado até ao fundo da casa da máquina a fim de ultimar o esgoto dêsse [sic] compartimento”. Na p. 13B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Bomba submersível eléctrica esgotando a casa da máquina e caldeira do Alviela”. Na p. 20B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,7x8,7 cm e 12,5x17,5 cm, com as seguintes legendas: “A bomba centrifuga transportável n.º 3 procedendo ao esgoto da casa da máquina do Alviela” e “ A manobra da colocação do 2.º cofferdam na chaminé do ‘Alviela’. No segundo plano da fotografia vê-se a falua n.º 1 e nela instalada a bomba centrifuga transportável nº 3 que foi empregada no esgôto [sic] da casa da máquina e caldeira daquele vapôr [sic]”. Na p. 22B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia, tirada na noite de 26/27, mostra nitidamente a deformação sofrida pela escotilha da casa da máquina do Alviela”. Na p. 24B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O mergulhadôr [sic] da A.G.P.L. executando o trabalho de vedação da casa da máquina e caldeira do ‘Alviela’. Na fotografia, além da barca que ainda conserva dados os cabos d’aço passados na clara da hélice da embarcação afundada, vê-se, também, a falua nº 1, onde se instalou a bomba centrifugadora transportável nº 3 à qual é fornecido vapor de bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ por intermédio do tubo flexível de cobre, constituído por várias quarteladas”. Na p. 25B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O conjunto formado pelo N.S. ‘Patrão Lopes’, cábrea ‘António Augusto de Aguiar”, draga ‘Mondego’, barca de amarrações ‘Alfeite’ e outras embarcações, do Arsenal da Marinha, durante o serviço de salvação do ‘Alviela’.” Na p. 28B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Estrôpos [sic] de corrente e de cabo d’aço, de 5”, passados na clara da hélice e nos quais engatavam os aparelhos da cábrea “António Augusto de Aguiar”, para suspensão da pôpa [sic] do ‘Alviela’”. Na p. 29B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x15 cm, com a seguinte legenda: “A fotografia apresenta o mastro do ‘Alviela’ ao qual foi arroteado o mastro duma embarcação, do N.S. ‘Patrão Lopes’, para sustentar os tubos de entrada de ar na cisterna, de forma a ficarem com a extremidade fora de água em qualquer altura da maré". A barcaça ‘Alfeite’ sustentando os cabos manilhados aos estropos passados aos escovéns daquele vapor-cisterna e a draga ‘Mondego’.” Na p. 32B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “A draga ‘Mondego’, aspirando o lôdo [sic] na altura da prôa [sic] do ‘Alviela’ a fim de poder passar por debaixo deste um estrôpo [sic]. No gaviete da barcaça ‘Alfeite’ veem-se gurnidas [sic] as duas espias manilhadas nos estropos passados aos escovéns do vapôr [sic] afundado.” Na p. 33B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x18 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27 o ‘Alviela’, pela acção do esgôto [sic] da casa da máquina e caldeira e, também, da cisterna e esforços exercidos pela cábrea ‘António Augusto Aguiar’, na pôpa [sic] daquele vapôr [sic] e pela barcaça ‘Alfeite’ na prôa [sic], vai sendo trazido à superfície, apresentando a fotografia já parte da chaminé fora d’agua”. Na p. 33C, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27 depois da chaminé e ventiladores [sic], emerge da água a escotilha da casa da máquina na qual se veem as almofadas utilizadas na vedação e colocação dos chupadôres [sic] que fizeram o esgôto [sic]”. Na p. 33D, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x18 cm, com a seguinte legenda: “Na noite de 26/27, aspecto tomado quando emergia a casa do leme do Alviel”. Na p. 34B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 11,5x17,5 cm, com a seguinte legenda: “Esta fotografia mostra como os cabos d’aço manilhados aos estropos passados aos escovéns do ‘Alviela’ gurniam [sic] no gaviete da ‘Alfeite’ do que resultava qualquer aboço ou manilha de ligação oferecer tal resistência à passagem no rolete daquele gaviete que provocava o seu rebentamento.” Na p. 35B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 6x9 cm com as seguintes legendas: “A almofada (face interior) que chegou a ser feita para vedar a entrada da água nos alojamentos da guarnição do ‘Alviela’ com o orifício para passagem do chupadôr [sic] destnado ao esgôto [sic]” e “A face exterior da almofada”. Na p. 36B, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 6x9 cm com as seguintes legendas: “Na fotografia vê-se a deformação sofrida pela manilha do estrôpo [sic] de corrente passado à clara do hélice do ‘Alviela’ depois do esforço sobre ela exercido por intermédio dos aparelhos da cábrea ‘António Augusto de Aguiar’ e “Nesta fotografia vê-se ainda a deformação da manilha e os elos dos estropos passados aos escovéns do ‘Alviela’ e que partiram na noite de 26/27 sendo causa de que nessa noite não tivesse sido reflutuado aquele navio cisterna”. Na p. 37B, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12,6x18 cm, com a seguinte legenda: “A prôa [sic] do ‘Alviela’ no convez [sic] do qual e dados para a cisterna, se veem os chupadôres [sic] utilizados no esgôto [sic]. Esta fotografia mostra a forma como abre para o convez [sic] a porta do alojamento da tripulação que tornou impossível a colocação da vedação para poder ser feito o esgôto [sic] dêsse [sic] alojamento. No castelo vê-se ainda estabelecido o chupadôr [sic] que fêz [sic] o esgôto [sic] do peack-tank, quando a escotilha deste emergiu.” Na p. 37C, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12x17,5 cm, com a seguinte legenda: “No dia 28, o ‘Alviela’ prolongado com o N.S. Patrão Lopes”. Na p. 37D, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 12x17,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 02 de Fevereiro de 1934, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 23 e 28 de Janeiro daquele ano, altura em que procedeu ao salvamento da fragata B.332.T.L. afundada em frente da ponte da Escola de Aplicação da Marinha, em Vila Franca de Xira. As provas fotográficas têm, a vermelho, anotações manuscritas. Na p. 2, uma prova fotográfica colada, monocromática, de 9,9x14,5 cm com a seguinte legenda: “A ponte que serve a Escola de Aplicação de Marinha junto à qual em Outubro de 1933 se afundou a fragata B.332.T.L.” Na p. 5, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 9,5x14,5 cm, com as seguintes legendas: 1) Inclinação de 7o do navio na ocasião de serem rondados os cabos dados à fragata e 2) Inclinação de 15º do navio na ocasião da fragata ser suspensa do fundo. Na p. 7 coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 9,5x14,5 cm, com as seguintes legendas: 1) Ao chegar a fragata à superfície reconhece-se haver necessidade de a aliviar completamente do peso do burgau. Os mergulhadores precedendo a êsse trabalho. 2) Os mergulhadores procedendo à descarga do burgau. Vê-se na fotografia o caixote em que era içado à borda do navio. Na p. 8 coladas mais duas provas fotográficas, monocromáticas, de 9.5x14.5 cm, com as seguintes legendas: 1) A fragata completamente aliviada do pêso do burgau surge da água. 2) A fragata rebocada pelo gasolina do N.S. 'Patrão Lopes' é conduzida a reboque para o caes de Vila Franca de Xira junto ao qual foi encalhada”. Nota n.º 5 de 02/2/1934 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos diversos, último de 12/05/1934.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 04 de Agosto de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 23 de Julho a 03 de Agosto daquele ano, quando largou dirigindo-se a Angra do Heroísmo, levando quatro oficiais do Exército que por ordem do Governo lhes fora fixada residência. Mais tarde foi-lhe dado ordem para conduzir os referidos oficiais para a cidade da Horta, tendo o seu desembarque ocorrido em 29 de Julho. Nota n.º 14 de 04/8/1930 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos de 04/08/1930. Apresenta junto nota manuscrita em papel pautado.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 31 de Julho de 1930, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 7 a 14 de Julho daquele ano, altura em que se deslocou em direção à praia da Quarteira, na Nazaré, a fim de destruir “pegadilhos” (na sequência da queixa de vários pescadores que lá têm danificado as suas redes de arrasto). Nota n.º 115, de 19 de Junho de 1930, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Contém mais correspondência que diz respeito a este processo.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 05 de Setembro de 1930, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 02 e 03 de Setembro, quando prestou assistência ao vapor de pesca de arrasto, “Espadarte”, que se encontrava em perigo entre a Parede e Carcavelos. Entre diversos contratempos o capitão do “Espadarte” informou que o navio tinha sido entregue à Companhia de Seguros. Contém na f. 1 três provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,9x 8,8 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Mergulhador procedendo no dia 3, à vistoria das obras vivas do Espadarte", “Aspecto do ‘Espadarte’, no dia 2, na ocasião do praia-mar” e “N.S. ‘Patrão Lopes’ e rebocador ‘Cabo da Roca’ puxando pelo ‘Espadarte’ na ocasião do praia-mar da manhã do dia 2 de Setembro de 1930” e “N.S. ‘Patrão Lopes’ e rebocador ‘Cabo da Roca’, puxando pelo ‘Espadarte’ na ocasião do praia-mar da manhã do dia 2 de Setembro de 1930”. Nota nº 1883, relativo ao processo n.º 18/117/32, de 11/10/1930, respeitante a vencimentos do pessoal da armada. Tem diversos despachos apostos na capa, o último com despacho de 16/10/1930.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 22 de Agosto de 1935, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 27 a 29 de Julho daquele ano, que consistiu no reboque para a barra de Aveiro, da Draga “Dr. Oliveira Salazar”. Contém nota n.º 17, de 23/08/1935, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos diversos, último de 06/09/1935. Na p. 2, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 9,7x14,5 cm, com a seguinte legenda: “Draga ‘Dr. Oliveira Salazar’; características: comprimento - 39,9 m; bôca - 9,75; pontal - 2,51; calado - 1,10.” Na p. 4, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “Draga ‘Dr. Oliveira Salazar’ a reboque do N.S. ‘Patrão Lopes’ no dia 27 de Julho de 1935, navegando na costa oeste com destino à barra de Aveiro”. Na p. 6, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “Draga ‘Dr. Oliveira Salazar’ fundeada na barra de Aveiro, no dia 28 de Julho, vendo-se na fotografia o N.S. ‘Patrão Lopes’ e o rebocador ‘Neiva’.
Relatório confidencial do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 24 de Junho de 1935, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 08 a 12 de Junho daquele ano, que consistiu no reboque do Tejo para a barra de Viana do Castelo, da draga “Mondego” e respetivo batelão de carga. Ofício de 26/6/1935 do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos diversos, último de 28/06/1935. Capa com atilho selado com lacre de cera vermelha, com sinete do Patrão Lopes. Na p. 6, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 11, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 9,5x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 14, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 9,5x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 15, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 16, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 17, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 18, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”. Na p. 19, colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “O ‘Alviela’ já inteiramente esgotado atracado ao N.S. Patrão Lopes”.
Devolução de 3 relatórios, respeitantes a missões desempenhadas pelo N.S. "Patrão Lopes", ao Comandante Fernando Monteiro de Barros, em 20 de Abril de 1959. 1 - Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 04 de Setembro de 1931, relativo à missão desempenhada por aquele navio nos dias 25 a 27 de Agosto, data em que procedeu à recuperação da boia luminosa da barra de Setúbal, que na noite de 19 para 20 de Julho último, fora arrastada da sua posição afundando-se. Fazem parte deste processo as notas 225, 1168 e 18. Na p. 11, existe uma prova fotográfica monocromática colada, de 13,5x28,5 cm, com a seguinte legenda manuscritas: “A boia luminosa surgindo da água”. Na p. 12, foi colada uma prova fotográfica monocromática, de 14x9 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “ A boia luminosa junto ao navio, momentos antes de ser içada para bordo”. Na p. 13, foi colada uma prova fotográfica monocromática, de 14x9 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “Recolhendo a boia a bordo, depois de se ter desmontado a coluna do farolim”. 1 croqui, em papel milimétrico, de 18x27 cm, com o seguinte título: “Croquis do declive do fundo do mar, obtido pelas alturas de água lidas na bomba do mergulhador, quando este desceu, no dia 26, no local onde se encontrava a boia luminosa da barra de Setúbal antes de ter sido arrastado.” Contém 1 esboço, manuscrito, em papel vegetal, 27x47,5 cm em folha de 31,6x54 cm, com o seguinte título: “Barra de Setúbal - Pesquisas efectuadas pelo N.S. ‘Patrão Lopes’ para a recuperação da boia luminosa da barra afundada na noite de 19:20 de Julho de 1931.” 2 - Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 29 de Janeiro de 1932, relativo à missão desempenhada por aquele navio nos dias 19 a 22 de Janeiro daquele ano, data em que procedeu à localização do galeão “Estrela do Mar” e sua destruição. Fazem parte deste processo as notas 10 e 21 de 29 de Janeiro de 1932 e nota n.º 241 de 12 de Fevereiro de 1932. Têm diversos despachos apostos, último com data de 13/2/1932. Contém 1 esboço, manuscrito, em papel encerado, 20,5x34 cm, em folha de 24x42 cm, escala 1: 25 000, com representação da costa portuguesa (entre a Parede e S. Julião em Lisboa). Na p. 24 foram coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 9,5x14,5 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Posição assinalada pelos pilotos da barra como sendo aquele onde se achava afundada a traineira “Estrela do Mar”. Enfiamento (1) . Egreja [sic] de S. Domingos de Rana por uma casa de telhado vermelho metido entre o arvoredo. Enfiamento (2): um moinho situado na parte mais elevada do terreno da Parede pela torre da ermida do sanatório Chamiço” e “ Recolhendo do fundo do mar um tanque cisterna da casa máquina da traineira afundada no qual pegou 1 rocega no dia 21”. Na p. 25 foi colada uma prova monocromática, de 5,7x8,5 cm, com a seguinte legenda manuscrita: “Aspecto da costa tomada do local onde na realidade se acha afundado o galeão “Estrela do mar”. As espias que se vêm na fotografia são dos ancorotes espiados pelas alhetas do N.S. “Patrão Lopes”. 3 - Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 16 de Dezembro de 1935, relativo às missões desempenhada por aquele navio entre os dias 24 de Outubro e 7 de Dezembro de 1935, quando prestou assistência ao “Lima e “Dão” durante os exercícios de lançamento de torpedos. Fazem parte deste processo a nota 20 de 18/12/1935, com despacho de 19/12/1935. Na p. 28 foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “Aspecto da Costa tomado da posição assinalada pela boia circular de salvação como sendo aquela em que se afundara o torpedo”. Na p. 30 foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “No dia 25 de Outubro apezar (sic) do estado do mar não se apresentar favorável a pesquiza (sic) feita pelo mergulhador, não deixou por esse motivo de ser feita, como se verifica na fotografia tomada, quando o torpedeiro n.º 4086, José Marques dos Santos, se achava no fundo do mar”. Na p. 32 foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “A fotografia mostra a disposição das embarcações para a rocega, feita por meio de rede d’aço. No plano anterior vêem-se as embarcações que sustentavam a rede, a da esquerda foi rebocada pelo guincho do N.S. ‘Patrão Lopes’ e a da direita pelo gasolina. Enquanto se ultimavam os preparativos, para efectuar essa rocega, o mergulhador procedia a pesquizas.” Contém 1 esboço, manuscrito, em papel encerado, 43,5x55,5 cm, escala 1: 6 600, com representação da costa portuguesa (entre a Parede e S. Julião em Lisboa). Na p. 34 e 38 apresenta desenhos das manobras do N.S. Patrão Lopes, em papel vegetal. Na p. 39 foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “A rocega feita a reboque do gasolina, por meio do seio dum cabo d’aço de 100 metros de comprimento, cujos chicotes davam às popas de duas balieiras, mantidas ligadas uma à outra, mas separadas, pelos mastros cruzados e abotoados sobre as falcas interiores, também não acusou a presença do torpedo mas prendeu nos pedaços de ferro em que a outra rocega pegou”. Na p. 43, foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 6x9 cm, com a seguinte legenda: “A ogiva de combate (comprimento 1,294 m e peso de 368 Kg) que, tendo caído ao rio em frente da Doca dos Submersíveis, em local de profundidade 23 metros, onde o mergulhador não tinha visibilidade, 27 horas depois de iniciada a sua procura se achava recuperada. O torpedo a que pertence essa ogiva igual ao que foi procurado na barra em frente da Parede tem as seguintes características: comprimento - 7m e peso- 1.575 Kg”. Na p. 47, foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “No dia 29 de Outubro o estado do mar não permitiu que os contra-torpedeiros ‘Lima’ e ‘Dão’ perseguissem no exercício de lançamento de torpedos. A fotografia mostra a rebentação na Ponta Salmôdo”. Tem, ainda, legenda manuscrita: “Contra-torpedeiro Lima”. Na p. 50, foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O torpedo lançado pelo Contra-torpedo ‘Lima’ tendo emergido junto da embarcação-alvo foi seguro pelo gasolina do N.S. Patrão Lopes”. Na p. 51, foi colada uma prova fotográfica, monocromática, de 10x14,5 cm, com a seguinte legenda: “O Contra-torpedo ‘Lima’ procedendo à recolha do torpedo que lançara e que fôra [sic] levado a seu bordo pelo gasolina do N.S. ‘Patrão Lopes’ que assiste a essa operação pairando junto dêle [sic]”. Na p. 54, falta uma prova fotográfica que teria a seguinte legenda: “O Contra-torpedeiro ‘Lima’ à recolha do torpedo que viera de lançar”.
Correspondência geral, do navio, compreendida entre 1929 e 1936.
Relatório, de 15 de Julho de 1935, do Chefe do Serviço de Máquinas, enviado ao Comando Geral da Armada pelo Comandante Fernando Monteiro de Barros, em 29 de Julho de 1935. O relatório incide sobre o estado geral das máquinas. Contém notas 164 e 250, com diversos despachos, último de 30/07/1935.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 28 de Maio de 1928, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 25 a 28 daquele mês. Altura em que tendo rumado às Berlengas, a fim de transportar material da Direcção de Faróis destinado ao farol desta ilha, apreendeu duas lagosteiras francesas e recolheu vários covos. De regresso entregou as lagosteiras ao vapor “Vale do Zebro” tendo recebido um vapor com munições que deitou ao mar junto a Cascais. Nota n.º 3, de 05 de Junho de 1928, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Nota n.º 73, de 30 de Junho de 1928, da Superintendência dos Serviços da Armada a devolver o respectivo relatório e ainda a mesma nota mas manuscrita.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 24 de Outubro de 1928, relativo à comissão desempenhada por aquele navio em 20 de Junho do mesmo ano, data em que largou e foi fundear frente a Santa Apolónia a fim de destruir o vapor “Milton”, prosseguindo, assim, com a tarefa de destruição de cascos de navios afundados, no Tejo, que se tornam perigosos para a navegação. Tarefa executada com grande dificuldade e perigo pelo mergulhador Joaquim Sabino, tendo sido proposto um louvor ao mesmo. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 06/11/1929. As provas fotográficas integradas neste relatório, das quais desconhecemos a autoria, visam, sobretudo, ilustrar a destruição do vapor “Milton”. Contém na f. 9, prova fotográfica, colada, monocromática, de 8,7x11,5 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Vigas de madeira ligadas por grossas cavilhas, provenientes dos destroços do vapor Milton”. Contém na f. 10, prova fotográfica colada, monocromática, de 8,7x11,5 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Gerbe de uma mina (125 Kg de hematol) que colocada por fora e por baixo do costado, provocou o corte de alto a baixo do mesmo e que foi colocada a 40’ de profundidade. Fotografia tirada aproximadamente a 150m do local da explosão.” Na folha 11, prova fotográfica, colada, monocromática, de 12x8,6 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Gerbe de uma mina com o peso bruto de 165 Kg (125 Kg de hematol) que provocou a completa destruição da popa e do hélice do “Milton”, por ter havido possibilidade de a colocar em local onde a sua explosão encontrou resistência e a 40’ de profund.a Fotografia tirada aproximadamente a 150m do local da explosão.” Na folha 12, coladas duas provas fotográficas, monocromáticas, de 11,5x8,6 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Gerbes de minas (125 Kg de hematol) em que grande parte da acção expansiva dos gazes, produto da explosão, não tendo encontrado resistência, provocaram uma maior projecção de água. Fotografia tirada aproximadamente a 150m do local da explosão. Minas colocadas a 40’ de profundidade”. Contém na f. 13, duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 8,7x11,5 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Enfiamento ao NE (pinheiro notável com a chaminé da Fábrica das Chitas, de Xabregas) que é aproveitado para definir a posição da popa, proa e casa da máquina de Milton” e “Enfiamento ao N (chaminé da Estação Elevatória da Comp.a das Águas dos Barbadinhos pela 3ª janela contada de E da casa de oficinas da Companhia Portuguesa dos Caminhos de Ferro, pintada de cinzento) que cruzado com o NE dá a posição da popa do Milton.” Estas fotografias têm aposto tracejado a vermelho. Na pág. 14 encontram-se coladas mais duas provas fotográficas, monocromáticas, de 8,7x11 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Enfiamento ao N (chaminé da Estação Elevatória da Companhia das Águas dos Barbadinhos, pela 1ª janela, a contar de E, de uma casa branca que está por detraz [sic] de uma outra casa que apresenta duas estreitas e altas chaminés) que cruzado com o de NE dá a posição da prôa [sic] do Milton”. Estas fotografias têm aposto tracejado a vermelho.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 03 de Setembro de 1927, relativo à missão desempenhada por aquele navio, de 29 de Agosto a 2 de Setembro daquele ano, data em que largou a fim de efetuar um cruzeiro de fiscalização de pesca, na zona entre Sines e Nazaré, passando por Vila Nova de Mil Fontes, Lampo Aroeira e Magoito. Nota n.º 1, de 08 de Setembro de 1927, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 16 de Janeiro de 1928, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 14 a 15 de Janeiro, data em largou a fim de prestar socorro ao navio italiano “Cadore”, que se encontrava ao largo do cabo Carvoeiro. Nota n.º 1, de 19 de Janeiro de 1928, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos cuja data mais recente é de 24 de Janeiro de 1928.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 14 de Abril de 1927, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 09 a 14 daquele mês, data em que foi em missão de fiscalização da pesca. Alertava também para os casos de navios naufragados que não havendo possibilidade de serem assinalados, poderiam causar algum perigo, como era o caso do navio grego “Andrios”, a norte do enfiamento Berlenga-Carvoeiro, e cuja colocação de uma boia de naufrágio parecia ser também impraticável.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 20 de Janeiro de 1927, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 18 a 20 do mesmo mês, data em que largou a fim de socorrer a “Ibo” na saída da barra. Contudo, devido à força do vento e dos fortes aguaceiros que se faziam sentir na zona do Bugio, obrigou a que o “Patrão Lopes” tivesse sofrido, no gualdrope de BB do leme, um rebentamento do elo patente a que deu origem a que o navio se atravessasse e que precisasse de reparação, fundeando em Cascais. Tendo sido, no entretanto, a “IBO” socorrida. Nota n.º 20, de 03/2/1927, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 18/02/2017.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros de 29 de Janeiro de 1927, relativo à missão desempenhada por aquele navio, de 24 a 29 do mesmo mês, data em que rumou para o porto de Leixões a fim de comboiar ou rebocar a Canhoneira “Ibo” para Lisboa. Nota n.º 22, de 04/01/1927, do Comandante Fernando Monteiro de Barros para o Comando Geral da Armada a remeter o referido relatório. Tem aposto despachos de 24/02/1927.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 21 de Fevereiro de 1926, relativo à missão desempenhada por aquele navio entre 04 e 21 daquele mês, altura em que transportou, de Lisboa a Ponta Delgada, vários presos políticos, em resultado do acto revolucionário de 02 de Fevereiro. Devido ao mau tempo que decorria um dos prisioneiros terá proferido: “E ainda os políticos bramam contra os pagamentos em ouro dados à Marinha! Isto não há dinheiro nenhum que pague!” Chegou a Ponta Delgada em 15 Fevereiro tendo sido desembarcados os presos e entregues ao Comandante Militar dos Açores. Dali partiu no dia 18 e amarrado boia em frente da Praça do Comércio dia 21.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 05 de Junho de 1927, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 2 a 5 de Junho daquele ano, data em que largou a fim de rebocar o vapor “Lidador” de Faro para Lisboa.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 08 de Maio de 1927, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 3 a 8 daquele mês, data em que foi em missão de fiscalização de pesca, dirigindo-se para os pontos pesqueiros mais explorados pelas lagosteiras francesas.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 31 de Agosto de 1929, relativo à missão desempenhada por aquele navio, nos dias 16 a 19 de Agosto do mesmo ano, data em que largou a fim de rebocar o contra-torpedeiro “Guadiana”, do Douro para Lisboa. Missão interrompida, apenas, porque aí foi informado que tinham sido encontrados destroços do vapor “Deister”, submerso na barra, a seis pés de água. Uma vez que esta informação contrariava a apresentada por aquele Comandante, foi feita uma verificação para apurar a veracidade daquele alerta. Amarrou à boia no dia 19, após ultrapassadas dificuldades devido ao nevoeiro que se fazia sentir. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 19/09/1929.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 31 de Agosto de 1929, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 26 a 30 do mesmo mês, data em que largou e foi fundear frente à Trafaria, a fim de embarcar material explosivo com destino à barra do rio Douro. Aí fundeou, em 27 de Agosto, dando início aos trabalhos de destruição dos restos do vapor “Deister”. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 12/09/1929. As provas fotográficas integradas neste relatório, das quais desconhecemos a autoria, visam, sobretudo, ilustrar a destruição do vapor “Deister”. Contém na p.4A prova fotográfica colada, monocromática, de 8,7x13 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Explosão de 184 quilos de dinamite, constituindo oito cargas que fõram [sic] cobradas na pôpa [sic] do “Deister” à profundidade de 30'. Na fotografia vê-se a embarcação de bordo da qual foi fechado o circuito eléctrico para a detonação da carga”. Contém na p. 4A duas provas fotográficas, coladas, monocromática, de 6,2x9 cm, com as seguintes legendas manuscrita: “Explosão de 44 quilos de dinamite na popa do “Deister” e “Explosão de 196 quilos de dinamite constituindo nove cargas, distribuídas pelas duas caldeiras, cinco, no interior duma e quatro assentes, exteriormente, sobre a outra". Na folha 5A prova fotográfica, colada, monocromática de 8,7x13 cm com a seguinte legenda manuscrita: “Navio colocado sobre os destroços do “Deister” mais à terra quando pretendia trazer mais acima a amarra que ali se encontra no fundo”. Na folha 5A, duas provas fotográficas, coladas, monocromáticas de 6,2x9 cm com as seguintes legendas manuscritas: “Navio colocado na posição anterior, vendo-se na fotografia uma traineira que vem saindo [d]a barra” e “Na fotografia percebe-se a ondulação que se faria sentir no dia 29 de Agosto de 1929, vendo-se a rebentação no cabedelo da barra do “Douro”. Foi neste dia que o mergulhador rasgou o fato”. Na folha 6A contém, coladas, duas provas fotográficas, monocromáticas, de 6,2x9 cm, com as seguintes legendas manuscritas: “Fotografia tirada a bordo do N.S. ‘Patrão Lopes’ colocado sobre os destroços da popa do Deister no dia 29 de Agosto de 1929” e “Fotografia tirada a bordo do N.S. Patrão Lopes no dia 29 de Agosto de 1929 quando se achava sobre os destroços da popa do Deister”.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 25 de Fevereiro de 1930, relativo à comissão desempenhada por aquele navio de 22 a 24 de Fevereiro de 1930. Recebendo pelo rádio aviso de que havia perigo à navegação, saiu da barra perguntando a vários navios se tinham avistado algum navio naufragado na costa de Portugal, ao mar do Cabo Mondego, obtendo sempre resposta negativa. No dia 23 Fevereiro avistou dois madeiros em posição vertical, tendo arriado a baleeira que os trouxe para bordo. Tem diversos despachos cuja data mais recente é de 5 de Março de 1930. Contém 1 esboço, com o seguinte título: “Derrota do N.S. ‘Patrão Lopes’ nas pesquizas realizadas no dia 23 de Fevereiro de 1930”. Apresenta tracejado a vermelho e representa parte da costa portuguesa (entre Furadouro e Figueira da Foz). Contém na p. 5 duas provas fotográficas coladas, monocromáticas, de 5,5x8,5 cm e 8,8x6, com as seguintes legendas manuscritas: “Aspectos dos destroços, no mar, vistos de bordo” e “Os mesmos destroços, depois de recolhidos a bordo”.
Relatório do Comandante Fernando Monteiro de Barros, de 2 de Setembro de 1929, relativo à missão desempenhada por aquele navio de 1 a 2 de Setembro, data em que largou ao encontro da “Sagres” para a rebocar para o rio Tejo. Tem despacho aposto de 14/9/1929 e carimbo com data de 17/09/1929 do “Serviço do Estado Maior Naval”.