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VAZ, Manuel António. Filho de António Vaz e de Maria Domingues, do lugar de Requeijo. N.p. de Manuel Vaz e de Bernarda Domingues, da Jugaria, freguesia e couto de Fiães; n.m. de António Domingues e de Mariana Domingues, de Requeijo, Rouças. // Casou na igreja de Rouças a 23/2/1805 com Joana Maria, filha de Joaquim José de Santa Ana e de Gertrudes Alves, de Cavaleiros; neta paterna de Pascoal Morais e de Maria da Vila Além Castro (em Lx.ª), e neta materna de António Alves e de Ana Pereira, de Cavaleiros. Testemunhas: Manuel António Domingues e António Vaz, de Requeijo.
António Júlio de Castro Fernandes (Lisboa, 2 de Junho de 1903 — Lisboa, 1975) foi um economista, banqueiro, político e ideólogo do corporativismo português.
Esteve ligado aos sectores da extrema-direita portuguesa no período da transição para o Estado Novo e foi um dos mais ativos propagandistas do corporativismo fascista. Foi dirigente da Cruzada Nacional Nun’Álvares nos últimos anos da Primeira República Portuguesa e um dos fundadores do Movimento Nacional-Sindicalista (1932)]. Aderiu à Revolução Nacional, e entre muitas outras funções de relevo, foi Subsecretário de Estado das Corporações e Previdência Social (1944 a 1948) e Ministro da Economia (1948 a 1950) do governo de Oliveira Salazar, presidente da Comissão Executiva da União Nacional (1958 a 1961 e 1965 a 1968), deputado à Assembleia Nacional e procurador à Câmara Corporativa. Dedicou-se à banca, tendo sido administrador do Banco Nacional Ultramarino.
In: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ant%C3%B3nio_J%C3%BAlio_de_Castro_Fernandes
