Contém vários documentos que clarificam a história da Quinta de São João:
Auto de Contas da capela instituída pelo padre Luíz da Paz em 1632; Escritura do reconhecimento do foreiro passado a Ana Rita Pereira de Lima, viúva de João Monteiro de Saldanha em 1765-03-11; Sentença de abolição da capela instituída pelo padre Luíz da Paz passado em 23 de junho de 1774; Escritura da venda, quitação e obrigação do senhorio direto imposto na quinta de São João em Galamares feita por Ana Rita Pereira de Lima a Maria Joaquina de Santa Anna em 9 de dezembro de 1775; Escritura de compra do domínio útil da Quinta de São João feita por Henrique Araújo, morador na Quinta de São Bento, a José Pereira da Costa e sua mulher, Maria Joaquina de Santa Anna em 25 de junho de 1818; Auto de posse da Quinta de São João dada a Eusébio Clemente Pereira de Carvalho e Aguiar como herdeiro de Luísa Clara Josefa Camello em 16 de janeiro de 1822; Declaração passada por Henrique de Araújo no qual afirma não ter dívidas com Eusébio Clemente Pereira relativos a foros da Quinta de São João passado a 11 de março de 1822; Instrumento de venda, quitação e obrigação da Quinta de São João feito por Eusébio Clemente Pereira de Carvalho e Aguiar a Máximo José dos Reis em 9 de agosto de 1822; Declaração de venda do domínio direto de um foro imposto na Quinta de São João passado por Eusébio Clemente Pereira de Carvalho e Aguiar a Máximo José dos Reis passado a 31 de julho de 1822; Escritura de compra da Quinta de São João feita por Joaquim Vital Pinheiro da Veiga a Henrique Araújo, que havia comprado a Joaquim de Santa Ana em 25 de junho de 1844; Escritura de reconhecimento de foreiro passado por Frederico Guilherme da Silva Pereira a Bento Ferreira em 22 de agosto de 1822.